Alerta Diário
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Stakeholder Listening
Quarta-feira, 13 de maio de 2026
Suspensão de produtos Ypê pela ANVISA mobiliza fiscalização sanitária, Senado convoca presidente da agência e liberação da exportação de cannabis medicinal repercute no Legislativo
- 76 manifestações em 13/05, com PT à frente (37%), Rio de Janeiro como estado mais ativo (17%) e redes sociais como canal predominante (63%).
- Suspensão de produtos da Ypê pela ANVISA gera 11 manifestações sobre fiscalização sanitária, agência determinou recolhimento de lote contaminado por bactéria e suspendeu fabricação e comercialização de saneantes da Química Amparo; parlamentares do PT defendem publicamente a atuação da agência, enquanto Cleiton de Azevedo (Republicanos-MG) e Michelle Bolsonaro contestam a medida; ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) reforça que a ANVISA "protege a saúde pública".
- Senado pede esclarecimentos sobre decisões da ANVISA no caso Ypê, Magno Malta (PL-ES) protocola requerimento na Comissão de Segurança Pública convocando o presidente da agência, Leandro Pinheiro Safatle, para detalhar os critérios técnicos, jurídicos e operacionais aplicados nas decisões de recolhimento e suspensão de saneantes; tema diretamente relacionado ao setor de produtos de higiene e limpeza.
- ANVISA autoriza exportação de cannabis medicinal e amplia debate regulatório, decisão da agência reposiciona o Brasil no mercado internacional de cannabis terapêutica, com mais de 870 mil pacientes brasileiros já registrados; Carlos Minc (PSB-RJ) e Fabrício Rosa (PT-GO) celebram o avanço, enquanto Osmar Terra (PL-RS) critica o que considera flexibilização da agência; tema com impacto médio sobre o ambiente regulatório de produtos de saúde e higiene.
- Jornada concentrou 50 das 76 manifestações, com PT e PSOL liderando a defesa do fim da escala 6x1 e parlamentares do PL e NOVO mantendo a contraofensiva; Câmara realiza audiência pública com ministro da Fazenda Dario Durigan e presidente do Ipea para discutir impactos econômicos da PEC 221/2019; Guilherme Boulos (PSOL) confirmou participação no debate de quarta-feira.
- Pautas tributária e ambiental avançam em paralelo, Carlos Henrique Amorim (UNIÃO-TO) apresenta PLP 133/2026 redefinindo créditos do IBS e CBS em aquisições de resíduos para reciclagem; Nilto Tatto (PT-SP) protocola PL 2330/2026 instituindo a Política Nacional de Cidadania Socioambiental, com impacto crítico sobre rastreabilidade e destinação de recicláveis.
- 53 manifestações de alto risco, lideradas por PT e PSOL, sustentam tanto o fim da escala 6x1 quanto a atuação da ANVISA no caso Ypê; o debate sanitário se politizou rapidamente nas redes, com parlamentares vinculando a discussão a embates eleitorais.
- 8 manifestações de aliados, Cleiton de Azevedo (Republicanos-MG) questiona a abrangência da fiscalização da ANVISA, Carlos Henrique Amorim (UNIÃO-TO) defende ajustes nos créditos tributários para reciclagem, e Vitor Lippi (PSD-SP) reforça o papel da Frente Parlamentar da Indústria em evento setorial.
VISÃO GERAL
Total
76
+204%
Ontem: 25
Alto risco
53
+165%
Ontem: 20
Aliados
8
+300%
Ontem: 2
Base de apoio
4
+300%
Ontem: 1
Baixo risco
2
—
Ontem: 0
Neutros
9
+350%
Ontem: 2
CLASSIFICAÇÃO POR TEMA
Jornada (50)
Segurança Química (11)
Drogas (4)
Combustíveis (2)
Desmatamento e Mudanças Climáticas (2)
Resíduos Sólidos e Reciclagem (2)
Tributação (1)
Organização do Cuidado (1)
Regulação Sanitária (1)
Limpeza e Cosméticos (1)
Desburocratização de Negócios (1)
AliadoAlto riscoBase de apoioBaixo riscoNeutro
TEMAS EM DEBATE
Aliado 0
Alto risco 43
Base de apoio 0
Baixo risco 0
Neutro 7
50 manifestações sobre a PEC 221/2019, com a Câmara realizando audiência pública sobre impactos econômicos da redução da jornada. Ministro da Fazenda Dario Durigan e presidente do Ipea, Luciana Mendes Servo, expõem estudos para a Comissão Especial. Guilherme Boulos (PSOL) confirma participação no debate seguinte. PT e PSOL seguem como vozes mais ativas em redes sociais defendendo o fim da escala 6x1; PL e NOVO mantêm contraofensiva contra a proposta. Relatório previsto para 26 de maio segue como marco do calendário.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📱 Rede social
28 · 56%
📄 Proposição
11 · 22%
📰 Notícia
8 · 16%
🎤 Discurso
3 · 6%
PERFIL
Partido ›
PT
18
PSOL
15
PL
8
PCdoB
2
PSD
2
NOVO
1
PP
1
PDT
1
REPUBLICANOS
1
SOLIDARIEDADE
1
Estado ›
Rio de Janeiro
9
Santa Catarina
8
São Paulo
6
Rio Grande do Sul
4
Pernambuco
3
Minas Gerais
3
Bahia
2
Ceará
2
Mato Grosso do Sul
1
Maranhão
1
Amapá
1
Alagoas
1
Mato Grosso
1
Paraíba
1
Paraná
1
Esfera ›
Legislativo Federal
25
Legislativo Local
13
Legislativo Estadual
6
Executivo Federal
6
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Camila Bazachi Jara Marzochi
Deputado(a) Federal · PT · MS
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Alto risco
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Camila Bazachi Jara Marzochi
Deputado(a) Federal · PT · MS
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📱 Rede social
O papo que rola é que o brasileiro não trabalha porque tem muito feriado no país. Será?
Tem 11 feriados nacionais.
Vamos por na conta mais uns 11 pontos facultativos. Somando tudo, da 22 dias de folga. Achou muito?
Só em Campo Grande/MS, o trabalhador perde o dobro disso no transporte público - é o que mostra a pesquisa feita pela CDL e o SDC na Capital.
No Congresso, estou na comissão que vai acabar com a escala 6x1.
Pra garantir mais tempo pra você, o executivo municipal tem que fazer sua parte.
Transporte público de qualidade é o mínimo!
Tem 11 feriados nacionais.
Vamos por na conta mais uns 11 pontos facultativos. Somando tudo, da 22 dias de folga. Achou muito?
Só em Campo Grande/MS, o trabalhador perde o dobro disso no transporte público - é o que mostra a pesquisa feita pela CDL e o SDC na Capital.
No Congresso, estou na comissão que vai acabar com a escala 6x1.
Pra garantir mais tempo pra você, o executivo municipal tem que fazer sua parte.
Transporte público de qualidade é o mínimo!
Celso Luis Giannasi
Vereador(a) · PSOL · São Paulo · SP
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Celso Luis Giannasi
Vereador(a) · PSOL · São Paulo · SP
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📱 Rede social
Advinha quem é contra o fim da escala 6x1? Os bolsonaristas! Zero surpresa: a extrema direita está sempre contra o povo brasileiro.
Dorinaldo Barbosa Malafaia
Deputado(a) Federal · PDT · AP
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Dorinaldo Barbosa Malafaia
Deputado(a) Federal · PDT · AP
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📱 Rede social
Júlia Zanatta ataca o trabalhador, tem raiva da nossa classe.
A escala 6x1 foi a que, majoritariamente, aplicou-se no Brasil após o fim da escravidão em 1888. São mais de 130 anos e ela acha que o debate está “apressado”.
A deputada diz isso enquanto nos ônibus e metrôs dos grandes centros urbanos pais e mães de família se levantam às 3h da madrugada com suas crianças para chegar às 7h no trabalho e na creche. Um desrespeito com o cidadão.
Com mobilização, vamos vencer isso. Precisamos de vocês.
A escala 6x1 foi a que, majoritariamente, aplicou-se no Brasil após o fim da escravidão em 1888. São mais de 130 anos e ela acha que o debate está “apressado”.
A deputada diz isso enquanto nos ônibus e metrôs dos grandes centros urbanos pais e mães de família se levantam às 3h da madrugada com suas crianças para chegar às 7h no trabalho e na creche. Um desrespeito com o cidadão.
Com mobilização, vamos vencer isso. Precisamos de vocês.
Ediane Maria do Nascimento
Deputado(a) Estadual · PSOL · SP
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Ediane Maria do Nascimento
Deputado(a) Estadual · PSOL · SP
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📰 Notícia
O plenário da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER) abriu espaço, na última quarta-feira (06/05), para mobilização da sociedade civil pela redução da jornada de trabalho e o impacto dessa política sobre as mulheres. Durante a "Tribuna das Mulheres", lideranças de trabalhadoras domésticas, movimentos feministas e sindicais denunciaram a sobrecarga de trabalho e defenderam aprovação da PEC pelo fim da escala 6x1, classificando a pauta como uma questão de dignidade humana e enfrentamento à exaustão das mulheres trabalhadoras que possuem dupla ou tripla jornada.
O debate contou com a participação de Thaísa Magalhães (CUT-DF), Maria das Graças dos Santos (Fenatrad- Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas), Geny Helena Barroso Marques (Procuradoria do Trabalho) e a deputada estadual por São Paulo Ediane Maria (Coordenadora do MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto). As convidadas expuseram o ciclo de exaustão física e mental gerado pela atual jornada de trabalho, que se soma ao trabalho doméstico não remunerado.
Relatos de exaustão e invisibilidade
Maria das Graças dos Santos, da Fenatrad, trouxe relatos dramáticos sobre a rotina da categoria. "A gente precisa do fim da escala 6x1 porque sabemos que o trabalho é exaustivo. Precisamos de dois ou três dias para descansar, cuidar da família, da saúde e ter lazer, pois temos muito pouco. Encontramos trabalhadoras domésticas que trabalham a semana inteira e só vão em casa de 15 em 15 dias, trabalhando das 7h da manhã até as 7h da noite. Isso é um absurdo", denunciou.
A deputada estadual por São Paulo Ediane Maria reforçou que a luta ultrapassa as questões trabalhistas e atinge o cerne dos direitos fundamentais. "É necessário abolir a escala 6x1 porque a gente não tem vida; estou falando de dignidade humana. Eu sei o que foi criar meus filhos sem saber o que era Natal, Ano Novo ou Dia das Mães", desabafou a parlamentar ao relatar os episódios em que trabalhou na escala 6x1.
Adoecimento e perda de espaço político
A sobrecarga também foi apontada como um fator de risco para a saúde pública. Thaísa Magalhães, da CUT-DF, alertou para o impacto clínico dessa rotina. "O que vemos é um aumento do adoecimento das mulheres, seja física ou mentalmente. Há um crescimento na venda de medicamentos no Brasil, especialmente para mulheres. A sobrecarga no trabalho e em casa, somada à responsabilização e culpabilização imposta pela sociedade, ainda recai sobre nós", explicou.
Para a procuradora Geny Helena Barroso Marques, a jornada excessiva é uma barreira para a ascensão social feminina. "Que mulher consegue progredir no trabalho ou estudar se tem essa tripla jornada e esse trabalho de cuidado tão forte? Quando uma mulher não tem tempo, ela perde espaço; e quando perde espaço, ela perde voz", analisou.
Participação popular das trabalhadoras nos temas em discussão no Legislativo
O debate contou com a participação de Thaísa Magalhães (CUT-DF), Maria das Graças dos Santos (Fenatrad- Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas), Geny Helena Barroso Marques (Procuradoria do Trabalho) e a deputada estadual por São Paulo Ediane Maria (Coordenadora do MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto). As convidadas expuseram o ciclo de exaustão física e mental gerado pela atual jornada de trabalho, que se soma ao trabalho doméstico não remunerado.
Relatos de exaustão e invisibilidade
Maria das Graças dos Santos, da Fenatrad, trouxe relatos dramáticos sobre a rotina da categoria. "A gente precisa do fim da escala 6x1 porque sabemos que o trabalho é exaustivo. Precisamos de dois ou três dias para descansar, cuidar da família, da saúde e ter lazer, pois temos muito pouco. Encontramos trabalhadoras domésticas que trabalham a semana inteira e só vão em casa de 15 em 15 dias, trabalhando das 7h da manhã até as 7h da noite. Isso é um absurdo", denunciou.
A deputada estadual por São Paulo Ediane Maria reforçou que a luta ultrapassa as questões trabalhistas e atinge o cerne dos direitos fundamentais. "É necessário abolir a escala 6x1 porque a gente não tem vida; estou falando de dignidade humana. Eu sei o que foi criar meus filhos sem saber o que era Natal, Ano Novo ou Dia das Mães", desabafou a parlamentar ao relatar os episódios em que trabalhou na escala 6x1.
