Alerta Diário · Stakeholder Listening · 25/05/2026
ALERTA DIÁRIO Atualizado agora
Stakeholder Listening
Segunda-feira, 25 de maio de 2026

Setor Centro-Oeste lança rede inédita de cooperativas de catadores no Plano Nacional de Economia Circular, enquanto São Paulo libera crédito de ICMS para liquidar débitos de Substituição Tributária

  • 154 manifestações em 25/05/2026, com PSOL concentrando 45% das falas, Rio de Janeiro responsável por 24% e rede social originando 81% do volume.
  • Plano Nacional de Economia Circular ganha primeira articulação regional no Centro-Oeste: Matias Cardomingo, coordenador da pasta da Fazenda, anuncia em Goiânia o lançamento do projeto-piloto Inter Redes, que estrutura uma central regional de negócios circulares com cooperativas de catadores de recicláveis. A iniciativa, alinhada ao eixo 5 do Plano Transformação Ecológica, define os parâmetros futuros de logística reversa de embalagens e tem impacto alto sobre o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos.
  • Decreto 70.531/2026 do Governo de São Paulo autoriza uso de créditos acumulados de ICMS para liquidar débitos de ICMS-ST, inclusive de Autos de Infração e Imposição de Multa (AIIM) e dívida ativa. Itamar Borges (Deputado Estadual, MDB-SP) celebra a mudança no artigo 586 do RICMS/SP como atendimento a demanda antiga do setor produtivo paulista, com impacto alto sobre o caixa das indústrias do setor.
  • ICMBio lança publicações sobre unidades de conservação no XII Sapis, em Brasília: Mauro Pires, presidente do instituto, apresenta documentário sobre Reservas Extrativistas e materiais do Programa Monitora, reforçando a agenda de áreas protegidas que conecta biodiversidade, comunidades tradicionais e cadeia de bioinsumos.
  • Jornada 6x1 concentrou 148 das 154 manifestações, com Lula anunciando reunião nesta segunda-feira com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Luiz Marinho para fechar o texto da PEC 221/2019, ao passo que quatro requerimentos da Câmara solicitam a retirada de assinaturas de emendas, em movimento dividido entre PP, PSD e SOLIDARIEDADE.
  • 130 manifestações de alto risco, lideradas por PSOL e PT, com Erika Hilton, Ricardo Salles, Daniella Monteiro e Liana Cirne defendendo a aprovação imediata da PEC sem transição, em movimento que combina mobilização parlamentar e atos de rua em Recife, Rio e São Paulo.
  • 9 manifestações de aliados: senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN), prefeito Sebastião Melo (MDB-RS), deputados Júlia Zanatta (PL-SC) e Cabo Gilberto (PL-PB) defendem regra de transição longa e exceções para empresas, ao lado das vozes do ICMBio e da articulação Inter Redes pela economia circular.
Visão geral
154 Total
130 Alto risco
9 Aliado
2 Base de apoio
1 Baixo risco
12 Neutro
Classificação por tema
Jornada (149)
Reforma Tributária (2)
Alteração de Tributos (1)
Desenvolvimento Sustentável (1)
Desmatamento e Mudanças Climáticas (1)
Ferrovia (1)

Algumas manifestações cruzam mais de um tema; 1 manifestação adicional foi contabilizada para mostrar a distribuição cruzada por tema.

Temas em debate
Alto risco · 130Aliado · 7Base de apoio · 0Baixo risco · 0Neutro · 12
O debate sobre o fim da escala 6x1 reuniu 149 manifestações, distribuídas entre PSOL (69), PT (42). Lula confirmou reunião com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Luiz Marinho nesta segunda-feira para fechar o texto da PEC 221/2019. O relator Leo Prates (Republicanos-BA) negocia exceção para quem ganha acima de R$ 16 mil e regra de transição de dois anos, enquanto deputados do PP, PSD e SOLIDARIEDADE protocolam requerimentos para retirar assinaturas de emendas. Atos populares no Recife, Rio e Porto Alegre pressionam pela aprovação imediata.
Fontes das manifestações
149 manifest.
📱 Rede social 122 (82%)
📰 Notícia 23 (15%)
📄 Proposição 4 (3%)
Perfil
Partido
PSOL
69
PT
42
PCdoB
6
REPUBLICANOS
6
PL
4
PSD
3
NOVO
2
PSB
2
PP
2
MDB
2
PSDB
1
PV
1
REDE
1
SOLIDARIEDADE
1
UNIÃO
1
Estado
Rio de Janeiro
36
São Paulo
33
Pernambuco
16
Rio Grande do Sul
13
Bahia
9
Minas Gerais
6
Distrito Federal
5
Santa Catarina
2
Amazonas
2
Acre
1
Ceará
1
Maranhão
1
Rio Grande do Norte
1
Paraíba
1
Piauí
1
Esfera
Legislativo Federal
62
Legislativo Local
38
Legislativo Estadual
23
Executivo Federal
18
Sociedade Civil
5
Executivo Local
2
Executivo Estadual
1
Manifestações por stakeholder
Flávio Nantes Bolsonaro
Senador(a) · PL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Aliado
📰 Notícia
Medida visa regra de transição de dois anos, com redução gradual já iniciada em 120 após aprovação no Legislativo

Com a previsão de apresentação do texto que propõe o fim da escala 6x1 na Câmara para esta segunda-feira (25), o grande impasse para confecção do relatório final do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) é sobre a regra de transição para implementação do novo regime trabalhista.

Nos encontros da comissão especial criada para debater o tema, parlamentares, empresários e trabalhadores tentam chegar a um denominador comum sobre quanto tempo seria necessário para a implementação das 40 horas semanais, com cinco dias de trabalho e dois de folga, sem redução de salário.

Enquanto alguns grupos defendem a aplicação integral do projeto a partir da aprovação, algumas alas mais cautelosas com os riscos para o empresariado propõem um período de até 10 anos de transição, além de contrapartidas fiscais para empresários -- algo que o governo rejeita.

Para o Palácio do Planalto, o desejado é que haja algum tipo de diminuição na carga horária já neste ano, uma vez que a pauta se tornou uma das principais bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo informações da CNN, tanto Lula quanto o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), articulam um plano para uma transição com redução gradual nos próximos dois anos, com a primeira diminuição prevista ainda neste ano.

Confira qual regra poderia estar na mesa de discussão:

Apesar desse cenário, uma outra alternativa também é ventilada nas discussões, a de dividir as duas horas da última redução em dois períodos de uma hora, o que diminuiria a jornada semanal para 41 horas em 2028 e para 40 horas em 2029.

Com isso, em vez de um período de dois anos para a realização total de implementação, empresários poderiam levar três anos para concluir o processo de redução da jornada de seus funcionários.

Em busca de rebater críticas e temores de empresários, o presidente declarou nesta terça-feira (19) que não vai impor o fim da 6x1 "na marra", ao se referir que cada setor teria suas particularidades respeitadas durante o processo de implementação.

"Não fique assustado. A escala 6x1 é uma coisa necessária, porque hoje o povo quer ter mais tempo", começou o presidente, que usou de exemplo uma possível substituição de pessoas por robôs para pedir mais consideração aos trabalhadores.

"Enquanto tiver trabalhador, a gente tem que respeitá-los, e nós sabemos que a jornada de trabalho será aplicada levando em conta a especificidade de cada categoria. Ninguém vai impor na marra."

Durante sabatina na 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios na semana passda, o senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, criticou o fim da escala 6x1 e propôs apresentar uma alternativa de jornada de trabalho aos brasileiros.

"Com relação ao fim da escala 6x1, o Brasil se atualizou. O mundo que nós vivemos hoje não é mais o de 1943, na época da CLT. Todos nós queremos trabalhar menos e ganhar mais, só que é uma legislação que está atrasada, engessada, que vai causar um impacto nos municípios de R$ 50 bilhões por ano se for aprovada dessa forma", disse o senador.

A proposta prevê uma "liberdade" para o trabalhador escolher o tipo de jornada mais apropriada para si, o que Flávio considera benéfico, principalmente para mulheres. "A gente quer dar liberdade para que as pessoas escolham sua jornada de trabalho", completou.
Gilberto Gomes da Silva
Deputado(a) Federal · PL · PB · Perfil Prysmo ↗
Aliado
📰 Notícia
O líder da oposição na Câmara dos Deputados, Gilberto Silva, justificou nesta quinta-feira (21) o apoio à emenda apresentada à PEC da escala 6×1, que prevê uma transição mais longa e compensações para empresas antes de uma eventual redução definitiva da jornada de trabalho.

Questionado pela imprensa sobre a repercussão do tema, o parlamentar afirmou que houve desinformação em torno da proposta. Gilberto Silva argumentou que a emenda tem como objetivo ampliar o debate sobre o impacto das mudanças nas relações de trabalho.

"Essa emenda que assinamos é para ampliar o debate, já que o governo queria tratorar a discussão pública e empurrar a redução da jornada de trabalho sem conversar com as partes envolvidas. Isso iria gerar caos na sociedade, com demissões em massa e, automaticamente, aumento no preço dos produtos, ou seja, maior endividamento da família brasileira", afirmou.

Segundo o deputado, a proposta ainda está em discussão e não houve qualquer aprovação definitiva.

"O que a gente assinou foi uma emenda para promover o debate. Não houve aprovação nenhuma, está tudo do mesmo jeito ainda. A comissão está aberta e estamos debatendo para entregar um texto o mais justo possível à população brasileira. O trabalhador não vai ter prejuízo nenhum", disse.

Diante da repercussão negativa do tema, alguns parlamentares retiraram apoio à emenda. Gilberto criticou a postura dos colegas.

"Os deputados retiraram as assinaturas porque são frouxos, têm medo de debate e de polêmica. Eu não tenho medo de polêmica. Podem falar de mim todos os dias, porque eu tenho a verdade e sempre mostramos a verdade", concluiu.
Julia Pedroso Zanatta
Deputado(a) Federal · PL · SC · Perfil Prysmo ↗
Aliado
📰 Notícia
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) relatou ter sido alvo de ameaças de morte e confrontou manifestantes durante uma sessão da comissão especial que discute as propostas para acabar com a escala de trabalho 6x1. A discussão ocorreu na última terça-feira (19) e você pode conferir clicando no vídeo acima.

Em seu pronunciamento, a deputada relatou ter recebido uma mensagem em seu Instagram de uma pessoa dizendo que ela merecia "cinco tiros na cara" por seu posicionamento contrário ao fim da escala 6x1. Enfatizando que não tem "medo de dizer a verdade", Zanatta endossou seu posicionamento citando o teórico Karl Marx, que "recusava-se a trabalhar".

"É justo e é lindo querer um dia mais de folga. Mas quem vai pagar essa conta? O trabalhador brasileiro, que já está endividado e, no seu dia de folga, vai ter que fazer um bico para a conta de casa fechar", argumentou a deputada, que passou então a ser vaiada por pessoas que acompanhavam a sessão.

Após intervenção do presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), que pediu que os manifestantes fizessem silêncio, Zanatta se dirigiu a essas pessoas. "Vocês estão aqui para fazer campanha política, não é para defender trabalhador coisa nenhuma", disparou.

A deputada encerrou seu pronunciamento defendendo a liberdade para empregados e empregadores negociarem condições de trabalho, e voltou a provocar os manifestantes. "Vocês não estão preocupados com o trabalhador, que vai pagar essa conta e ver tudo ficar mais caro para ele", concluiu, recebendo mais vaias.
Rodrigo Saraiva Marinho
Diretor(a)-Executivo(a) · NOVO · DF · Perfil Prysmo ↗
Aliado
📰 Notícia
Jael Antônio da Silva presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar-DF) - (crédito: Divulgação)

Manuel Francisco de Paula, 61 anos, trabalha como garçom desde os 18 anos. Serve em hotéis de Brasília há mais de quatro décadas. Atendeu personalidades como Tancredo Neves, Ulysses Guimarães e Hélio Garcia -- além de ministros e governadores que passaram pela hotelaria da capital. Todo dia, pega ônibus por 1h20 para chegar ao trabalho. Nos fins de semana, faz horas extras em buffets. Às vezes sai às 2h da manhã; dorme quatro horas e meia por noite.

"A gente trabalha muito, anda muito, cansa muito e descansa pouco." Manuel trabalha na escala 6x1. Um dia de folga por semana. É sobre jornadas como a dele que a Câmara dos Deputados debate nesta semana.

A comissão especial que analisa o fim da escala 6x1 apresentou a previsão das próximas etapas. A leitura do relatório está marcada para segunda-feira (25;5), às 15h. A votação do parecer ocorre na quarta-feira (27/5), às 14h. Se aprovado, o texto segue para o plenário da Câmara na quinta-feira (28/5), às 9h. Os horários são preliminares e estão sujeitos a alterações conforme a agenda legislativa.

O segmento de bares, restaurantes e hotéis acompanha esse calendário de perto. No país, há 1,5 milhão de estabelecimentos, 5 milhões de empregos diretos e uma característica estrutural: mais de 95% são micro e pequenas empresas. No Distrito Federal, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-DF) contabiliza quase 30 mil estabelecimentos de alimentação e hospedagem, que empregam cerca de 100 mil trabalhadores. O Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Distrito Federal (Sindhobar-DF) tem 14 mil estabelecimentos em sua base de representação.

O debate envolve dois pontos que nem sempre aparecem separados: a redução da jornada semanal -- quantas horas o trabalhador cumpre -- e o modelo de escala -- como essas horas se distribuem ao longo dos dias. As propostas no Congresso mexem nos dois, em graus diferentes.

Quatro textos disputam a reforma. A PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), fixa o modelo 5x2 com redução de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salário. A PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), propõe a escala 4x3, com jornada de 36 horas -- a mais ampla em debate -- e teve seu texto anexado à PEC 221, que tramita em conjunto. O governo federal tem um projeto de lei na mesma direção -- 5x2 e 40 horas -- , mas tramita como lei ordinária, o que exige menos votos para aprovação do que uma mudança na Constituição. Já a PEC 40/2025, do deputado Maurício Marcon (PL-RS), apelidada de PEC da Alforria por propor que cada trabalhador negocie livremente sua jornada, vai na contramão: permite livre pactuação entre empregador e empregado, mantendo o teto de 44 horas semanais.

Para quem trabalha sete dias por semana, o fim da escala 6x1 significaria contratar mais um funcionário para cobrir o dia de folga extra, sem reduzir o horário de funcionamento. O aumento na folha salarial chegaria a quase 20% -- projeção divulgada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e adotada pelo Sindhobar-DF, que considera a necessidade de contratação adicional para cada seis trabalhadores em escala. Na ponta do consumidor, a Abrasel-DF estima alta imediata de 8% nos cardápios.

"Não existe mágica: trabalhar menos ganhando o mesmo não acontece em lugar nenhum do mundo", afirma o economista Rodrigo Marinho, do Instituto Livre Mercado. "As pequenas e médias empresas do Brasil, como regra, não têm como arcar com esse custo." Marinho defende a PEC da Alforria. "O Estado quer decidir como você deve trabalhar. Quando isso é imposto de cima para baixo, a pessoa não pode escolher."

O Sindhobar-DF e a Abrasel-DF defendem uma solução intermediária: manter a escala 6x1 e reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. O custo adicional na folha de pagamento cairia para cerca de 10%. "O empresário vai ter que abrir mão de parte do lucro -- aqueles que ainda estão tendo lucro. A maioria ainda está no prejuízo", admite Jael Antônio da Silva, presidente do Sindhobar-DF. Para Thales Furtado, da Abrasel-DF, a saída passa pelas convenções coletivas, negociadas caso a caso. "O Brasil seria o único país do mundo a proibir o trabalho em seis dias consecutivos", segundo ele -- que não citou exemplos internacionais comparáveis.

No varejo, o cálculo é ainda mais preciso. Sebastião Abritta, presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista-DF), que representa mais de 30 mil lojas e 120 mil trabalhadores, fez as contas: com o piso da categoria em R$ 1.681, somados encargos, décimo terceiro, férias, aviso prévio, vale-alimentação e vale-transporte, contratar um funcionário a mais para cobrir a folga custaria R$ 3.782,25 -- por trabalhador, pelo piso.

Segundo levantamento do Sindivarejista-DF, desde 2020 cerca de 1.850 empresas fecharam no DF e 8 mil vagas foram encerradas. Abritta avalia que a proibição do 6x1 pode acelerar esse processo. "As empresas com até três empregados são as que mais contratam no DF. Por aí você vê as consequências financeiras para o empresário e para o trabalhador."

Há ainda um perfil que desaparece do debate público: o comerciário que vive de comissão. Para esse profissional, menos dias de trabalho significam menos oportunidades de venda e, portanto, menos renda no fim do mês. "Quanto mais tempo ele permanecer na loja, maior a probabilidade de aumentar seus rendimentos. O maior prejudicado nessa redução de jornada pode ser o próprio trabalhador", afirma Abritta.

A posição sobre como resolver o impasse acompanha a dos demais líderes patronais. "O melhor caminho sempre será a Convenção Coletiva de Trabalho. Não dá para tratar os desiguais de forma igual. Cada categoria conhece a sua dor."

O Ipea publicou dois estudos com conclusões que apontam para direções diferentes. O primeiro, de fevereiro de 2026, estima que a redução da jornada elevaria o custo médio do trabalho celetista em 7,84% -- argumento que o setor patronal usa para defender cautela. O segundo, de abril de 2026, mostra que trabalhadores em jornada de 44 horas ganham, em média, R$ 2.627 -- 58% menos do que os R$ 6.211 de quem cumpre 40 horas. A diferença não é um efeito direto da jornada: reflete que os postos mais longos estão concentrados em setores de menor qualificação e remuneração.

Para os defensores da reforma, o dado mostra que a escala mais puxada recai sobre quem tem menos escolha. Manuel confirma na prática. "Qualquer emprego nosso não dá para a gente sobreviver. Para ter uma vida mais ou menos normal -- tirar férias com a família, descansar no sábado -- você precisa de dois empregos. O pai e a mãe de família que trabalham na hotelaria não têm vida."

Enquanto os patrões fazem as contas, os trabalhadores organizados têm outra perspectiva. Severino de Caldas Neto, segundo secretário da diretoria executiva do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Restaurantes, Bares e Similares do Distrito Federal (Sechosc-DF), tem 33 anos de hotelaria. Começou como garçom em Brasília, ainda nos anos 1980, e hoje representa os trabalhadores nas negociações coletivas com o setor patronal. "Nossa luta é pelo fim da escala 6x1, com redução de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário." A entidade apoia a proposta de Lopes -- modelo 5x2 com 40 horas.

Para Severino, o argumento de que o trabalhador prefere o 6x1 porque sai mais cedo não se sustenta. "No restaurante, o garçom faz dois turnos. Não existe essa possibilidade." Ele foi pai solo por anos. "Na escala 6x1, a folga não existe -- você acorda mais tarde, mas trabalha em casa. Por isso, a gente defende dois dias de folga consecutivos."

Ele contesta a tese de que menos horas implicam menor produtividade. Em 1988, quando chegou a um grande hotel de Brasília como garçom, a casa tinha 236 funcionários. Em 2013, quando ingressou no Sechosc-DF, havia 98. O serviço não diminuiu. "A tecnologia modificou isso. Trabalhador mais descansado produz mais." Os dirigentes interpretam o dado do Ipea como evidência de que jornadas mais curtas estão associadas a maior produtividade e melhor remuneração -- embora o estudo não estabeleça relação causal direta entre os dois fenômenos.

Oitenta por cento do setor no DF ainda opera no 6x1, reconhece o dirigente. Mas já existem exemplos bem-sucedidos de transição na cidade. Estabelecimentos que migraram para o 5x2 ou o 12x36 verificaram ganho de produtividade sem necessidade de contratar mais funcionários, segundo Severino -- que não apresentou números sobre esses casos. "O empresariado que fez a mudança não precisou contratar mais ninguém."

