Alerta Diário
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Stakeholder Listening
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Revogação da taxa das blusinhas mobiliza oposição em torno do impacto sobre comércio internacional, enquanto Dia Nacional do Profissional de Limpeza Urbana concentra manifestações de aliados em torno da reciclagem
- 37 manifestações em 18/05, com PT à frente entre os partidos (27%), Rio Grande do Sul como estado mais ativo (11%) e rede social concentrando 62% do volume.
- Resíduos Sólidos e Reciclagem concentrou 12 das 40 manifestações em torno do Dia Nacional do Profissional de Limpeza Urbana (16/05) e do Dia Mundial da Reciclagem, com Felipe Schafer (PP-AC) e Raquel Lyra (PSD-PE) liderando o volume entre os aliados e Sebastião Melo (MDB-RS) destacando programas municipais de logística reversa e gestão de resíduos em pautas de interesse para a cadeia de embalagens.
- Revogação da taxa das blusinhas dominou o debate tributário, com sete parlamentares de oposição (PL, NOVO, PSOL, PODE, REPUBLICANOS) acusando o governo de criar e depois desfazer a cobrança em ano eleitoral; a discussão tem impacto direto sobre o comércio internacional de cosméticos e perfumaria de baixo valor que entram no país por compras pessoais.
- Duas manifestações de Raquel Lyra (PSD-PE) sobre o programa Noronha Sustentável, com destaque para reciclagem de plástico transformada em mobiliário escolar e educação ambiental como política pública estadual.
- 9 manifestações de alto risco, todas concentradas em Jornada e lideradas por Luiz Marinho (PT) e parlamentares petistas que defendem alterações na escala de trabalho sem compensação ao setor empresarial.
- 13 manifestações de aliados, lideradas por Felipe Schafer (PP-AC, quatro posts), Raquel Lyra (PSD-PE, quatro posts), Sebastião Melo (MDB-RS) e parlamentares de PSOL, MDB, PSDB e UNIÃO reconhecendo o trabalho de coletores e defendendo políticas de logística reversa e reciclagem.
Visão geral
37
Total
9
Alto risco
13
Aliados
1
Base de apoio
2
Baixo risco
12
Neutros
Classificação por tema
Jornada (16)
Resíduos Sólidos e Reciclagem (12)
Alteração de Tributos (7)
Desenvolvimento Sustentável (2)
Bem-estar Animal (1)
Cada quadradinho representa uma manifestação classificada. Stakeholders podem se manifestar em mais de um tema; por isso o total cross-tema (38) pode ser diferente do total único de manifestações (37).
Temas em debate
Alto risco 9Aliado 0Base de apoio 0Baixo risco 0Neutro 7
Dezesseis manifestações sobre a PEC 221/2019. Em audiência pública em São Paulo, o ministro Luiz Marinho (PT) afirmou que não haverá compensação financeira às empresas. O relator Léo Prates (REPUBLICANOS-BA) sinalizou definição de cronograma para esta semana. Sete requerimentos foram protocolados na Comissão Especial pedindo audiências regionais e estudos do Ipea.
Fontes das manifestações
📄 Proposição 7 (44%)
📰 Notícia 7 (44%)
📱 Rede social 2 (12%)
Perfil
PARTIDO ›
PT
9
PL
4
REPUBLICANOS
2
ESTADO ›
SP
3
SC
3
BA
2
MG
2
RS
1
ESFERA ›
Legislativo Federal
10
Executivo Federal
5
Legislativo Estadual
1
Manifestações por stakeholder
Dario Carnevalli DuriganPerfil Prysmo ↗
Ministro(a) · Ministério da Fazenda
Alto risco
›
Dario Carnevalli DuriganPerfil Prysmo ↗
Ministro(a) · Ministério da Fazenda
📰 Notícia
Integrantes da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) também afirmam que a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas precisaria vir acompanhada de compensações ao setor produtivo para reduzir impactos econômicos sobre as empresas -- tema que tem causado a maior parte das polêmicas relacionadas ao texto.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, por exemplo, disse ser "radicalmente contra" em audiência na comissão.
A avaliação de deputados ligados ao empresariado é que uma eventual redução da jornada sem diminuição salarial elevaria o custo da hora trabalhada e exigiria mecanismos de flexibilização para preservar competitividade e produtividade.
Uma das principais emendas a serem apresentadas é de autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS). O texto transforma a PEC da escala 6x1 em uma proposta mais ampla de reorganização das regras trabalhistas.
A emenda prevê que a redução da jornada para 40 horas seja implementada gradualmente ao longo de até 15 anos, com cronogramas diferenciados por setor econômico e regulamentação posterior por lei complementar. O texto também regulamenta o chamado "regime horista formal", permitindo contratação por hora efetivamente trabalhada, com pagamento proporcional de direitos trabalhistas.
Outro eixo da proposta é a ampliação da prevalência dos acordos coletivos sobre a legislação trabalhista. Pela emenda, convenções e acordos poderiam prevalecer sobre a lei em aspectos que não restrinjam direitos previstos diretamente na Constituição.
Os deputados também tentam limitar a atuação da Justiça do Trabalho. Uma das propostas prevê submeter entendimentos consolidados do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao controle do Congresso Nacional. Outra estabelece que disputas envolvendo contratos entre pessoas jurídicas sejam julgadas pela Justiça comum, e não pela Justiça trabalhista.
Há ainda propostas para ampliar regras de honorários de sucumbência (valores pagos pela parte que perde um processo judicial) na Justiça do Trabalho, endurecendo custos para trabalhadores que perderem ações judiciais. As emendas também incluem flexibilização de regras sobre domingos e feriados, especialmente para atividades consideradas essenciais, além da possibilidade de redução do intervalo intrajornada por negociação coletiva.