Adoecimento e perda de espaço político
A sobrecarga também foi apontada como um fator de risco para a saúde pública. Thaísa Magalhães, da CUT-DF, alertou para o impacto clínico dessa rotina. "O que vemos é um aumento do adoecimento das mulheres, seja física ou mentalmente. Há um crescimento na venda de medicamentos no Brasil, especialmente para mulheres. A sobrecarga no trabalho e em casa, somada à responsabilização e culpabilização imposta pela sociedade, ainda recai sobre nós", explicou.
Para a procuradora Geny Helena Barroso Marques, a jornada excessiva é uma barreira para a ascensão social feminina. "Que mulher consegue progredir no trabalho ou estudar se tem essa tripla jornada e esse trabalho de cuidado tão forte? Quando uma mulher não tem tempo, ela perde espaço; e quando perde espaço, ela perde voz", analisou.
Participação popular das trabalhadoras nos temas em discussão no Legislativo
Emanuel Pinheiro da Silva Primo Teixeira
Deputado(a) Federal · PSD · MT
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Emanuel Pinheiro da Silva Primo Teixeira
Deputado(a) Federal · PSD · MT
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📰 Notícia
Integrante da comissão especial, o deputado federal Emanuelzinho tem defendido a construção de um modelo de transição responsável
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho, realiza nesta terça-feira (12), às 16h30, nova audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília. O debate contará com a participação do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.
Integrante da comissão especial, o deputado federal Emanuelzinho (PSD) tem defendido a construção de um modelo de transição responsável, que garanta melhores condições aos trabalhadores sem comprometer a segurança jurídica e econômica das empresas.
Desde o início dos trabalhos, o parlamentar participa das discussões defendendo diálogo entre trabalhadores, setor produtivo e especialistas, com foco em uma proposta que tenha viabilidade econômica e impacto social positivo. Emanuelzinho também é o único deputado federal de Mato Grosso a se manifestar publicamente favorável ao avanço das discussões sobre o fim da escala 6x1.
Para o deputado, a audiência representa mais uma etapa importante no avanço das discussões."Esse é mais um importante passo para avançarmos em um debate que interessa diretamente à vida de milhões de trabalhadores brasileiros. Precisamos construir uma proposta responsável, moderna e sustentável, que garanta mais qualidade de vida, preserve empregos e fortaleça a economia do país", afirmou.
Tramitação da PEC
A comissão especial foi instalada pela Câmara dos Deputados no fim de abril e é composta por 37 membros titulares. O colegiado tem a missão de analisar propostas de emenda à Constituição que tratam da redução da jornada semanal de trabalho sem redução salarial. O relator da matéria é o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), enquanto a presidência da comissão está sob responsabilidade do deputado Alencar Santana (PT-SP).
Durante os trabalhos, a comissão tem promovido audiências públicas com representantes do governo federal, economistas, empresários, entidades trabalhistas e especialistas, com o objetivo de discutir os impactos sociais e econômicos da proposta antes da elaboração do parecer final.
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho, realiza nesta terça-feira (12), às 16h30, nova audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília. O debate contará com a participação do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.
Integrante da comissão especial, o deputado federal Emanuelzinho (PSD) tem defendido a construção de um modelo de transição responsável, que garanta melhores condições aos trabalhadores sem comprometer a segurança jurídica e econômica das empresas.
Desde o início dos trabalhos, o parlamentar participa das discussões defendendo diálogo entre trabalhadores, setor produtivo e especialistas, com foco em uma proposta que tenha viabilidade econômica e impacto social positivo. Emanuelzinho também é o único deputado federal de Mato Grosso a se manifestar publicamente favorável ao avanço das discussões sobre o fim da escala 6x1.
Para o deputado, a audiência representa mais uma etapa importante no avanço das discussões."Esse é mais um importante passo para avançarmos em um debate que interessa diretamente à vida de milhões de trabalhadores brasileiros. Precisamos construir uma proposta responsável, moderna e sustentável, que garanta mais qualidade de vida, preserve empregos e fortaleça a economia do país", afirmou.
Tramitação da PEC
A comissão especial foi instalada pela Câmara dos Deputados no fim de abril e é composta por 37 membros titulares. O colegiado tem a missão de analisar propostas de emenda à Constituição que tratam da redução da jornada semanal de trabalho sem redução salarial. O relator da matéria é o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), enquanto a presidência da comissão está sob responsabilidade do deputado Alencar Santana (PT-SP).
Durante os trabalhos, a comissão tem promovido audiências públicas com representantes do governo federal, economistas, empresários, entidades trabalhistas e especialistas, com o objetivo de discutir os impactos sociais e econômicos da proposta antes da elaboração do parecer final.
Erick Dênil Machado Pimentel
Vereador(a) · PCdoB · Porto Alegre · RS
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Erick Dênil Machado Pimentel
Vereador(a) · PCdoB · Porto Alegre · RS
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📱 Rede social
Construi meu mandato na rua. Dialogando com o povo, explicando e me fazendo presente. Sigo acreditando nesta comunicação, nas ruas e nas redes. Por este motivo coletivamente nos mobilizamos para falar com os diversos trabalhadores que saem dos seus trabalhos rumo as suas casas para falar sobre o fim da escala 6x1
Erika Santos Silva
Deputado(a) Federal · PSOL · SP
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Erika Santos Silva
Deputado(a) Federal · PSOL · SP
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📱 Rede social
🚨 URGENTE: PL ATACA O FIM DA 6x1
Acaba de ser revelado que o PL, partido de Flávio Bolsonaro, está propondo uma emenda à nossa PEC pelo FIM da escala 6x1 para que essa escala desumana só acabe em >2038<.
Eles querem que os trabalhadores vivam a escala 6x1 por mais DOZE ANOS.
E, pra justificar esse absurdo, eles atacam os trabalhadores brasileiros dizendo que são "improdutivos".
Que moral os políticos bolsonaristas, que trabalham na escala 3x4, têm pra falar de produtividade?
Que moral os políticos bolsonaristas têm pra dar um pio sobre os trabalhadores que pagam seus salários de 40 MIL por mês?
Eu, o @Movimento_VAT e o @RickAzzevedo lutaremos para derrubar esse absurdo na Câmara.
Não aceitamos transição de 12 anos, e muito menos que usem essa proposta nojenta pra tentar fazer a ideia de uma transição de 5 anos se tornar mais aceitável.
Acaba de ser revelado que o PL, partido de Flávio Bolsonaro, está propondo uma emenda à nossa PEC pelo FIM da escala 6x1 para que essa escala desumana só acabe em >2038<.
Eles querem que os trabalhadores vivam a escala 6x1 por mais DOZE ANOS.
E, pra justificar esse absurdo, eles atacam os trabalhadores brasileiros dizendo que são "improdutivos".
Que moral os políticos bolsonaristas, que trabalham na escala 3x4, têm pra falar de produtividade?
Que moral os políticos bolsonaristas têm pra dar um pio sobre os trabalhadores que pagam seus salários de 40 MIL por mês?
Eu, o @Movimento_VAT e o @RickAzzevedo lutaremos para derrubar esse absurdo na Câmara.
Não aceitamos transição de 12 anos, e muito menos que usem essa proposta nojenta pra tentar fazer a ideia de uma transição de 5 anos se tornar mais aceitável.
Fernanda Melchionna E Silva
Deputado(a) Federal · PSOL · RS
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Fernanda Melchionna E Silva
Deputado(a) Federal · PSOL · RS
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A extrema direita e as suas prioridades.
A deputada federal Júlia Zanatta tem pressa em liberar clubes de tiro, já o fim da escala 6x1, ela diz que precisa ser “gradual” e só deveria acabar de fato em 2038.
E ainda afirma que o Brasil é o país menos produtivo do mundo. Não é. Mas a extrema direita brasileira trabalha duro para manter o povo trabalhando cada vez mais e vivendo cada vez pior.
A deputada federal Júlia Zanatta tem pressa em liberar clubes de tiro, já o fim da escala 6x1, ela diz que precisa ser “gradual” e só deveria acabar de fato em 2038.
E ainda afirma que o Brasil é o país menos produtivo do mundo. Não é. Mas a extrema direita brasileira trabalha duro para manter o povo trabalhando cada vez mais e vivendo cada vez pior.
Glauber de Medeiros Braga
Deputado(a) Federal · PSOL · RJ
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Glauber de Medeiros Braga
Deputado(a) Federal · PSOL · RJ
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📱 Rede social
A extrema-direita sempre precisa da sua cloroquina. É o elemento absurdo mas que tem o potencial de aglutinar a sua base pra disputa politica. A bola da vez é o detergente mas depois vai vir outro. Não há limites éticos pra essa turma. Enquanto mamam o produto de limpeza não precisam dizer porque são a favor da escala 6x1. Temos que desarmar a arapuca, pautar o debate e não ser pautados. Os mamadores querem que o empregado da fabrica de detergente se contamine e trabalhe “até a exaustão”.
Guilherme Castro Boulos
Ministro(a) · PSOL
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Guilherme Castro Boulos
Ministro(a) · PSOL
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📰 Notícia
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou nesta terça-feira (11) que o governo não vai apoiar um projeto do fim da escala 6x1 que tenha uma transição longa. A declaração foi durante entrevista ao programa "Bom dia, Ministro".
Boulos disse ser possível estabelecer um período de adaptação para que as empresas reorganizem as escalas de trabalho. Segundo ele, porém, não se pode "empurrar com a barriga" a implementação da redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas sob o argumento de uma transição.
"Usar essa ideia de transição para jogar para a frente. Isso o governo do presidente Lula não aceita. E vamos lutar para que não seja aprovada dessa forma", pontuou o ministro.
Apesar do respaldo político e da população, a proposta enfrenta resistência em segmentos do setor produtivo, que demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos decorrentes das mudanças na jornada de trabalho.
Boulos também afirmou que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), só acelerou a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1 depois que o governo Lula enviou um projeto de lei com urgência constitucional.
Boulos disse ser possível estabelecer um período de adaptação para que as empresas reorganizem as escalas de trabalho. Segundo ele, porém, não se pode "empurrar com a barriga" a implementação da redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas sob o argumento de uma transição.
"Usar essa ideia de transição para jogar para a frente. Isso o governo do presidente Lula não aceita. E vamos lutar para que não seja aprovada dessa forma", pontuou o ministro.
Apesar do respaldo político e da população, a proposta enfrenta resistência em segmentos do setor produtivo, que demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos decorrentes das mudanças na jornada de trabalho.
Boulos também afirmou que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), só acelerou a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1 depois que o governo Lula enviou um projeto de lei com urgência constitucional.
Guilherme Castro Boulos
Ministro(a) · PSOL
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Guilherme Castro Boulos
Ministro(a) · PSOL
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📰 Notícia
Nesta terça-feira (12/05), a partir das 8h, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República conversa com profissionais de rádio e de portais de todo o país. Programa Governo do Brasil na Rua também será comentado durante entrevista
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, é o convidado do programa "Bom Dia, Ministro" nesta terça-feira, 12 de maio. Durante a entrevista com rádios e portais de notícias de várias regiões do país, a partir das 8h, ele detalhará o andamento de dois dos principais debates em prol do trabalhador brasileiro: o fim da escala 6x1 e a regulamentação do trabalho por aplicativos. Boulos também abordará o programa Governo do Brasil na Rua, que continua mobilizando brasileiros de todo o país para uma participação social mais ativa.
ESCALA 6X1 -- O fim da escala 6x1 é uma das prioridades do Governo do Brasil para este ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 13 de abril, uma mensagem presidencial, formalizando o envio ao Congresso, com urgência constitucional, de projeto de lei que reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. O objetivo é garantir mais tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso, com reflexos positivos também na produtividade. Ao menos 37 milhões de pessoas serão diretamente beneficiadas com a medida.
O Governo do Brasil também lançou a campanha "Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.", veiculada em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional. A proposta é conscientizar empregados e empregadores que reduzir a escala é defender o convívio do trabalhador com sua família, é defender a família brasileira, é valorizar o trabalho, mas, também, a vida além do trabalho.
A mudança dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade.
APLICATIVOS -- Boulos ainda abordará o andamento do debate da regulamentação do trabalho por aplicativos, que propõe condições dignas para motociclistas, motoristas e ciclistas que atuam por meio de plataformas digitais de transporte e entrega. O Governo do Brasil estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, iFood e InDrive.
Uma das principais demandas apresentadas pelos trabalhadores é a remuneração mínima de R$ 7,50 por entrega somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado. Hoje, esse valor é de R$ 1,50. Outras propostas defendidas na regulamentação são o fim das entregas agrupadas, transparência dos algoritmos que definem valores pagos aos trabalhadores e garantia de acesso à Previdência Social. As iniciativas dependem agora de aprovação no Congresso Nacional.
GOVERNO DO BRASIL NA RUA -- O ministro também vai comentar o andamento do Governo do Brasil na Rua, iniciativa coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República, que leva serviços públicos gratuitos diretamente às comunidades e amplia o acesso da população às políticas públicas e à cidadania. O programa reúne diferentes órgãos federais em um mesmo local, o que permite à população ter acesso a atendimentos nas áreas de saúde, assistência social, cidadania, finanças, inclusão produtiva, bem-estar animal e juventude.