A direção do Sechosc-DF defende que as convenções coletivas regulamentem a distribuição das folgas após a aprovação da lei. "Nosso setor é essencial, não pode fechar. A folga não é aos sábados e domingos -- é variável. Isso precisa ser equacionado na convenção."

Manuel desenvolveu pressão alta após décadas de trabalho em pé, em jornadas que frequentemente chegavam a 12 horas por dia. Já se afastou por estresse. Sente que envelheceu mais rápido do que devia. Tem uma mensagem para os deputados que votam nesta semana. "Que eles tenham um carinho especial ao olhar para essa nova lei. O 5x2 será muito bom para nós. A gente vai ter uma vida melhor, vai produzir mais. Vai gerar mais emprego."

Há mais de quarenta anos, ele trabalha de uniforme e gravata. Já cruzou caminho com presidentes e ministros. Hoje, ainda pega ônibus de madrugada para não perder o turno. "Pode estar bonito, com uniforme e gravata, mas tem que trabalhar muito."
Rogério Simonetti Marinho
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E se depender de Lula vai piorar!! A proposta do PT de redução da jornada 6x1 é eleitoreira, irresponsável e não leva em consideração a realidade do Brasil. Da forma proposta, acentuará a desindustrialização e o país sofrerá ainda mais com a perda de produtividade. Ou o Brasil para o PT, ou o PT para o Brasil!
Sebastião de Araújo Melo
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À tarde, aprofundamos o debate sobre o tema ao receber a diretoria da @FIERGS_CIERGS (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul) para tratar da proposta de fim da escala 6x1, que tramita no Congresso Nacional. Entreguei aos representantes da entidade o estudo realizado pela @FNPrefeitos (Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos) sobre os impactos financeiros que podem atingir os municípios, caso a mudança avance sem transição adequada e sem mecanismos de compensação para as cidades.
Sebastião de Araújo Melo
Prefeito(a) · MDB · RS · Perfil Prysmo ↗
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ESCALA 6X1 Recebemos o senador Hamilton Mourão e entregamos o estudo realizado pela Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (@FNPrefeitos) sobre os impactos nos governos municipais da proposta de redução da escala de trabalho 6x1. Reafirmamos ao senador que haja uma transição responsável nos próximos quatro anos. Hoje, milhares de contratos terceirizados de limpeza, saúde, educação e assistência social foram estruturados dentro da regra atual. Uma mudança sem transição pode gerar impacto de R$ 35 bilhões aos municípios. Também dialogamos sobre os interesses da cidade em relação aos assuntos do Senado envolvendo projetos de leis municipalistas. 📷: Cesar Lopes/PMPA
Alencar Santana Braga
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Eu e o @EmidioDeSouza_ lutamos pela fim da escala 6x1 para já, e não para daqui a 10 anos, como quer a turma do Flávio Rachadinha Bolsonaro e do Tarcísio BolsoMaster. ✊🏼🇧🇷 #FimDa6x1Já https://t.co/REgJLSCnDH
Andre Luis Gaspar Janones
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Alto risco
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URGENTE! CONFUSÃO! PARTI PRA CIMA DOS DEPUTADOS QUE ESTÃO CONTRA O POVO NA ESCALA 6x1!
Andréia de Jesus Silva
Deputado(a) Estadual · PT · MG · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
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Trabalhador chegando em casa depois do fim da escala 6x1 https://t.co/FjcKNFt3Lv
Augusto Sergio Vasconcelos de Oliveira
Secretário(a) Estadual · PCdoB · BA · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
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O fim da escala 6x1 está bem próximo de ser votado, mas tem Deputados da direita que estão criando dificuldades para votação. Neste domingo, em várias cidades acontecerão manifestações para pressionar os parlamentares a votarem a matéria. Em Salvador, nosso protesto está marcado às 9h no Morro do Cristo, na Barra. Leve sua família, seu cartaz e participe desse momento histórico para o Brasil. Pelo fim da escala 6x1. ✊🏽🇧🇷
Carlos Alberto Rolim Zarattini
Deputado(a) Federal · PT · SP · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
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Semana decisiva no Congresso para acabar com a escala 6x1. É hora de mobilizar nas redes e nas ruas. O relatório será apresentado esta semana e eu não tenho dúvida de que vamos conquistar dois dias de descanso para os trabalhadores e a redução da jornada para 40 horas semanais.
Carlos Mauro Benevides Filho
Deputado(a) Federal · UNIÃO · CE · Perfil Prysmo ↗
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Defendo o fim da escala 6x1 porque nenhum trabalhador deveria viver apenas para sobreviver. Todos os dias, milhares de pessoas tem jornadas exaustivas, abrem mão do descanso, de ficar com a família e até da saúde para conseguir fechar o mês. Isso não pode ser tratado como normal. https://t.co/1UX9oMJfmr
Cleiton Gontijo de Azevedo
Senador(a) · REPUBLICANOS · MG · Perfil Prysmo ↗
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Se o povo é o patrão dos políticos, então que eles trabalhem na mesma escala do povo: 6x1, sem privilégios. Vamos ver quantos topam. https://t.co/uylplLFRgS
Daiana Silva dos Santos
Deputado(a) Federal · PCdoB · RS · Perfil Prysmo ↗
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Domingo de mobilização pelo fim da escala 6x1! 🔥 https://t.co/QSjwO0BieP
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
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GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
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GREVE GERAL PELO FIM DA ESCOLA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
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PRECISAMOS PARAR O BRASIL! Chegou a hora de superamos as manifestações aos domingos e feriados, chegou a hora de encomodarmos o sistema, de mostrar a força do povo trabalhador! Se a 6x1 não acabar O BRASIL VAI PARAR!✊🏿
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
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PRECISAMOS PARAR O BRASIL! Chegou a hora de superamos as manifestações aos domingos e feriados, chegou a hora de encomodarmos o sistema, de mostrar a força do povo trabalhador! Se a 6x1 não acabar É GREVE GERAL!✊🏿
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Não vamos deixar uma meia dúzia de engravatados que nunca trabalharam pesado na vida barrarem a proposta pelo fim da escala 6x1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCOLA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
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Não vamos deixar deputados que mais folgam do que trabalham e recebem um monte de auxílio barrerem o fim da escala 6x1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCOLA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Em outubro, tão importante quanto reeleger Lula, é nos livramos desse congresso inimigo do povo. GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 https://t.co/aioNSMrip0
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
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A escala 6x1 afasta mães e pais de seus filhos GREVE GERAL PELO FIM DA ESCOLA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1
Daniella Monteiro da Silva
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Alto risco
📱 Rede social
Os deputados contra o fim da escala 6x1 nunca trabalharam pesado na vida! GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Deputados com patrimônios milionários são contra o fim da escala 6x1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1
Daniella Monteiro da Silva
Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Hoje, dia de folga da maioria dos trabalhadores, milhões terão que escolher entre descansar OU aproveitar com a família Ou organizar a semana. não dá pra fazer tudo. GREVE GERAL PELO FIM DA ESCOLA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1 GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1
Erick Dênil Machado Pimentel
Vereador(a) · PCdoB · Porto Alegre · RS · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
🚩 Todos convidados! Plenária Geral do Partido Comunista do Brasil, para defender o fim da escala 6x1, debater o papel do partido na defesa da soberania, a luta na defesa das periferias, e os desafios como reeleger Lula como prioridade, reeleger nossa deputada Federal Daiana Santos e buscar ocupar a Assembleia Legislativa apresentando as pré candidatura! É só chegar! 👊🏼 #pcdob #lutadeclasse #fimdaescala6x1 #lula
Erick Dênil Machado Pimentel
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Hoje na plenária geral do PCdoB, partido que muito antes da minha consciência e formação política já estava presente na minha vida, reunimos pela unidade! Unidade em torno da nossa @daianasantospoa, unidade de uma esquerda progressista unida pelo Brasil e pelo RS. Juntos pelo fim da escala 6x1, juntos por um país e por um Estado forte e soberano. Juntos por um povo com sorriso no rosto!! Tenho orgulho de ser um guri da periferia, orgulho da minha trajetória no movimento estudantil, orgulho da liderança comunitária e de todos que junto comigo se movimentam por uma sociedade mais justa!! Vamos juntos trazer esperança pra nossa gente!
Erick Dênil Machado Pimentel
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⚽️🇧🇷 Time se preparando para copa, dia de futebol com os amigos, só crack, ainda deu tempo de fazer uma roda de conversa sobre o fim da escala 6x1 e sobre a bataha eleitoral desse ano. Futebol também é resistência. #futebol #lazer #cultura
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados do Rio de Janeiro que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Sóstenes Cavalcante, PL - Chris Tonietto, PL - Carlos Jordy, PL - Dr Flávio, PL - Julio Lopes, PP - Doutor Luizinho, PP - Jorge Braz, REPUBLICANOS - Luiz Lima, NOVO Retiraram a assinatura: - Bebeto, PP ✅ - Daniela do Waguinho, REPUBLICANOS ✅ - Murillo Gouvea, PSDB ✅ - Luciano Vieira, PSDB ✅ - Laura Carneiro, PSD ✅ - Hugo Leal, PSD ✅ - Max Lemos, UNIÃO BRASIL ✅
Erika Santos Silva
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🚨 O deputado do Maranhão que ainda está apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais é 👇🏽 - Aluisio Mendes, REPUBLICANOS Retiraram a assinatura: - Josivaldo Jp, UNIÃO BRASIL ✅ - Márcio Honaiser, SOLIDARIEDADE ✅ - Hildo Rocha, MDB ✅
Erika Santos Silva
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🚨 O deputado do Ceará que ainda está apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais é 👇🏽 - Luiz Gastão, PSD Retiraram a assinatura: - Dr. Jaziel, PL ✅ - AJ Albuquerque, PP ✅ - Danilo Forte, PP ✅ - Fernanda Pessoa, PSD ✅ - Eunício Oliveira, MDB ✅
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados da Bahia que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - José Rocha, UNIÃO BRASIL - Paulo Azi, UNIÃO BRASIL - Diego Coronel, REPUBLICANOS Retiraram a assinatura: - Capitão Alden, PL ✅ - Roberta Roma, PL ✅ - João Carlos Bacelar, PL ✅ - Arthur Oliveira Maia, UNIÃO BRASIL ✅ - Claudio Cajado, PP ✅
Erika Santos Silva
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🚨 O deputado do Sergipe que ainda está apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais é 👇🏽 - Rodrigo Valadares, PL Retirou a assinatura: - Gustinho Ribeiro, PP ✅
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados do Espírito Santo que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Evair Vieira de Melo, REPUBLICANOS - Messias Donato, UNIÃO BRASIL Retiraram a assinatura: - Da Vitoria, PP ✅ - Amaro Neto, PP ✅
Erika Santos Silva
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🚨 O deputado do Piuaí que ainda está apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais é 👇🏽 - Julio Arcoverde, PP Retirou a assinatura: - Átila Lira, PP ✅
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados de Goiás que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Gustavo Gayer, PL - Magda Mofatto, PL - Dr. Ismael Alexandrino, PSD - Marussa Boldrin, REPUBLICANOS - Adriano do Baldy, PP - Glaustin da Fokus, PODEMOS - Célio Silveira, MDB Retiraram a assinatura: - Daniel Agrobom, PSD ✅ - José Nelto, UNIÃO BRASIL ✅ - Dr. Zacharias Calil, MDB ✅
Erika Santos Silva
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🚨 O deputado do Pará que ainda está apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais é 👇🏽 - Joaquim Passarinho, PL Retirou a assinatura: - Henderson Pinto, UNIÃO BRASIL ✅
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🚨 Os deputados do Mato Grosso do Sul que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Rodolfo Nogueira, PL - Dr. Luiz Ovando, PP - Beto Pereira, REPUBLICANOS Retirou a assinatura: - Marcos Pollon, PL ✅
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🚨 Os deputados de São Paulo que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Marco Feliciano, PL - Delegado Paulo Bilynskyj, PL - Missionário José Olimpio, PL - Vinicius Carvalho, PL - Mario Frias, PL - Rosangela Moro, PL - Jefferson Campos, PL - Luiz Philippe de Orleans, PL - Adilson Barroso, PL - Adriana Ventura, NOVO - Ricardo Salles, NOVO - Marangoni, PODEMOS - Renata Abreu, PODEMOS - Simone Marquetto, PP - Mauricio Neves, PP - Celso Russomanno, REPUBLICANOS - Arnaldo Jardim, CIDADANIA Retirou a assinatura: - Vitor Lippi, PSD ✅
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🚨 Os deputados de Minas Gerais que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Nikolas Ferreira, PL - Mauricio do Vôlei, PL - Zé Vitor, PL - Greyce Elias, PL - Lafayette de Andrada, PL - Domingos Sávio, PL - Junio Amaral, PL - Rosângela Reis, PL - Marcelo Álvaro Antônio, PL - Lincoln Portela, PL - Ana Paula Leão, PP - Gilberto Abramo, REPUBLICANOS - Rafael Simoes, UNIÃO BRASIL - Luiz Fernando Faria, UNIÃO BRASIL - Zé Silva, UNIÃO BRASIL - Newton Cardoso Jr, MDB - Hercílio Coelho Diniz, MDB - Diego Andrade, PSD Retiraram a assinatura: - Pinheirinho, PP ✅ - Mário Heringer, PDT ✅
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🚨 Os deputados do Acre que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Coronel Ulysses, UNIÃO BRASIL - Zé Adriano, PP - Roberto Duarte, REPUBLICANOS Retiraram a assinatura: - Meire Serafim, UNIÃO BRASIL ✅ - Zezinho Barbary, PP ✅
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🚨 FIM DA ESCALA 6x1: É HORA DE PRESSÃO TOTAL https://t.co/NHgQ9HrJoa
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados do Rio Grande do Sul que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Mauricio Marcon, PL - Sanderson, PL - Bibo Nunes, PL - Giovani Cherini, PL - Marcelo Moraes, PL - Osmar Terra, PL - Sérgio Turra, PP - Any Ortiz, PP - Pedro Westphalen, PP - Marcel van Hattem, NOVO - Luiz Carlos Busato, UNIÃO BRASIL - Franciane Bayer, REPUBLICANOS - Lucas Redecker, PSD - Alceu Moreira, MDB Retirou a assinatura: - Afonso Hamm, PP ✅
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🚨 Os deputados de Rondônia que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Coronel Chrisóstomo, PL - Thiago Flores, UNIÃO BRASIL Retiraram a assinatura: - Lucio Mosquini, PL ✅ - Dr. Fernando Máximo, PL ✅ - Rafael Fera, PODEMOS ✅
Erika Santos Silva
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🚨 O deputado do Alagoas que ainda está apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais é 👇🏽 - Delegado Fabio Costa, PP
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados do Rio Grande do Norte que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - General Girão, PL - Sargento Gonçalves, PL - João Maia, PP Nenhum deputado do Rio Grande do Norte retirou a assinatura.
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados de Roraima que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Pastor Diniz, UNIÃO BRASIL - Nicoletti, PL Nenhum deputado de Roraima retirou a assinatura.
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados de Santa Catarina que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Daniela Reinehr, PL - Caroline de Toni, PL - Daniel Freitas, PL - Julia Zanatta, PL - Zé Trovão, PL - Ismael, PL - Ricardo Guidi, PL - Cobalchini, MDB - Pezenti, MDB - Carlos Chiodini, MDB - Jorge Goetten, REPUBLICANOS - Geovania de Sá, REPUBLICANOS - Fabio Schiochet, UNIÃO BRASIL - Gilson Marques, NOVO Nenhum deputado de Santa Catarina retirou a assinatura.
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados do Distrito Federal que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Alberto Fraga, PL - Bia Kicis, PL Nenhum deputado do Distrito Federal retirou a assinatura.
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados do Paraná que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Tião Medeiros, PP - Toninho Wandscheer, PP - Padovani, PP - Dilceu Sperafico, PP - Luisa Canziani, UNIÃO BRASIL - Geraldo Mendes, UNIÃO BRASIL - Paulo Litro, UNIÃO BRASIL - Vermelho, PL - Sargento Fahur, PL - Luiz Carlos Hauly, PODEMOS - Felipe Francischini, PODEMOS - Luiz Nishimori, PSD - Beto Richa, PSDB - Pedro Lupion, REPUBLICANOS - Sergio Souza, MDB Nenhum deputado do Paraná retirou a assinatura.
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados do Tocantins que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Alexandre Guimarães, MDB - Eli Borges, REPUBLICANOS - Antonio Andrade, PSDB - Filipe Martins, PL Nenhum deputado do Tocantins retirou a assinatura.
Erika Santos Silva
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🚨 Os deputados do Mato Grosso que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Rodrigo da Zaeli, PL - José Medeiros, PL - Coronel Fernanda, PL - Nelson Barbudo, PODEMOS - Juarez Costa, REPUBLICANOS - Fabio Garcia, UNIÃO BRASIL Nenhum deputado do Mato Grosso retirou a assinatura.
Erika Santos Silva
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🚨 O deputado da Paraíba que ainda está apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais é 👇🏽 - Cabo Gilberto Silva, PL
Erika Santos Silva
Deputado(a) Federal · PSOL · SP · Perfil Prysmo ↗
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🚨 Os deputados de Pernambuco que ainda estão apoiando a proposta pra impedir o fim da escala 6x1 por 10 anos e criar jornadas de trabalho de 52 horas semanais são 👇🏽 - Pastor Eurico, PSDB - Clarissa Tércio, PP - Coronel Meira, PL - Fernando Coelho Filho, UNIÃO BRASIL - Augusto Coutinho, REPUBLICANOS Nenhum deputado de Pernambuco retirou a assinatura.
Felipe de Oliveira Santana
Vereador(a) · PSD · Salvador · BA · Perfil Prysmo ↗
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Chega de trabalhador viver para trabalhar. A luta pelo fim da escala 6x1 é sobre dignidade, qualidade de vida e respeito com quem move esse país todos os dias. Bati um papo importante com o deputado federal Léo Prates, relator do projeto pelo fim da escala 6x1. No dia 28, estaremos juntos nessa mobilização popular em Brasília para acompanhar essa votação histórica. Como vereador de Salvador e pré-candidato a deputado estadual, sigo firme na defesa dos direitos dos trabalhadores e de uma Bahia mais justa para o nosso povo. #FimDaEscala6x1 #DireitosDosTrabalhadores #FelipeSantana #LéoPrates #Bahia
Francisco Rodrigues de Alencar Filho
Deputado(a) Federal · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
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Semana decisiva para a votação do fim da escala 6x1! O Centrão e a extrema direita querem parcelar o fim da escala em DEZ anos! Não passarão! Neste segunda, no Rio, vamos dar o recado nas ruas! https://t.co/KdcFwWs1nZ
Fábio Felix Silveira
Deputado(a) Estadual · PSOL · DF · Perfil Prysmo ↗
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Queremos j redução da jornada de 40h já,sem transicão e sem reducão salarial. Vamos juntos arrancar essa vitória! ✊🏾 Ato pelo Fim da Escala 6x1 AMANHÃ às 14h No Museu Nacional - Brasília https://t.co/P0g8CiAwAn
Fábio Felix Silveira
Deputado(a) Estadual · PSOL · DF · Perfil Prysmo ↗
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Pro Brasil dar certo, o caminho é fazer o oposto do que defende o dono da Riachuelo. Apoiou o genocida no auge da pandemia 🚫 É contra taxar grandes fortunas 🚫 É contra o fim da escala 6x1 🚫 Se depender da elite brasileira, trabalhador tem que viver sendo explorado pros bilionários continuarem enriquecendo.
Fábio Felix Silveira
Deputado(a) Estadual · PSOL · DF · Perfil Prysmo ↗
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Esta é uma semana decisiva na luta pelo fim da escala 6x1 https://t.co/kgIwHkk3QD
Glauber de Medeiros Braga
Deputado(a) Federal · PSOL · RJ · Perfil Prysmo ↗
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ESCALA 6x1: É HORA DE AMPLIAR A MOBILIZAÇÃO O debate sobre o fim da escala 6x1 cresce no Brasil porque milhões de trabalhadoras e trabalhadores já não suportam uma rotina marcada por exaustão, baixos salários e falta de tempo para viver. Cerca de 14,8 milhões de brasileiros trabalham nesse regime, praticamente um em cada três trabalhadores formais do país, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). A realidade é ainda mais dura em setores como comércio, alimentação, hotelaria e transporte, onde jornadas extensas se tornaram regra. Quem vive a escala 6x1 sabe o que ela significa na prática: menos tempo para descansar, estudar, conviver com a família e cuidar da própria saúde. Estudos da Organização Internacional do Trabalho, da Organização Mundial da Saúde e da Fundacentro mostram que jornadas excessivas aumentam os riscos de acidentes, adoecimento mental, doenças cardiovasculares e esgotamento físico. Em um país onde milhões ainda passam horas no transporte público, manter essa escala significa aprofundar o desgaste da classe trabalhadora. A proposta que prevê o fim da escala 6x1 segue em debate na Câmara dos Deputados e a pressão popular será decisiva para sua aprovação. Reduzir a jornada sem reduzir salários é garantir dignidade, saúde e qualidade de vida. Fim da escala 6x1 já. Sem transição e sem redução salarial.
Guilherme Castro Boulos
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Quem é contra 6x1 tem um lado. E não é o do trabalhador. https://t.co/jPmIJNJNkW
Guilherme Castro Boulos
Ministro(a) · PSOL · Perfil Prysmo ↗
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📰 Notícia
Durante audiência conjunta da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social e da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizada nesta quinta-feira (21), em Belo Horizonte (MG), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho reafirmou a defesa da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial, e do fim imediato da escala 6x1. Ao destacar a mobilização popular em torno do tema, o ministro ressaltou o protagonismo das mulheres e da juventude no debate. "Quero cumprimentar especialmente as mulheres e a juventude que, com seu grito, colocaram a redução em pauta: nós queremos acabar com a escala 6x1 imediatamente", afirmou. O ministro destacou o clamor da sociedade, especialmente das mulheres e da juventude, pela redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários e reafirmou o apoio do Governo do Brasil à proposta. Segundo ele, o Projeto de Lei n 1.838/26, encaminhado ao Congresso Nacional, prevê a redução imediata da jornada para 40 horas semanais, com duas folgas por semana, sem impacto nos salários dos trabalhadores. "Tenho certeza de que o Congresso vai ouvir o clamor popular e aprovar a mudança", afirmou Luiz Marinho aos trabalhadores e representantes de entidades presentes à audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, também participou da audiência e defendeu que a redução da jornada de trabalho pode contribuir para o aumento da produtividade e da qualidade de vida dos trabalhadores. Ao relembrar debates anteriores sobre direitos trabalhistas, destacou que previsões negativas não se concretizaram. "Em 1988, quando a jornada foi reduzida para 44 horas, diziam que o Brasil ia quebrar. Quando aumentou o salário mínimo, disseram que ia quebrar, mas nada disso aconteceu. O que aumenta a produtividade é dar tempo ao trabalhador para cursos de qualificação; é baixar os juros", afirmou. O presidente da Comissão Especial, Alencar Santana (PT-SP), anunciou que o relatório final do relator, deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), será lido nesta segunda-feira (25) e, em seguida, encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados. Segundo Alencar Santana, o cenário atual é favorável à aprovação da proposta. "O momento político mudou, agora temos condições de aprovar", afirmou. Produtividade Luiz Marinho destacou ainda que a adoção da escala 5x2 pode resultar em ganhos de produtividade e melhores condições de trabalho. Ao responder às críticas de setores que defendem desonerações para compensar a redução da jornada, o ministro afirmou que os próprios efeitos positivos da medida tendem a equilibrar os custos para as empresas, com a diminuição do absenteísmo, dos acidentes e dos afastamentos por doenças relacionadas ao trabalho. "Muitas empresas estão com dificuldade de preencher vagas quando informam que a escala é 6x1. Aquelas que resolveram antecipar a redução, implantando a escala 5x2, tiveram como resultado a redução das faltas no trabalho, viram a produtividade aumentar, assim como a qualidade do serviço." Segundo o ministro, a adoção da jornada 5x2 já é realidade na maior parte das empresas: atualmente, 66,8% operam nesse modelo, enquanto 33,2% ainda mantêm a escala 6x1. Para Luiz Marinho, o movimento acompanha uma tendência internacional de redução da jornada de trabalho, já implementada em diversos países. Ao defender celeridade na tramitação da proposta, o ministro fez referência ao esforço concentrado da comissão para garantir a votação da matéria ainda neste mês. "Pedi aos membros dessa comissão para trabalharmos este mês de maio numa escala de sete por zero, numa jornada de 24 por zero. Nós vamos votar essa matéria neste mês, em homenagem às trabalhadoras e aos trabalhadores brasileiros", finalizou.
Humberto Sérgio Costa Lima
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Pelo fim da escala 6x1 ✊ Não tem quem pare o trabalhador que, mesmo com uma escala injusta e jornada de trabalho abusiva, sai às ruas para denunciar a situação e condenar a tentativa arbitrária da extrema direita de manobrar e atrasar a aprovação da matéria. O povo quer viver! https://t.co/oxJlCveh6X
Jorge Jose Santos Pereira Solla
Deputado(a) Federal · PT · BA · Perfil Prysmo ↗
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SALVADOR PELO FIM DA 6x1! Hoje, em Salvador, do Morro do Cristo ao Farol da Barra, as ruas se encheram de coragem e esperança. Nosso mandato caminhou lado a lado com o povo trabalhador para gritar bem alto que o fim da escala 6x1 é urgente! A classe trabalhadora está mobilizada! https://t.co/4P7ullCMLk
José Nobre Guimarães
Ministro(a) · PT · Perfil Prysmo ↗
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Histórico! ✊🇧🇷 A luta dos trabalhadores brasileiros pelo fim da escala 6x1 virou proposta legislativa e agora será votada no Congresso Nacional. Um passo importante para garantir mais qualidade de vida, dignidade e tempo de descanso para milhões de brasileiros. https://t.co/cU9w5Yu7AA
José Nobre Guimarães
Ministro(a) · PT · Perfil Prysmo ↗
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Trabalhar para viver, e não viver para trabalhar. O fim da escala 6x1 é uma questão de dignidade, saúde e qualidade de vida para milhões de brasileiros que passam mais tempo no trabalho e no transporte do que com a própria família. Defender uma jornada mais justa é defender descanso, convivência, saúde mental e mais humanidade para quem move o Brasil todos os dias.
José Nobre Guimarães
Ministro(a) · PT · Perfil Prysmo ↗
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O Brasil precisa avançar para uma jornada mais justa, com mais tempo para a família, para o descanso, para estudar e viver com dignidade. Defender o fim da escala 6x1 é defender qualidade de vida, saúde mental e valorização dos trabalhadores e trabalhadoras do nosso país. É possível crescer economicamente sem sacrificar quem move o Brasil todos os dias. Trabalho digno também é ter tempo para viver.
José Nobre Guimarães
Ministro(a) · PT · Perfil Prysmo ↗
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E vamos juntos acabar com a escala 6x1.
José Nobre Guimarães
Ministro(a) · PT · Perfil Prysmo ↗
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Juntos pelo fim da escala 6x1. Essa semana vamos aprovar o fim dessa escala sem redução de salário https://t.co/YdUULLnuFm
José Nobre Guimarães
Ministro(a) · PT · Perfil Prysmo ↗
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Quem conhece a rotina das grandes cidades sabe da força do trabalhador brasileiro. Todos os dias, ainda de madrugada, milhões de pessoas já estão de pé, enfrentando longos trajetos e ônibus lotados para chegar ao trabalho. É gente que acorda cedo, batalha muito e move o Brasil com dedicação e esforço. Essa é a realidade de muitos trabalhadores e trabalhadoras que ainda vivem a escala 6x1. Garantir dois dias de descanso e uma jornada de 40 horas semanais é assegurar mais qualidade de vida, mais tempo com a família, mais saúde, lazer, esporte, fé e bem-estar. Defender o fim da escala 6x1 é defender quem trabalha duro todos os dias para construir um Brasil mais justo e humano para todos.
José Ricardo Wendling
Vereador(a) · PT · Manaus · AM · Perfil Prysmo ↗
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Segundo Zé Ricardo, estudos e experiências já mostram impactos favoráveis na produtividade e na saúde dos trabalhadores.