Outro trecho em debate é o estabelecimento de "critérios técnicos" para o preenchimento de cotas para pessoas com deficiência (PCDs). A proposta estabelece que o cumprimento das cotas deve considerar "a natureza das atividades", a "periculosidade do ambiente de trabalho" e a "viabilidade técnica" de adaptação dos postos de trabalho. Na justificativa, o autor afirma que a intenção é evitar "penalizações desproporcionais" a empresas em setores onde haveria limitações técnicas para contratação.
Outra emenda foi apresentada pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), cujo texto amplia a autonomia das negociações coletivas e prevê que acordos e convenções possam prevalecer "inclusive quando pactuarem limitações ou reduções de direitos trabalhistas". A proposta reforça regras de honorários sucumbenciais e flexibiliza o funcionamento do comércio varejista de gêneros alimentícios em domingos e feriados.
As propostas têm provocado resistência entre parlamentares da base governista e integrantes ligados a sindicatos, que avaliam que a ampliação do escopo da PEC pode desfigurar a proposta original de redução da jornada. Nos bastidores, deputados envolvidos na construção do relatório afirmam que há preocupação de que a PEC da escala 6x1 acabe se transformando em nova disputa sobre o modelo de relações trabalhistas no país.
Outro ponto levantado é a possibilidade de introdução de uma série de "jabutis" no texto -- jargão usado para dispositivos incluídos em projetos legislativos que não necessariamente conversam com o ponto central da proposta.
O temor, principalmente entre parlamentares da bancada governista, é o fato de PECs não passarem por sanção presidencial. Na prática, isso significa que o presidente da República não teria como vetar trechos eventualmente aprovados pelo Congresso mesmo que estejam em desacordo com o defendido pelo Executivo.
Representantes do setor produtivo tentam incluir outras propostas na negociação. Diante da expectativa de aprovação da redução da jornada de trabalho pelo Congresso Nacional, o empresariado brasileiro recalculou a rota e, em vez de tentar barrar a proposta, passou a atuar para reduzir seus impactos.
Diante da ofensiva empresarial, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), definiu com integrantes da base governista que a PEC deverá ter um texto mais enxuto, concentrado apenas na redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. A estratégia construída entre Câmara e governo prevê que detalhes da regulamentação sejam tratados posteriormente no projeto de lei enviado pelo Executivo.
A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) quer manter a possibilidade de manutenção do sexto dia de trabalho, sem o limite atual de oito horas ao dia. A ANR defende que o tempo trabalhado acima de 8h seja remunerado como hora extra e que o sexto dia de trabalho seja negociado entre contratante e empregado.
-- Estamos trazendo propostas. O que não queremos é que seja proibido trabalhar. Estamos disponíveis para conversar -- disse Erik Momo, presidente do Conselho da ANR.
A FecomércioSP lidera uma comitiva de representantes do setor empresarial. Karina Negreli, assessora jurídica da FecomercioSP, diz que uma das preocupações é a ingerência do Estado nas relações contratuais de trabalho.
Entre as propostas levadas ao Congresso, a entidade defende que eventuais reduções de jornada sejam acompanhadas de adequação proporcional da remuneração, para evitar aumento do custo do trabalho sem crescimento do faturamento e preservar o valor da hora trabalhada.
Outra proposta é a criação de mecanismos de compensação econômica e preservação do emprego, com tratamento diferenciado para pequenas empresas. O grupo ainda pede que sejam preservados regimes especiais já previstos em lei para determinados setores e categorias, além da revisão dos limites de enquadramento do Simples Nacional.
A entidade argumenta que um aumento do custo do trabalho sem ganho de produtividade não seria sustentável. Por isso, defende que a Constituição preveja que eventuais reduções de jornada sejam definidas por negociação coletiva, permitindo considerar as particularidades e os níveis de produtividade de cada setor.
-- Já vemos um pouco mais de otimismo. Com base em dados e evidências, já conseguimos um espaço maior para as principais preocupações que temos. A primeira delas é a ingerência do estado nas relações contratuais de trabalho. Essa proposta coloca uma forma única de contratação para setores e realidades diversas, engessando as relações contratuais e provocando o encarecimento das horas de trabalho -- diz Karina.
Caso o Congresso avance com uma redução uniforme da jornada, sem espaço para negociação coletiva, a entidade afirma que seria necessário discutir medidas compensatórias.
-- Defendemos que não haja essa trava de 40 horas. Se isso acontecer, que seja feita a distribuição da redução da escala em negociação coletiva, mediante compensação e ganhos de produtividade também -- disse Karina.
Representantes de setores empresariais ouvidos pela reportagem consideram que a proximidade da disputa eleitoral trava discussões aprofundadas sobre o tema e reduz o espaço para posições alinhadas às demandas do setor produtivo.
Num primeiro momento, as entidades se posicionaram contra a redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas e contra a diminuição da escala de seis para cinco dias de trabalho. Agora, diante da avaliação de que o projeto deve avançar, outras medidas começaram a entrar na mesa de negociação.
O empresariado chegou a apresentar ao governo a proposta de criar um modelo de contratação por hora trabalhada, disse um dirigente ao GLOBO. Ao menos uma parcela do setor considera a medida importante para reduzir o custo da mão de obra em funções de menor carga horária.
O governo, porém, resistiu à ideia por avaliar que o modelo poderia prejudicar os trabalhadores, especialmente por causa do tempo de deslocamento, que dificultaria o exercício de outra atividade profissional complementar.
Alguns segmentos ainda resistem. Em nota, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se posicionou contra uma redução uniforme da jornada de trabalho por lei nacional. A entidade defende que as regras sejam definidas em negociações coletivas entre empresas e trabalhadores, levando em conta cada setor e região.
O argumento é baseado no princípio do "acordado sobre o legislado", estabelecido na Reforma Trabalhista de 2017, que permite que convenções e acordos coletivos adotem regras diferentes das previstas na legislação, desde que não extrapolam os limites constitucionais.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, por exemplo, disse ser "radicalmente contra" em audiência na comissão.