Ao todo, estão previstas 30 edições do programa nos próximos meses e, até o momento, 16 cidades já receberam o evento.
AO VIVO -- O "Bom Dia, Ministro" é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O programa, transmitido ao vivo a partir das 8h em formato de entrevista coletiva, pode ser acompanhado pela TV (aberta ou via satélite) e pela internet, no YouTube, Facebook, TikTok e Instagram do @CanalGov. Para as rádios, o sinal de transmissão é oferecido pela Rádio Gov, no mesmo canal de "A Voz do Brasil".
PARTICIPE -- Emissoras e jornalistas de todo o país interessados em participar do "Bom Dia, Ministro" podem encaminhar mensagens para o telefone (61) 99222-1282 (WhatsApp) e informar o nome da emissora, do veículo, do município e estado de origem, para serem incluídos na lista de participantes.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, é o convidado do programa "Bom Dia, Ministro" nesta terça-feira, 12 de maio. Durante a entrevista com rádios e portais de notícias de várias regiões do país, a partir das 8h, ele detalhará o andamento de dois dos principais debates em prol do trabalhador brasileiro: o fim da escala 6x1 e a regulamentação do trabalho por aplicativos. Boulos também abordará o programa Governo do Brasil na Rua, que continua mobilizando brasileiros de todo o país para uma participação social mais ativa.
ESCALA 6X1 -- O fim da escala 6x1 é uma das prioridades do Governo do Brasil para este ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 13 de abril, uma mensagem presidencial, formalizando o envio ao Congresso, com urgência constitucional, de projeto de lei que reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. O objetivo é garantir mais tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso, com reflexos positivos também na produtividade. Ao menos 37 milhões de pessoas serão diretamente beneficiadas com a medida.
O Governo do Brasil também lançou a campanha "Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.", veiculada em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional. A proposta é conscientizar empregados e empregadores que reduzir a escala é defender o convívio do trabalhador com sua família, é defender a família brasileira, é valorizar o trabalho, mas, também, a vida além do trabalho.
A mudança dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade.
APLICATIVOS -- Boulos ainda abordará o andamento do debate da regulamentação do trabalho por aplicativos, que propõe condições dignas para motociclistas, motoristas e ciclistas que atuam por meio de plataformas digitais de transporte e entrega. O Governo do Brasil estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, iFood e InDrive.
Uma das principais demandas apresentadas pelos trabalhadores é a remuneração mínima de R$ 7,50 por entrega somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado. Hoje, esse valor é de R$ 1,50. Outras propostas defendidas na regulamentação são o fim das entregas agrupadas, transparência dos algoritmos que definem valores pagos aos trabalhadores e garantia de acesso à Previdência Social. As iniciativas dependem agora de aprovação no Congresso Nacional.
GOVERNO DO BRASIL NA RUA -- O ministro também vai comentar o andamento do Governo do Brasil na Rua, iniciativa coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República, que leva serviços públicos gratuitos diretamente às comunidades e amplia o acesso da população às políticas públicas e à cidadania. O programa reúne diferentes órgãos federais em um mesmo local, o que permite à população ter acesso a atendimentos nas áreas de saúde, assistência social, cidadania, finanças, inclusão produtiva, bem-estar animal e juventude.
Ao todo, estão previstas 30 edições do programa nos próximos meses e, até o momento, 16 cidades já receberam o evento.
AO VIVO -- O "Bom Dia, Ministro" é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O programa, transmitido ao vivo a partir das 8h em formato de entrevista coletiva, pode ser acompanhado pela TV (aberta ou via satélite) e pela internet, no YouTube, Facebook, TikTok e Instagram do @CanalGov. Para as rádios, o sinal de transmissão é oferecido pela Rádio Gov, no mesmo canal de "A Voz do Brasil".
PARTICIPE -- Emissoras e jornalistas de todo o país interessados em participar do "Bom Dia, Ministro" podem encaminhar mensagens para o telefone (61) 99222-1282 (WhatsApp) e informar o nome da emissora, do veículo, do município e estado de origem, para serem incluídos na lista de participantes.
Guilherme Castro Boulos
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Guilherme Castro Boulos
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📰 Notícia
247 - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, defendeu nesta terça-feira (12) uma implementação rápida do fim da escala 6x1 e afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não aceitará uma transição prolongada para a mudança na jornada de trabalho. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro.
Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o debate sobre o fim da escala que prevê apenas um dia de descanso semanal é uma das prioridades do governo federal em 2026. A proposta em discussão prevê jornada máxima de 40 horas semanais, dois dias de descanso remunerado e proibição de redução salarial.
Boulos confirmou que participará, ao lado do ministro da Fazenda, Dario Durigan, de audiência pública na Comissão Especial da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (13), destinada a discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema.
Durante a entrevista, o ministro criticou a possibilidade de uma implementação lenta da medida.
"Quando é uma medida para beneficiar o trabalhador, vai valer daqui a um ano, daqui a dois, daqui a cinco. Que critério é esse? Então, a gente não aceita uma transição dessa natureza", afirmou.
Ele ressaltou que o governo admite um período curto de adaptação para os setores econômicos reorganizarem escalas de trabalho, mas rejeita qualquer tentativa de postergar a mudança.
"Outra coisa é você querer empurrar com a barriga, usar essa ideia de transição para jogar para frente. Isso o governo do presidente Lula não aceita e nós vamos lutar para que não seja aprovado dessa forma", declarou.
O presidente Lula assinou em abril uma mensagem presidencial enviada ao Congresso Nacional com urgência constitucional para reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. O projeto também estabelece dois dias de descanso remunerado sem redução de salários.
Segundo Boulos, a redução da jornada é indispensável para evitar sobrecarga nos demais dias da semana. "Se não reduzir a jornada, vai ter dois dias de descanso semanal, mas essas horas que a pessoa trabalharia no sábado seriam incorporadas nos outros dias da semana. E com isso continuaria tendo a mesma jornada semanal -- e isso está errado", explicou.
O ministro reforçou ainda que a proposta prevê manutenção integral dos salários. "Tem que reduzir a jornada diária para, no máximo, 40 horas -- hoje é 44 pela Constituição. E também sem redução de salário", disse.
Ao comentar críticas de setores empresariais sobre possíveis impactos econômicos, Boulos argumentou que trabalhadores menos exaustos tendem a produzir mais e cometer menos erros. "Tem muita conversa de terrorismo para querer inviabilizar e pouco fato", afirmou.
Ele também relacionou o modelo atual de trabalho ao crescimento dos casos de adoecimento mental.
"Estamos tendo explosão de casos de burnout, afastamentos do trabalho por ansiedade, depressão, exaustão. Foram 500 mil no ano passado -- 500 mil trabalhadores afastados por problemas de saúde mental por excesso de trabalho", declarou.
De acordo com o ministro, experiências de redução de jornada em outros contextos apontam aumento de produtividade e diminuição de acidentes de trabalho.
"Onde você reduziu a jornada e deu mais tempo de descanso, você teve melhora do rendimento dos trabalhadores, aumento da produtividade do trabalho e redução dos acidentes de trabalho", afirmou.
O governo federal também lançou a campanha "Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito." A ação será veiculada em mídias digitais, televisão, rádio, jornais, cinema e também na imprensa internacional, com o objetivo de defender a redução da jornada e ampliar o debate sobre qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.
Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o debate sobre o fim da escala que prevê apenas um dia de descanso semanal é uma das prioridades do governo federal em 2026. A proposta em discussão prevê jornada máxima de 40 horas semanais, dois dias de descanso remunerado e proibição de redução salarial.
Boulos confirmou que participará, ao lado do ministro da Fazenda, Dario Durigan, de audiência pública na Comissão Especial da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (13), destinada a discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema.
Durante a entrevista, o ministro criticou a possibilidade de uma implementação lenta da medida.
"Quando é uma medida para beneficiar o trabalhador, vai valer daqui a um ano, daqui a dois, daqui a cinco. Que critério é esse? Então, a gente não aceita uma transição dessa natureza", afirmou.
Ele ressaltou que o governo admite um período curto de adaptação para os setores econômicos reorganizarem escalas de trabalho, mas rejeita qualquer tentativa de postergar a mudança.
"Outra coisa é você querer empurrar com a barriga, usar essa ideia de transição para jogar para frente. Isso o governo do presidente Lula não aceita e nós vamos lutar para que não seja aprovado dessa forma", declarou.
O presidente Lula assinou em abril uma mensagem presidencial enviada ao Congresso Nacional com urgência constitucional para reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. O projeto também estabelece dois dias de descanso remunerado sem redução de salários.
Segundo Boulos, a redução da jornada é indispensável para evitar sobrecarga nos demais dias da semana. "Se não reduzir a jornada, vai ter dois dias de descanso semanal, mas essas horas que a pessoa trabalharia no sábado seriam incorporadas nos outros dias da semana. E com isso continuaria tendo a mesma jornada semanal -- e isso está errado", explicou.
O ministro reforçou ainda que a proposta prevê manutenção integral dos salários. "Tem que reduzir a jornada diária para, no máximo, 40 horas -- hoje é 44 pela Constituição. E também sem redução de salário", disse.
Ao comentar críticas de setores empresariais sobre possíveis impactos econômicos, Boulos argumentou que trabalhadores menos exaustos tendem a produzir mais e cometer menos erros. "Tem muita conversa de terrorismo para querer inviabilizar e pouco fato", afirmou.
Ele também relacionou o modelo atual de trabalho ao crescimento dos casos de adoecimento mental.
"Estamos tendo explosão de casos de burnout, afastamentos do trabalho por ansiedade, depressão, exaustão. Foram 500 mil no ano passado -- 500 mil trabalhadores afastados por problemas de saúde mental por excesso de trabalho", declarou.
De acordo com o ministro, experiências de redução de jornada em outros contextos apontam aumento de produtividade e diminuição de acidentes de trabalho.
"Onde você reduziu a jornada e deu mais tempo de descanso, você teve melhora do rendimento dos trabalhadores, aumento da produtividade do trabalho e redução dos acidentes de trabalho", afirmou.
O governo federal também lançou a campanha "Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito." A ação será veiculada em mídias digitais, televisão, rádio, jornais, cinema e também na imprensa internacional, com o objetivo de defender a redução da jornada e ampliar o debate sobre qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.
Hugo Motta Wanderley da Nóbrega
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · PB
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Hugo Motta Wanderley da Nóbrega
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Presidente da Câmara disse que vai priorizar a discussão sobre o tema. Intenção do governo é votar o tema até o fim do mês.
A comissão especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho entra na segunda semana de atividades na Câmara com a presença de ministros do governo Lula e a intensificação do engajamento do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Trabalhadores pedem fim da escala 6x1 em ato realizado em Belo Horizonte -- Foto: TV Globo/ Reprodução
Motta chegou a convocar sessões de segunda a sexta e publicou vídeo citando o tema no Dia das Mães.
Na última quarta (6), o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, compareceu a uma audiência na comissão. Nesta semana, são esperados o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
Durigan vai discutir aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho nesta terça-feira (12). Já Boulos participará de audiência na quarta-feira (13) sobre os aspectos sociais e diálogo social para redução da jornada de trabalho.
Vídeos em alta no g1
Tema prioritário para o governo
O comparecimento dos ministros mostra a articulação do governo para aprovar o tema, apontado como uma das prioridades de Lula para este ano de eleições. A ideia é votar o texto no colegiado dia 26 de maio e, no plenário, dia 27.
O Palácio do Planalto conta ainda com a boa vontade de Motta. O presidente da Câmara fez questão de realizar a primeira reunião externa da comissão na Assembleia Legislativa da Paraíba, seu estado.
Presidente da Câmara, Hugo Motta realizou evento sobre proposta de redução da escala 6x1 em João Pessoa -- Foto: Josemar Gonçalves / Câmara dos Deputados
Na oportunidade, Motta reforçou que o ambiente para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara é favorável e que as particularidades de cada setor serão consideradas.
Sessões todos os dias
Outra estratégia adotada pelo presidente da Câmara para acelerar a aprovação da proposta é convocar sessões de votações todos os dias.
* 🔎O prazo para apresentar emendas ao texto na comissão especial é contado em sessões do plenário. Segundo o regimento, os parlamentares têm dez sessões para sugerir acréscimos ou retiradas de trechos ao texto. Depois dessas dez sessões, a proposta já pode ser votada na comissão especial e seguir para o plenário. Por isso, a estratégia de convocar sessões todos os dias permite que a PEC seja votada com mais celeridade na comissão.
Motta convocou sessões para segunda e sexta-feira nesta semana, o que não é muito usual, já que os parlamentares costumam estar fora de Brasília.
Audiência da comissão especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho realizada em 6 de maio -- Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Além disso, para facilitar o atingimento de quórum, o presidente da Câmara permitiu os trabalhos remotos - quando os parlamentares podem registrar presença e votar por aplicativo.