Manaus (AM) - O ex-deputado e atual vereador da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Zé Ricardo (PT), defendeu a redução da jornada de trabalho e criticou parlamentares que, segundo ele, tentam impedir o avanço da proposta que debate o fim da escala 6×1 no país. Durante discurso sobre a tramitação da PEC no Congresso Nacional, ele afirmou que experiências nacionais e internacionais apontam resultados positivos com jornadas menores.

Segundo Zé Ricardo, estudos e experiências já mostram impactos favoráveis na produtividade e na saúde dos trabalhadores.

"Eu já vi testemunhos de empresários no Brasil, afora, com várias experiências já, colocando isso, já trazendo esse aspecto positivo da redução da jornada de trabalho. Então nós temos que até pegar essas experiências, como é que a coisa está funcionando. O certo é que nós não podemos perder a oportunidade do momento político, do momento histórico do nosso país", declarou.

Ele reconheceu que existe preocupação por parte do setor empresarial, mas afirmou que o debate não pode ser pautado pelo temor de prejuízos econômicos.

"Eu acho que sempre há uma preocupação econômica. E a preocupação do setor empresarial, eu acho que sempre é justificável. Mas a experiência de outros países, os estudos mostrando a questão do retorno pela produtividade, da questão da saúde dos trabalhadores", afirmou.

Zé Ricardo também criticou discursos contrários à proposta e afirmou que direitos trabalhistas historicamente enfrentaram resistência antes de serem consolidados.

"Eu acho que tem que afastar, primeiro, aquela ideia de que vai quebrar a economia, que ainda tem parlamentares e gente da extrema direita tentando sabotar esse projeto tão importante para os trabalhadores e trabalhadoras do nosso país", disse.

Na avaliação dele, argumentos semelhantes já foram utilizados em outros momentos da história trabalhista brasileira.

"Todo mundo sempre lembra que todos os direitos trabalhistas que estão na legislação e na Constituição, cada um deles, sempre o discurso foi o mesmo. 'Olha, não vai dar certo, não vai ter viabilidade, as empresas vão fechar, vão quebrar'. E, portanto, é um prejuízo para todo o país. E o resultado está aí, incorporado nos custos, incorporado na dinâmica da economia", declarou.

O ex-deputado também rejeitou a ideia de compensação financeira relacionada à mudança na jornada de trabalho. Segundo ele, a reorganização deve ocorrer a partir da nova realidade produtiva.

"Se nós estamos falando daqui para frente, é daqui para frente. Não é para trás. É daqui para frente que nós temos que reorganizar até a questão da produção", afirmou.

Durante o discurso, Zé Ricardo destacou que há esforço político para acelerar a aprovação da proposta. Ele também defendeu a mobilização popular em apoio à PEC.

"Há um esforço e há uma vontade política para ser aprovado a curto prazo. [...] A pressão da sociedade, dos segmentos organizados, do setor público, que já pratica uma jornada menor e uma jornada, vamos dizer, justa, tudo isso reforça essa luta e essa possibilidade efetiva de ser aprovada", disse.

O ex-deputado ainda criticou parlamentares do Amazonas que, segundo ele, tentam adiar a discussão da proposta.

"Agora, nós não podemos aceitar deputados do Amazonas, que tiveram voto dos trabalhadores e trabalhadoras, que querem voto de novo agora, esse ano, e eles querem postergar isso ou impedir. Acho que tem que ser denunciado, porque é a vida das pessoas que está em jogo", afirmou.

Zé Ricardo também citou parlamentares envolvidos na discussão da proposta no Congresso e destacou o papel da comissão especial que acompanha o tema. Segundo ele, a PEC original foi apresentada em 2019 pelo deputado Reginaldo Lopes e recebeu posteriormente uma proposta apresentada por Erika Hilton.

Ao final, ele defendeu a continuidade da mobilização popular pela aprovação da medida.

"Temos aí a perspectiva de termos essa grande vitória. Mas temos que estar fazendo a pressão até o último minuto", concluiu.
João Carlos Bacelar Batista
Deputado(a) Federal · PV · BA · Perfil Prysmo ↗
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@and_ssantos Estão confundindo perfis e parlamentares. Sou favorável ao fim da escala 6x1 e nunca votei contra os trabalhadores. Defendo dignidade, descanso e melhores condições de trabalho. Informação séria exige responsabilidade.
João Paulo Lima E Silva
Deputado(a) Estadual · PT · PE · Perfil Prysmo ↗
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A FORÇA DO POVO! ✊🏾 Após a pressão popular os deputados que haviam apresentado emenda para barrar o fim imediato da escala 6x1 recuaram. O bolsonarismo e o centrão foram desmascarados. São inimigos dos trabalhadores. Vamos seguir firmes na luta contra essa escala desumana! https://t.co/3pKioighAm
Juliana dos Anjos de Souza
Vereador(a) · PT · Porto Alegre · RS · Perfil Prysmo ↗
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PELO FIM DA ESCALA 6X1! POR VIDA ALÉM DO TRABALHO! 💪🏽 O povo trabalhador sabe: a escala desumana pode acabar se a gente se mobilizar. Hoje estamos nas ruas provando isso, com força, com garra e unidas pelo mesmo sonho: ter tempo pra viver, pra estar com a família, pra ser mais do que força de trabalho. E a luta não fica só na rua. Na quinta-feira, essa pauta chega à votação lá em Brasília e o resultado depende da pressão que a gente faz agora.
Karina da Silva Santos
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A luta dos trabalhadores virou poesia. Arte que encanta e promove reflexão. De que lado o Congresso está? Do lado de quem acorda cedo, pega ônibus lotado e move este país todos os dias? Ou do lado de quem tenta atrasar, enfraquecer e impedir o fim da escala 6x1? Não falta apoio popular. Não faltam argumentos. O que falta é coragem para enfrentar os interesses de quem lucra às custas do cansaço e da exaustão de milhões de brasileiros. #escala6x1 #reduçãodajornada #congresso #justiçasocial #pelofimdaescala6x1 #poesia #arte #viral
Laura Soares Sito Silveira
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Nas ruas hoje pela luta do fim da escala 6x1. Sem transição de 10 anos, sem corte no FGTS e sem “bolsa patrão”, como defendem deputados da direita. Trabalhar é necessário. Viver também. O fim da escala 6x1 é uma questão de dignidade, saúde mental, convivência e justiça social! https://t.co/WS1drIqV0F
Leonardo Silva Prates
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que vai se reunir na segunda-feira com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para tentar fechar os pontos ainda em aberto no texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6x1. A declaração foi feita em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil.

Na reunião, cuja divulgação foi antecipada pelo Estadão, o principal ponto de discussão deve ser o estabelecimento de um período de transição para a vigência da mudança - e, nessa hipótese, como poderá ser escalonado.

Lula disse que quer redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, sem corte de salários e sem transição. "Obviamente, não temos força para aprovar tudo que a gente quer; então, temos de negociar", afirmou ele. Sobre as resistências à proposta, o presidente respondeu que elas vêm de uma "mentalidade retrógrada de gente que parece moderninho na TV".

Pessoas a par das negociações indicam que o resultado da reunião deve ser repassado ao relator da PEC, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), que já tem a base de seu parecer pronta, faltando apenas definir a questão da transição.

Com isso, o relatório final poderia ser lido, na própria segunda-feira, na comissão especial criada na Câmara para analisar o tema. A expectativa é de que o relatório seja votado tanto na comissão quanto no plenário da Casa até a próxima quinta-feira.

O texto da PEC deve ser enxuto e tratar, basicamente, da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição de salário e com dois dias de folga. Essa é uma das principais bandeiras do presidente Lula, que concorre à reeleição. Motta também já afirmou que a proposta deve passar no Congresso.

De outro lado, há forte oposição de entidades empresariais, que veem como efeito o aumento de custos e o risco de uma onda de demissões. Elas pressionam para incluir no texto compensações, como eventual redução de impostos e, principalmente, um prazo para o início da nova jornada.

Em seminário realizado na quinta-feira passada, em Belo Horizonte, Prates negou qualquer discussão sobre uma transição para os dois dias de folga. "Esse é compromisso do governo, é compromisso do presidente Hugo Motta. A ideia é que os dois dias de folga entrem em vigor já em 2026; então, não há transição para os dois dias de folga, nunca houve essa discussão, inclusive entre nós", disse.

Já sobre a transição para a jornada de 40 horas semanais, há um entendimento entre parlamentares de que o ideal seria ter um período de até 3 anos para a redução completa. Uma proposta seria a aplicação de uma hora de redução após a promulgação da PEC, deixando duas horas para o próximo ano e, a última, para o seguinte.
Leonardo Silva Prates
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O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM), integrante da comissão especial da PEC do fim da jornada 6×1, declarou voto favorável à proposta durante o Seminário Câmara Pelo Brasil, realizado na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), em Manaus.

Ao lado do relator da proposta, Léo Prates (Republicanos-BA), o parlamentar afirmou que pretende contribuir com o debate sem desconsiderar os impactos econômicos para pequenos e médios empresários.

"Queremos contribuir com esse debate não só com a nossa votação favorável à proposta, mas também temos de ter responsabilidade com o médio e o pequeno empreendedor, principalmente do comércio, para que ele não quebre o seu negócio, num país já extremamente desigual", afirmou.

Durante o seminário, Sidney Leite afirmou que a proposta pode fortalecer as relações de emprego e ampliar a participação das entidades sindicais nos acordos coletivos.

"O desafio está posto pelo parlamento. Avançar na educação pública para o trabalho e começar a grande revolução tecnológica, não só para melhorar salários, mas para ampliar a participação num debate tão importante para o povo brasileiro", disse o deputado.

Além disso, o parlamentar destacou que a discussão sobre a redução da jornada de trabalho precisa considerar produtividade e desenvolvimento econômico.

Durante o evento, o relator da proposta, Léo Prates, rejeitou incluir no parecer uma regra de transição de dez anos para a implementação da nova jornada de trabalho. A medida vinha sendo defendida por representantes do setor econômico e integrantes da oposição.

"Eu garanto: eu não botarei minha assinatura em uma transição de dez anos. [...] Eu não entrarei nessa barca de dez anos. Eu prefiro renunciar a essa relatoria do que assinar dez anos", declarou Prates no último seminário estadual sobre a proposta, realizado em Manaus.

Enquanto aguarda os ajustes finais para a apresentação do relatório, o deputado terá o fim de semana para tentar resolver divergências entre governo e oposição, principalmente em relação ao tempo de transição da medida.
Leonardo Silva Prates
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Relator da proposta sobre a redução da jornada de trabalho rejeitou incluir em seu parecer uma regra de 10 anos de transição

O relator da proposta sobre o fim da jornada 6x1, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), rejeitou nesta sexta-feira (22) incluir em seu parecer uma regra de transição de dez anos. O período é defendido por representares do setor econômico e integrantes da oposição.

"Eu garanto: eu não botarei minha assinatura em uma transição de dez anos. [...] Eu não entrarei nessa barca de dez anos. Eu prefiro renunciar a essa relatoria do que assinar dez anos", disse Prates, no último seminário estadual de debate sobre a proposta, realizado em Manaus (AM).

O parecer de Prates deve ser apresentado na segunda-feira (25). A divulgação do relatório estava prevista para esta semana, mas foi adiada após a falta de acordo sobre uma regra de transição das atuais 44 horas semanais para 40 horas, sem redução salarial.

Empresários e parlamentares ligados ao setor produtivo defendem um regra alongada. O governo prefere a redução imediata, mas admite negociar para uma transição de dois anos.

A transição de dez anos consta nas duas emendas sugeridas à PEC. Uma das emendas, no entanto, foi retirada após recuo de partidos do centrão pelas repercussões negativas. Atualmente, o relator negocia uma transição entre dois e cinco anos.