A avaliação de deputados ligados ao empresariado é que uma eventual redução da jornada sem diminuição salarial elevaria o custo da hora trabalhada e exigiria mecanismos de flexibilização para preservar competitividade e produtividade.
Uma das principais emendas a serem apresentadas é de autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS). O texto transforma a PEC da escala 6x1 em uma proposta mais ampla de reorganização das regras trabalhistas.
A emenda prevê que a redução da jornada para 40 horas seja implementada gradualmente ao longo de até 15 anos, com cronogramas diferenciados por setor econômico e regulamentação posterior por lei complementar. O texto também regulamenta o chamado "regime horista formal", permitindo contratação por hora efetivamente trabalhada, com pagamento proporcional de direitos trabalhistas.
Outro eixo da proposta é a ampliação da prevalência dos acordos coletivos sobre a legislação trabalhista. Pela emenda, convenções e acordos poderiam prevalecer sobre a lei em aspectos que não restrinjam direitos previstos diretamente na Constituição.
Os deputados também tentam limitar a atuação da Justiça do Trabalho. Uma das propostas prevê submeter entendimentos consolidados do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao controle do Congresso Nacional. Outra estabelece que disputas envolvendo contratos entre pessoas jurídicas sejam julgadas pela Justiça comum, e não pela Justiça trabalhista.
Há ainda propostas para ampliar regras de honorários de sucumbência (valores pagos pela parte que perde um processo judicial) na Justiça do Trabalho, endurecendo custos para trabalhadores que perderem ações judiciais. As emendas também incluem flexibilização de regras sobre domingos e feriados, especialmente para atividades consideradas essenciais, além da possibilidade de redução do intervalo intrajornada por negociação coletiva.
Outro trecho em debate é o estabelecimento de "critérios técnicos" para o preenchimento de cotas para pessoas com deficiência (PCDs). A proposta estabelece que o cumprimento das cotas deve considerar "a natureza das atividades", a "periculosidade do ambiente de trabalho" e a "viabilidade técnica" de adaptação dos postos de trabalho. Na justificativa, o autor afirma que a intenção é evitar "penalizações desproporcionais" a empresas em setores onde haveria limitações técnicas para contratação.
Outra emenda foi apresentada pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), cujo texto amplia a autonomia das negociações coletivas e prevê que acordos e convenções possam prevalecer "inclusive quando pactuarem limitações ou reduções de direitos trabalhistas". A proposta reforça regras de honorários sucumbenciais e flexibiliza o funcionamento do comércio varejista de gêneros alimentícios em domingos e feriados.
As propostas têm provocado resistência entre parlamentares da base governista e integrantes ligados a sindicatos, que avaliam que a ampliação do escopo da PEC pode desfigurar a proposta original de redução da jornada. Nos bastidores, deputados envolvidos na construção do relatório afirmam que há preocupação de que a PEC da escala 6x1 acabe se transformando em nova disputa sobre o modelo de relações trabalhistas no país.
Outro ponto levantado é a possibilidade de introdução de uma série de "jabutis" no texto -- jargão usado para dispositivos incluídos em projetos legislativos que não necessariamente conversam com o ponto central da proposta.
O temor, principalmente entre parlamentares da bancada governista, é o fato de PECs não passarem por sanção presidencial. Na prática, isso significa que o presidente da República não teria como vetar trechos eventualmente aprovados pelo Congresso mesmo que estejam em desacordo com o defendido pelo Executivo.
Representantes do setor produtivo tentam incluir outras propostas na negociação. Diante da expectativa de aprovação da redução da jornada de trabalho pelo Congresso Nacional, o empresariado brasileiro recalculou a rota e, em vez de tentar barrar a proposta, passou a atuar para reduzir seus impactos.
Diante da ofensiva empresarial, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), definiu com integrantes da base governista que a PEC deverá ter um texto mais enxuto, concentrado apenas na redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. A estratégia construída entre Câmara e governo prevê que detalhes da regulamentação sejam tratados posteriormente no projeto de lei enviado pelo Executivo.
A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) quer manter a possibilidade de manutenção do sexto dia de trabalho, sem o limite atual de oito horas ao dia. A ANR defende que o tempo trabalhado acima de 8h seja remunerado como hora extra e que o sexto dia de trabalho seja negociado entre contratante e empregado.
-- Estamos trazendo propostas. O que não queremos é que seja proibido trabalhar. Estamos disponíveis para conversar -- disse Erik Momo, presidente do Conselho da ANR.
A FecomércioSP lidera uma comitiva de representantes do setor empresarial. Karina Negreli, assessora jurídica da FecomercioSP, diz que uma das preocupações é a ingerência do Estado nas relações contratuais de trabalho.
Entre as propostas levadas ao Congresso, a entidade defende que eventuais reduções de jornada sejam acompanhadas de adequação proporcional da remuneração, para evitar aumento do custo do trabalho sem crescimento do faturamento e preservar o valor da hora trabalhada.
Outra proposta é a criação de mecanismos de compensação econômica e preservação do emprego, com tratamento diferenciado para pequenas empresas. O grupo ainda pede que sejam preservados regimes especiais já previstos em lei para determinados setores e categorias, além da revisão dos limites de enquadramento do Simples Nacional.
A entidade argumenta que um aumento do custo do trabalho sem ganho de produtividade não seria sustentável. Por isso, defende que a Constituição preveja que eventuais reduções de jornada sejam definidas por negociação coletiva, permitindo considerar as particularidades e os níveis de produtividade de cada setor.
-- Já vemos um pouco mais de otimismo. Com base em dados e evidências, já conseguimos um espaço maior para as principais preocupações que temos. A primeira delas é a ingerência do estado nas relações contratuais de trabalho. Essa proposta coloca uma forma única de contratação para setores e realidades diversas, engessando as relações contratuais e provocando o encarecimento das horas de trabalho -- diz Karina.