Com a sessão realizada nesta segunda (11), já se passaram seis encontros desde que a comissão foi instalada. As dez sessões poderão ser alcançadas já na sexta-feira (15).
Dia das Mães
Motta também aproveitou o Dia das Mães para pressionar pela aprovação do texto. Em tom que antecipa o clima eleitoral, o presidente da Câmara ligou a aprovação da PEC a uma maior convivência das mães com seus filhos.
Nas redes sociais, Motta afirmou que a pauta não é apenas econômica, mas "sobre a defesa da família brasileira".
"O trabalho é digno, mas a ausência nos momento que não voltam mais dói na alma das famílias", afirmou. "Não é apenas uma pauta econômica, é uma pauta humana".
Cronograma
O relator na comissão especial, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), planejou o trabalho da comissão em 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências nos estados às quintas.
Relator na comissão especial, deputado Leo Prates (Republicanos-BA) -- Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
O cronograma prevê a realização de cinco audiências públicas com os temas:
* diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho;
* aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho;
* aspectos sociais e a importância do diálogo social para a redução da jornada de trabalho no Brasil;
* limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho - perspectiva dos empregadores;
* limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho - perspectiva da classe trabalhadora.
A apresentação e a leitura do relatório está prevista para o dia 20 de maio. Também está no cronograma a realização de seminários em Belo Horizonte e São Paulo.
Propostas em debate
A comissão especial está discutindo duas PECs:
* uma proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;
* a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.
🔎 Paralelamente, o governo Lula apresentou um projeto de lei -- instrumento diferente de uma PEC e que não altera a Constituição - que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.
Economistas e empresários têm citado a baixa produtividade da economia brasileira como um dos argumentos contrários ao fim da escala 6x1 -- Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.
Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.
A comissão especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho entra na segunda semana de atividades na Câmara com a presença de ministros do governo Lula e a intensificação do engajamento do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Trabalhadores pedem fim da escala 6x1 em ato realizado em Belo Horizonte -- Foto: TV Globo/ Reprodução
Motta chegou a convocar sessões de segunda a sexta e publicou vídeo citando o tema no Dia das Mães.
Na última quarta (6), o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, compareceu a uma audiência na comissão. Nesta semana, são esperados o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
Durigan vai discutir aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho nesta terça-feira (12). Já Boulos participará de audiência na quarta-feira (13) sobre os aspectos sociais e diálogo social para redução da jornada de trabalho.
Vídeos em alta no g1
Tema prioritário para o governo
O comparecimento dos ministros mostra a articulação do governo para aprovar o tema, apontado como uma das prioridades de Lula para este ano de eleições. A ideia é votar o texto no colegiado dia 26 de maio e, no plenário, dia 27.
O Palácio do Planalto conta ainda com a boa vontade de Motta. O presidente da Câmara fez questão de realizar a primeira reunião externa da comissão na Assembleia Legislativa da Paraíba, seu estado.
Presidente da Câmara, Hugo Motta realizou evento sobre proposta de redução da escala 6x1 em João Pessoa -- Foto: Josemar Gonçalves / Câmara dos Deputados
Na oportunidade, Motta reforçou que o ambiente para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara é favorável e que as particularidades de cada setor serão consideradas.
Sessões todos os dias
Outra estratégia adotada pelo presidente da Câmara para acelerar a aprovação da proposta é convocar sessões de votações todos os dias.
* 🔎O prazo para apresentar emendas ao texto na comissão especial é contado em sessões do plenário. Segundo o regimento, os parlamentares têm dez sessões para sugerir acréscimos ou retiradas de trechos ao texto. Depois dessas dez sessões, a proposta já pode ser votada na comissão especial e seguir para o plenário. Por isso, a estratégia de convocar sessões todos os dias permite que a PEC seja votada com mais celeridade na comissão.
Motta convocou sessões para segunda e sexta-feira nesta semana, o que não é muito usual, já que os parlamentares costumam estar fora de Brasília.
Audiência da comissão especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho realizada em 6 de maio -- Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Além disso, para facilitar o atingimento de quórum, o presidente da Câmara permitiu os trabalhos remotos - quando os parlamentares podem registrar presença e votar por aplicativo.
Com a sessão realizada nesta segunda (11), já se passaram seis encontros desde que a comissão foi instalada. As dez sessões poderão ser alcançadas já na sexta-feira (15).
Dia das Mães
Motta também aproveitou o Dia das Mães para pressionar pela aprovação do texto. Em tom que antecipa o clima eleitoral, o presidente da Câmara ligou a aprovação da PEC a uma maior convivência das mães com seus filhos.
Nas redes sociais, Motta afirmou que a pauta não é apenas econômica, mas "sobre a defesa da família brasileira".
"O trabalho é digno, mas a ausência nos momento que não voltam mais dói na alma das famílias", afirmou. "Não é apenas uma pauta econômica, é uma pauta humana".
Cronograma
O relator na comissão especial, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), planejou o trabalho da comissão em 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências nos estados às quintas.
Relator na comissão especial, deputado Leo Prates (Republicanos-BA) -- Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
O cronograma prevê a realização de cinco audiências públicas com os temas:
* diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho;
* aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho;
* aspectos sociais e a importância do diálogo social para a redução da jornada de trabalho no Brasil;
* limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho - perspectiva dos empregadores;
* limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho - perspectiva da classe trabalhadora.
A apresentação e a leitura do relatório está prevista para o dia 20 de maio. Também está no cronograma a realização de seminários em Belo Horizonte e São Paulo.
Propostas em debate
A comissão especial está discutindo duas PECs:
* uma proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;
* a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.
🔎 Paralelamente, o governo Lula apresentou um projeto de lei -- instrumento diferente de uma PEC e que não altera a Constituição - que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.
Economistas e empresários têm citado a baixa produtividade da economia brasileira como um dos argumentos contrários ao fim da escala 6x1 -- Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.
Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.
Jorge Jose Santos Pereira Solla
Deputado(a) Federal · PT · BA
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Jorge Jose Santos Pereira Solla
Deputado(a) Federal · PT · BA
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ACM NETO APANHA DA PÁ!
Nascido em berço de ouro, ACM Neto é contra o fim da escala 6x1, mas, toda campanha, mostra que não tem afinidade alguma com o trabalho!
Já tomou surra de enxada, agora, aparece num vídeo em que apanha da pá. Duas pazadas e o homem já boiou! https://t.co/uQ0KCei5WS
Nascido em berço de ouro, ACM Neto é contra o fim da escala 6x1, mas, toda campanha, mostra que não tem afinidade alguma com o trabalho!
Já tomou surra de enxada, agora, aparece num vídeo em que apanha da pá. Duas pazadas e o homem já boiou! https://t.co/uQ0KCei5WS
Jorge Jose Santos Pereira Solla
Deputado(a) Federal · PT · BA
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Jorge Jose Santos Pereira Solla
Deputado(a) Federal · PT · BA
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🎤 Discurso
Quero parabenizar o Presidente Lula, que hoje assinou a medida provisória que estabeleceu a isenção da taxação, que era de 20%, para as compras internacionais de até 50 dólares em plataformas comerciais on-line, que ficou conhecida como "taxa das blusinhas". Essa é mais uma medida, Presidente, importante para a população de menor poder aquisitivo, assim como foi o Imposto em Renda zero para quem ganha até 5 mil reais, assim como é a recuperação do valor do salário mínimo — temos hoje o salário mínimo com o maior valor real da história —, assim como é o combate ao desemprego — esta é a menor taxa de desemprego da história do nosso País —, assim como são todas as medidas que o Presidente Lula tem tomado em favor da população que mais precisa. Teremos também uma importante vitória com a mudança da jornada de trabalho, com a revogação da jornada 6 por 1, com a redução de 44 horas para 40 horas, sem redução de salário. O conjunto de medidas que o Presidente Lula tem tomado está recuperando a economia, reduzindo a desigualdade, melhorando a vida da população que mais precisa. Este é um governo, Presidente, do lado do povo brasileiro, ao contrário daquele anterior, que destruiu as políticas da população que mais precisa do poder do Estado.
José Ronaldo Medeiros
Deputado(a) Estadual · PT · AL
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José Ronaldo Medeiros
Deputado(a) Estadual · PT · AL
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A mesma direita que vive dizendo defender o “cidadão de bem” é a que mais protege a exploração do trabalhador.
Quando o assunto é acabar com a escala 6x1 e garantir mais dignidade pra quem vive de salário, aparecem com mil desculpas pra defender lucro de patrão.
Quando o assunto é acabar com a escala 6x1 e garantir mais dignidade pra quem vive de salário, aparecem com mil desculpas pra defender lucro de patrão.
João Aglaylson Figueredo Barbosa
Vereador(a) · PT · Fortaleza · CE
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João Aglaylson Figueredo Barbosa
Vereador(a) · PT · Fortaleza · CE
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Trabalhar é importante.
Mas viver também é.
Mais de 70% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6x1 porque sabem, na pele, o que significa viver sem tempo para descansar, estudar, cuidar da saúde ou estar com a família.
O Brasil está debatendo uma mudança histórica: reduzir jornadas exaustivas e garantir mais qualidade de vida para milhões de trabalhadores e trabalhadoras.
A Câmara já iniciou as audiências públicas e a votação do relatório final está marcada para o dia 26 de maio.
#fimdaescala6x1. #vidaalemdotrabalho #escala6x1
Mas viver também é.
Mais de 70% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6x1 porque sabem, na pele, o que significa viver sem tempo para descansar, estudar, cuidar da saúde ou estar com a família.
O Brasil está debatendo uma mudança histórica: reduzir jornadas exaustivas e garantir mais qualidade de vida para milhões de trabalhadores e trabalhadoras.
A Câmara já iniciou as audiências públicas e a votação do relatório final está marcada para o dia 26 de maio.
#fimdaescala6x1. #vidaalemdotrabalho #escala6x1
João Paulo Lima E Silva
Deputado(a) Estadual · PT · PE
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João Paulo Lima E Silva
Deputado(a) Estadual · PT · PE
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Os bolsonaristas são contra os trabalhadores! O partido de Flávio Bolsonaro (PL), é contra o fim da escala 6x1 e está propondo que ela só possa terminar em 2038, mesmo sendo derrubada pelo Congresso. São os verdadeiros inimigos do povo. https://t.co/0RAnNcgyZm
Leonel Querino da Silva Neto
Vereador(a) · PT · Rio de Janeiro · RJ
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Leonel Querino da Silva Neto
Vereador(a) · PT · Rio de Janeiro · RJ
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A pauta do fim da escala 6 X 1 enquanto o Congresso inimigo do povo aprova essas insanidades https://t.co/mHxmZ8zb7J
Luciana Barbosa de Oliveira Santos
Ministro(a) · PCdoB
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Luciana Barbosa de Oliveira Santos
Ministro(a) · PCdoB
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Defender o fim da escala 6x1 é, antes de tudo, uma defesa da vida.
O trabalho precisa garantir dignidade, saúde e convivência. Vários setores da sociedade estão levantando essa preocupação, o que torna evidente que esse debate fala com o Brasil real.
https://t.co/ZIUHhasmdJ
O trabalho precisa garantir dignidade, saúde e convivência. Vários setores da sociedade estão levantando essa preocupação, o que torna evidente que esse debate fala com o Brasil real.
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Luciane Maria Carminatti
Deputado(a) Estadual · PT · SC
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Luciane Maria Carminatti
Deputado(a) Estadual · PT · SC
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Acreditem: tem deputada federal catarinense preparando uma emenda à PEC da redução da jornada de trabalho para que o fim da escala 6X1 aconteça SÓ EM 2038, com redução de 1h da carga horária atual a cada 3 anos.
Parece piada, mas é só a extrema-direita em mais um dia de ataque aos direitos dos trabalhadores.
VERGONHA!
Parece piada, mas é só a extrema-direita em mais um dia de ataque aos direitos dos trabalhadores.
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Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil · PT
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Luiz Inácio Lula da Silva
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Nesta terça-feira (12/05), a partir das 8h, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República conversa com profissionais de rádio e de portais de todo o país. Programa Governo do Brasil na Rua também será comentado durante entrevista
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, é o convidado do programa "Bom Dia, Ministro" nesta terça-feira, 12 de maio. Durante a entrevista com rádios e portais de notícias de várias regiões do país, a partir das 8h, ele detalhará o andamento de dois dos principais debates em prol do trabalhador brasileiro: o fim da escala 6x1 e a regulamentação do trabalho por aplicativos. Boulos também abordará o programa Governo do Brasil na Rua, que continua mobilizando brasileiros de todo o país para uma participação social mais ativa.
ESCALA 6X1 -- O fim da escala 6x1 é uma das prioridades do Governo do Brasil para este ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 13 de abril, uma mensagem presidencial, formalizando o envio ao Congresso, com urgência constitucional, de projeto de lei que reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. O objetivo é garantir mais tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso, com reflexos positivos também na produtividade. Ao menos 37 milhões de pessoas serão diretamente beneficiadas com a medida.