Como a CNN mostrou, o tema deve ser alinhado em reunião entre o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apesar de o governo resistir à transição, há uma negociação prevista para um período de dois anos para a implementação da nova jornada de trabalho.

A expectativa do relator é votar o texto na próxima semana na comissão especial e no plenário. Ele afirma, no entanto, que o cenário não é "aprazível" e destaca a necessidade de 308 votos para a aprovação no plenário, em dois turnos.
Leonardo Silva Prates
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A análise da proposta que acaba com a jornada 6x1 - seis dias de trabalhos e um de folga - esbarrou no impasse sobre uma regra de transição. Sem consenso, a apresentação do parecer do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) foi adiada na última semana.

A nova data prevista é nesta segunda-feira (25). O relator trabalha para chegar a um entendimento com o governo, a cúpula da Câmara dos Deputados e a oposição sobre a regra para redução das atuais 44 horas semanais para 40 horas, sem reduções salariais.

Como a CNN mostrou, o tema deve ser alinhado em reunião entre o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na segunda-feira (25). Apesar de o governo resistir à transição, negocia uma possível transição de dois anos.

Em paralelo, a oposição também defende um novo regime de trabalho com remuneração baseada na hora trabalhada com o argumento de dar mais autonomia ao empregado e a flexibilização da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Parlamentares opositores já se antecipam em articulações no Senado em busca de apoio. A ideia, no entanto, tem poucas chances de prosperar. O relator da PEC mira um texto mais enxuto e objetivo para propor um regramento geral, e rejeita contrapor garantias já previstas na CLT.

Apesar da pressão de integrantes da oposição, o foco do debate se mantém sobre a regra de transição. O Executivo tem adotado postura contrária a uma transição e mira, idealmente, a mudança de forma imediata. Aliados do governo, no entanto, admitem negociações para uma regra com implementação curta, como de dois anos.

A oposição mira uma escalonamento maior com possível redução gradativa de uma hora por ano, com prazo de quatro anos para chegar às 40 horas.

Setores produtivos e parlamentares ligados ao empresariado defendem uma transição longa de dez anos. Essa sugestão consta nas duas emendas apresentadas à proposta, mas uma delas foi, inclusive, retirada após recuo de partidos do centrão ante repercussões negativas.

Um período de dez anos, no entanto, é descartado pelo relator. Ele negocia um entendimento por uma transição entre dois e cinco anos. A definição depende de acordo entre o governo e Hugo Motta, que participa e tem conduzido negociações sobre o texto.

"Eu não entrarei nessa barca de dez anos. Eu prefiro renunciar a essa relatoria do que assinar dez anos", disse Leo Prates no último seminário estadual de debate sobre a PEC, realizado em Manaus (AM) na sexta-feira (22).

Entre outros pontos, o relator defende que a proposta garanta dois dias de descanso ao trabalhador, no formato de jornada 5x2. Segundo ele, a ideia é que os dois dias de folga entrem em vigor já em 2026. Esses dias, no entanto, não devem ser necessariamente consecutivos, como inicialmente defenderam aliados do governo.

Regras mais específicas devem ser tratadas por meio de um projeto de lei, que foi enviado pelo governo. O texto deverá trazer as nuances infraconstitucionais e previsões direcionadas a setores com jornadas diferenciadas, como o setor aéreo, de saúde e de pessoas que trabalham embarcadas.

A pauta do fim da jornada 6x1 é considerada um ativo eleitoral pelo governo. O texto, no entanto, é criticado por representantes dos setores econômicos, que argumentam um possível aumento de custos para o setor de produção e serviços.

Por isso, empresários reivindicam incentivos. A equipe econômica do governo é contra um texto que preveja formas de compensação e estima que os ganhos de produtividade devem garantir que a mudança seja sustentável.
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
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Lula voltou a defender o fim da escala 6x1 e disse o que milhões de trabalhadores sentem na pele todos os dias: ninguém vive de verdade trabalhando sem descanso. No Sem Censura, Lula lembrou que a redução da jornada não prejudica a economia. Pelo contrário: melhora a qualidade de vida, fortalece as famílias e acompanha os avanços tecnológicos que aumentaram os lucros das empresas nas últimas décadas. “O trabalhador mais descansado vive melhor, produz melhor e tem mais tempo pra família”, afirmou o presidente. Enquanto parte do empresariado insiste no discurso do medo, Lula defende dignidade, tempo livre e mais humanidade para quem move o Brasil todos os dias.
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE · Perfil Prysmo ↗
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Um outro exemplo incrível que já adotou o fim da escala 6x1 é a loja que todo militante ama: a Golpe Store. Comemoração em dobro, pois hoje a Golpe comemora 8 anos de muita resistência. Parabéns à nossa querida Nara e a toda a equipe pelo lindo trabalho de luta, que se traduz na arte autoral de cada estampa, de cada produto de vocês. Amooooo!
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE · Perfil Prysmo ↗
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Vocês viram mais esse absurdo de Clarissa Tércio? Mais uma vez, Clarissa Tércio está contra a classe trabalhadora. Agora quer adiar em 10 anos o fim da escala 6x1. Não dá mais pra aceitar isso. A sociedade já debateu esse tema e sabe que a escala 6x1 é desumana. Quem trabalha merece ter direito a descanso, convivência com a família e qualidade de vida. E vamos combinar uma coisa: está na hora de mudar esse Congresso. Não dá mais pra aguentar parlamentares inimigos do povo, inimigos dos trabalhadores e inimigos dos direitos sociais. O fim da escala 6x1 tem que acontecer agora.
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE · Perfil Prysmo ↗
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A escala 6x1 é desumana. E agora a extrema-direita e o Centrão querem adiar o fim dela por mais 10 anos. Pra quem trabalha seis dias por semana, pega ônibus lotado e mal tem tempo pra viver, esperar mais uma década não é opção. O fim da escala 6x1 tem que acontecer agora.
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE · Perfil Prysmo ↗
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É HOJE! ✊ Hoje o povo vai às ruas pelo fim da escala 6x1. Trabalhador não nasceu só pra sobreviver. Merece descanso, lazer, tempo com a família e dignidade. Nos encontramos às 14h, na Rua da Aurora, em frente à ALEPE. Pelo fim da escala 6x1!
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE · Perfil Prysmo ↗
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Um ato em defesa da redução da jornada de trabalho e contra a escala 6×1 foi realizado na tarde deste domingo (24), no centro do Recife. A mobilização teve concentração na Rua da Aurora, de onde os participantes seguiram em caminhada até o Marco Zero, no Bairro do Recife.

A manifestação reuniu trabalhadores, estudantes, sindicatos e movimentos sociais que defendem mudanças na atual jornada prevista pela legislação trabalhista brasileira. Atualmente, a carga horária máxima permitida é de 44 horas semanais, geralmente distribuídas em até seis dias de trabalho com um dia de descanso.

O protesto ocorre às vésperas da análise, na Câmara dos Deputados, de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da jornada semanal de trabalho. A Comissão Especial responsável pelo tema deve votar, na segunda-feira (25), um relatório sobre a proposta, etapa anterior à votação no plenário.

Entre os pontos discutidos está a possibilidade de redução da carga horária semanal para 36 horas, além de mudanças no modelo de divisão dos dias trabalhados e de descanso. As propostas em debate também preveem mecanismos de negociação coletiva entre trabalhadores e empregadores.

O ato no Recife foi organizado por entidades sindicais, movimentos populares e organizações da sociedade civil. A pauta ganhou maior repercussão nacional nos últimos meses após campanhas nas redes sociais impulsionarem discussões sobre condições de trabalho, descanso semanal e qualidade de vida dos trabalhadores.

"A luta pela redução da jornada de trabalho é uma luta histórica dos trabalhadores. Em alguns países da Europa, por exemplo, já houve diminuição da carga horária semanal. O fim da escala 6x1 significa a redução da carga horária semanal de trabalho. Nós temos que trabalhar, gostamos de trabalhar, mas também precisamos de tempo para cuidar das nossas famílias, da nossa saúde e para nos dedicar a atividades de lazer e recreação", defende o secretário-geral da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), o professor Zé Luís Simões.

Também presente no ato, a vereadora do Recife, Liana Cirne (PT), afirmou que a escala 6x1 é ainda mais pesada para as mulheres. "Nós não podemos esperar mais. O fim da escala 6x1 é uma urgência para a classe trabalhadora brasileira. Para as mulheres, isso é ainda mais cruel, porque nesse dia que supostamente seria de descanso, muitas precisam arrumar a casa, preparar a comida da semana, lavar roupa. Ou seja, acabam não descansando em nenhum dia", defendeu.

Os acidentes de trabalho também foram citados no evento, como argumento para mostrar a necessidade do fim da escala 6x1.

"Hoje, os acidentes provocados pelas altas jornadas de trabalho, inclusive acidentes fatais, com mortes, são muito frequentes em várias categorias. Por isso, é fundamental reduzir a jornada de trabalho para gerar emprego, melhorar a qualidade de vida e, inclusive, aumentar a produtividade. Não dá para discutir aumento de produtividade sem equilibrar uma série de questões, e uma delas é justamente a revisão da jornada de trabalho, sem redução salarial", observa o presidente da Central Única de Trabalhadores de Pernambuco (CUT), Paulo Rocha.

Dados do mercado de trabalho apontam que 15 milhões de brasileiros hoje atualmente em escalas de seis dias consecutivos de trabalho para um dia de folga, especialmente em setores como comércio e serviços.

Redução da jornada

A proposta em discussão prevê mudanças na jornada de trabalho no Brasil. Atualmente, a principal proposta em análise é a PEC 221/2019, que tramita na Câmara dos Deputados. O texto original prevê a redução gradual da jornada semanal para 36 horas ao longo de dez anos. A comissão especial criada para discutir o tema marcou para esta segunda-feira a votação do parecer do relator, deputado Leo Prates.

Nos bastidores, porém, o texto vem sofrendo ajustes e negociações. Uma das atualizações mais recentes é a possibilidade de adoção de dois dias de descanso semanal já a partir de 2026, sem período de transição. Segundo o relator, a discussão agora gira mais em torno do prazo para redução da carga horária total do que sobre o fim da escala 6×1 em si.

Outra mudança que passou a ser debatida é a redução da jornada para 40 horas semanais, mantendo dois dias de folga e sem redução salarial. O tema vem sendo discutido entre parlamentares, representantes do governo, empresários e centrais sindicais.

Ao mesmo tempo, existem emendas apresentadas por deputados que tentam alterar pontos centrais da proposta. Algumas sugerem ampliar o prazo de transição ou flexibilizar regras para determinados setores considerados essenciais.

Os defensores da mudança argumentam que jornadas mais curtas podem melhorar a qualidade de vida, a saúde mental e o equilíbrio entre trabalho e descanso. Já setores empresariais demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos e aumento de custos para empresas.

Nos últimos meses, a Câmara realizou audiências públicas e seminários em diferentes estados para discutir os efeitos da proposta no mercado de trabalho e na economia.

Caso seja aprovada na comissão especial, a PEC ainda precisará passar por votação em dois turnos no plenário da Câmara e, depois, seguir para análise do Senado. Como se trata de uma Proposta de Emenda à Constituição, o texto precisa de ampla maioria para ser aprovado.
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE · Perfil Prysmo ↗
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No meio do povo, como sempre tem que ser! ✊🏽❤️ Hoje foi dia de ocupar as ruas em defesa do fim da escala 6x1, dialogando, abraçando e fortalecendo essa luta tão importante para os trabalhadores e trabalhadoras do nosso país. Quem trabalha merece viver, descansar e ter tempo de qualidade com a família. Seguimos firmes nessa mobilização!
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE · Perfil Prysmo ↗
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Encontrando tanta gente querida no ato pelo fim da escala 6x1 e reforçando uma certeza: o povo trabalhador não aguenta mais uma jornada desumana. O fim da escala 6x1 precisa acontecer agora!
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE · Perfil Prysmo ↗
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Uma emenda liderada por Sérgio Turra (PP-RS), com apoio de parlamentares do Centrão e da direita, propõe cortar pela metade a contribuição ao FGTS e ainda abre caminho para jornadas de até 52 horas semanais.
Luciana Barbosa de Oliveira Santos
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Em entrevista ao Sem Censura, da TV Brasil, o presidente Lula defendeu o debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de 44h para 40h semanais, sem redução salarial. Não existe país moderno com trabalhador exausto. Inovação também é melhorar a vida de quem trabalha. https://t.co/q9dFbz8siq
Luciane Maria Carminatti
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Os trabalhadores e trabalhadoras de Santa Catarina estão unidos em uma só voz para dizer que a escala 6x1 precisa acabar! Chega de normalizar o trabalho até a exaustão, tendo que abrir mão da família, do descanso e do direito de viver. Na audiência pública da Alesc com a presença do deputado federal Leo Prates, relator da proposta na Câmara, o recado foi um só: quem move SC e o Brasil todos os dias quer uma jornada mais humana e digna!
Luiz Inácio Lula da Silva
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Em entrevista ao Sem Censura, o presidente afirmou que a redução da jornada deve ir de 44 para 40 horas sem transição e sem corte salarial.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta sexta-feira (22), em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, a aprovação da proposta que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e acaba com a escala 6×1, na qual o empregado trabalha seis dias para ter um de descanso.

Lula criticou a ideia de uma transição gradual para a mudança e disse que a redução deve ocorrer "de uma vez", sem diminuição de salário. Ele afirmou ainda que, embora o governo negocie para tentar avançar com a proposta, o texto precisa ser votado e quem for contra deve se posicionar.

"Nós defendemos que a redução seja de uma vez, de 44 horas para 40. E fim de papo, sem reduzir salário. Obviamente, não temos força para aprovar tudo o que a gente quer. Então, temos que negociar", disse o presidente.

Segundo Lula, haverá uma reunião no início da semana com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para analisar o cenário de votação. A comissão especial que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC) na Câmara adiou para a próxima segunda-feira (25) a apresentação do parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA). A votação no colegiado está prevista para quarta-feira (27), com análise no plenário até o fim da semana.

A proposta também estabelece, no máximo, a escala 5×2, com pelo menos dois dias de descanso semanal remunerado. Na entrevista, Lula disse que a medida pode trazer benefícios para a saúde e para a educação, e afirmou que a mudança não deve representar prejuízo à economia.

O presidente também abordou outros temas, como o controle de preços dos combustíveis, a votação da PEC da Segurança Pública no Senado e o projeto de lei que permite o envio de mensagem em massa durante as eleições, que ele prometeu vetar.
Luiz Inácio Lula da Silva
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Presidente busca acordo sobre proposta que reduz jornada semanal de trabalho sem corte de salários

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), anunciou que se reunirá na próxima segunda-feira, 25, com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para tratar do fim da escala 6x1 no regime de trabalho.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do tema está prevista para ser analisada pela Câmara dos Deputados na próxima semana.

A declaração foi dada nesta sexta-feira, 22, durante entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil.

Lula defendeu a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial e sem período de transição. "Obviamente não temos força para aprovar tudo que a gente quer, então temos que negociar", afirmou.

Sobre as resistências à proposta, Lula avaliou que elas partem de uma "mentalidade retrógrada de gente que parece moderninho na TV".
Luiz Inácio Lula da Silva
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que vai se reunir na segunda-feira com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para tentar fechar os pontos ainda em aberto no texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6x1. A declaração foi feita em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil.

Na reunião, cuja divulgação foi antecipada pelo Estadão, o principal ponto de discussão deve ser o estabelecimento de um período de transição para a vigência da mudança - e, nessa hipótese, como poderá ser escalonado.

Lula disse que quer redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, sem corte de salários e sem transição. "Obviamente, não temos força para aprovar tudo que a gente quer; então, temos de negociar", afirmou ele. Sobre as resistências à proposta, o presidente respondeu que elas vêm de uma "mentalidade retrógrada de gente que parece moderninho na TV".

Pessoas a par das negociações indicam que o resultado da reunião deve ser repassado ao relator da PEC, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), que já tem a base de seu parecer pronta, faltando apenas definir a questão da transição.

Com isso, o relatório final poderia ser lido, na própria segunda-feira, na comissão especial criada na Câmara para analisar o tema. A expectativa é de que o relatório seja votado tanto na comissão quanto no plenário da Casa até a próxima quinta-feira.

O texto da PEC deve ser enxuto e tratar, basicamente, da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição de salário e com dois dias de folga. Essa é uma das principais bandeiras do presidente Lula, que concorre à reeleição. Motta também já afirmou que a proposta deve passar no Congresso.

De outro lado, há forte oposição de entidades empresariais, que veem como efeito o aumento de custos e o risco de uma onda de demissões. Elas pressionam para incluir no texto compensações, como eventual redução de impostos e, principalmente, um prazo para o início da nova jornada.

Em seminário realizado na quinta-feira passada, em Belo Horizonte, Prates negou qualquer discussão sobre uma transição para os dois dias de folga. "Esse é compromisso do governo, é compromisso do presidente Hugo Motta. A ideia é que os dois dias de folga entrem em vigor já em 2026; então, não há transição para os dois dias de folga, nunca houve essa discussão, inclusive entre nós", disse.

Já sobre a transição para a jornada de 40 horas semanais, há um entendimento entre parlamentares de que o ideal seria ter um período de até 3 anos para a redução completa. Uma proposta seria a aplicação de uma hora de redução após a promulgação da PEC, deixando duas horas para o próximo ano e, a última, para o seguinte.
Luiz Inácio Lula da Silva
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247 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a aprovação do projeto de lei que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, estabelece dois dias de descanso remunerado e proíbe a redução salarial. A declaração foi feita nesta sexta-feira, 22 de maio, durante entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil.

Segundo a Agência Gov, via Planalto, Lula afirmou que a mudança não causará prejuízos à economia. "Não vai trazer nenhum prejuízo à economia. Vai trazer, eu diria, ganhos para a economia", disse o presidente.

Lula argumentou que a redução da jornada terá impacto direto na vida dos trabalhadores, ao permitir mais descanso, convivência familiar e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. "As pessoas vão estar mais tranquilas e mais descansadas. Quem é casado vai cuidar da sua companheira, do seu companheiro e das crianças. A mulher tem uma jornada, eu diria, superior. A mulher trabalha sete por sete", afirmou.

A proposta consolida o modelo de cinco dias de trabalho para dois dias de descanso. O texto assegura dois períodos de repouso semanal de 24 horas consecutivas, preferencialmente aos sábados e domingos. A definição dos dias de folga poderá ocorrer por negociação coletiva, de acordo com as características de cada atividade econômica.

O presidente defendeu que a redução seja feita diretamente, sem transição prolongada. "Nós defendemos que a redução seja de uma vez, de 44 horas para 40, e fim de papo, sem reduzir salário. Obviamente, não temos força para aprovar tudo o que a gente quer. Então, temos que negociar. O dado concreto é que será um benefício para a saúde e para a educação, uma coisa chamada amor", disse.

Lula informou ainda que deve se reunir na próxima semana com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para discutir o avanço da proposta.

Durante a entrevista, o presidente também comentou o Novo Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal em maio para facilitar a renegociação de dívidas e ampliar o acesso ao crédito em melhores condições. A iniciativa tem duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e possibilidade de uso do FGTS para abatimento de débitos de famílias, estudantes, aposentados, pensionistas e micro e pequenas empresas.

Lula afirmou que o objetivo é estimular educação financeira e evitar que famílias assumam compromissos incompatíveis com sua renda. "Vamos deixar claro que eu não sou contra as pessoas terem vontade de fazer uma dívida, se for para comprar alguma coisa que aumente o patrimônio delas. Se a pessoa quiser fazer uma dívida para comprar algo para o filho, fazer um quarto a mais na casa ou trocar de carro, ela tem o direito de fazer essa dívida. O que precisamos ensinar é que ela não pode fazer uma dívida além daquilo que consegue pagar", declarou.

Segundo balanço parcial do Ministério da Fazenda divulgado na quinta-feira, 21, mais de um milhão de brasileiros renegociaram dívidas nas duas primeiras semanas do programa, com cerca de R$ 10 bilhões repactuados.