Caso o Congresso avance com uma redução uniforme da jornada, sem espaço para negociação coletiva, a entidade afirma que seria necessário discutir medidas compensatórias.
-- Defendemos que não haja essa trava de 40 horas. Se isso acontecer, que seja feita a distribuição da redução da escala em negociação coletiva, mediante compensação e ganhos de produtividade também -- disse Karina.
Representantes de setores empresariais ouvidos pela reportagem consideram que a proximidade da disputa eleitoral trava discussões aprofundadas sobre o tema e reduz o espaço para posições alinhadas às demandas do setor produtivo.
Num primeiro momento, as entidades se posicionaram contra a redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas e contra a diminuição da escala de seis para cinco dias de trabalho. Agora, diante da avaliação de que o projeto deve avançar, outras medidas começaram a entrar na mesa de negociação.
O empresariado chegou a apresentar ao governo a proposta de criar um modelo de contratação por hora trabalhada, disse um dirigente ao GLOBO. Ao menos uma parcela do setor considera a medida importante para reduzir o custo da mão de obra em funções de menor carga horária.
O governo, porém, resistiu à ideia por avaliar que o modelo poderia prejudicar os trabalhadores, especialmente por causa do tempo de deslocamento, que dificultaria o exercício de outra atividade profissional complementar.
Alguns segmentos ainda resistem. Em nota, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se posicionou contra uma redução uniforme da jornada de trabalho por lei nacional. A entidade defende que as regras sejam definidas em negociações coletivas entre empresas e trabalhadores, levando em conta cada setor e região.
O argumento é baseado no princípio do "acordado sobre o legislado", estabelecido na Reforma Trabalhista de 2017, que permite que convenções e acordos coletivos adotem regras diferentes das previstas na legislação, desde que não extrapolam os limites constitucionais.
Leonardo Silva PratesPerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · BA
Alto risco
›
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📰 Notícia
O deputado Leo Prates, relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6x1, disse nesta quinta-feira, 14, que espera definir no começo da semana que vem se a redução da jornada de trabalho será imediata ou não.
Nesta quinta, antes da audiência pública sobre a proposta, Prates afirmou que ainda está em aberto se as novas regras valerão já neste ano ou se serão escalonadas.
"Isso não está fechado. Nós devemos fechar entre segunda e terça com o presidente da Câmara Hugo Motta e com o presidente da comissão especial Alencar Alencar Santana", informou o parlamentar. "Aprendi na vida que se compartilha as decisões para se compartilhar as responsabilidades", acrescentou.
A PEC, confirmou Prates, será "a mais enxuta possível", abarcando os pontos "inegociáveis", como a redução da jornada semanal máxima de 44 para 40 horas, sem redução dos salários, deixando as especificidades para um projeto de lei. Prates salientou que a proibição de redução salarial estará expressa em seu relatório.
"A partir daí, conversamos sobre qualquer coisa, não há veto ao debate", assegurou o deputado, acrescentando que vai discutir a proposta, ainda nesta quinta, com o setor produtivo, em reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O relator disse que será um desafio "hercúleo" chegar a um consenso que garanta os 308 votos necessários na Câmara para a aprovação da PEC. "Mas nós vamos encontrar um texto médio", afirmou o deputado.
Nesta quinta, antes da audiência pública sobre a proposta, Prates afirmou que ainda está em aberto se as novas regras valerão já neste ano ou se serão escalonadas.
"Isso não está fechado. Nós devemos fechar entre segunda e terça com o presidente da Câmara Hugo Motta e com o presidente da comissão especial Alencar Alencar Santana", informou o parlamentar. "Aprendi na vida que se compartilha as decisões para se compartilhar as responsabilidades", acrescentou.
A PEC, confirmou Prates, será "a mais enxuta possível", abarcando os pontos "inegociáveis", como a redução da jornada semanal máxima de 44 para 40 horas, sem redução dos salários, deixando as especificidades para um projeto de lei. Prates salientou que a proibição de redução salarial estará expressa em seu relatório.
"A partir daí, conversamos sobre qualquer coisa, não há veto ao debate", assegurou o deputado, acrescentando que vai discutir a proposta, ainda nesta quinta, com o setor produtivo, em reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O relator disse que será um desafio "hercúleo" chegar a um consenso que garanta os 308 votos necessários na Câmara para a aprovação da PEC. "Mas nós vamos encontrar um texto médio", afirmou o deputado.
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O ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Luiz Marinho, disse nesta quinta-feira que não há possibilidade de compensação financeira às empresas, caso seja aprovada a proposta de redução da jornada de trabalho, em tramitação no Congresso Nacional. Ele esteve em audiência pública sobre o tema com centrais sindicais em São Paulo (SP).
-- Não se discute a instituição de jornada de trabalho com esse tipo de entrega. Não haverá possibilidade nenhuma de qualquer compensação tributária ou isenção fiscal -- afirmou o ministro.
Marinho disse ainda que existe um entendimento da direção da Câmara dos Deputados, do presidente da casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o da comissão especial que discute a redução da jornada, deputado Alencar Santana (PT-SP), para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1 tramite rapidamente, com aprovação da jornada máxima de 40 horas semanais, abaixo das atuais 44 horas, sem redução do salário e duas folgas na semana.
-- Isso parece que está conformado de a PEC caminhar por aí -- disse Marinho.
O relator da proposta, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), disse que terá agendas com o setor patronal em São Paulo para discutir o texto e tentar diminuir os "danos" sem prejudicar o trabalhador. A comissão especial está na cidade por conta da série de seminários regionais promovidos pela Câmara dos Deputados para discutir as propostas de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1.
-- Eu terei uma agenda grande com o setor patronal aqui em São Paulo também. A gente vai tentar encontrar um texto que diminua os danos sem prejudicar o trabalhador [...] Mas nós temos um lado, o lado das pessoas, dos seres humanos -- disse Prates.