O Governo do Brasil também lançou a campanha "Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.", veiculada em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional. A proposta é conscientizar empregados e empregadores que reduzir a escala é defender o convívio do trabalhador com sua família, é defender a família brasileira, é valorizar o trabalho, mas, também, a vida além do trabalho.
A mudança dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade.
APLICATIVOS -- Boulos ainda abordará o andamento do debate da regulamentação do trabalho por aplicativos, que propõe condições dignas para motociclistas, motoristas e ciclistas que atuam por meio de plataformas digitais de transporte e entrega. O Governo do Brasil estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, iFood e InDrive.
Uma das principais demandas apresentadas pelos trabalhadores é a remuneração mínima de R$ 7,50 por entrega somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado. Hoje, esse valor é de R$ 1,50. Outras propostas defendidas na regulamentação são o fim das entregas agrupadas, transparência dos algoritmos que definem valores pagos aos trabalhadores e garantia de acesso à Previdência Social. As iniciativas dependem agora de aprovação no Congresso Nacional.
GOVERNO DO BRASIL NA RUA -- O ministro também vai comentar o andamento do Governo do Brasil na Rua, iniciativa coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República, que leva serviços públicos gratuitos diretamente às comunidades e amplia o acesso da população às políticas públicas e à cidadania. O programa reúne diferentes órgãos federais em um mesmo local, o que permite à população ter acesso a atendimentos nas áreas de saúde, assistência social, cidadania, finanças, inclusão produtiva, bem-estar animal e juventude.
Ao todo, estão previstas 30 edições do programa nos próximos meses e, até o momento, 16 cidades já receberam o evento.
AO VIVO -- O "Bom Dia, Ministro" é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O programa, transmitido ao vivo a partir das 8h em formato de entrevista coletiva, pode ser acompanhado pela TV (aberta ou via satélite) e pela internet, no YouTube, Facebook, TikTok e Instagram do @CanalGov. Para as rádios, o sinal de transmissão é oferecido pela Rádio Gov, no mesmo canal de "A Voz do Brasil".
PARTICIPE -- Emissoras e jornalistas de todo o país interessados em participar do "Bom Dia, Ministro" podem encaminhar mensagens para o telefone (61) 99222-1282 (WhatsApp) e informar o nome da emissora, do veículo, do município e estado de origem, para serem incluídos na lista de participantes.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, é o convidado do programa "Bom Dia, Ministro" nesta terça-feira, 12 de maio. Durante a entrevista com rádios e portais de notícias de várias regiões do país, a partir das 8h, ele detalhará o andamento de dois dos principais debates em prol do trabalhador brasileiro: o fim da escala 6x1 e a regulamentação do trabalho por aplicativos. Boulos também abordará o programa Governo do Brasil na Rua, que continua mobilizando brasileiros de todo o país para uma participação social mais ativa.
ESCALA 6X1 -- O fim da escala 6x1 é uma das prioridades do Governo do Brasil para este ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 13 de abril, uma mensagem presidencial, formalizando o envio ao Congresso, com urgência constitucional, de projeto de lei que reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. O objetivo é garantir mais tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso, com reflexos positivos também na produtividade. Ao menos 37 milhões de pessoas serão diretamente beneficiadas com a medida.
O Governo do Brasil também lançou a campanha "Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.", veiculada em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional. A proposta é conscientizar empregados e empregadores que reduzir a escala é defender o convívio do trabalhador com sua família, é defender a família brasileira, é valorizar o trabalho, mas, também, a vida além do trabalho.
A mudança dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade.
APLICATIVOS -- Boulos ainda abordará o andamento do debate da regulamentação do trabalho por aplicativos, que propõe condições dignas para motociclistas, motoristas e ciclistas que atuam por meio de plataformas digitais de transporte e entrega. O Governo do Brasil estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, iFood e InDrive.
Uma das principais demandas apresentadas pelos trabalhadores é a remuneração mínima de R$ 7,50 por entrega somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado. Hoje, esse valor é de R$ 1,50. Outras propostas defendidas na regulamentação são o fim das entregas agrupadas, transparência dos algoritmos que definem valores pagos aos trabalhadores e garantia de acesso à Previdência Social. As iniciativas dependem agora de aprovação no Congresso Nacional.
GOVERNO DO BRASIL NA RUA -- O ministro também vai comentar o andamento do Governo do Brasil na Rua, iniciativa coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República, que leva serviços públicos gratuitos diretamente às comunidades e amplia o acesso da população às políticas públicas e à cidadania. O programa reúne diferentes órgãos federais em um mesmo local, o que permite à população ter acesso a atendimentos nas áreas de saúde, assistência social, cidadania, finanças, inclusão produtiva, bem-estar animal e juventude.
Ao todo, estão previstas 30 edições do programa nos próximos meses e, até o momento, 16 cidades já receberam o evento.
AO VIVO -- O "Bom Dia, Ministro" é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O programa, transmitido ao vivo a partir das 8h em formato de entrevista coletiva, pode ser acompanhado pela TV (aberta ou via satélite) e pela internet, no YouTube, Facebook, TikTok e Instagram do @CanalGov. Para as rádios, o sinal de transmissão é oferecido pela Rádio Gov, no mesmo canal de "A Voz do Brasil".
PARTICIPE -- Emissoras e jornalistas de todo o país interessados em participar do "Bom Dia, Ministro" podem encaminhar mensagens para o telefone (61) 99222-1282 (WhatsApp) e informar o nome da emissora, do veículo, do município e estado de origem, para serem incluídos na lista de participantes.
Luiz Marinho
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Luiz Marinho
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📰 Notícia
O convite ao ministro foi feito pelos deputados Túlio Gadêlha (PSD-PE), Carlos Zarattini (PT-SP), Fernando Mineiro (PT-RN), Rubens Pereira Júnior (PT-MA) e pelas deputadas Julia Zanatta (PL-SC), Erika Hilton (Psol-SP) e Fernanda Melchionna (Psol-RS).
De acordo com o requerimento, a oportunidade será para conhecer diagnósticos, estudos e pesquisas sobre os impactos econômicos da revisão da jornada de trabalho e da reorganização das escalas laborais.
Além do ministro, devem participar da audiência representantes do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A comissão especial começou a funcionar em 29 de abril e tem como objetivo avaliar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada de trabalho no país para 36 horas semanais.
O presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), espera votar o relatório até o fim de maio. Na semana passada, a comissão ouviu o ministro do Trabalho, Luiz Marinho. Em sua fala, Marinho defendeu a implementação imediata do fim da escala 6×1.
"O governo propõe a redução imediata para 40 horas semanais sem redução do salário e o fim da escala 6×1. Evidente que esse é um processo de debate, de escuta, em que o Parlamento vai tomar a decisão final", afirmou.
De acordo com o requerimento, a oportunidade será para conhecer diagnósticos, estudos e pesquisas sobre os impactos econômicos da revisão da jornada de trabalho e da reorganização das escalas laborais.
Além do ministro, devem participar da audiência representantes do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A comissão especial começou a funcionar em 29 de abril e tem como objetivo avaliar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada de trabalho no país para 36 horas semanais.
O presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), espera votar o relatório até o fim de maio. Na semana passada, a comissão ouviu o ministro do Trabalho, Luiz Marinho. Em sua fala, Marinho defendeu a implementação imediata do fim da escala 6×1.
"O governo propõe a redução imediata para 40 horas semanais sem redução do salário e o fim da escala 6×1. Evidente que esse é um processo de debate, de escuta, em que o Parlamento vai tomar a decisão final", afirmou.
Luna Zarattini Brandão
Vereador(a) · PT · São Paulo · SP
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Luna Zarattini Brandão
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Seis dias trabalhando pra descansar um.
O Brasil inteiro quer mudar isso!
E não vamos esperar só o Congresso federal decidir. Hoje lançamos o #Protocolaço, uma ação nacional simultânea de vereadores do PT em todo o Brasil pelo fim da escala 6x1. 🧵
https://t.co/hfya8BHMvr
O Brasil inteiro quer mudar isso!
E não vamos esperar só o Congresso federal decidir. Hoje lançamos o #Protocolaço, uma ação nacional simultânea de vereadores do PT em todo o Brasil pelo fim da escala 6x1. 🧵
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Luna Zarattini Brandão
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Luna Zarattini Brandão
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PROTOCOLAÇO NACIONAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 NOS MUNICÍPIOS! 🚩✊
Hoje, vereadores do PT em todo o Brasil se unem em uma ação histórica para protocolar projetos que garantem o fim da escala 6x1 em nossas cidades. Queremos o fim dessa escala desumana para os trabalhadores de empresas que prestam serviços à Administração Pública. Vamos juntos nessa luta por mais direitos para nosso povo!
Hoje, vereadores do PT em todo o Brasil se unem em uma ação histórica para protocolar projetos que garantem o fim da escala 6x1 em nossas cidades. Queremos o fim dessa escala desumana para os trabalhadores de empresas que prestam serviços à Administração Pública. Vamos juntos nessa luta por mais direitos para nosso povo!
Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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📄 Proposição · RIC 1248/2026
Requer o encaminhamento de solicitação de informações ao Ministério do Trabalho e Emprego acerca dos impactos das propostas de alteração da jornada de trabalho.
Marcos Antonio Pereira Gomes
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Marcos Antonio Pereira Gomes
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📄 Proposição · RIC 1249/2026
Requer informações ao Ministério da Fazenda acerca dos impactos macroeconômicos das propostas.
Marcos Antonio Pereira Gomes
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Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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📄 Proposição · RIC 1250/2026
Requer o encaminhamento de solicitação de informações ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços acerca dos impactos setoriais decorrentes das propostas de alteração da jornada de trabalho.
Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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📄 Proposição · RIC 1251/2026
Requer informações ao Ministério do Planejamento e Orçamento acerca da análise de impacto regulatório e dos efeitos sistêmicos das propostas de alteração da jornada de trabalho.
Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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Marcos Antonio Pereira Gomes
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📄 Proposição · RIC 1252/2026
Requer informações ao Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte acerca dos impactos das propostas de alteração da jornada de trabalho sobre os pequenos negócios.
Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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📄 Proposição · RIC 1253/2026
Requer o encaminhamento de solicitação de informações ao Ministério do Planejamento e Orçamento acerca de dados estatísticos sobre jornada de trabalho e estrutura ocupacional no Brasil.
Maria Joselita Pereira Cavalcanti
Vereador(a) · PSOL · Recife · PE
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Maria Joselita Pereira Cavalcanti
Vereador(a) · PSOL · Recife · PE
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A extrema direita articula atrasar a PEC do fim da escala 6x1 e empurrar a votação pra depois das eleições. Sabem que a pauta ganhou apoio popular e, em vez de enfrentar o debate de frente, apostam no adiamento e nas articulações de bastidor.
Milhões de trabalhadores e trabalhadoras seguem sem tempo pra descansar, cuidar da família ou viver além do trabalho. A pressão popular foi o que trouxe essa discussão até aqui, e é ela que vai fazer essa PEC avançar!
Milhões de trabalhadores e trabalhadoras seguem sem tempo pra descansar, cuidar da família ou viver além do trabalho. A pressão popular foi o que trouxe essa discussão até aqui, e é ela que vai fazer essa PEC avançar!
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes
Deputado(a) Federal · PT · MG
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Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes
Deputado(a) Federal · PT · MG
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O fim da escala 6x1 não é só uma pauta trabalhista. É uma pauta de desenvolvimento, qualidade de vida e modernização da economia brasileira. 🇧🇷
Nesta semana, a Comissão Especial vai receber o ministro da Fazenda em um debate importante sobre os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1.
E os dados mostram que o Brasil já avançou quando decidiu colocar o trabalhador no centro do desenvolvimento. Em 1988, reduzimos a jornada de 48h para 44h semanais. O resultado? A economia cresceu, a informalidade caiu e milhões de brasileiros tiveram mais direitos e dignidade.
Agora chegou a hora de dar mais um passo. Nossa proposta é simples: garantir mais tempo de vida para quem trabalha tanto todos os dias, com uma jornada mais justa, mais saúde, mais convivência familiar e mais oportunidades para estudar e crescer.
Seguimos firmes nessa luta. ✊
#FimDaEscala6x1
Nesta semana, a Comissão Especial vai receber o ministro da Fazenda em um debate importante sobre os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1.
E os dados mostram que o Brasil já avançou quando decidiu colocar o trabalhador no centro do desenvolvimento. Em 1988, reduzimos a jornada de 48h para 44h semanais. O resultado? A economia cresceu, a informalidade caiu e milhões de brasileiros tiveram mais direitos e dignidade.
Agora chegou a hora de dar mais um passo. Nossa proposta é simples: garantir mais tempo de vida para quem trabalha tanto todos os dias, com uma jornada mais justa, mais saúde, mais convivência familiar e mais oportunidades para estudar e crescer.