O presidente também tratou da regulamentação das plataformas de apostas, conhecidas como bets. Lula destacou a criação da Secretaria de Prêmios e Apostas, vinculada ao Ministério da Fazenda, para fiscalizar o setor e combater atividades ilegais.
Luiz Inácio Lula da Silva
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Medida visa regra de transição de dois anos, com redução gradual já iniciada em 120 após aprovação no Legislativo

Com a previsão de apresentação do texto que propõe o fim da escala 6x1 na Câmara para esta segunda-feira (25), o grande impasse para confecção do relatório final do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) é sobre a regra de transição para implementação do novo regime trabalhista.

Nos encontros da comissão especial criada para debater o tema, parlamentares, empresários e trabalhadores tentam chegar a um denominador comum sobre quanto tempo seria necessário para a implementação das 40 horas semanais, com cinco dias de trabalho e dois de folga, sem redução de salário.

Enquanto alguns grupos defendem a aplicação integral do projeto a partir da aprovação, algumas alas mais cautelosas com os riscos para o empresariado propõem um período de até 10 anos de transição, além de contrapartidas fiscais para empresários -- algo que o governo rejeita.

Para o Palácio do Planalto, o desejado é que haja algum tipo de diminuição na carga horária já neste ano, uma vez que a pauta se tornou uma das principais bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo informações da CNN, tanto Lula quanto o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), articulam um plano para uma transição com redução gradual nos próximos dois anos, com a primeira diminuição prevista ainda neste ano.

Confira qual regra poderia estar na mesa de discussão:

Apesar desse cenário, uma outra alternativa também é ventilada nas discussões, a de dividir as duas horas da última redução em dois períodos de uma hora, o que diminuiria a jornada semanal para 41 horas em 2028 e para 40 horas em 2029.

Com isso, em vez de um período de dois anos para a realização total de implementação, empresários poderiam levar três anos para concluir o processo de redução da jornada de seus funcionários.

Em busca de rebater críticas e temores de empresários, o presidente declarou nesta terça-feira (19) que não vai impor o fim da 6x1 "na marra", ao se referir que cada setor teria suas particularidades respeitadas durante o processo de implementação.

"Não fique assustado. A escala 6x1 é uma coisa necessária, porque hoje o povo quer ter mais tempo", começou o presidente, que usou de exemplo uma possível substituição de pessoas por robôs para pedir mais consideração aos trabalhadores.

"Enquanto tiver trabalhador, a gente tem que respeitá-los, e nós sabemos que a jornada de trabalho será aplicada levando em conta a especificidade de cada categoria. Ninguém vai impor na marra."

Durante sabatina na 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios na semana passda, o senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, criticou o fim da escala 6x1 e propôs apresentar uma alternativa de jornada de trabalho aos brasileiros.

"Com relação ao fim da escala 6x1, o Brasil se atualizou. O mundo que nós vivemos hoje não é mais o de 1943, na época da CLT. Todos nós queremos trabalhar menos e ganhar mais, só que é uma legislação que está atrasada, engessada, que vai causar um impacto nos municípios de R$ 50 bilhões por ano se for aprovada dessa forma", disse o senador.

A proposta prevê uma "liberdade" para o trabalhador escolher o tipo de jornada mais apropriada para si, o que Flávio considera benéfico, principalmente para mulheres. "A gente quer dar liberdade para que as pessoas escolham sua jornada de trabalho", completou.
Luiz Marinho
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📰 Notícia
Durante audiência conjunta da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social e da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizada nesta quinta-feira (21), em Belo Horizonte (MG), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho reafirmou a defesa da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial, e do fim imediato da escala 6x1. Ao destacar a mobilização popular em torno do tema, o ministro ressaltou o protagonismo das mulheres e da juventude no debate. "Quero cumprimentar especialmente as mulheres e a juventude que, com seu grito, colocaram a redução em pauta: nós queremos acabar com a escala 6x1 imediatamente", afirmou. O ministro destacou o clamor da sociedade, especialmente das mulheres e da juventude, pela redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários e reafirmou o apoio do Governo do Brasil à proposta. Segundo ele, o Projeto de Lei n 1.838/26, encaminhado ao Congresso Nacional, prevê a redução imediata da jornada para 40 horas semanais, com duas folgas por semana, sem impacto nos salários dos trabalhadores. "Tenho certeza de que o Congresso vai ouvir o clamor popular e aprovar a mudança", afirmou Luiz Marinho aos trabalhadores e representantes de entidades presentes à audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, também participou da audiência e defendeu que a redução da jornada de trabalho pode contribuir para o aumento da produtividade e da qualidade de vida dos trabalhadores. Ao relembrar debates anteriores sobre direitos trabalhistas, destacou que previsões negativas não se concretizaram. "Em 1988, quando a jornada foi reduzida para 44 horas, diziam que o Brasil ia quebrar. Quando aumentou o salário mínimo, disseram que ia quebrar, mas nada disso aconteceu. O que aumenta a produtividade é dar tempo ao trabalhador para cursos de qualificação; é baixar os juros", afirmou. O presidente da Comissão Especial, Alencar Santana (PT-SP), anunciou que o relatório final do relator, deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), será lido nesta segunda-feira (25) e, em seguida, encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados. Segundo Alencar Santana, o cenário atual é favorável à aprovação da proposta. "O momento político mudou, agora temos condições de aprovar", afirmou. Produtividade Luiz Marinho destacou ainda que a adoção da escala 5x2 pode resultar em ganhos de produtividade e melhores condições de trabalho. Ao responder às críticas de setores que defendem desonerações para compensar a redução da jornada, o ministro afirmou que os próprios efeitos positivos da medida tendem a equilibrar os custos para as empresas, com a diminuição do absenteísmo, dos acidentes e dos afastamentos por doenças relacionadas ao trabalho. "Muitas empresas estão com dificuldade de preencher vagas quando informam que a escala é 6x1. Aquelas que resolveram antecipar a redução, implantando a escala 5x2, tiveram como resultado a redução das faltas no trabalho, viram a produtividade aumentar, assim como a qualidade do serviço." Segundo o ministro, a adoção da jornada 5x2 já é realidade na maior parte das empresas: atualmente, 66,8% operam nesse modelo, enquanto 33,2% ainda mantêm a escala 6x1. Para Luiz Marinho, o movimento acompanha uma tendência internacional de redução da jornada de trabalho, já implementada em diversos países. Ao defender celeridade na tramitação da proposta, o ministro fez referência ao esforço concentrado da comissão para garantir a votação da matéria ainda neste mês. "Pedi aos membros dessa comissão para trabalharmos este mês de maio numa escala de sete por zero, numa jornada de 24 por zero. Nós vamos votar essa matéria neste mês, em homenagem às trabalhadoras e aos trabalhadores brasileiros", finalizou.
Luiz Paulo Teixeira Ferreira
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O italiano Carlo Petrini, que faleceu hoje aos 76 anos, criou o movimento “Slow Food”, que valorizou a comida orgânica, a agricultura familiar e a produção local de alimentos contra os ultraprocessados e o fast food. Embora alguns confundam com elitismo, slow food é sobre o que nós brasileiros chamamos de “comida de verdade” e sobre as pessoas terem tempo para viverem, pela qual lutamos quando queremos o fim da escala 6X1. O movimento e ideias de Petroni seguirão influenciando o mundo. Meus sentimentos aos seus familiares, amigos e os que foram influenciados por suas ideias em todo o planeta.
Maria Joselita Pereira Cavalcanti
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Hoje é dia de ocupar as ruas pelo fim da escala 6x1 sem redução salarial! A vida não pode caber entre trabalho, cansaço e falta de tempo pra viver. Queremos tempo pra descansar, estudar, cuidar, amar, estar com a família e existir para além do trabalho. Aqui em Recife, a mobilização acontece às 14h, na Rua da Aurora. Bora fortalecer a luta e fazer pressão popular. Essa pauta é nossa, da classe trabalhadora! Só a luta muda a vida!
Maria Leal Arraes de Alencar
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Foi a mobilização popular que barrou a emenda bolsonarista e é a mobilização popular que vai garantir a aprovação do fim da escala 6x1 ainda essa semana. https://t.co/EVgw0UVfxb
Maria do Rosário Nunes
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Essa semana pode mudar a vida da classe trabalhadora no Brasil. Estamos na luta junto com o líder do governo @Pimenta13Br pelo fim da escala 6x1, pela jornada de 40 horas sem redução de salário e por mais dignidade e qualidade de vida para o povo trabalhador. Não vamos aceitar mais 10 anos de exploração. O 5x2 é direito, é descanso. é futuro e tem que ser agora.
Matheus Pereira Gomes
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Deputada Any Ortiz, herdeira da Asun e defensora da 6x1, se manifestou nas redes. A polêmica não é sobre nós, é papo de herdeira vs filho de empregada doméstica que quando ascendeu socialmente virou comerciária na 6x1. Entendem? É educativo sobre a política no Brasil. Vejam: https://t.co/2gh0i0OmVs
Matheus Pereira Gomes
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A luta pelo fim da escala 6x1 desmascara e também faz milagres. O milagre? O Mourão lembrou onde fica o Rio Grande do Sul e saiu da catacumba. E o Melo deixou a máscara cair: ambos querem que a 6x1 só acabe daqui 10 anos e que tu trabalhe até 52 horas semanais!
Miguel Soldatelli Rossetto
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Porto Alegre pelo fim da escala 6x1! https://t.co/aGnkKxuaer
Paulo Alexandre Pereira Barbosa
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EU SOU FAVORÁVEL A ESSA DISCUSSÃO! 👊🏼 O debate sobre o fim da escala 6x1 impacta diretamente a vida de milhões de brasileiros e, por isso, precisa ser tratado com muita responsabilidade, equilíbrio e transparência. https://t.co/rKdrRbRzn4
Paulo Roberto Severo Pimenta
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⏳Contagem regressiva para o fim da escala 6x1! A maioria de quem enfrenta essa rotina pesada são mulheres. Mulheres que trabalham, cuidam da casa, cuidam dos filhos e quase nunca têm tempo para si. Por isso, essa votação é tão importante. O Brasil precisa garantir mais tempo para viver, descansar, estudar, cuidar da família e sonhar. Essa é uma luta dos trabalhadores e trabalhadoras. E nós vamos seguir com disposição, coragem e compromisso para fazer essa mudança acontecer. Pelo fim da 6x1. Por mais vida para quem trabalha.
Pedro Henrique de Andrade Lima Carneiro Campos
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‼️PELO FIM DA ESCALA 6x1. Hoje, no 1º Encontro de Mulheres do Coque, reforçamos a nossa luta pelos direitos das mulheres, por mais igualdade e uma vida livre de qualquer tipo de violência. https://t.co/kdiO7CzRTb
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes
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Trabalhar não pode significar abrir mão da própria vida. Em cada canto de Minas, a gente encontra trabalhadores cansados, sem tempo para descansar, cuidar da saúde, estudar ou estar com a família. E essa realidade precisa mudar. O fim da escala 6x1 é uma luta por mais dignidade, mais qualidade de vida e mais equilíbrio para quem move esse país todos os dias. Nossa proposta é simples: uma jornada mais humana, com dois dias de descanso por semana, mais tempo livre para viver, com início imediato e sem redução de salário. Seguimos firmes para avançar com a PEC 221/2019 e colocar o Brasil no século 21 das relações de trabalho. Vamos juntos nessa luta! ✊🇧🇷
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes
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Manchinha já está no Passinho do Jamal, dançando feliz da vida, porque essa semana é decisiva para o trabalhador brasileiro. Vamos votar e aprovar, na Câmara dos Deputados, o fim da escala 6x1: uma mudança histórica para garantir dois dias de descanso por semana, jornada de 40 horas e nenhum centavo a menos no salário. Há mais de 40 anos o Brasil não garante, na Constituição, uma melhoria tão importante nas condições de trabalho. Agora, essa luta chegou ao momento decisivo. Por isso, acompanha aqui nas redes, compartilha com os amigos, manda para a família e ajuda a fazer pressão. O trabalhador brasileiro merece tempo para descansar, cuidar da saúde, conviver com quem ama e viver com dignidade.
Renata da Silva Souza
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Semana decisiva para o avanço do fim da escala 6x1. Eu e @rickazzevedo estamos na Feira da Glória em defesa dessa pauta urgente para o Brasil. Vamos com força total para que não tenha transição, redução de salário e flexibilização trabalhista! https://t.co/YfVKG4pPsE
Ricardo Cardoso Azevedo
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Os sindicatos tem que puxar greve caso aconteça alguma gracinha semana que vem. Chega gente. A classe trabalhadora precisa ser respeitada neste país. Estou dialogando com várias centrais e nos preparando. É agora ou nunca. FIM DA ESCALA 6X1
Ricardo Cardoso Azevedo
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Estou até agora cobrando o relator. Não aceitaremos transição. É muito óbvio, a escala 6X1 existe desde 1943. Transição é o caralho.
Ricardo Cardoso Azevedo
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E vai se criando um clima bem agradável… eles estão achando que a classe trabalhadora tá de gracinha. Vai vendo! FIM DA ESCALA 6X1
Ricardo Cardoso Azevedo
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O @LulaOficial já avisou: fim da escala 6x1 tem que ser imediato! Enquanto o Congresso tenta aprovar transições escabrosas, temos a maioria do povo e o Presidente do nosso lado. Ou atendem à demanda dos trabalhadores aos quais eles são pagos para servir, ou o país vai parar! https://t.co/qVZMbcXkPB
Ricardo Cardoso Azevedo
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A melhor fala sobre o fim da escala 6x1 no Congresso não veio de um político, e sim de um gari. Quem tem que ser ouvido sobre essa pauta é quem sofre com ela, quem perde sua vida em um trabalho pra receber salário de fome. Fazer política é ouvir quem move o país. https://t.co/6oSyxzTTeZ
Ricardo Cardoso Azevedo
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Bom dia! Por aqui, sigo em diálogo com movimentos sociais, sindicatos e organizações populares. Estamos nos preparando para todos os cenários. Se insistirem em empurrar mais uma manobra contra quem trabalha, a resposta virá à altura. A classe trabalhadora está atenta, organizada e pronta para lutar. Será uma semana histórica. Anotem. FIM DA ESCALA 6X1 ✊🏽
Ricardo Cardoso Azevedo
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Se os deputados que são contra o fim da escala 6x1 passassem uma semana num atacadista, mudavam de ideia rapidinho. O que falta nessa gente é vivência e, principalmente, empatia.
Ricardo Cardoso Azevedo
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E SE FOSSEM ELES? É muito fácil ser contra o fim da escala 6x1 ganhando mais de R$ 44 mil por mês, com auxílio-moradia e trabalhando de terça a quinta em Brasília. Para eles, a escala 6x1 é assim: 6 dias de folga para 1 de blogueiragem em rede social. https://t.co/Qi4qdCq8W4
Ricardo Cardoso Azevedo
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Eu e o @movimento_vat enviamos uma carta às centrais sindicais sobre a importância de construir uma GREVE GERAL PELO FIM DA ESCALA 6X1. Se acham que vão enfiar transição pela nossa goela, se enganam. Vamos mostrar que sem o trabalhador nada anda nesse país. E ele está exausto. https://t.co/qR7fhTipIP
Ricardo Cardoso Azevedo
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Ei empresários, Na greve é só colocar a família de vocês na 6X1 e tudo resolvido.
Ricardo Cardoso Azevedo
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A escala 6x1 rouba o tempo e a saúde mental de quem produz a riqueza do país pra sustentar a folga de herdeiro. Não aceitaremos emendas rebaixadas. Ou o Congresso APROVA o fim dessa escala PRA ONTEM, ou a classe trabalhadora vai PARAR o Brasil.
Ricardo Cardoso Azevedo
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O movimento que estamos criando é irreversível. Acabar com a escala 6x1 será só o começo. O trabalhador está lembrando do poder que possui e não vai mais aceitar ter seus direitos corroídos por esse sistema desumano. Vejo uma era de muitas conquistas se iniciando. VAMOS JUNTOS!
Ricardo Cardoso Azevedo
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Essa cena da novela Quem Ama Cuida falando sobre escala 6x1 mostra com a TV Globo se recusa a levar a pauta a sério. Nos jornais, silêncio. Pra aparecer em núcleo cômico, serve. O motivo a gente sabe. Mas em breve vai sobrar pra eles também, cuidem. https://t.co/ARYdy07YRZ
Ricardo Cardoso Azevedo
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🚨 Galera, amanhã é a apresentação do relatório final do Léo Prates sobre o fim da escala 6x1. Será um dia muito importante para nos mobilizarmos. Eu e a @renatasouzario convocamos os trabalhadores do Rio para TOMAR AS RUAS. É PRESSÃO NO CONGRESSO! É SEM TRANSIÇÃO! Vamos juntos! https://t.co/AXV0uHdboM
Ricardo Cardoso Azevedo
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Eu trabalhei, fui humilhado, recebi ameaças, chorei escondido e vi minha família e meus amigos me pedirem inúmeras vezes para desistir dessa loucura. Mas chegamos até aqui. Estamos na semana da votação final do FIM DA ESCALA 6X1. Quando olho para trás, não vejo a história de um ex-balconista de farmácia. Vejo a história de milhões de trabalhadores que acordam de madrugada, pegam ônibus lotado, passam o dia inteiro trabalhando e chegam em casa sem tempo para viver. Eu só tive a coragem de falar em voz alta uma dor que já era de muita gente. Quem transformou esse desabafo em luta foram vocês. Obrigado por acreditarem quando ninguém acreditava. Obrigado por cada assinatura, cada compartilhamento, cada mensagem de apoio, cada ato, cada grito e cada abraço no meio dessa caminhada. Quando a vitória vier, ela não terá dono. Será de cada trabalhador e trabalhadora que se recusou a aceitar que nasceu apenas para trabalhar, pagar contas e sobreviver. Eu jamais esquecerei o que construímos juntos.
Ricardo Cardoso Azevedo
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🚨ATENÇÃO: A PEC do fim da escala 6x1 ainda nem chegou no Senado e o Davi Alcolumbre já está articulando formas de tentar desmontar o texto, incluindo sistema de HORAS TRABALHADAS. Não vamos deixar que destruam a CLT! Teremos mais luta pela frente, galera. Posso contar com vocês?
Ricardo Cardoso Azevedo
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FIM DA ESCALA 6X1 NAS RUAS! Eu, o @movimento_vat e a maravilhosa @renatasouzario estivemos mobilizando a população do Rio nesse fim de semana DECISIVO! É hora de cobrar muito, pessoal! A vitória será nossa. https://t.co/kPCwu5RRBh
Ricardo Cardoso Azevedo
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@RomeuZema Eita como é do povão! Marmita de salmão é coisa fina, hein? Será que as famílias que você quer ver trabalhando na 6x1 conseguem comer bem assim?
Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ · Perfil Prysmo ↗
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📣 POVO DO RIO! AMANHÃ É DIA DE LUTA NA RUA PELO FIM DA ESCALA 6X1. Bora mostrar pro Alcolumbre e pra esse Congresso inimigo do povo que NÃO ACEITAREMOS TRANSIÇÃO E NEM DESMONTE DA CLT! 📍Concentração na Candelária ⏰ 16h, com saída às 17h para a Cinelândia https://t.co/jQOxFGhmOq
Ricardo Cardoso Azevedo
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Como o nosso Congresso fica depois de assinar uma emenda que atrasa o fim da escala 6x1 em 10 anos e libera jornada de até 52h semanais. Com que cara esses imundos vão aparecer querendo voto dos trabalhadores em outubro? Faxina urgente! https://t.co/uW7Yui7jTW
Rogério Correia de Moura Baptista
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Dia de ir pra rua conversar com o povo de Belo Horizonte sobre o FIM DA ESCALA 6x1 ✊ https://t.co/abcjCCnvcv
Rômulo Cesar Fernandes
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Dia de luta ao lado dos trabalhadores! ✊🏽 Estivemos reunidos com sindicatos e trabalhadores de diversas categorias levantando uma só bandeira: o fim da escala 6x1! Muito importante estar ao lado dos sindicatos nessa luta, ouvindo quem sente na pele os impactos de uma escala cruel, que tira o tempo de descanso, da família e da qualidade de vida. Nosso lado é o lado dos trabalhadores! Seguiremos firmes defendendo mais dignidade, respeito e qualidade de vida para o povo! 🚩 Pelo fim da escala 6x1!
Sidônio Cardoso Palmeira
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🔁 REPOST: @govbr Unidos pelo fim da escala 6x1 💜🇧🇷 Não dá pra viver só no automático, preso numa rotina que consome corpo, mente e tempo. De fandom em fandom cresce o debate sobre dignidade, descanso e qualidade de vida para quem trabalha todos os dias. Falar sobre o fim da escala 6x1 é falar sobre saúde mental, convivência, lazer, estudo e o direito de existir além do trabalho. E quanto mais gente entra nessa conversa, mais forte ela fica. O coração do trabalhador merece descanso também! 💜✨
Sérgio Aparecido Nobre
Presidente · Perfil Prysmo ↗
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Entramos na reta final rumo à votação da PEC que reduz a jornada de trabalho sem redução de salário e põe fim a desumana escala 6x1. Essa luta por redução de jornada e trabalho digno é histórica e permeia a trajetória da @CUT_Brasil e também de todo o movimento sindical. Dias 24 e 25 de maio teremos atos nas ruas do Brasil para pressionar pela aprovação da lei que vai mudar para melhor a vida de 15 milhões de trabalhadoras/trabalhadores brasileiros e suas famílias. Estarei nos atos em Brasília acompanhando de perto a votação da PEC, lutando para que seja aprovada, como temos feito até agora, no âmbito institucional do Congresso, em todas as frentes. O momento é de total pressão, nas ruas, nas redes sociais, no Parlamento, sobre deputados e deputadas federais. À luta. Até a vitória. #fimdaescala6x1 @CUT_Brasil
Sérgio Aparecido Nobre
Presidente · Perfil Prysmo ↗
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Atos e mobilização, hoje, em defesa da aprovação da lei de redução da jornada de trabalho, sem redução de salário, e o fim da desumana escala 6x1. Amanhã, 25, ato será em SP na av. Paulista, às 17h. A Câmara deve votar a PEC no dia 28. Nas ruas, redes e no Plenário do Parlamento, toda pressão sobre deputados e deputadas federais pelo #fimdaescala6x1. @CUT_Brasil
Tomé Barros Monteiro da Franca
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O fim da escala 6x1 vai trazer mais dignidade sem diminuir produtividade. O Governo do Brasil, sob a liderança do presidente Lula, está do lado dos brasileiros. 🇧🇷
Alencar Santana Braga
Deputado(a) Federal · PT · SP · Perfil Prysmo ↗
Neutro
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Durante audiência conjunta da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social e da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizada nesta quinta-feira (21), em Belo Horizonte (MG), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho reafirmou a defesa da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial, e do fim imediato da escala 6x1. Ao destacar a mobilização popular em torno do tema, o ministro ressaltou o protagonismo das mulheres e da juventude no debate. "Quero cumprimentar especialmente as mulheres e a juventude que, com seu grito, colocaram a redução em pauta: nós queremos acabar com a escala 6x1 imediatamente", afirmou. O ministro destacou o clamor da sociedade, especialmente das mulheres e da juventude, pela redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários e reafirmou o apoio do Governo do Brasil à proposta. Segundo ele, o Projeto de Lei n 1.838/26, encaminhado ao Congresso Nacional, prevê a redução imediata da jornada para 40 horas semanais, com duas folgas por semana, sem impacto nos salários dos trabalhadores. "Tenho certeza de que o Congresso vai ouvir o clamor popular e aprovar a mudança", afirmou Luiz Marinho aos trabalhadores e representantes de entidades presentes à audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, também participou da audiência e defendeu que a redução da jornada de trabalho pode contribuir para o aumento da produtividade e da qualidade de vida dos trabalhadores. Ao relembrar debates anteriores sobre direitos trabalhistas, destacou que previsões negativas não se concretizaram. "Em 1988, quando a jornada foi reduzida para 44 horas, diziam que o Brasil ia quebrar. Quando aumentou o salário mínimo, disseram que ia quebrar, mas nada disso aconteceu. O que aumenta a produtividade é dar tempo ao trabalhador para cursos de qualificação; é baixar os juros", afirmou. O presidente da Comissão Especial, Alencar Santana (PT-SP), anunciou que o relatório final do relator, deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), será lido nesta segunda-feira (25) e, em seguida, encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados. Segundo Alencar Santana, o cenário atual é favorável à aprovação da proposta. "O momento político mudou, agora temos condições de aprovar", afirmou. Produtividade Luiz Marinho destacou ainda que a adoção da escala 5x2 pode resultar em ganhos de produtividade e melhores condições de trabalho. Ao responder às críticas de setores que defendem desonerações para compensar a redução da jornada, o ministro afirmou que os próprios efeitos positivos da medida tendem a equilibrar os custos para as empresas, com a diminuição do absenteísmo, dos acidentes e dos afastamentos por doenças relacionadas ao trabalho. "Muitas empresas estão com dificuldade de preencher vagas quando informam que a escala é 6x1. Aquelas que resolveram antecipar a redução, implantando a escala 5x2, tiveram como resultado a redução das faltas no trabalho, viram a produtividade aumentar, assim como a qualidade do serviço." Segundo o ministro, a adoção da jornada 5x2 já é realidade na maior parte das empresas: atualmente, 66,8% operam nesse modelo, enquanto 33,2% ainda mantêm a escala 6x1. Para Luiz Marinho, o movimento acompanha uma tendência internacional de redução da jornada de trabalho, já implementada em diversos países. Ao defender celeridade na tramitação da proposta, o ministro fez referência ao esforço concentrado da comissão para garantir a votação da matéria ainda neste mês. "Pedi aos membros dessa comissão para trabalharmos este mês de maio numa escala de sete por zero, numa jornada de 24 por zero. Nós vamos votar essa matéria neste mês, em homenagem às trabalhadoras e aos trabalhadores brasileiros", finalizou.
Antonio Ricardo Alvarez Alban
Presidente · Perfil Prysmo ↗
Neutro
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Reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas e pôr fim à escala 6x1, proposta de emenda constitucional (PEC) que está em tramitação na Câmara, é apresentado pelo governo como solução para melhorar a qualidade de vida do trabalhador. Mas estudos de entidades empresariais e institutos de pesquisa apontam um cenário oposto: desemprego em massa, inflação e renda comprometida.