Representantes de setores empresariais ouvidos pelo GLOBO consideram que a proximidade da disputa eleitoral trava discussões aprofundadas sobre o tema e reduz o espaço para posições alinhadas às demandas do setor produtivo.
Num primeiro momento, as entidades se posicionaram contra a redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas e contra a diminuição da escala de seis para cinco dias de trabalho. Agora, diante da avaliação de que o projeto deve avançar, outras medidas começaram a entrar na mesa de negociação.
O empresariado chegou a apresentar ao governo a proposta de criar um modelo de contratação por hora trabalhada, disse um dirigente ao GLOBO. Ao menos uma parcela do setor considera a medida importante para reduzir o custo da mão de obra em funções de menor carga horária.
O governo, porém, resistiu à ideia por avaliar que o modelo poderia prejudicar os trabalhadores, especialmente por causa do tempo de deslocamento, que dificultaria o exercício de outra atividade profissional complementar.
A FecomércioSP lidera uma comitiva de representantes do setor empresarial. Karina Negreli, assessora jurídica da FecomercioSP, diz que uma das preocupações é a ingerência do Estado nas relações contratuais de trabalho.
Entre as propostas levadas ao Congresso, a entidade defende que eventuais reduções de jornada sejam acompanhadas de adequação proporcional da remuneração, para evitar aumento do custo do trabalho sem crescimento do faturamento e preservar o valor da hora trabalhada.
Outra proposta é a criação de mecanismos de compensação econômica e preservação do emprego, com tratamento diferenciado para pequenas empresas. O grupo ainda pede que sejam preservados regimes especiais já previstos em lei para determinados setores e categorias, além da revisão dos limites de enquadramento do Simples Nacional.
A entidade argumenta que um aumento do custo do trabalho sem ganho de produtividade não seria sustentável. Por isso, defende que a Constituição preveja que eventuais reduções de jornada sejam definidas por negociação coletiva, permitindo considerar as particularidades e os níveis de produtividade de cada setor.
Já a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) quer manter a possibilidade de manutenção do sexto dia de trabalho, sem o limite atual de oito horas ao dia. A ANR defende que o tempo trabalhado acima de 8h seja remunerado como hora extra e que o sexto dia de trabalho seja negociado entre contratante e empregado.
-- Não se discute a instituição de jornada de trabalho com esse tipo de entrega. Não haverá possibilidade nenhuma de qualquer compensação tributária ou isenção fiscal -- afirmou o ministro.
Marinho disse ainda que existe um entendimento da direção da Câmara dos Deputados, do presidente da casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o da comissão especial que discute a redução da jornada, deputado Alencar Santana (PT-SP), para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1 tramite rapidamente, com aprovação da jornada máxima de 40 horas semanais, abaixo das atuais 44 horas, sem redução do salário e duas folgas na semana.
-- Isso parece que está conformado de a PEC caminhar por aí -- disse Marinho.
O relator da proposta, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), disse que terá agendas com o setor patronal em São Paulo para discutir o texto e tentar diminuir os "danos" sem prejudicar o trabalhador. A comissão especial está na cidade por conta da série de seminários regionais promovidos pela Câmara dos Deputados para discutir as propostas de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1.
-- Eu terei uma agenda grande com o setor patronal aqui em São Paulo também. A gente vai tentar encontrar um texto que diminua os danos sem prejudicar o trabalhador [...] Mas nós temos um lado, o lado das pessoas, dos seres humanos -- disse Prates.
Representantes de setores empresariais ouvidos pelo GLOBO consideram que a proximidade da disputa eleitoral trava discussões aprofundadas sobre o tema e reduz o espaço para posições alinhadas às demandas do setor produtivo.
Num primeiro momento, as entidades se posicionaram contra a redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas e contra a diminuição da escala de seis para cinco dias de trabalho. Agora, diante da avaliação de que o projeto deve avançar, outras medidas começaram a entrar na mesa de negociação.
O empresariado chegou a apresentar ao governo a proposta de criar um modelo de contratação por hora trabalhada, disse um dirigente ao GLOBO. Ao menos uma parcela do setor considera a medida importante para reduzir o custo da mão de obra em funções de menor carga horária.
O governo, porém, resistiu à ideia por avaliar que o modelo poderia prejudicar os trabalhadores, especialmente por causa do tempo de deslocamento, que dificultaria o exercício de outra atividade profissional complementar.
A FecomércioSP lidera uma comitiva de representantes do setor empresarial. Karina Negreli, assessora jurídica da FecomercioSP, diz que uma das preocupações é a ingerência do Estado nas relações contratuais de trabalho.
Entre as propostas levadas ao Congresso, a entidade defende que eventuais reduções de jornada sejam acompanhadas de adequação proporcional da remuneração, para evitar aumento do custo do trabalho sem crescimento do faturamento e preservar o valor da hora trabalhada.
Outra proposta é a criação de mecanismos de compensação econômica e preservação do emprego, com tratamento diferenciado para pequenas empresas. O grupo ainda pede que sejam preservados regimes especiais já previstos em lei para determinados setores e categorias, além da revisão dos limites de enquadramento do Simples Nacional.
A entidade argumenta que um aumento do custo do trabalho sem ganho de produtividade não seria sustentável. Por isso, defende que a Constituição preveja que eventuais reduções de jornada sejam definidas por negociação coletiva, permitindo considerar as particularidades e os níveis de produtividade de cada setor.
Já a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) quer manter a possibilidade de manutenção do sexto dia de trabalho, sem o limite atual de oito horas ao dia. A ANR defende que o tempo trabalhado acima de 8h seja remunerado como hora extra e que o sexto dia de trabalho seja negociado entre contratante e empregado.
Luiz MarinhoPerfil Prysmo ↗
Ministro(a) · PT · Ministério do Trabalho e Emprego
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0 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Haddad vai à Câmara debater impactos econômicos do fim da escala 6×1. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) A comissão especial da Câmara dos Deputados que avalia o fim da escala 6×1 reuniu um conjunto expressivo de vozes técnicas e políticas para debater os efeitos econômicos da redução da jornada de [...]