Seguimos firmes nessa luta. ✊
#FimDaEscala6x1
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes
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Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes
Deputado(a) Federal · PT · MG
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🎤 Discurso
Vamos discutir os impactos econômicos do fim da escala 6 por 1. O Brasil está ou não preparado para o fim da escala 6 por 1? Eu tenho muita convicção de que o Brasil ganha, e ganha em todos os sentidos. Ganha em competitividade e ganha em produtividade, porque quem trabalha menos trabalha melhor, produz mais. Ganha nas contas públicas, porque aumenta a formalização da economia em mais de 30%, como ocorreu em 1988, com a redução da jornada de trabalho de 48 horas para 44 horas. E ganha também no PIB, que cresceu sete vezes, Deputada Ana Paula Lima, quando nós reduzimos a jornada de 48 horas para 44 horas. Chegou a hora de o Brasil acabar com essa escravidão moderna que é a escala 6 por 1 e reduzir a jornada de 44 horas para 40 horas semanais.
Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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🚨 ELES NÃO PARAM! Sóstenes Cavalcante e Caroline de Toni, do PL, querem incluir “ALTERNATIVA À CLT” na PEC do fim da escala 6x1. A turma da precarização quer sucatear ainda mais as relações trabalhistas, valorizando a tal NEGOCIAÇÃO COM PATRÃO. Alguém ainda acredita nisso? https://t.co/96mHB2KSYe
Ricardo Cardoso Azevedo
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Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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Se depender da deputada Júlia Zanatta (PL), uma das que mais usufruiu de folgas na Câmara, o fim da escala 6x1 só acontece se a produtividade do país crescer sem parar nos próximos 12 ANOS. Ela acha que pode ditar se você merece mais um dia de descanso. INIMIGA DO POVO! https://t.co/BWhKuC4nvh
Ricardo Cardoso Azevedo
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Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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Deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) procurou a Justiça pra PROIBIR o Governo de falar sobre o fim da escala 6x1. A turma que tanto fala em censura quer censurar conteúdo sobre a principal pauta do trabalhador brasileiro. Esse desespero tá ficando constrangedor kk. https://t.co/JJ2UGOiAkl
Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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"Mas a economia vai colapsar com fim da escala 6x1!" Meu anjo, se o seu lucro depende de um funcionário não ter tempo nem pra ir ao médico ou dormir, seu negócio é uma falha moral e financeira. A economia real gira quando o trabalhador tem saúde e tempo pra viver. O resto é choro de herdeiro incompetente que nunca lavou a própria cueca. 🗑️
Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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MAIS UMA DA JÚLIA ZANATTA! Ela quer aprovar uma emenda que só acaba com a escala 6x1 em 12 ANOS, reduzindo em 1 hora a carga semanal a cada 3 anos. De baixa produtividade você entende, né, deputada? Folgando 4 dias na semana. Em outubro sua mamata acaba! https://t.co/LCom1yhBz2
Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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Neste ano, assumi na Câmara Municipal do Rio uma posição da qual me orgulho tanto que não cabe no peito: a de Presidente da Comissão do Trabalho e Emprego.
Meu compromisso com vocês sempre foi o de levar a voz do trabalhador para o debate político e é isso que venho lutando para fazer desde o meu primeiro dia de mandato.
Temos uma cidade de trabalhadores adoecidos pela escala 6x1 e por condições de trabalho e transporte desumanas. Já estive nessa situação e por isso sei a urgência de ouvir as demandas de quem sofre na base.
Ainda temos uma Câmara tomada por uma elite que desconhece a realidade do povo. Por isso, conto com vocês para construirmos juntos uma política feita por e para trabalhadores. Como ela sempre deveria ser.
Meu compromisso com vocês sempre foi o de levar a voz do trabalhador para o debate político e é isso que venho lutando para fazer desde o meu primeiro dia de mandato.
Temos uma cidade de trabalhadores adoecidos pela escala 6x1 e por condições de trabalho e transporte desumanas. Já estive nessa situação e por isso sei a urgência de ouvir as demandas de quem sofre na base.
Ainda temos uma Câmara tomada por uma elite que desconhece a realidade do povo. Por isso, conto com vocês para construirmos juntos uma política feita por e para trabalhadores. Como ela sempre deveria ser.
Rogério Correia de Moura Baptista
Deputado(a) Federal · PT · MG
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Rogério Correia de Moura Baptista
Deputado(a) Federal · PT · MG
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Vice-líder do Governo Lula e do meu amigo @Pimenta13Br!
Estivemos juntos em momentos decisivos nos últimos meses, especialmente na #CPMIdoINSS. Agora vamos caminhar lado a lado na liderança do Governo Lula na Câmara dos Deputados.
Seguiremos firmes na luta pelo fim da escala 6x1, pela valorização do trabalho e por todos os avanços que o Brasil precisa para reconstruir o futuro com dignidade para quem mais precisa.
Estivemos juntos em momentos decisivos nos últimos meses, especialmente na #CPMIdoINSS. Agora vamos caminhar lado a lado na liderança do Governo Lula na Câmara dos Deputados.
Seguiremos firmes na luta pelo fim da escala 6x1, pela valorização do trabalho e por todos os avanços que o Brasil precisa para reconstruir o futuro com dignidade para quem mais precisa.
Rosa Karina Souza de Amorim
Deputado(a) Estadual · PT · PE
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Rosa Karina Souza de Amorim
Deputado(a) Estadual · PT · PE
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Minha solidariedade a Dom Limacêdo pela perseguição que ele vem sofrendo por se posicionar contra a escala 6x1. O Bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira sempre esteve comprometido com a justiça social. Conte comigo na luta por quem mais precisa! https://t.co/mxUe85CxEN
Rubens Pereira E Silva Junior
Deputado(a) Federal · PT · MA
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Rubens Pereira E Silva Junior
Deputado(a) Federal · PT · MA
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Mais de 7,6 milhões de mulheres são as mais prejudicadas pela escala 6x1.
Quando o turno acaba, a jornada delas não termina. Tem a casa, os filhos, o cuidado com a família — tudo isso sem descanso, sem tempo, sem folga.
O fim da escala 6x1 não é só uma pauta trabalhista. É uma pauta de justiça para as mulheres desse país.
Maio ficará conhecido como o mês que a Câmara aprovou o #FimdaEscala6x1
Quando o turno acaba, a jornada delas não termina. Tem a casa, os filhos, o cuidado com a família — tudo isso sem descanso, sem tempo, sem folga.
O fim da escala 6x1 não é só uma pauta trabalhista. É uma pauta de justiça para as mulheres desse país.
Maio ficará conhecido como o mês que a Câmara aprovou o #FimdaEscala6x1
Adriana Miguel Ventura
Deputado(a) Federal · NOVO · SP
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Adriana Miguel Ventura
Deputado(a) Federal · NOVO · SP
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📄 Proposição · REQ 95/2026 PEC22119
Requer a realização de Audiência Pública para debater outras formas de contratação, livre contratação, autonomia dos contratos e a prevalência da Convenção/Acordo Coletivo como instrumento de segurança jurídica e adequação setorial.
Convidados: 1.Representante da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil - CACB; 2. Representante da FECOMERCIO SP; 3. Representante da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual Brasileiro - FICA; 4. Representante do Sindicato do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Material de Construção e de Material Elétrico no Estado de São Paulo - SINCOMACO; 5. Representante da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas - CNDL; 6. Representante da Associação Brasileira de Supermercados - ABRAS; 7. Representante da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes - ABRASEL; 8. Representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP.
Convidados: 1.Representante da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil - CACB; 2. Representante da FECOMERCIO SP; 3. Representante da Federação da Indústria e Comércio Audiovisual Brasileiro - FICA; 4. Representante do Sindicato do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Material de Construção e de Material Elétrico no Estado de São Paulo - SINCOMACO; 5. Representante da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas - CNDL; 6. Representante da Associação Brasileira de Supermercados - ABRAS; 7. Representante da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes - ABRASEL; 8. Representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP.
Any Machado Ortiz
Deputado(a) Federal · PP · RS
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Any Machado Ortiz
Deputado(a) Federal · PP · RS
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📄 Proposição · REQ 98/2026 PEC22119
Requer o aditamento ao REQ 27/2026 para inclusão de convidados na audiência Pública que debaterá os impactos socioeconômicos da referida proposta, que dispõe sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1. Convidado: Márcio Gonçalves, Presidente da Federação Nacional das Empresas de Informática (FENAINFO)
Aureo Lidio Moreira Ribeiro
Deputado(a) Federal · SOLIDARIEDADE · RJ
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Aureo Lidio Moreira Ribeiro
Deputado(a) Federal · SOLIDARIEDADE · RJ
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📄 Proposição · REQ 94/2026 PEC22119
Requer a realização de Seminário na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) para debater o fim da Escala de Trabalho 6x1.
Claudio Maximiliano Branchieri
Deputado(a) Estadual · PL · RS
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Claudio Maximiliano Branchieri
Deputado(a) Estadual · PL · RS
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O governo criou um carrossel de posts comparando a escala 6x1 a tomar sopa de garfo. É isso. Esse é o nível. Um país sério sendo governado por um sujeito com síndrome de Peter Pan que trata o trabalhador brasileiro como idiota. O que esgota e adoece o trabalhador não é o garfo na sopa. É inflação alta, salário baixo, transporte humilhante, juro do cartão que parece tortura medieval e imposto em absolutamente tudo. Gente trabalhando em dupla jornada só para ficar pobre. Não faz sentido o Brasil produzir alimento para o mundo e o trabalhador não conseguir comprar carne. Não faz sentido corrupto solto e a Débora do batom presa. Não faz sentido Lula e Janja vivendo como sultões enquanto o povo parcela a comida no cartão.
Elton Carlos Welter
Deputado(a) Federal · PT · PR
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Elton Carlos Welter
Deputado(a) Federal · PT · PR
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📄 Proposição · REQ 97/2026 PEC22119
Requer a realização de Audiência Pública para debater o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho na perspectiva do trabalho rural e da agricultura familiar, no âmbito da Comissão Especial sobre a Redução da Jornada de Trabalho (PEC 221/19). Convidados: Representante das entidades da agricultura familiar; 2. Representante dos movimentos de trabalhadores e trabalhadoras do campo; 3. Representante da confederação nacional dos trabalhadores rurais; 4. Representante das cooperativas da agricultura familiar; 5. Representante das organizações sindicais do setor rural; 6. Representante dos movimentos sociais ligados à reforma agrária e ao desenvolvimento rural sustentável; 7. Representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
Luiz Gastão Bittencourt da Silva
Deputado(a) Federal · PSD · CE
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Luiz Gastão Bittencourt da Silva
Deputado(a) Federal · PSD · CE
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📄 Proposição · REQ 96/2026 PEC22119
Requer o aditamento ao REQ 27/2026 para inclusão de convidados na audiência Pública que debaterá os impactos socioeconômicos da referida proposta, que dispõe sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1. Convidados: 1. Newton Pereira, Presidente do Sindicato de Bares e Restaurantes de Goiás (Sindbares-GO); 2. Fernando Blower, Diretor Executivo da Associação Nacional de Restaurantes (ANR); 3. Marcelo Baiocchi Carneiro, Presidente da Fecomércio-GO; 4. André Luiz Baptista Lins Rocha, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG-GO).
Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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Marcos Antonio Pereira Gomes
Deputado(a) Federal · PL · SC
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🎤 Discurso
Em segundo lugar, há o fim da escala 6x1. Eu não sou contrário a ela. Eu sou um cara favorável a que o povo brasileiro tenha, sim, direitos, mas que estes direitos deles não sejam roubados e não sejam destruídos através de politicagem. Porque a escala 6x1 não é simplesmente você dar direito ao funcionário. Você tem que pensar que, para existir o funcionário, uma empresa ainda tem que estar naquele local. O que nós precisamos tratar nesta escala é como eu estou fazendo. Estou coletando assinatura e convido os amigos da esquerda a assinar algo que vai realmente funcionar para a escala 6x1. Não podemos permitir que este seja um tema eleitoreiro para um descondenado.