Segundo Virgílio Marques dos Santos, sócio da startup paulista FM2S, sediada no parque tecnológico da Unicamp, a PEC trata a redução de jornada como solução completa para um problema mais profundo: a baixa produtividade do mercado de trabalho brasileiro.

"O problema não está apenas na quantidade de horas trabalhadas. Está também na falta de ferramentas, gestão eficiente, capacitação e infraestrutura adequada", afirma.

O Brasil ocupa a 94ª posição entre 184 países no ranking de produtividade, gerando apenas US$ 21,2 por hora trabalhada, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT). "Ainda assim, as propostas em debate no Congresso deixam o debate sobre a produtividade de lado.

Dados do relatório State of the Global Workplace 2026, da Gallup, reforçam a questão: apenas 20% dos trabalhadores no mundo estão engajados no trabalho. Para Santos, o debate ignora problemas de liderança e gestão organizacional. "Reduzir horas sem enfrentar essas bases tende a produzir efeitos limitados", afirma.

Além da produtividade, a informalidade também é um fator decisivo no cenário nacional. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 38,1% dos trabalhadores brasileiros estão fora do regime CLT -- o que exclui cerca de 40 milhões de pessoas dos efeitos diretos da medida.

Entre os trabalhadores formais, porém, o cenário econômico pode limitar o impacto da medida sobre a qualidade de vida. "Com o alto endividamento das famílias e a pressão constante sobre a renda, existe uma tendência de que o tempo livre adicional seja convertido em renda complementar, e não necessariamente em descanso", afirma Santos.

Dados da Serasa de abril de 2026 reforçam o ponto: 83,3 milhões de pessoas -- 50,8% da população adulta -- estão negativadas, limitando sua capacidade de aproveitar o tempo livre sem pressão financeira.

O debate sobre a redução de jornada é acirrado, com divergências entre governo e Câmara. O relator Leo Prates (Republicanos-BA) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendem uma transição de três anos. O governo, porém, quer encurtar esse prazo e discute regras para horas extras na transição.

A proposta de Prates e Motta prevê redução escalonada: uma hora após 120 dias da promulgação, e as demais em intervalos anuais, até completar a transição para a jornada de 40 horas. Há também preocupação com categorias que atualmente trabalham menos de 40 horas semanais e poderiam ter aumento de carga horária -- uma questão que afeta principalmente setores como turismo e hotelaria.

Os números revelam um cenário econômico desafiador. A redução de jornada impõe custos imediatos às empresas e pressões inflacionárias ao consumidor.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a redução de jornada de 44 para 40 horas, sem redução de salários, resultaria em uma perda anual de 0,7% do PIB -- aproximadamente R$ 77 bilhões. A indústria seria a mais afetada, com queda de 1,2% no PIB setorial, seguida pelo comércio (0,9%) e serviços (0,8%).

O custo total para as empresas pode chegar a R$ 267,2 bilhões anuais, representando um aumento de até 7% na folha de pagamentos. O presidente da CNI, Ricardo Alban, alertou que a medida deve considerar a diversidade de realidades produtivas do país e o impacto diferenciado sobre empresas de diferentes portes.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) afirmou que, sem redução proporcional de salários, o custo do trabalho aumentaria 22% -- impacto que seria repassado ao consumidor final.

A Frente Parlamentar da Agropecuária calcula que o custo da mão de obra no campo aumentaria no mesmo percentual (22%). Segundo a CNI, esse aumento de custos se refletiria em inflação nos supermercados, com alta de até 5,7% nos preços dos alimentos -- impacto direto no orçamento das famílias de baixa renda.

O impacto não se limita aos preços. A medida também ameaça postos de trabalho, especialmente em micro, pequenas e médias empresas que operam com margens apertadas.

O Centro de Liderança Pública (CLP), think tank liberal, divulgou em fevereiro de 2026 um estudo sobre o tema. O relatório reconheceu que a redução de jornada pode ser desejável do ponto de vista do bem-estar, mas alertou: em um ambiente de baixa produtividade, o custo de transição seria proibitivo.

Segundo o CLP, caso a jornada seja reduzida para 40 horas sem redução salarial, o custo do trabalho por hora sobe automaticamente. O estudo aponta que grandes empresas poderiam absorver o aumento por reorganização interna e mudanças tecnológicas, mas pequenas e médias enfrentariam compressão de margens, repasse a preços ou redução de escala -- com risco de corte de até 640 mil postos de trabalho.

Um estudo mais recente da CNI projeta cenário ainda mais grave: perda de até 2,7 milhões de empregos formais. "Grandes corporações têm margem para absorver o aumento de custos, mas as menores operam com margens apertadas. Muitas não sobreviveriam", afirma João Gabriel Pio, economista-chefe da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

Segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), um cenário ainda mais radical -- redução para 36 horas -- resultaria em contração de 6,2% nas horas trabalhadas e queda equivalente na riqueza gerada pelo país.

O pesquisador Fernando de Holanda Barbosa Filho vai além: se o aumento do custo do trabalho reduzir a demanda por mão de obra e a produtividade não crescer o bastante para compensar, a riqueza gerada poderá cair mais de 10%. Ele refuta a ideia de que "descanso adicional" geraria eficiência instantânea: mesmo com ganho improvável de 2% na produtividade ao ano, a economia ainda encolheria 4,2% -- magnitude superior aos danos da recessão de 2014-2016.

Além dos impactos macroeconômicos, setores específicos enfrentariam pressões severas. A redução de jornada colidiria com gargalos estruturais em atividades que dependem de operações contínuas, expedientes aos finais de semana ou uso intensivo de mão de obra -- como construção civil, transportes, turismo e aviação.

Na construção civil, a redução de jornada exigiria recomposição massiva de mão de obra. Um levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) indica necessidade de contratação de 288 mil novos trabalhadores para repor as horas não trabalhadas. Como consequência, 88,5% das empresas preveem aumento no custo da mão de obra, repassado ao consumidor final na forma de preços mais altos para imóveis.

As obras públicas enfrentariam pressão orçamentária ainda maior: 86,8% das empresas projetam elevação de custos em contratos já em andamento. A CNI estima que o aumento global de custos no setor possa chegar a 13,2%.

No setor de transportes e logística, a redução de jornada pode impor risco severo de desabastecimento das cidades. A Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina (Fetransesc) projeta aumento de 18% na folha de pagamento do setor.

O sindicato que representa o setor no Paraná (Setcepar) alerta para um problema adicional: mais períodos de descanso agravariam a escassez de motoristas. Transportadoras já convivem com defasagem de 10,1% no valor do frete em relação aos custos operacionais -- mais mão de obra agravaria a situação.

O turismo é outro setor vulnerável. Diferentemente de atividades que operam sob a lógica da semana administrativa (segunda a sexta), o turismo depende de operações contínuas aos finais de semana, feriados e alta temporada.

O Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) alerta que o engessamento das escalas de trabalho aumentará custos operacionais e pressionará a inflação nos serviços turísticos, reduzindo a competitividade do Brasil frente a outros destinos. As entidades do setor pedem contrapartidas estatais, como desonerações sobre a folha de pagamento e incentivos fiscais.

Na aviação, o impacto é ainda mais crítico. O CEO da Latam Brasil, Jerome Cadier, alertou que, se a restrição atingir tripulantes e pilotos, os voos internacionais ficariam inviabilizados, uma vez que as regulações de segurança exigem períodos de descanso incompatíveis com voos de longa duração.
Carlos Alberto Rolim Zarattini
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Lula: o fim da escala 6x1 não trará nem um prejuízo para a economia. https://t.co/uwltwKqYQx
Eduardo Ramos de Moura
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A POLÊMICA ESCALA 6x1 Assista e veja qual a minha opinião E você, o que acha?
Guilherme Castro Boulos
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Além da redução da jornada de trabalho, o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1, Leo Prates (Republicanos-BA), também pretende apresentar dispositivos como o tempo máximo de transição, exceção para quem ganha mais de R$ 16 mil e distribuição das folgas por média mensal.

O deputado baiano deverá apresentar seu parecer final na segunda-feira (25/5) ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que por sua vez se reunirá com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para bater o martelo sobre quando as nova jornada de trabalho passará a valer.

A expectativa é que Prates coloque o texto em votação na comissão especial na segunda-feira e dê um prazo de vista aos integrantes do colegiado. Após a aprovação, a proposta deve seguir para o plenário da Câmara em 28 de maio.

A transição ainda é o ponto de maior discussão sobre a PEC. Deputados defendem apresentar um prazo máximo para que os empregadores apliquem a diminuição de quatro horas da atual jornada. O entorno do relator defende que seja um prazo de até 3 anos, sendo uma hora já este ano, duas no ano que vem e uma hora em 2028.

O governo, por outro lado, ainda se divide sobre a transição. Uma ala do governo, encabeçada pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, mostra-se mais aberta à proposta de Prates, enquanto outra, encabeçada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, defende uma transição imediata.

Em entrevista ao programa Sem Censura, da EBC, Lula defendeu uma redução imediata, mas admitiu que o governo não tem força para impôr a ideia ao Congresso e deverá negociar. Por outro lado, sinalizou para o embate direto com deputados que objetem a redução da jornada: "Vamos mostrar para o povo quem é quem nesse país".

Essa mesma estratégia de combate tem sido adotada por Boulos. O papel do ex-líder do Movimento Sem Teto (MST) nas negociações tem sido alvo de críticas no Congresso. Em almoço com parlamentares, Leo Prates disse que, ao se reunir com o ministro de Lula na última semana, ele sugeriu jogar a transição para o projeto de lei que deverá tratar das especificidades.

"Boulos veio [e disse] 'faz assim, já que você está convicto da transição, você bota o dispositivo constitucional remetendo para lei e que a transição vai ser regulada pelo projeto de lei' eu falei 'não vou fazer assim'", disse em almoço na quarta-feira (20/5) com a Frente Parlamentar do Comércio e Serviços (FCS).

Prates defendeu sua posição alegando que ao adiar a decisão da transição, haveria uma repercussão negativa contra ele e contra o Congresso enquanto o governo "colhe os louros" do fim da escala 6×1.

"Estou cansado desse negócio de 'congresso inimigo do povo' porque se o Congresso faz um trabalho para preservar o país, o governo colhe os louros, o que é justo, é mérito de quem levantou a bandeira e esse foi o governo, mas a gente segura a economia que dá a arrecadação do governo. Aí não dá pra eu ser Leo Prates inimigo do povo", disse.

Um dos pontos estudados pelo relator é a possibilidade de quem ganhar até dois tetos de benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), que hoje soma cerca de R$ 16.900, com carteira assinada, não será sujeito a escala ou jornada de trabalho, à exceção do funcionalismo público.

Segundo ele, essa parcela corresponde a 2,5% dos empregados do Brasil e seria uma forma de incentivar a migração de pessoas com contratos como Pessoa Jurídica (PJ) para o regime estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

"Eu estou defendendo com muita clareza que essas pessoas contratadas em CLT, submetidas à justiça do Trabalho, não sejam submetidas à jornada porque hoje como PJS elas não são submetidas e nós estamos falando dos trabalhadores mais, entre aspas, ricos do nosso país", disse Prates.

A proposta foi levada a ele pelo líder da bancada do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), e pela deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP). Segundo Prates, a proposta esteve inclusa nas últimas versões apresentadas a Motta e não sofreu resistência do presidente da Câmara, mas haveriam ressalvas no governo.

As regras também valeriam para quem ganha acima do teto da Previdência pública e já trabalham no regime estabelecido pela na CLT.

Outro ponto defendido pelo relator é que a definição do teto de 40 horas semanais e a distribuição das duas folgas sejam definidas por média mensal. Segundo ele, essa seria uma forma de contornar os impactos a escalas específicas, como a 12×36.

Nessa modalidade há discrepância nas horas mensais dentro do mês, sendo que em uma se pode trabalhar abaixo das 40 horas e, em outra, acima de 42 horas. Prates estipula que regimes especiais sejam definidos por convenção coletiva.
Hugo Leal Melo da Silva
Deputado(a) Federal · PSD · RJ · Perfil Prysmo ↗
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📄 Proposição
Proposição: REQ 3076/2026
Requer a retirada de assinatura da emenda 01 da PEC 221/2019
Jael Antônio da Silva
Presidente · DF · Perfil Prysmo ↗
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Jael Antônio da Silva presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar-DF) - (crédito: Divulgação)

Manuel Francisco de Paula, 61 anos, trabalha como garçom desde os 18 anos. Serve em hotéis de Brasília há mais de quatro décadas. Atendeu personalidades como Tancredo Neves, Ulysses Guimarães e Hélio Garcia -- além de ministros e governadores que passaram pela hotelaria da capital. Todo dia, pega ônibus por 1h20 para chegar ao trabalho. Nos fins de semana, faz horas extras em buffets. Às vezes sai às 2h da manhã; dorme quatro horas e meia por noite.

"A gente trabalha muito, anda muito, cansa muito e descansa pouco." Manuel trabalha na escala 6x1. Um dia de folga por semana. É sobre jornadas como a dele que a Câmara dos Deputados debate nesta semana.

A comissão especial que analisa o fim da escala 6x1 apresentou a previsão das próximas etapas. A leitura do relatório está marcada para segunda-feira (25;5), às 15h. A votação do parecer ocorre na quarta-feira (27/5), às 14h. Se aprovado, o texto segue para o plenário da Câmara na quinta-feira (28/5), às 9h. Os horários são preliminares e estão sujeitos a alterações conforme a agenda legislativa.

