Alerta Diário · Stakeholder Listening · 10/06/2026
ALERTA DIÁRIO atualizado hoje
STAKEHOLDER LISTENING
Quarta-feira, 10 de junho de 2026

Senador classifica imposto seletivo sobre refrigerantes como coerção ao consumidor ao passo que indicações no Pará reforçam a prevenção à obesidade infantil

  • 47 manifestações em 10/06/2026, com PSD concentrando 55% do volume, PA respondendo por 57% e proposição como canal predominante (62%).
  • Imposto seletivo sob ataque na pauta tributária: o senador Jorge Seif Junior (PL/SC) classificou o tributo como instrumento de coerção ao consumidor e questionou seu efeito sobre quem consome refrigerante; o deputado estadual Fabio Alex de Oliveira (NOVO/PR) protocolou na ALEP projeto para impedir que CBS, IBS e Imposto Seletivo integrem a base de cálculo do ICMS no Paraná.
  • Menções diretas à bebida e ao açúcar: além de Jorge Seif Junior, que cita o refrigerante ao contestar a tributação, o médico José Bento Souza associou o açúcar refinado a picos de glicose e inflamação em conteúdo sobre alimentação na menopausa, com impacto crítico para o setor.
  • Incentivos fiscais em disputa na transição tributária: Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes (PT/MG) defendeu a continuidade das leis estaduais e municipais de incentivo à cultura e ao esporte diante da substituição de ICMS e ISS pelo IBS, enquanto José Antônio dos Santos Medeiros (PL/MT) propôs ampliar incentivos fiscais à pesquisa e inovação produtiva (PL 2967/2026).
  • Requerimentos sobre o tarifaço comercial: o deputado federal Helio Fernando Barbosa Lopes (PL/RJ) protocolou os requerimentos RIC 1753/2026 e RIC 1755/2026, cobrando do Ministério da Fazenda e do Ministério das Relações Exteriores esclarecimentos sobre a iminência de um novo tarifaço de até 37,5% contra produtos brasileiros e o encerramento precoce do grupo de trabalho bilateral entre Brasil e Estados Unidos, com impacto alto para a competitividade da cadeia.
  • Obesidade concentrou 26 das 47 manifestações: o deputado federal Raimundo José Pereira dos Santos (PSD/PA) apresentou indicações sugerindo o fortalecimento da estratégia PROTEJA de prevenção à obesidade infantil em municípios do Pará, replicando o pedido por dezenas de cidades.
  • 2 manifestações de alto risco: Fabio Alex de Oliveira (NOVO/PR), na pauta da Reforma Tributária, e José Bento Souza, no debate sobre alimentação e açúcar, ambos com impacto crítico para o setor.
  • 43 manifestações de aliados: destaque para Jorge Seif Junior contra o imposto seletivo e para a frente de prevenção à obesidade e segurança alimentar conduzida no Legislativo federal, além de articulações sobre abastecimento de água em estados do Nordeste e Norte.
VISÃO GERAL
47
Total
2
Alto risco
43
Aliados
1
Base de apoio
0
Baixo risco
1
Neutros
CLASSIFICAÇÃO POR TEMA
Tributação (1)
Reforma Tributária (1)
Incentivos Fiscais (2)
Obesidade (26)
Recursos Hídricos (5)
Segurança Alimentar e Nutricional (4)
Acordos Internacionais (3)
Meio Ambiente (2)
Resíduos Sólidos e Reciclagem (1)
Desenvolvimento Regional (1)
Produção Nacional (1)
AliadoAlto riscoBase de apoioBaixo riscoNeutro

As cores representam a classificação de cada manifestação; um mesmo stakeholder pode aparecer em mais de um tema.

TEMAS EM DEBATE
Aliado 1Alto risco 0Base de apoio 0Baixo risco 0Neutro 0
O senador Jorge Seif Junior (PL/SC) atacou o imposto seletivo, chamado por ele de “imposto do pecado”, sustentando que a tributação não educa o consumo e onera principalmente os mais pobres, com menção direta ao consumo de refrigerante.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
1manifest.
📱 Rede social (1)
PERFIL
PARTIDO
PL
1
ESTADO
SC
1
ESFERA
Legislativo Federal
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Jorge Seif Junior
Senador(a) · PL · SC  ·  Perfil Prysmo ↗
Aliado
📱 Rede social

O imposto seletivo (imposto do pecado) é a narrativa mais vergonhosa que o governo Lula criou para sobrecarregar ainda mais o cidadão brasileiro. 1. O Estado trata o cidadão como incapaz de fazer escolhas O governo parte do princípio de que o brasileiro não sabe decidir por si mesmo e, por isso, usa o imposto como instrumento de coerção. Quem fuma, bebe e gosta de refri, vai mesmo parar de consumir pelo imposto? Óbvio que não! 2. Imposto não educa, apenas encarece Se o problema é saúde pública, invista em educação, prevenção e informação. Imposto não conscientiza ninguém apenas pesa mais no bolso. 3. O impacto recai principalmente sobre os mais pobres Quem tem renda alta continua comprando. Quem ganha pouco sente mais. Quem tem $ continuará tomando seu vinho, fumando seu charuto e consumindo o que desejar. Quem será punido de verdade são as classes mais pobres, ou seja, o cidadão que já paga uma das maiores cargas tributárias do mundo. 4. Precedente perigoso Hoje é cigarro e álcool. Amanhã pode ser qualquer coisa que um governo considere inadequada. Se o Estado pode aumentar impostos porque não gosta do que você consome, qual será o próximo alvo? Carne? Açúcar? Sal? Café? Combustível? Ar-condicionado? 5. Contradição fiscal: Se a preocupação é a saúde, por que o governo não reduz impostos sobre medicamentos, exames, planos de saúde e alimentos saudáveis? Curiosamente, o que sempre aumenta é imposto. 6. Meio ambiente como justificativa genérica A parte ambiental é provavelmente o ponto mais vulnerável da narrativa governamental. Hoje o meio ambiente virou justificativa para praticamente qualquer aumento de tributo. Sem metas objetivas, sem indicadores claros e sem garantia de que o dinheiro arrecadado será investido em preservação. . . . O governo chama de ‘imposto seletivo’. Eu chamo de ladroagem. Só mais uma forma de colocar a mão no bolso do brasileiro. Dizem que é para proteger a saúde e o meio ambiente. Mas se a preocupação fosse realmente essa, estariam reduzindo impostos sobre medicamentos, exames e tratamentos e investindo em conscientização e educação. Na prática, o que vemos é o Estado tratando adultos como incapazes de tomar suas próprias decisões. Quem ganha muito continuará consumindo normalmente. Quem paga a conta é o trabalhador, que já convive com uma das maiores cargas tributárias do planeta. Educação conscientiza. Informação orienta. Imposto apenas arrecada. O Brasil não precisa de mais punição tributária. Precisa de mais liberdade e menos Estado.

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