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A comissão especial da Câmara dos Deputados que avalia o fim da escala 6×1 reuniu um conjunto expressivo de vozes técnicas e políticas para debater os efeitos econômicos da redução da jornada de trabalho. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participou da audiência pública realizada no plenário 2, a partir das 16h30, atendendo a convite formulado por um grupo bipartidário de parlamentares.
O convite ao titular da Fazenda foi assinado pelos deputados Túlio Gadêlha (PSD-PE), Carlos Zarattini (PT-SP), Fernando Mineiro (PT-RN) e Rubens Pereira Júnior (PT-MA), além das deputadas Julia Zanatta (PL-SC), Erika Hilton (Psol-SP) e Fernanda Melchionna (Psol-RS). A composição plural do grupo -- que vai do PT ao PL, passando pelo Psol -- revela o peso político que o tema ganhou no Congresso.
Segundo o requerimento que fundamentou o convite, a audiência teve como objetivo central conhecer diagnósticos, estudos e pesquisas sobre os impactos econômicos da revisão da jornada de trabalho. Além de Haddad, participaram da sessão representantes do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE/FGV), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A comissão especial começou a funcionar em 29 de abril e tem como missão avaliar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais. O presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), sinalizou que pretende votar o relatório até o fim de maio.
É importante distinguir as duas propostas em debate: as PECs estabelecem o limite de 36 horas semanais como meta constitucional, enquanto o governo federal defende uma etapa intermediária de 40 horas semanais como passo imediato, sem redução de salário. Trata-se de dois horizontes distintos -- o da proposta parlamentar e o da posição do Executivo. O debate técnico convocado pela comissão serve exatamente para mapear os impactos de cada cenário.
Na semana anterior à audiência com Haddad, a comissão ouviu o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que foi categórico ao defender a implementação imediata do fim da escala 6×1. "O governo propõe a redução imediata para 40 horas semanais sem redução do salário e o fim da escala 6×1. Evidente que esse é um processo de debate, de escuta, em que o Parlamento vai tomar a decisão final", afirmou Marinho.
A discussão sobre a escala 6×1 ganhou força a partir de uma mobilização popular que tomou as redes sociais e as ruas, pressionando o Congresso a colocar o tema na pauta constitucional. A jornada de seis dias consecutivos de trabalho seguidos de apenas um de folga é considerada por especialistas em saúde do trabalho como fator de adoecimento físico e mental, especialmente nos setores de comércio, serviços e alimentação.
A presença do ministro da Fazenda no debate é estratégica: qualquer alteração constitucional na jornada terá impacto direto sobre a folha de pagamentos das empresas, a arrecadação previdenciária e o nível de emprego formal. O governo Lula busca equilibrar a demanda legítima dos trabalhadores com a necessidade de apresentar ao setor produtivo uma transição sem ruptura econômica abrupta. O prazo autoimposto pela comissão indica que o debate, embora técnico, caminha em ritmo político acelerado.
Leia mais sobre o assunto na metropoles.com.
Leia também: Haddad destaca avanços econômicos e justiça tributária, em audiência na Câmara
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A comissão especial da Câmara dos Deputados que avalia o fim da escala 6×1 reuniu um conjunto expressivo de vozes técnicas e políticas para debater os efeitos econômicos da redução da jornada de trabalho. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participou da audiência pública realizada no plenário 2, a partir das 16h30, atendendo a convite formulado por um grupo bipartidário de parlamentares.
O convite ao titular da Fazenda foi assinado pelos deputados Túlio Gadêlha (PSD-PE), Carlos Zarattini (PT-SP), Fernando Mineiro (PT-RN) e Rubens Pereira Júnior (PT-MA), além das deputadas Julia Zanatta (PL-SC), Erika Hilton (Psol-SP) e Fernanda Melchionna (Psol-RS). A composição plural do grupo -- que vai do PT ao PL, passando pelo Psol -- revela o peso político que o tema ganhou no Congresso.
Segundo o requerimento que fundamentou o convite, a audiência teve como objetivo central conhecer diagnósticos, estudos e pesquisas sobre os impactos econômicos da revisão da jornada de trabalho. Além de Haddad, participaram da sessão representantes do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE/FGV), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A comissão especial começou a funcionar em 29 de abril e tem como missão avaliar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais. O presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), sinalizou que pretende votar o relatório até o fim de maio.
É importante distinguir as duas propostas em debate: as PECs estabelecem o limite de 36 horas semanais como meta constitucional, enquanto o governo federal defende uma etapa intermediária de 40 horas semanais como passo imediato, sem redução de salário. Trata-se de dois horizontes distintos -- o da proposta parlamentar e o da posição do Executivo. O debate técnico convocado pela comissão serve exatamente para mapear os impactos de cada cenário.
Na semana anterior à audiência com Haddad, a comissão ouviu o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que foi categórico ao defender a implementação imediata do fim da escala 6×1. "O governo propõe a redução imediata para 40 horas semanais sem redução do salário e o fim da escala 6×1. Evidente que esse é um processo de debate, de escuta, em que o Parlamento vai tomar a decisão final", afirmou Marinho.
A discussão sobre a escala 6×1 ganhou força a partir de uma mobilização popular que tomou as redes sociais e as ruas, pressionando o Congresso a colocar o tema na pauta constitucional. A jornada de seis dias consecutivos de trabalho seguidos de apenas um de folga é considerada por especialistas em saúde do trabalho como fator de adoecimento físico e mental, especialmente nos setores de comércio, serviços e alimentação.
A presença do ministro da Fazenda no debate é estratégica: qualquer alteração constitucional na jornada terá impacto direto sobre a folha de pagamentos das empresas, a arrecadação previdenciária e o nível de emprego formal. O governo Lula busca equilibrar a demanda legítima dos trabalhadores com a necessidade de apresentar ao setor produtivo uma transição sem ruptura econômica abrupta. O prazo autoimposto pela comissão indica que o debate, embora técnico, caminha em ritmo político acelerado.