Aliado 2
Alto risco 9
Base de apoio 0
Baixo risco 0
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11 manifestações sobre o caso Ypê × ANVISA, dominadas pela politização da decisão sanitária. A agência determinou recolhimento de lote contaminado por bactéria e suspendeu a fabricação e comercialização de saneantes da Química Amparo Ltda. Ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) defende publicamente que "a ANVISA está protegendo a saúde". Parlamentares do PT (Dimas Gadelha, Elvino Bohn Gass, Francisco Celeguim, José Ronaldo Medeiros, Reimont Otoni e Isabella Gonçalves) atacam o que classificam como ataques bolsonaristas à fiscalização sanitária e citam doação da Ypê à campanha de Bolsonaro. Do outro lado, senador Cleiton de Azevedo (Republicanos-MG) questiona a fiscalização. Tema com alto potencial regulatório e reputacional para o setor.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📱 Rede social
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PERFIL
Partido ›
PT
7
REPUBLICANOS
3
PSOL
1
Estado ›
Minas Gerais
3
Rio de Janeiro
2
São Paulo
2
Alagoas
1
Amazonas
1
Rio Grande do Sul
1
Esfera ›
Legislativo Federal
7
Legislativo Estadual
2
Executivo Federal
1
Legislativo Local
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Cleiton Gontijo de Azevedo
Senador(a) · REPUBLICANOS · MG
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Cleiton Gontijo de Azevedo
Senador(a) · REPUBLICANOS · MG
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Anvisa mandou suspender toda produção e comercialização dos produtos Ypê. Quero ver a Anvisa fiscalizar cada bucha que o brasileiro usa dentro da sua casa. Bando de hipócritas! https://t.co/F8F4YqbzOE
Cleiton Gontijo de Azevedo
Senador(a) · REPUBLICANOS · MG
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Aliado
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Cleiton Gontijo de Azevedo
Senador(a) · REPUBLICANOS · MG
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Anvisa mandou parar a fabricação e comercialização dos produtos Ypê! Vou mostrar para Anvisa o que realmente deveria fechar no Brasil.🇧🇷 https://t.co/KwiC7Trxiq
Alexandre Rocha Santos Padilha
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Alexandre Rocha Santos Padilha
Ministro(a) · PT
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A ANVISA ESTÁ PROTEGENDO A SUA SAÚDE! As acusações de perseguição à empresa não se sustentam. Entenda o que fazer se tiver um produto da YPÊ do lote perigoso. https://t.co/9TIZ65C0zK
Amom Mandel Lins Filho
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · AM
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Amom Mandel Lins Filho
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · AM
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Bem isso, kkkk. Mas sigam as recomendações da Anvisa.
Celso Luis Giannasi
Vereador(a) · PSOL · São Paulo · SP
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Celso Luis Giannasi
Vereador(a) · PSOL · São Paulo · SP
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Quem ANVISA amigo é!
Dimas de Paiva Gadelha Junior
Deputado(a) Federal · PT · RJ
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Dimas de Paiva Gadelha Junior
Deputado(a) Federal · PT · RJ
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Anvisa trabalha para salvar vidas. O bolsonarismo trabalha para defender empresa investigada e atacar quem fiscaliza. Na pandemia eles fizeram exatamente isso contra vacinas e medidas sanitárias, e ameaçaram servidores da agência. Agora repetem o roteiro. https://t.co/4nJEPgWfV4
Elvino José Bohn Gass
Deputado(a) Federal · PT · RS
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Elvino José Bohn Gass
Deputado(a) Federal · PT · RS
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Anvisa alertou: um lote do detergente Ypê poderia conter bactéria. Michelle Bolsonaro, furiosa, fez post com foto do produto - ato irresponsável e perigoso; sugere que se desconsidere o alerta sanitário. Michelle fez isso pq a Ypê doou R$ 1 milhão à campanha de Bolsonaro.
Francisco Daniel Celeguim de Morais
Deputado(a) Federal · PT · SP
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Francisco Daniel Celeguim de Morais
Deputado(a) Federal · PT · SP
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Depois de atacar vacina, espalhar fake news e transformar saúde pública em uma guerra ideológica, agora tem bolsonarista incentivando o uso de produto investigado por contaminação. 🚨 E as imagens da fábrica da Ypê mostradas pelo Fantástico falam por si só. Enquanto a ANVISA atua pra proteger vidas, o bolsonarismo prefere atacar a fiscalização e colocar a população em risco mais uma vez. Saúde pública exige responsabilidade, ciência e compromisso com a vida das pessoas. ✊🏻
Isabella Gonçalves Miranda
Deputado(a) Estadual · PT · MG
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Isabella Gonçalves Miranda
Deputado(a) Estadual · PT · MG
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Estou estarrecida com o uso político que os bolsonaristas estão fazendo com uma questão que é de saúde pública. Usam agora o lote contaminado da ypê para, mais uma vez, atacar a Anvisa, um órgão essencial para a saúde do povo brasileiro. Que eles são negacionistas já sabíamos, mas brincar com algo de tamanha seriedade e, mais uma vez, colocar as pessoas em risco em uma tentativa de politizar uma crise sanitária é muito perverso. Pessoal, vamos levar a sério as nossas instituições, a saúde do nosso povo. É sobre isso que estamos debatendo.
José Ronaldo Medeiros
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José Ronaldo Medeiros
Deputado(a) Estadual · PT · AL
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A suspensão de produtos da Ypê pela ANVISA por suspeita de risco sanitário virou, mais uma vez, palco para ataques bolsonaristas contra órgãos de fiscalização. Quando uma instituição séria toma uma decisão técnica para proteger a população, a extrema direita prefere espalhar desinformação e transformar saúde pública em disputa ideológica. A ANVISA existe para garantir segurança ao consumidor brasileiro. Defender fiscalização não é política partidária, é responsabilidade com a vida dos brasileiros.
Reimont Luiz Otoni Santa Bárbara
Deputado(a) Federal · PT · RJ
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Reimont Luiz Otoni Santa Bárbara
Deputado(a) Federal · PT · RJ
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A Anvisa protege a saúde pública. Já alguns preferem transformar detergente em disputa ideológica. https://t.co/wQhcgOaDxH
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ANVISA autoriza exportação de cannabis medicinal produzida em solo brasileiro. Vereador Fabrício Rosa (PT-GO) e deputado Carlos Minc (PSB-RJ) destacam o avanço regulatório e o tamanho do mercado, com mais de 870 mil pacientes brasileiros. Deputado Osmar Terra (PL-RS) critica o que considera flexibilização da agência. Pauta com impacto médio sobre o ambiente regulatório de produtos de saúde.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
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4 · 100%
PERFIL
Partido ›
PL
1
PSB
1
PT
1
PV
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Estado ›
Bahia
1
Goiás
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Rio Grande do Sul
1
Rio de Janeiro
1
Esfera ›
Legislativo Federal
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Legislativo Estadual
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Legislativo Local
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Carlos Minc Baumfeld
Deputado(a) Estadual · PSB · RJ
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Carlos Minc Baumfeld
Deputado(a) Estadual · PSB · RJ
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CANNABIS MEDICINAL E JUSTIÇA SOCIAL Excelente audiência pública na Alerj sobre o tema da cannabis medicinal e da legalização maconha. Tivemos fatos novos importantes. O Supremo Tribunal Federal, enfim, decidiu que o usuário não é criminoso e limitou em 40 gramas a quantidade do porte de maconha. Milhares de pessoas estão sendo soltas das prisões. São usuários que foram presos como traficantes. É um absurdo entupir as prisões com jovens que acabam sendo capturados pelas facções que dominam os presídios. Outro ponto importante é a recente resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária que regulamenta a cannabis medicinal. Há avanços importantes, como o reconhecimento das associações e a ampliação do cultivo da cannabis medicinal para entidades que fazem pesquisa. Mas também há um retrocesso, que é determinar o máximo de 0,3% de THC nos medicamentos para combater dor crônica, quando deveria ser muito mais do que isso. Temos que saudar os avanços, combater os retrocessos e seguir apostando na combinação entre ação parlamentar, marchas, audiências públicas e no combate ao estigma originado de preconceitos medievais.
Fabrício Silva Rosa
Vereador(a) · PT · Goiânia · GO
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Fabrício Silva Rosa
Vereador(a) · PT · Goiânia · GO
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O Brasil já tem mais de 870 mil pacientes de cannabis medicinal, um mercado que deve movimentar bilhões nos próximos anos e, agora, a Anvisa autorizou até a exportação da cannabis medicinal produzida em solo brasileiro. Ou seja: o próprio Estado reconhece o valor medicinal e econômico da planta. Mas então como explicar que, enquanto grandes empresas podem plantar e lucrar com a cannabis, ainda existam pessoas sendo presas e até mortas por cultivar essa mesma planta no quintal de casa? Fica cada vez mais claro que nunca foi sobre a planta. Sempre foi sobre quem pode transformar ela em lucro e quem continua sendo criminalizado por isso.
Osmar Gasparini Terra
Deputado(a) Federal · PL · RS
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Osmar Gasparini Terra
Deputado(a) Federal · PL · RS
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E a ANVISA se preparando para autorizar o plantio e o uso de maconha, dizendo que é medicinal…..! https://t.co/LpZM1MA3oT
João Carlos Bacelar Batista
Deputado(a) Federal · PV · BA
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Neutro
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João Carlos Bacelar Batista
Deputado(a) Federal · PV · BA
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Anvisa libera exportação de cannabis medicinal; entenda https://t.co/2k7GSVCIvs
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2 manifestações sobre o tema, incluindo discursos legislativos e atos do Executivo Federal relacionados à política energética. Sem impacto direto sobre o setor.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
🎤 Discurso
2 · 100%
PERFIL
Partido ›
PL
2
Estado ›
Rio Grande do Norte
2
Esfera ›
Legislativo Federal
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MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Eliéser Girão Monteiro Filho
Deputado(a) Federal · PL · RN
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Eliéser Girão Monteiro Filho
Deputado(a) Federal · PL · RN
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🎤 Discurso
Veja que 30% do diesel consumido no Brasil é importado. O País importou 1,5 milhão de metros cúbicos de diesel, mas a previsão deste mês de maio é de apenas 737 mil metros cúbicos, isto é, menos da metade. A oferta já está caindo, o desabastecimento vai bater a porta. O desgoverno está perdido. Por quê? Em vez de estimular a redução do consumo, ele está taxando e liberando importação pelas empresas. Nenhuma medida tem foco no problema específico do desabastecimento. São medidas apenas eleitoreiras, artificiais.
Eliéser Girão Monteiro Filho
Deputado(a) Federal · PL · RN
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Eliéser Girão Monteiro Filho
Deputado(a) Federal · PL · RN
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🎤 Discurso
Hoje, Sr. Presidente, nós estamos vendo a Presidente da Petrobras com cara de cachorro em caminhão de mudança, com aquele olhar esbugalhado, dizendo que é provável que o combustível tenha aumento nos próximos dias. Até agora, o Governo tentou tapar o sol com a peneira. E, ao tapar o sol com a peneira, a gente sabe como o Brasil vai acabar. Nenhuma dessas medidas busca reduzir a demanda. Pelo contrário, estão mantendo os preços artificialmente por meio de subvenções. As empresas são obrigadas a vender o diesel por um determinado preço e depois, sem prazo definido, vão receber a subvenção. Isto é, o Governo está prometendo aquilo que não pode fazer. Nesta semana, no dia de ontem, Deputado Cabo Gilberto Silva e Deputado Sargento Fahur, o Governo prometeu 11 bilhões para a segurança pública. Vai tirar esse dinheiro de onde? Descobriram, no fim do arco-íris, um baú cheio de tesouro? Só pode ser, porque o Tesouro Público não tem dinheiro. O Governo meteu a mão, e a dívida pública já passou de 1 trilhão. O maior agente econômico do setor de óleo e gás do Brasil é a Petrobras, que, por decisão própria, parou de importar diesel, pois, se importar, terá que elevar o preço na bomba. O Governo, então, está assumindo o risco de deixar o País desabastecido. É querer fugir da realidade. Em vez de enfrentar o problema, está incentivando a demanda com subvenções e colocando a conta para as empresas privadas, que são obrigadas a importar diesel para continuarem vendendo combustível e manterem os postos funcionando. O Governo está taxando as exportações de petróleo em 12% para pagar a despesa das subvenções. Mas ele vai ficar com esse dinheiro na mão? A gente sabe disto: não vai! São 52 bilhões a mais arrecadados quando ele taxa essa exportação de petróleo. Cabe lembrar que a natureza desse imposto é extrafiscal. Esses 52 bilhões não podem ser usados, Deputado Cabo Gilberto Silva, para reforçar o orçamento. Isto é, se o usarem, vai ser para quê? Para aquele famoso lance da bicicleta: pedalada fiscal. Eu quero ver o Governo ter coragem de fazer isso, porque nós vamos cobrar isso rigorosamente. Não podemos aceitar essa maquiagem que estão querendo fazer. O imposto de exportação reduz a base de cálculo dos royalties dos Estados produtores de petróleo; com isso, reduz-se a arrecadação. Vejam o exemplo do meu Rio Grande do Norte. Atenção, moradores do Rio Grande do Norte: o Governo do Presidente descondenado está querendo acabar com o nosso Estado, está querendo acabar com os Municípios, reduzindo o que vocês recebem de royalties. Eu estou aqui defendendo vocês que têm uma terrinha de onde sai petróleo. Vocês não estão recebendo o valor correspondente porque que a Petrobras não está pagando. Aliás, o que o Governo está fazendo é só agravar a situação. Desabastecimento significa menos alimento nas prateleiras, mais inflação e uma coisa importantíssima que está sendo esquecida por todos. Eu não vi nenhum daqueles que defendem o Governo falar sobre isso, ninguém do Ministério da Defesa.