O segmento de bares, restaurantes e hotéis acompanha esse calendário de perto. No país, há 1,5 milhão de estabelecimentos, 5 milhões de empregos diretos e uma característica estrutural: mais de 95% são micro e pequenas empresas. No Distrito Federal, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-DF) contabiliza quase 30 mil estabelecimentos de alimentação e hospedagem, que empregam cerca de 100 mil trabalhadores. O Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Distrito Federal (Sindhobar-DF) tem 14 mil estabelecimentos em sua base de representação.

O debate envolve dois pontos que nem sempre aparecem separados: a redução da jornada semanal -- quantas horas o trabalhador cumpre -- e o modelo de escala -- como essas horas se distribuem ao longo dos dias. As propostas no Congresso mexem nos dois, em graus diferentes.

Quatro textos disputam a reforma. A PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), fixa o modelo 5x2 com redução de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salário. A PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), propõe a escala 4x3, com jornada de 36 horas -- a mais ampla em debate -- e teve seu texto anexado à PEC 221, que tramita em conjunto. O governo federal tem um projeto de lei na mesma direção -- 5x2 e 40 horas -- , mas tramita como lei ordinária, o que exige menos votos para aprovação do que uma mudança na Constituição. Já a PEC 40/2025, do deputado Maurício Marcon (PL-RS), apelidada de PEC da Alforria por propor que cada trabalhador negocie livremente sua jornada, vai na contramão: permite livre pactuação entre empregador e empregado, mantendo o teto de 44 horas semanais.

Para quem trabalha sete dias por semana, o fim da escala 6x1 significaria contratar mais um funcionário para cobrir o dia de folga extra, sem reduzir o horário de funcionamento. O aumento na folha salarial chegaria a quase 20% -- projeção divulgada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e adotada pelo Sindhobar-DF, que considera a necessidade de contratação adicional para cada seis trabalhadores em escala. Na ponta do consumidor, a Abrasel-DF estima alta imediata de 8% nos cardápios.

"Não existe mágica: trabalhar menos ganhando o mesmo não acontece em lugar nenhum do mundo", afirma o economista Rodrigo Marinho, do Instituto Livre Mercado. "As pequenas e médias empresas do Brasil, como regra, não têm como arcar com esse custo." Marinho defende a PEC da Alforria. "O Estado quer decidir como você deve trabalhar. Quando isso é imposto de cima para baixo, a pessoa não pode escolher."

O Sindhobar-DF e a Abrasel-DF defendem uma solução intermediária: manter a escala 6x1 e reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. O custo adicional na folha de pagamento cairia para cerca de 10%. "O empresário vai ter que abrir mão de parte do lucro -- aqueles que ainda estão tendo lucro. A maioria ainda está no prejuízo", admite Jael Antônio da Silva, presidente do Sindhobar-DF. Para Thales Furtado, da Abrasel-DF, a saída passa pelas convenções coletivas, negociadas caso a caso. "O Brasil seria o único país do mundo a proibir o trabalho em seis dias consecutivos", segundo ele -- que não citou exemplos internacionais comparáveis.

No varejo, o cálculo é ainda mais preciso. Sebastião Abritta, presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista-DF), que representa mais de 30 mil lojas e 120 mil trabalhadores, fez as contas: com o piso da categoria em R$ 1.681, somados encargos, décimo terceiro, férias, aviso prévio, vale-alimentação e vale-transporte, contratar um funcionário a mais para cobrir a folga custaria R$ 3.782,25 -- por trabalhador, pelo piso.

Segundo levantamento do Sindivarejista-DF, desde 2020 cerca de 1.850 empresas fecharam no DF e 8 mil vagas foram encerradas. Abritta avalia que a proibição do 6x1 pode acelerar esse processo. "As empresas com até três empregados são as que mais contratam no DF. Por aí você vê as consequências financeiras para o empresário e para o trabalhador."

Há ainda um perfil que desaparece do debate público: o comerciário que vive de comissão. Para esse profissional, menos dias de trabalho significam menos oportunidades de venda e, portanto, menos renda no fim do mês. "Quanto mais tempo ele permanecer na loja, maior a probabilidade de aumentar seus rendimentos. O maior prejudicado nessa redução de jornada pode ser o próprio trabalhador", afirma Abritta.

A posição sobre como resolver o impasse acompanha a dos demais líderes patronais. "O melhor caminho sempre será a Convenção Coletiva de Trabalho. Não dá para tratar os desiguais de forma igual. Cada categoria conhece a sua dor."

O Ipea publicou dois estudos com conclusões que apontam para direções diferentes. O primeiro, de fevereiro de 2026, estima que a redução da jornada elevaria o custo médio do trabalho celetista em 7,84% -- argumento que o setor patronal usa para defender cautela. O segundo, de abril de 2026, mostra que trabalhadores em jornada de 44 horas ganham, em média, R$ 2.627 -- 58% menos do que os R$ 6.211 de quem cumpre 40 horas. A diferença não é um efeito direto da jornada: reflete que os postos mais longos estão concentrados em setores de menor qualificação e remuneração.

Para os defensores da reforma, o dado mostra que a escala mais puxada recai sobre quem tem menos escolha. Manuel confirma na prática. "Qualquer emprego nosso não dá para a gente sobreviver. Para ter uma vida mais ou menos normal -- tirar férias com a família, descansar no sábado -- você precisa de dois empregos. O pai e a mãe de família que trabalham na hotelaria não têm vida."

Enquanto os patrões fazem as contas, os trabalhadores organizados têm outra perspectiva. Severino de Caldas Neto, segundo secretário da diretoria executiva do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Restaurantes, Bares e Similares do Distrito Federal (Sechosc-DF), tem 33 anos de hotelaria. Começou como garçom em Brasília, ainda nos anos 1980, e hoje representa os trabalhadores nas negociações coletivas com o setor patronal. "Nossa luta é pelo fim da escala 6x1, com redução de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário." A entidade apoia a proposta de Lopes -- modelo 5x2 com 40 horas.

Para Severino, o argumento de que o trabalhador prefere o 6x1 porque sai mais cedo não se sustenta. "No restaurante, o garçom faz dois turnos. Não existe essa possibilidade." Ele foi pai solo por anos. "Na escala 6x1, a folga não existe -- você acorda mais tarde, mas trabalha em casa. Por isso, a gente defende dois dias de folga consecutivos."

Ele contesta a tese de que menos horas implicam menor produtividade. Em 1988, quando chegou a um grande hotel de Brasília como garçom, a casa tinha 236 funcionários. Em 2013, quando ingressou no Sechosc-DF, havia 98. O serviço não diminuiu. "A tecnologia modificou isso. Trabalhador mais descansado produz mais." Os dirigentes interpretam o dado do Ipea como evidência de que jornadas mais curtas estão associadas a maior produtividade e melhor remuneração -- embora o estudo não estabeleça relação causal direta entre os dois fenômenos.

Oitenta por cento do setor no DF ainda opera no 6x1, reconhece o dirigente. Mas já existem exemplos bem-sucedidos de transição na cidade. Estabelecimentos que migraram para o 5x2 ou o 12x36 verificaram ganho de produtividade sem necessidade de contratar mais funcionários, segundo Severino -- que não apresentou números sobre esses casos. "O empresariado que fez a mudança não precisou contratar mais ninguém."

A direção do Sechosc-DF defende que as convenções coletivas regulamentem a distribuição das folgas após a aprovação da lei. "Nosso setor é essencial, não pode fechar. A folga não é aos sábados e domingos -- é variável. Isso precisa ser equacionado na convenção."

Manuel desenvolveu pressão alta após décadas de trabalho em pé, em jornadas que frequentemente chegavam a 12 horas por dia. Já se afastou por estresse. Sente que envelheceu mais rápido do que devia. Tem uma mensagem para os deputados que votam nesta semana. "Que eles tenham um carinho especial ao olhar para essa nova lei. O 5x2 será muito bom para nós. A gente vai ter uma vida melhor, vai produzir mais. Vai gerar mais emprego."

Há mais de quarenta anos, ele trabalha de uniforme e gravata. Já cruzou caminho com presidentes e ministros. Hoje, ainda pega ônibus de madrugada para não perder o turno. "Pode estar bonito, com uniforme e gravata, mas tem que trabalhar muito."
José Estephan Barbary Filho
Deputado(a) Federal · PP · AC · Perfil Prysmo ↗
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📄 Proposição
Proposição: REQ 3079/2026
Requer a retirada do apoiamento à Emenda Nº 2, na PEC Nº 221 de 2019.
Leonardo Silva Prates
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · BA · Perfil Prysmo ↗
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📰 Notícia
Além da redução da jornada de trabalho, o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1, Leo Prates (Republicanos-BA), também pretende apresentar dispositivos como o tempo máximo de transição, exceção para quem ganha mais de R$ 16 mil e distribuição das folgas por média mensal.

O deputado baiano deverá apresentar seu parecer final na segunda-feira (25/5) ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que por sua vez se reunirá com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para bater o martelo sobre quando as nova jornada de trabalho passará a valer.

A expectativa é que Prates coloque o texto em votação na comissão especial na segunda-feira e dê um prazo de vista aos integrantes do colegiado. Após a aprovação, a proposta deve seguir para o plenário da Câmara em 28 de maio.

A transição ainda é o ponto de maior discussão sobre a PEC. Deputados defendem apresentar um prazo máximo para que os empregadores apliquem a diminuição de quatro horas da atual jornada. O entorno do relator defende que seja um prazo de até 3 anos, sendo uma hora já este ano, duas no ano que vem e uma hora em 2028.

O governo, por outro lado, ainda se divide sobre a transição. Uma ala do governo, encabeçada pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, mostra-se mais aberta à proposta de Prates, enquanto outra, encabeçada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, defende uma transição imediata.

Em entrevista ao programa Sem Censura, da EBC, Lula defendeu uma redução imediata, mas admitiu que o governo não tem força para impôr a ideia ao Congresso e deverá negociar. Por outro lado, sinalizou para o embate direto com deputados que objetem a redução da jornada: "Vamos mostrar para o povo quem é quem nesse país".

Essa mesma estratégia de combate tem sido adotada por Boulos. O papel do ex-líder do Movimento Sem Teto (MST) nas negociações tem sido alvo de críticas no Congresso. Em almoço com parlamentares, Leo Prates disse que, ao se reunir com o ministro de Lula na última semana, ele sugeriu jogar a transição para o projeto de lei que deverá tratar das especificidades.

"Boulos veio [e disse] 'faz assim, já que você está convicto da transição, você bota o dispositivo constitucional remetendo para lei e que a transição vai ser regulada pelo projeto de lei' eu falei 'não vou fazer assim'", disse em almoço na quarta-feira (20/5) com a Frente Parlamentar do Comércio e Serviços (FCS).

Prates defendeu sua posição alegando que ao adiar a decisão da transição, haveria uma repercussão negativa contra ele e contra o Congresso enquanto o governo "colhe os louros" do fim da escala 6×1.

"Estou cansado desse negócio de 'congresso inimigo do povo' porque se o Congresso faz um trabalho para preservar o país, o governo colhe os louros, o que é justo, é mérito de quem levantou a bandeira e esse foi o governo, mas a gente segura a economia que dá a arrecadação do governo. Aí não dá pra eu ser Leo Prates inimigo do povo", disse.

Um dos pontos estudados pelo relator é a possibilidade de quem ganhar até dois tetos de benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), que hoje soma cerca de R$ 16.900, com carteira assinada, não será sujeito a escala ou jornada de trabalho, à exceção do funcionalismo público.

Segundo ele, essa parcela corresponde a 2,5% dos empregados do Brasil e seria uma forma de incentivar a migração de pessoas com contratos como Pessoa Jurídica (PJ) para o regime estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

"Eu estou defendendo com muita clareza que essas pessoas contratadas em CLT, submetidas à justiça do Trabalho, não sejam submetidas à jornada porque hoje como PJS elas não são submetidas e nós estamos falando dos trabalhadores mais, entre aspas, ricos do nosso país", disse Prates.

A proposta foi levada a ele pelo líder da bancada do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), e pela deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP). Segundo Prates, a proposta esteve inclusa nas últimas versões apresentadas a Motta e não sofreu resistência do presidente da Câmara, mas haveriam ressalvas no governo.

As regras também valeriam para quem ganha acima do teto da Previdência pública e já trabalham no regime estabelecido pela na CLT.

Outro ponto defendido pelo relator é que a definição do teto de 40 horas semanais e a distribuição das duas folgas sejam definidas por média mensal. Segundo ele, essa seria uma forma de contornar os impactos a escalas específicas, como a 12×36.

Nessa modalidade há discrepância nas horas mensais dentro do mês, sendo que em uma se pode trabalhar abaixo das 40 horas e, em outra, acima de 42 horas. Prates estipula que regimes especiais sejam definidos por convenção coletiva.
Marcio Jose Honaiser
Deputado(a) Federal · SOLIDARIEDADE · MA · Perfil Prysmo ↗
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📄 Proposição
Proposição: REQ 3078/2026
Requer a retirada de assinatura das Emendas EMC nº 1 (CD268682715700) e EMC nº 2 (CD266254769000) à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019
Sidney Ricardo de Oliveira Leite
Deputado(a) Federal · PSD · AM · Perfil Prysmo ↗
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📰 Notícia
O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM), integrante da comissão especial da PEC do fim da jornada 6×1, declarou voto favorável à proposta durante o Seminário Câmara Pelo Brasil, realizado na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), em Manaus.

Ao lado do relator da proposta, Léo Prates (Republicanos-BA), o parlamentar afirmou que pretende contribuir com o debate sem desconsiderar os impactos econômicos para pequenos e médios empresários.

"Queremos contribuir com esse debate não só com a nossa votação favorável à proposta, mas também temos de ter responsabilidade com o médio e o pequeno empreendedor, principalmente do comércio, para que ele não quebre o seu negócio, num país já extremamente desigual", afirmou.

Durante o seminário, Sidney Leite afirmou que a proposta pode fortalecer as relações de emprego e ampliar a participação das entidades sindicais nos acordos coletivos.

"O desafio está posto pelo parlamento. Avançar na educação pública para o trabalho e começar a grande revolução tecnológica, não só para melhorar salários, mas para ampliar a participação num debate tão importante para o povo brasileiro", disse o deputado.

Além disso, o parlamentar destacou que a discussão sobre a redução da jornada de trabalho precisa considerar produtividade e desenvolvimento econômico.

Durante o evento, o relator da proposta, Léo Prates, rejeitou incluir no parecer uma regra de transição de dez anos para a implementação da nova jornada de trabalho. A medida vinha sendo defendida por representantes do setor econômico e integrantes da oposição.

"Eu garanto: eu não botarei minha assinatura em uma transição de dez anos. [...] Eu não entrarei nessa barca de dez anos. Eu prefiro renunciar a essa relatoria do que assinar dez anos", declarou Prates no último seminário estadual sobre a proposta, realizado em Manaus.