Leia mais sobre o assunto na metropoles.com.
Leia também: Haddad destaca avanços econômicos e justiça tributária, em audiência na Câmara
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Em audiência em São Paulo, o ministro argumentou que a mudança aumenta a produtividade e melhora o ambiente laboral sem desonerações
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (14), em São Paulo, a aprovação da PEC 221/2019, que estabelece a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. A declaração ocorreu durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que debate a proposta nos estados, visando o fim da escala 6×1 no Brasil.
Marinho enfatizou que a PEC deve definir a redução da jornada, deixando o restante para negociação coletiva entre trabalhadores e empregadores, respeitando as especificidades de cada setor. Segundo ele, a adoção da escala 5×2 trará mais produtividade, redução do absenteísmo e melhoria no ambiente de trabalho. "Já poderíamos estar trabalhando há muitos anos com jornada de 40 horas semanais. A maioria dos países já não utilizam mais a jornada de 44 horas", afirmou o ministro.
Sobre a compensação pedida por setores produtivos, que demandam desonerações, Marinho ressaltou que isso não ocorrerá. "O fim da escala 6×1 será compensado pelo ganho no ambiente do trabalho, pela melhoria da qualidade e da produtividade. Ao reduzir a jornada, se elimina o absenteísmo, evita acidentes e doenças", explicou.
As audiências da Comissão Especial continuam por todo o mês de maio, com a votação do relatório prevista para o dia 26. Ao fim da audiência em São Paulo, o ministro prestigiou o encontro nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), que ocorre até o dia 16 de maio e reúne sindicalistas para debater temas como negociação coletiva, desafios dos sindicatos, inteligência artificial, LGPD e a norma da NR-1.
Aos participantes, Marinho destacou a importância da pressão da classe trabalhadora para aprovar medidas como a redução de jornada, o fim da escala 6×1 e a regulamentação de trabalhadores por aplicativos. Ele lembrou o impacto da reforma trabalhista anterior e defendeu que conquistas dependem de mobilização. "Há um clamor do povo trabalhador brasileiro, em especial das mulheres e da juventude, que quer ter mais tempo para a família, cuidar dos filhos. Muitas empresas estão com dificuldade de preencher as vagas quando se fala que a escala é 6×1", disse. Algumas empresas que anteciparam a redução para 5×2 relataram zerar faltas e melhorar a produtividade, segundo o ministro.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (14), em São Paulo, a aprovação da PEC 221/2019, que estabelece a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. A declaração ocorreu durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que debate a proposta nos estados, visando o fim da escala 6×1 no Brasil.
Marinho enfatizou que a PEC deve definir a redução da jornada, deixando o restante para negociação coletiva entre trabalhadores e empregadores, respeitando as especificidades de cada setor. Segundo ele, a adoção da escala 5×2 trará mais produtividade, redução do absenteísmo e melhoria no ambiente de trabalho. "Já poderíamos estar trabalhando há muitos anos com jornada de 40 horas semanais. A maioria dos países já não utilizam mais a jornada de 44 horas", afirmou o ministro.
Sobre a compensação pedida por setores produtivos, que demandam desonerações, Marinho ressaltou que isso não ocorrerá. "O fim da escala 6×1 será compensado pelo ganho no ambiente do trabalho, pela melhoria da qualidade e da produtividade. Ao reduzir a jornada, se elimina o absenteísmo, evita acidentes e doenças", explicou.
As audiências da Comissão Especial continuam por todo o mês de maio, com a votação do relatório prevista para o dia 26. Ao fim da audiência em São Paulo, o ministro prestigiou o encontro nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), que ocorre até o dia 16 de maio e reúne sindicalistas para debater temas como negociação coletiva, desafios dos sindicatos, inteligência artificial, LGPD e a norma da NR-1.
Aos participantes, Marinho destacou a importância da pressão da classe trabalhadora para aprovar medidas como a redução de jornada, o fim da escala 6×1 e a regulamentação de trabalhadores por aplicativos. Ele lembrou o impacto da reforma trabalhista anterior e defendeu que conquistas dependem de mobilização. "Há um clamor do povo trabalhador brasileiro, em especial das mulheres e da juventude, que quer ter mais tempo para a família, cuidar dos filhos. Muitas empresas estão com dificuldade de preencher as vagas quando se fala que a escala é 6×1", disse. Algumas empresas que anteciparam a redução para 5×2 relataram zerar faltas e melhorar a produtividade, segundo o ministro.
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Além de Santana e Lopes, também estão presentes o relator das PECs, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a ex-ministra do meio ambiente, Marina Silva (Rede), o deputado Paulinho da Força (SD-SP) e os presidentes das centrais sindicais. Em seu discurso, o ministro Luiz Marinho deixou claro que não haverá nenhuma compensação financeira ou de impostos a empresas pelo fim da escala 6x1. "Não há qualquer possibilidade de isenção tributária ou fiscal. Redução se discute falando de produtividade, falando de ambiente de trabalho. E qual ambiente que temos hoje? Muitas vezes é um ambiente hostil", disse.
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O ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Luiz Marinho, disse nesta quinta-feira que não há possibilidade de compensação financeira às empresas, caso seja aprovada a proposta de redução da jornada de trabalho, em tramitação no Congresso Nacional. Ele esteve em audiência pública sobre o tema com centrais sindicais em São Paulo (SP).
-- Não se discute a instituição de jornada de trabalho com esse tipo de entrega. Não haverá possibilidade nenhuma de qualquer compensação tributária ou isenção fiscal -- afirmou o ministro.