Aliado 2
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Manifestações da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação Luciana Santos (PCdoB) e da cofundadora da Ashoka People & Planet, Mónica Guerra Rocha, sobre articulação internacional para ciência, tecnologia e inovação a serviço do clima. Posicionamento favorável e alinhado a agendas ESG do setor.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
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2 · 100%
PERFIL
Partido ›
PCdoB
1
Estado ›
Rio de Janeiro
1
Esfera ›
Executivo Federal
1
Sociedade Civil
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Luciana Barbosa de Oliveira Santos
Ministro(a) · PCdoB
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Luciana Barbosa de Oliveira Santos
Ministro(a) · PCdoB
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Ontem, terça-feira, recebi no @gov_mcti o representante da FAO no Brasil, Jorge Alberto Meza Robayo, para tratar de ciência, tecnologia e inovação a serviço da Amazônia. A cooperação fortalece ações de restauração ecológica, bioeconomia e valorização das comunidades locais. https://t.co/9rQA7vtFMy
Mónica Guerra Rocha
Co-fundador(a) · RJ
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Mónica Guerra Rocha
Co-fundador(a) · RJ
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Ainda aterrizando, recém chegada do encontro potente que a Ashoka People & Planet organizou ao longo de 4 dias em #bruxelas. Um privilégio enorme poder compartilhar esses dias com pessoas extraordinárias, e refletirmos juntos sobre as narrativas que norteiam a construção de política pública no cenário atual e a percepção e comportamento social perante a emergência do colapso climático. Narrativas moldam ações, pensamentos, decisões, mas elas mesmo são criação e invenção, e podem (e devem) ser transformadas para que mobilizem transformações em sistemas inteiros. Quando pensamos em #sistemasalimentares por muito tempo, a narrativa de que não tínhamos comida suficiente para todos orientou um movimento global de acelerada transformação dos sistemas de produção e consumo, focados em quantidade de calorias produzidas, recorrendo a fertilizantes químicos e extensão de área produtiva, reduzindo a biodiversidade e padronizando as dietas, globalizando os circuitos de comercialização. Foi uma narrativa que mobilizou instituições, fluxos financeiros, capacidade técnica e inovação, discurso público, políticas locais, nacionais, regionais. Hoje o mundo é outro, produzimos calorias suficientes para mais de 10bi de pessoas e sabemos que essa história teve impactos nefastos nos nossos solos, águas, povos, e o sistema alimentar hegemônico é o maior emissor de GEE, o maior consumidor de água doce, a maior ameaça para a biodiversidade. um sistema que se mostrou incapaz de alimentar a todos e que tem pressionado todos os limites planetários. As novas narrativas estão por toda a parte. Elas são fundadas em conhecimentos antigos, e vêm ganhando mais e mais protagonismo. Uma produção mais local, de base agroecológica, diversa e nutritiva, em um sistema que foca no abastecimento popular e na justiça social, é uma história possível, fundada na narrativa de que o futuro dos sistemas alimentares e das nossas sociedades pode ser mais saudável, sustentável, justo e resiliente . O nosso trabalho no Instituto Comida do Amanhã se orienta por essa perspectiva de futuro, e foi com muito entusiasmo e alegria que pude compartilhar o que temos feito, aprender com quem também está tecendo um futuro mais promissor, e perceber como em tantas áreas diferentes tem tanta gente querendo agir para que a profecia de uma narrativa mais justa e resiliente possa se concretizar. Agradeço à Ashoka a oportunidade, e o exercício contínuo de exercitar a esperança. E aos colegas, que possamos seguir nos apoiando em nossas jornadas pelo mundo. #narratives #ashoka #foodisclimate #europeancomission
Aliado 1
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Nilto Tatto (PT-SP) protocola o PL 2330/2026 instituindo a Política Nacional de Cidadania Socioambiental com diretrizes para incentivo, rastreabilidade e corresponsabilidade na destinação correta de resíduos recicláveis. Impacto classificado como crítico para o setor de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos por afetar diretamente a logística reversa de embalagens.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
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1 · 50%
📄 Proposição
1 · 50%
PERFIL
Partido ›
PT
2
Estado ›
São Paulo
2
Esfera ›
Legislativo Federal
2
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Nilto Ignácio Tatto
Deputado(a) Federal · PT · SP
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Nilto Ignácio Tatto
Deputado(a) Federal · PT · SP
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📄 Proposição · PL 2330/2026
Institui a Política Nacional de Cidadania Socioambiental e estabelece diretrizes para incentivo, rastreabilidade e corresponsabilidade na destinação correta de resíduos recicláveis.
Nilto Ignácio Tatto
Deputado(a) Federal · PT · SP
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Alto risco
›
Nilto Ignácio Tatto
Deputado(a) Federal · PT · SP
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A MORTE DOS RIOS É A NOSSA PRÓPRIA Nilto Tatto “Meu pai remava no rio Tietê”, já me disseram alguns amigos cujas familias vivem em São Paulo há duas ou mais gerações. É um retrato triste e cada vez mais comum: cidades médias e grandes do estado de São Paulo, que cresceram às margens de rios, hoje convivem com cursos d’água invisibilizados, seja pela poluição ou canalização. Parece que naturalizamos a ausência de rios limpos, virando as costas para estas entidades que ao longo da história sustentaram o nosso desenvolvimento. O exemplo mais simbólico é o Rio Tietê – o maior e mais importante rio paulista, fundamental na formação econômica do Estado, que já foi inteiro banhável, navegável e cheio de vida. Hoje, mesmo após décadas de investimentos, o Tietê segue marcado pela poluição, apenas na região metropolitana da capital - a contaminação avança rapidamente rumo ao interior, acompanhando a expansão urbana desordenada, o crescimento do agronegócio e a falta de saneamento adequado. Esse cenário se repete em rios menores e córregos espalhados por todo o Estado, que recebem esgoto sem tratamento, resíduos industriais, cargas violentas de agrotóxicos e lixo. O resultado é uma população cada vez mais distante dos rios — sem acesso à água limpa para consumo, transporte, pesca ou lazer. Sem que a maioria das pessoas perceba, a dinâmica das nossas vidas mudou completamente a partir do momento em que negligenciamos nossos corpos d'água. A situação é igualmente grave nos mananciais, como as represas de Guarapiranga e Billings, por exemplo, essenciais para o abastecer de água milhões de pessoas na região metropolitana da capital. No caso da Billings, há ainda a sua importância estratégica para geração de energia, graças a Usina Henry Borden, mas ainda assim, ambas sofrem com ocupação irregular, despejo de esgoto domiciliar, industrial e degradação ambiental, tornando suas águas cada vez mais impróprias. O pior de tudo é que as causas já são há muito conhecidas: crescimento urbano sem planejamento, baixa cobertura de coleta e tratamento de esgoto, descarte irregular de resíduos (inclusive veneno agrícola), ocupação de áreas de manancial e falhas na gestão pública. Não falta diagnóstico, mas ação, já que a gestão do governador Tarcísio de Freitas tem sido marcada por negligência com a pauta ambiental, especialmente no que diz respeito à qualidade das águas (vide a privatização da Sabesp). A ausência de prioridade, aliada à fragilidade da fiscalização, contribui para o agravamento da crise hídrica. Recuperar os rios paulistas exige mais do que promessas - é preciso investimento contínuo, planejamento integrado e compromisso político real. Sem isso, seguiremos tratando como normal o que deveria nos indignar: a perda dos nossos rios, que em último caso, seria a nossa própria morte. https://lnkd.in/diHuKdqW
Aliado 1
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Base de apoio 0
Baixo risco 0
Neutro 0
Carlos Henrique Amorim (UNIÃO-TO) apresenta o PLP 133/2026, alterando o § 2º do art. 170 da Lei Complementar 214/2025 para redefinir os percentuais utilizados no cálculo dos créditos presumidos do IBS e da CBS nas aquisições de resíduos e materiais destinados à reciclagem, reutilização ou logística reversa. Impacto alto e posicionamento alinhado ao setor.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📄 Proposição
1 · 100%
PERFIL
Partido ›
UNIÃO
1
Estado ›
Tocantins
1
Esfera ›
Legislativo Federal
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Carlos Henrique Amorim
Deputado(a) Federal · UNIÃO · TO
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Aliado
›
Carlos Henrique Amorim
Deputado(a) Federal · UNIÃO · TO
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📄 Proposição · PLP 133/2026
Altera o § 2º do art. 170 da Lei Complementar nº 214, de 16 de janeiro de 2025, para redefinir os percentuais utilizados no cálculo dos créditos presumidos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nas aquisições de resíduos e demais materiais destinados à reciclagem, reutilização ou logística reversa.
Aliado 1
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Baixo risco 0
Neutro 0
Edivilson Brum (MDB-RS) destaca a entrega de unidade odontológica em Rio Pardo. Pauta de saúde pública local, sem confrontar interesses do setor.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📱 Rede social
1 · 100%
PERFIL
Partido ›
MDB
1
Estado ›
Rio Grande do Sul
1
Esfera ›
Legislativo Estadual
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Edivilson Meurer Brum
Deputado(a) Estadual · MDB · RS
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Aliado
›
Edivilson Meurer Brum
Deputado(a) Estadual · MDB · RS
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Já pensou ver todo mundo abrindo um sorrisão bonito? Em Rio Pardo, ao lado do prefeito Rogerio Monteiro, acompanhamos a entrega da Unidade Odontológica Móvel — um auxílio do Governo Federal que vai levar atendimento, prevenção e saúde bucal para mais perto da nossa gente.💙 https://t.co/dHfQ44gSZF
Aliado 0
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Baixo risco 1
Neutro 0
Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF) apresenta o PL 2320/2026, alterando as Leis nº 6.360/1976, 9.782/1999 e 8.078/1990 para dispor sobre a comercialização de produtos de uso profissional na área da saúde. Impacto baixo, mas com potencial de alterar normas que tangenciam categorias da indústria de higiene e cosméticos.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📄 Proposição
1 · 100%
PERFIL
Partido ›
REPUBLICANOS
1
Estado ›
Distrito Federal
1
Esfera ›
Legislativo Federal
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Julio Cesar Ribeiro
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · DF
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Baixo risco
›
Julio Cesar Ribeiro
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · DF
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📄 Proposição · PL 2320/2026
Altera as Leis nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, e nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, para dispor sobre a comercialização de produtos de uso profissional na área da saúde, e dá outras providências.
Aliado 0
Alto risco 0
Base de apoio 0
Baixo risco 0
Neutro 1
Senador Magno Malta (PL-ES) protocola o SF REQ 9/2026 CSP convocando o presidente da ANVISA, Leandro Pinheiro Safatle, a prestar esclarecimentos na Comissão de Segurança Pública sobre as decisões de recolhimento e suspensão de fabricação e comercialização dos saneantes da marca Ypê, os critérios técnicos e jurídicos aplicados e a reiteração dessas medidas ao longo dos últimos anos. Posicionamento favorável à transparência regulatória, com impacto médio para o setor.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📄 Proposição
1 · 100%
PERFIL
Partido ›
PL
1
Estado ›
Espirito Santo
1
Esfera ›
Legislativo Federal
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Magno Pereira Malta
Senador(a) · PL
Perfil Prysmo ↗
Neutro
›
Magno Pereira Malta
Senador(a) · PL
Perfil Prysmo ↗
📄 Proposição · SF REQ 9/2026 CSP
Requer seja convidado o Senhor Leandro Pinheiro Safatle, Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, a comparecer a esta Comissão, a fim de prestar esclarecimentos sobre as decisões de recolhimento e suspensão de fabricação e comercialização de produtos saneantes da marca Ypê (Química Amparo Ltda.), bem como sobre a reiteração dessas medidas ao longo dos últimos anos, os critérios técnicos adotados, a articulação federativa com vigilâncias estaduais e os impactos sociais, econômicos e de direitos humanos decorrentes dessas decisões.
Aliado 1
Alto risco 0
Base de apoio 0
Baixo risco 0
Neutro 0
Vitor Lippi (PSD-SP), presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos, participa da FEIMEC 2026 e defende redução de barreiras para a indústria nacional. Posicionamento alinhado ao setor produtivo.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
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1 · 100%
PERFIL
Partido ›
PSD
1
Estado ›
São Paulo
1
Esfera ›
Legislativo Federal
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Vitor Lippi
Deputado(a) Federal · PSD · SP
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Aliado
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Vitor Lippi
Deputado(a) Federal · PSD · SP
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Participando de mais uma edição da FEIMEC 2026, como presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos. A FEIMEC se consolida como um dos principais espaços de conexão entre indústria, inovação e negócios no Brasil, reunindo lideranças, empresas e especialistas comprometidos com o avanço tecnológico e a competitividade do setor. Mais do que acompanhar tendências, é fundamental transformar esse diálogo em políticas públicas que estimulem a modernização da indústria, reduzam custos e ampliem a produtividade, especialmente em um cenário global cada vez mais desafiador. Seguimos trabalhando para fortalecer o ambiente de negócios, ampliar os empregos e impulsionar o desenvolvimento da indústria brasileira.
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