Enquanto aguarda os ajustes finais para a apresentação do relatório, o deputado terá o fim de semana para tentar resolver divergências entre governo e oposição, principalmente em relação ao tempo de transição da medida.
Átila de Melo Lira
Deputado(a) Federal · PP · PI · Perfil Prysmo ↗
Neutro
📄 Proposição
Proposição: REQ 3075/2026
Requer a retirada de assinatura das emendas nº 1 e 2 apresentadas à PEC 211, de 2019.
Alto risco · 1Aliado · 0Base de apoio · 0Baixo risco · 1Neutro · 0
Duas manifestações abordam diretamente a Reforma Tributária. Fábio Felix (PSOL-DF) ataca Flávio Rocha, dono da Riachuelo, em postagem que associa o empresariado à oposição à taxação de grandes fortunas. Itamar Borges (MDB-SP) celebra o Decreto 70.531/2026 do Governo de São Paulo, que autoriza créditos acumulados de ICMS para liquidar débitos de ICMS-ST, com impacto direto sobre o caixa das empresas paulistas.
Fontes das manifestações
2 manifest.
📱 Rede social 2 (100%)
Perfil
Partido
MDB
1
PSOL
1
Estado
Distrito Federal
1
São Paulo
1
Esfera
Legislativo Estadual
2
Manifestações por stakeholder
Itamar Francisco Machado Borges
Deputado(a) Estadual · MDB · SP · Perfil Prysmo ↗
Alto risco
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Quero compartilhar uma importante conquista para o empreendedorismo paulista. O Governo de São Paulo publicou no Diário Oficial de 15 de abril de 2026 o Decreto nº 70.531/2026, autorizando a utilização de créditos acumulados de ICMS para a liquidação de débitos de ICMS Substituição Tributária (ICMS-ST), inclusive aqueles decorrentes de Autos de Infração e Imposição de Multa (AIIM) ou já inscritos em Dívida Ativa. Essa mudança representa um avanço histórico na modernização da administração tributária paulista e atende uma demanda antiga do setor produtivo. A alteração no artigo 586 do RICMS/SP, juntamente com a revogação do parágrafo único do artigo 79, elimina uma barreira que impedia o uso desses créditos para quitar débitos de substituição tributária. Como presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo e Combate à Guerra Fiscal (Frepem) da Assembleia Legislativa de São Paulo, celebro essa conquista construída em diálogo com empresários, contabilistas e entidades representativas. Essa medida era uma das propostas prioritárias da nossa “Carta pelo Empreendedorismo”, entregue ao governador Tarcísio de Freitas em 2023, defendendo maior acesso ao crédito e menos burocracia na compensação de saldos credores. O Decreto nº 70.531/2026 é uma vitória concreta da nossa Frente Parlamentar e de todos os empreendedores paulistas. Estamos avançando na desburocratização, na simplificação tributária e no fortalecimento das micro e pequenas empresas. Essa iniciativa melhora o ambiente de negócios, garante mais competitividade, fortalece o fluxo de caixa das empresas e contribui diretamente para a geração de emprego e renda em nosso estado. Também reconheço a importante atuação do Sescon-SP e do seu presidente Antonio Carlos Santos, que destacou a relevância da medida para a segurança jurídica contábil e para a saúde financeira das empresas paulistas. Entre os principais benefícios dessa mudança, destaco: • Ampliação da compensação de créditos acumulados de ICMS para débitos de ICMS-ST; • Alívio no fluxo de caixa das empresas, reduzindo desembolsos imediatos; • Redução de custos com juros e multas; • Simplificação e modernização do RICMS/SP; • Estímulo à competitividade e ao crescimento econômico. Essa medida faz parte de um conjunto de ações do Governo de São Paulo voltadas à simplificação tributária e à preparação do estado para a Reforma Tributária, incluindo também a redução de produtos sujeitos à substituição tributária e a aceleração da devolução de créditos de estoques. São Paulo segue na frente, criando um ambiente mais moderno, eficiente e favorável para quem empreende, produz e gera oportunidades.
Fábio Felix Silveira
Deputado(a) Estadual · PSOL · DF · Perfil Prysmo ↗
Baixo risco
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Pro Brasil dar certo, o caminho é fazer o oposto do que defende o dono da Riachuelo. Apoiou o genocida no auge da pandemia 🚫 É contra taxar grandes fortunas 🚫 É contra o fim da escala 6x1 🚫 Se depender da elite brasileira, trabalhador tem que viver sendo explorado pros bilionários continuarem enriquecendo.
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Carlos Portinho (Senador PL-RJ) responsabiliza Lula pela Taxa das Blusinhas, regulamentação de bets e apropriação de 10% dos patrocínios culturais e esportivos, em postagem que classifica como 'maior carga tributária da história'.
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Carlos Francisco Portinho
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Taxa das blusinhas foi ele q fez. (Eu votei contra) Bets foi Lula q liberou geral. (Eu votei contra) Apropriação de 10% dos patrocínios da cultura e esporte foi Lula que impôs. (Vamos derrubar) Maior carga tributária da historia para sustentar a maquina corrupta do Estado…. Foi Lula que criou. Não vai negar né @LulaOficial ! Quem mandou? Lula.
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Matias Cardomingo, coordenador no Ministério da Fazenda, anuncia em Goiânia o lançamento do 'Inter Redes Centro-Oeste', primeira articulação regional inédita do país para organizar cooperativas de catadores de recicláveis. A iniciativa integra o eixo 5 do Plano Nacional de Economia Circular e o Plano Transformação Ecológica, definindo parâmetros futuros para logística reversa de embalagens.
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Matias Rebello Cardomingo
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A região Centro-Oeste será a primeira a desenvolver e estruturar uma organização de cooperativas de catadores de materiais recicláveis a nível regional. A iniciativa, inédita no país, alinha-se às entregas e metas do eixo 5 do Plano Nacional de Economia Circular e do Plano Transformação Ecológica, este último coordenado pelo Ministério da Fazenda. O projeto piloto da Estratégia de Atuação da Central Regional de Negócios Circulares, o "Inter Redes - Centro-Oeste", foi oficialmente lançado na quarta-feira (20/5), em Goiânia, com a formalização de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT). A assinatura do acordo se deu entre a presidenta da Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reciclável Reciclamos e Amamos o Meio Ambiente (Cooper Rama), Dulce Helena do Vale, e o secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Adalberto Maluf. Dulce, representante signatária de todas as cooperativas da região, destacou o caráter estratégico do Inter Redes Centro-Oeste para a união das cooperativas e o desenvolvimento da venda em escala de recicláveis. 'O acordo de cooperação vai nos conectar a diferentes redes de cooperativas e, ao somarmos o estoque de vários galpões, vamos conseguir negociar grandes volumes diretamente com a indústria de transformação, aumentando o faturamento dos cooperados', afirma. A Cooper Rama é uma cooperativa de reciclagem de Goiânia, fundada em julho de 2008, com atuação na triagem e no processamento de resíduos recicláveis. A entidade gera emprego e renda para pessoas em vulnerabilidade social com apoio da Incubadora Social da UFG e integra o Movimento Reciclar de iniciativas locais para elevar os índices de reciclagem da capital goiana. A cerimônia de assinatura do ACT foi realizada no Polo de Tecnologias Sociais e Sustentabilidade (PTSS), no Câmpus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG). Pioneiro no Brasil ao ter sua gestão realizada por catadoras e catadores de materiais recicláveis, o espaço já conta com maquinário para beneficiamento de vidro e avança na estruturação de novas frentes relacionadas ao processamento de plástico e outras cadeias produtivas estratégicas. O objetivo é, por meio do Inter Redes, fortalecer ainda mais a perspectiva de industrialização da reciclagem no Centro-Oeste e ampliar a capacidade tecnológica e produtiva das cooperativas. Industrialização da cadeia da reciclagem Representantes da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda participaram da cerimônia e destacaram a amplitude do evento, com a presença de integrantes de várias cooperativas, da indústria e do poder público dos três níveis da federação. O subsecretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Matias Cardomingo, aproveitou a presença do promotor do Ministério Público de Goiás, Juliano Araújo, para lembrar que parte do financiamento do Polo de Tecnologias Sociais e Sustentabilidade foi uma articulação dele por meio de Termos de Ajustamento de Conduta. "São máquinas para processamento de vidro, produção de biocombustíveis a partir de óleo, fabricação de insumos a partir de rejeitos biológicos e reciclagem de plásticos, já mirando vincular com avanços também para agricultura. daquelas histórias que merecem ser contadas por todos os cantos, um exemplo efetivo de atuação da universidade, do movimento popular, do setor público e privado transformando o mundo que conhecemos", destacou. Sobre o Inter Redes, o subsecretário afirmou que a proposta "representa um avanço estratégico para a consolidação e a busca pela industrialização da cadeia da reciclagem no Brasil, fortalecendo não apenas a capacidade produtiva e organizacional das cooperativas, mas também o desenvolvimento de engenharias sociais, tecnologias socioambientais e soluções inovadoras construídas pelos próprios catadores e catadoras." A coordenadora-geral de Finanças Sustentáveis, Ayuni Sena, ressaltou o importante marco que o Inter Redes representa para fortalecer a cooperação interfederativa e institucional da economia circular no Brasil. "O projeto se consolida como uma estratégia estruturante para o fortalecimento das cooperativas, da inclusão socioprodutiva e da transformação ecológica, conectando diferentes atores em torno de soluções sustentáveis e inovadoras para o Brasil", disse. Estiverem presentes também a pró-reitora adjunta de Extensão da UFG, Adriana Régia Marques de Souza, e o coordenador responsável pelo Polo, professor Carlos Hoelzel. Sobre o Projeto Piloto Para a consolidação do Acordo de Cooperação Técnica que formalizou a criação do Projeto Piloto Inter Redes, teve papel fundamental também a equipe técnica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Por meio do trabalho conjunto, Mdic, Fazenda, MMA, MPGO e UFG construíram a proposta que resultou na criação de um ente regional de cooperativas como modelo de negócios circulares no Centro-Oeste, sendo uma iniciativa inédita no âmbito nacional ao promover o intercâmbio de experiências, metodologias, tecnologias e estratégias de governança colaborativa. A proposta contribui também diretamente para o avanço de agendas estruturantes alinhadas à Estratégia e ao Plano Nacional de Economia Circular e à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), especialmente ao fortalecer as organizações de catadores enquanto agentes estruturantes da cadeia da reciclagem e da logística reversa. Além da assinatura do ACT principal com o MMA, foram formalizados outros três Acordos de Cooperação Técnica estratégicos como desdobramento do desenvolvimento do próprio Inter redes por meio da atuação da Cooper-Rama na consolidação do projeto piloto. Um deles firma parceria com o Fórum Nordeste de Economia Circular para a construção do Fórum Centro-Oeste, com objetivo de ampliar a integração regional e nacional das agendas de circularidade. Outro destaca o projeto de Promoção da Economia Circular para uma Transformação Econômica Socioecológica (PromEC) como parte do desenvolvimento do Inter Redes em conjunto com a Cooperação Brasil Alemanha (GIZ) e o Ministério da Fazenda para a implementação de ações do Plano de Transformação Ecológica. Por fim, foi assinada também uma parceria com a REC, plataforma online que aproxima e facilita as oportunidades de negócio entre os agentes da cadeia de reciclagem, para o desenvolvimento de um ambiente virtual para o projeto Inter redes, na perspectiva de centralização, integração e otimização das produções regionais.
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Mauro Pires, presidente do ICMBio, apresenta no XII Sapis, em Brasília, quatro publicações sobre áreas protegidas, incluindo documentário sobre Reservas Extrativistas e materiais do Programa Monitora. O evento, sediado na UnB, reforça a agenda de conservação que conecta biodiversidade, saberes tradicionais e bioinsumos.
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Mauro Oliveira Pires
Presidente · S. PART · Perfil Prysmo ↗
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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançou, durante a programação do XII Seminário Brasileiro sobre reas Protegidas e Inclusão Social (Sapis), quatro publicações voltadas à valorização dos territórios protegidos, da participação social e da conservação da biodiversidade no país. O evento ocorreu na Universidade de Brasília (UnB) e teve a participação de servidores, estudantes, comunitários e público engajado na causa ambiental. A programação reuniu o documentário Da Luta ao Direito: A Trajetória das Reservas Extrativistas no Brasil, a revista Caminhos da Gestão Socioambiental no ICMBio, o livro Encontro dos Saberes: boas práticas para fortalecer diálogos, do Programa Monitora, e a obra 25 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC): balanços, desafios e perspectivas. As iniciativas destacam experiências de gestão socioambiental, a integração entre ciência e saberes tradicionais, a trajetória das reservas extrativistas e os desafios das Unidades de Conservação (UCs) brasileiras diante das mudanças ambientais e sociais contemporâneas. Confira, a seguir, mais sobre os lançamentos: Documentário sobre Reservas Extrativistas resgata trajetória de luta e garantia de direitos no Brasil O documentário Da Luta ao Direito: A Trajetória das Reservas Extrativistas no Brasil foi lançado na terça-feira (19), no Instituto de Letras (UnB). A produção do ICMBio, com apoio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e parceria da Fundação Espírito-santense de Tecnologia, apresenta a trajetória das Reservas Extrativistas (Resex) desde a década de 1980 até sua consolidação no SNUC, instituído pela Lei n 9.985/2000. A obra destaca a atuação do Instituto junto aos Povos e Comunidades Tradicionais, evidenciando o reconhecimento das famílias que vivem nesses territórios e a garantia de seus direitos fundamentais. O documentário também mostra como a gestão compartilhada das Resex contribui para a valorização dos conhecimentos tradicionais, o fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis e a ampliação do acesso a políticas públicas. Ao abordar a permanência das populações tradicionais em florestas, manguezais, rios, mares, cerrados e caatingas, a produção reforça a importância desses territórios para a promoção da justiça socioambiental, da conservação da biodiversidade e da construção de soluções coletivas baseadas no diálogo e no respeito. A sessão de lançamento contou com falas de representantes do ICMBio, movimentos sociais e participantes do evento, promovendo reflexões sobre o papel dos territórios tradicionais na promoção de equidade e justiça social. Revista do ICMBio reúne experiências de gestão socioambiental em Unidades de Conservação A revista Caminhos da Gestão Socioambiental no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade também foi lançada na terça-feira (19), no auditório do Instituto de Artes (UnB). O evento reuniu gestores, autores e representantes ligados à temática. Organizada pela Coordenação-Geral de Gestão Socioambiental (CGSAM/DISAT) do ICMBio, a publicação reúne relatos de 30 experiências desenvolvidas principalmente em Unidades de Conservação federais. Resultado de uma chamada pública de artigos, a revista compartilha conhecimentos, metodologias e estratégias construídas junto a povos e comunidades tradicionais, comunidades locais e demais atores envolvidos na gestão da sociobiodiversidade. A publicação também pretende incentivar práticas inovadoras e contribuir para o aperfeiçoamento de iniciativas voltadas à proteção ambiental, à mediação de conflitos e à gestão participativa. Os textos abordam temas como educação ambiental, governança territorial, compatibilização de direitos, fortalecimento da participação de jovens, mulheres e lideranças comunitárias, além da atuação da Plataforma de Territórios Tradicionais. As experiências destacam a importância da gestão socioambiental e da sociobiodiversidade para a conservação da natureza e o fortalecimento dos territórios. De acordo com o idealizador, Sérgio Fernandes, coordenador da CGSAM, a revista é fruto de vários processos formativos e da execução de uma pluralidade de projetos. "Nossos processos formativos têm um diferencial muito grande porque eles acontecem observando a realidade dos territórios e buscando intervir sobre essa realidade. O ciclo de formação em gestão socioambiental traz isso: inovação na gestão ambiental pública, incluindo pessoas e a sociedade", destaca. A revista tem o apoio da cooperação técnica alemã Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ). "Nós estamos muito gratos de poder participar dessa publicação. muito bonito e bem elaborado, por isso parabenizo o Instituto Chico Mendes. Que esse material sirva de base para discutir, melhorar e mudar nossas atitudes, ampliando a nossa visão e tornando a vida no planeta cada dia um pouco melhor", comentou Frida Frederique, representante da GIZ. O documentário Da Luta ao Direito destaca a atuação do Instituto junto aos Povos e Comunidades Tradicionais - Foto: João Stangherlin/ICMBio A revista Caminhos da Gestão Socioambiental é resultado de uma chamada pública de artigos - Foto: Geylson Paiva/ICMBio Livro do Programa Monitora fortalece diálogo entre ciência e saberes tradicionais na conservação da biodiversidade O livro Encontro dos Saberes: boas práticas para fortalecer diálogos, do Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (Monitora), foi lançado na quarta-feira (20), durante uma roda de conversa realizada no auditório do Memorial Darcy Ribeiro (UnB). A publicação reúne metodologias e ferramentas voltadas à promoção de espaços participativos, de troca de conhecimentos sobre o monitoramento da biodiversidade em UCs federais. A obra apresenta orientações práticas para apoiar o planejamento, a realização e a avaliação de encontros participativos, com foco no fortalecimento da gestão compartilhada e da participação social nos territórios protegidos. A iniciativa busca aproximar conhecimentos tradicionais e técnico-científicos, contribuindo para a coleta, análise e interpretação coletiva de dados. A coordenadora-geral de Pesquisa e Monitoramento da Biodiversidade (CGPEQ/DIBIO) do ICMBio, Cecília Cronemberger, destacou a importância da participação social no Programa. "Eu sempre digo, com muito orgulho, que o que diferencia o Programa Monitora de um programa de pesquisa ou de um monitoramento científico é a participação social qualificada em todas as fases, e o Encontro de Saberes é o ápice disso. Espero que o livro seja muito útil para apoiar as unidades de conservação participantes", afirmou. O presidente do ICMBio, Mauro Pires, também ressaltou o papel da iniciativa na integração entre diferentes formas de conhecimento voltadas à conservação ambiental. "O Encontro de Saberes é um ótimo exemplo de uma tecnologia que mistura conhecimento tradicional e conhecimento científico com finalidade de conservação. Nós sabemos que não tem como fazer conservação sozinho. A gente cuida da natureza, mas a gente cuida com as pessoas", disse. O Encontro dos Saberes (ESaber) é uma estratégia social e educativa que integra comunidades tradicionais, povos indígenas, gestores e especialistas em ações de monitoramento ambiental. Uma iniciativa que fortalece a democratização da ciência ao valorizar saberes tradicionais na conservação da biodiversidade. Durante o evento, os participantes também compartilharam experiências e boas práticas relacionadas ao Encontro. Livro celebra os 25 anos do SNUC e debate desafios das áreas protegidas no Brasil Encerrando a agenda da quarta-feira (20), também no Auditório do Memorial Darcy Ribeiro (UnB), aconteceu o lançamento do livro 25 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza: balanços, desafios e perspectivas. A obra reúne análises de especialistas sobre a trajetória, os avanços e os desafios do SNUC. Segundo Frederico Rios, organizador do livro, a obra nasceu da necessidade de ampliar a produção bibliográfica especializada sobre o Sistema. "Ele surgiu da ideia de preencher uma lacuna no direito. A gente não tem no direito ambiental um livro específico, robusto, que trate do SNUC. E nada mais significativo que os seus 25 anos para reunir grandes autores, especialistas que conhecem o tema e têm experiência prática para escrever essa obra", destacou. A publicação destaca o papel das Unidades de Conservação como instrumentos estratégicos para a proteção da biodiversidade, o enfrentamento da mudança do clima, a promoção do desenvolvimento regional e o fortalecimento da participação social na gestão ambiental. O livro também propõe reflexões sobre os desafios ambientais contemporâneos e reforça a importância das áreas protegidas para a construção de um futuro mais sustentável e equilibrado para as próximas gerações. Entre os temas abordados estão governança ambiental, sustentabilidade, políticas públicas e perspectivas para o futuro das UCs. De autoria coletiva, a obra foi organizada pelo procurador federal Frederico Rios e reúne mil páginas, 65 artigos e contribuições de 98 autores. O livro Encontro dos Saberes busca aproximar conhecimentos tradicionais e técnico-científicos - Foto: João Stangherlin/ICMBio O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza comemorou 25 anos em 2025 - Foto: João Stangherlin/ICMBio Povos tradicionais e corregulação na pauta Na quinta-feira (21), foi lançado, no Auditório do Centro de Excelência em Turismo (UnB), o livro Povos tradicionais e corregulação: internormatividade e coprodução normativa em planos de manejo, da autora Larissa Suassuna, ex-subprocuradora-Chefe Nacional do ICMBio. A obra investiga a participação dessas comunidades na construção de normas ambientais, especialmente em áreas protegidas federais, analisando como atuam na corregulação e na coprodução de planos de manejo. O estudo aprofunda a capacidade desses grupos de se consolidarem como agentes ativos no ordenamento jurídico e na gestão do território. A diretora de Criação e Manejo de Unidades de Conservação (DIMAN) do ICMBio, Iara Vasco, fez-se presente. Sendo a redatora do prefácio da obra, fruto da tese de doutorado da autora. Comunicação ICMBio comunicacao@icmbio.gov.br(61) 2028-9280
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Pedro Palma, diretor-presidente da Rumo Malha Paulista, acompanha em Cubatão (SP) a entrega de novo complexo viário sobre linha férrea, com investimento de R$ 70,8 milhões previstos no pacote de duplicação ferroviária.
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Pedro Marcus Lira Palma
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O município de Cubatão (SP) passa a contar com uma nova estrutura viária que garante mais segurança e fluidez no trânsito. Nesta sexta-feira (22), o ministro dos Transportes, George Santoro, entregou o novo Complexo Viário composto por um viaduto sobre linha férrea, passarelas de pedestres e rotatória de veículos. "Os investimentos destinados foram importantes para essas obras que vão melhorar a mobilidade e a segurança da região. Essa entrega também mostra a atuação do Governo do Brasil, e reforça que a parceria com o setor privado gera resultados, contribui para o desenvolvimento do país e traz melhorias concretas para a vida das pessoas', afirmou o chefe da pasta. As obras, executadas pela concessionária Rumo Malha Paulista, receberam investimentos de R$ 70,8 milhões, previstos no pacote de investimentos da renovação antecipada do contrato de concessão firmado com o Governo do Brasil. "Esta entrega compõe os cerca de R$ 1 bilhão que a Rumo investe anualmente na modernização da Malha Paulista desde a renovação antecipada da concessão, que completa seis anos neste mês. Trata-se de um marco relevante para o setor ferroviário brasileiro, dentro de um programa estruturado que alia ampliação da capacidade ferroviária a soluções urbanas capazes de destravar investimentos, aumentar a segurança das comunidades e fortalecer a infraestrutura logística do país com uma visão de longo prazo", pontuou o CEO da Rumo, Pedro Palma. Mais integração urbana As intervenções marcam um novo momento para a mobilidade urbana da Baixada Santista. Com a construção do viaduto e das novas travessias, três passagens em nível serão eliminadas. A medida vai reduzir pontos de conflito entre trens, carros e pedestres em um gargalo histórico da região. As obras também ampliam a integração entre bairros e melhoram a acessibilidade nas áreas próximas à ferrovia. Ao substituir os cruzamentos diretos sobre os trilhos por estruturas segregadas, o empreendimento garante mais segurança e qualidade de vida para a população de Cubatão. Há cerca de um ano e quatro meses trabalhando no empreendimento, o topógrafo Leandro Feitosa Moreira compartilha o sentimento de orgulho ao participar da construção do complexo. Ele destaca que estruturas como o viaduto e as passarelas evitam sinistros e reduzem situações de risco enfrentadas diariamente por pedestres e motoristas. . Avanço logístico Erguido em uma área estratégica para o escoamento de cargas e para a mobilidade interna da cidade, o novo complexo viário fortalece a logística de transporte de cargas no litoral paulista, especialmente no acesso ao Porto de Santos, um dos principais corredores de exportação do país. "Essa é uma rota estratégica para o transporte de cargas, especialmente soja, milho e outros produtos do agronegócio. Antes do viaduto, os trens precisavam reduzir a velocidade por conta do conflito com a área urbana, o que tornava a operação mais lenta e aumentava o custo do transporte. Com a nova estrutura, a ferrovia ganha mais agilidade", ressaltou o secretário nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro. Com a eliminação dos conflitos entre a ferrovia e o tráfego urbano, a circulação dos trens se torna mais ágil e eficiente, reduzindo o tempo de deslocamento e os custos logísticos. Iniciadas em novembro de 2024, as obras contemplam a construção de um viaduto rodoviário na Avenida Henry Borden, além de duas novas passarelas de pedestres entre a própria avenida e a Rua Paraíba. O projeto inclui uma nova rotatória no cruzamento das avenidas Henry Borden e 9 de Abril, com o objetivo de reorganizar o fluxo de veículos na região. "Quando eliminamos um nó logístico como esse, a ferrovia ganha mais eficiência, isso é fundamental para o país. Representa economia, geração de empregos e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Além de fortalecer a logística brasileira, também traz impactos diretos para a população", finalizou George Santoro. Assessoria Especial de ComunicaçãoMinistério dos Transportes

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