Marinho disse ainda que existe um entendimento da direção da Câmara dos Deputados, do presidente da casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o da comissão especial que discute a redução da jornada, deputado Alencar Santana (PT-SP), para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1 tramite rapidamente, com aprovação da jornada máxima de 40 horas semanais, abaixo das atuais 44 horas, sem redução do salário e duas folgas na semana.
-- Isso parece que está conformado de a PEC caminhar por aí -- disse Marinho.
O relator da proposta, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), disse que terá agendas com o setor patronal em São Paulo para discutir o texto e tentar diminuir os "danos" sem prejudicar o trabalhador. A comissão especial está na cidade por conta da série de seminários regionais promovidos pela Câmara dos Deputados para discutir as propostas de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1.
-- Eu terei uma agenda grande com o setor patronal aqui em São Paulo também. A gente vai tentar encontrar um texto que diminua os danos sem prejudicar o trabalhador [...] Mas nós temos um lado, o lado das pessoas, dos seres humanos -- disse Prates.
Representantes de setores empresariais ouvidos pelo GLOBO consideram que a proximidade da disputa eleitoral trava discussões aprofundadas sobre o tema e reduz o espaço para posições alinhadas às demandas do setor produtivo.
Num primeiro momento, as entidades se posicionaram contra a redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas e contra a diminuição da escala de seis para cinco dias de trabalho. Agora, diante da avaliação de que o projeto deve avançar, outras medidas começaram a entrar na mesa de negociação.
O empresariado chegou a apresentar ao governo a proposta de criar um modelo de contratação por hora trabalhada, disse um dirigente ao GLOBO. Ao menos uma parcela do setor considera a medida importante para reduzir o custo da mão de obra em funções de menor carga horária.
O governo, porém, resistiu à ideia por avaliar que o modelo poderia prejudicar os trabalhadores, especialmente por causa do tempo de deslocamento, que dificultaria o exercício de outra atividade profissional complementar.
A FecomércioSP lidera uma comitiva de representantes do setor empresarial. Karina Negreli, assessora jurídica da FecomercioSP, diz que uma das preocupações é a ingerência do Estado nas relações contratuais de trabalho.
Entre as propostas levadas ao Congresso, a entidade defende que eventuais reduções de jornada sejam acompanhadas de adequação proporcional da remuneração, para evitar aumento do custo do trabalho sem crescimento do faturamento e preservar o valor da hora trabalhada.
Outra proposta é a criação de mecanismos de compensação econômica e preservação do emprego, com tratamento diferenciado para pequenas empresas. O grupo ainda pede que sejam preservados regimes especiais já previstos em lei para determinados setores e categorias, além da revisão dos limites de enquadramento do Simples Nacional.
A entidade argumenta que um aumento do custo do trabalho sem ganho de produtividade não seria sustentável. Por isso, defende que a Constituição preveja que eventuais reduções de jornada sejam definidas por negociação coletiva, permitindo considerar as particularidades e os níveis de produtividade de cada setor.
Já a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) quer manter a possibilidade de manutenção do sexto dia de trabalho, sem o limite atual de oito horas ao dia. A ANR defende que o tempo trabalhado acima de 8h seja remunerado como hora extra e que o sexto dia de trabalho seja negociado entre contratante e empregado.
-- Não se discute a instituição de jornada de trabalho com esse tipo de entrega. Não haverá possibilidade nenhuma de qualquer compensação tributária ou isenção fiscal -- afirmou o ministro.
Marinho disse ainda que existe um entendimento da direção da Câmara dos Deputados, do presidente da casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o da comissão especial que discute a redução da jornada, deputado Alencar Santana (PT-SP), para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1 tramite rapidamente, com aprovação da jornada máxima de 40 horas semanais, abaixo das atuais 44 horas, sem redução do salário e duas folgas na semana.
-- Isso parece que está conformado de a PEC caminhar por aí -- disse Marinho.
O relator da proposta, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), disse que terá agendas com o setor patronal em São Paulo para discutir o texto e tentar diminuir os "danos" sem prejudicar o trabalhador. A comissão especial está na cidade por conta da série de seminários regionais promovidos pela Câmara dos Deputados para discutir as propostas de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1.
-- Eu terei uma agenda grande com o setor patronal aqui em São Paulo também. A gente vai tentar encontrar um texto que diminua os danos sem prejudicar o trabalhador [...] Mas nós temos um lado, o lado das pessoas, dos seres humanos -- disse Prates.
Representantes de setores empresariais ouvidos pelo GLOBO consideram que a proximidade da disputa eleitoral trava discussões aprofundadas sobre o tema e reduz o espaço para posições alinhadas às demandas do setor produtivo.
Num primeiro momento, as entidades se posicionaram contra a redução da jornada semanal de 44 horas para 40 horas e contra a diminuição da escala de seis para cinco dias de trabalho. Agora, diante da avaliação de que o projeto deve avançar, outras medidas começaram a entrar na mesa de negociação.
O empresariado chegou a apresentar ao governo a proposta de criar um modelo de contratação por hora trabalhada, disse um dirigente ao GLOBO. Ao menos uma parcela do setor considera a medida importante para reduzir o custo da mão de obra em funções de menor carga horária.
O governo, porém, resistiu à ideia por avaliar que o modelo poderia prejudicar os trabalhadores, especialmente por causa do tempo de deslocamento, que dificultaria o exercício de outra atividade profissional complementar.
A FecomércioSP lidera uma comitiva de representantes do setor empresarial. Karina Negreli, assessora jurídica da FecomercioSP, diz que uma das preocupações é a ingerência do Estado nas relações contratuais de trabalho.
Entre as propostas levadas ao Congresso, a entidade defende que eventuais reduções de jornada sejam acompanhadas de adequação proporcional da remuneração, para evitar aumento do custo do trabalho sem crescimento do faturamento e preservar o valor da hora trabalhada.
Outra proposta é a criação de mecanismos de compensação econômica e preservação do emprego, com tratamento diferenciado para pequenas empresas. O grupo ainda pede que sejam preservados regimes especiais já previstos em lei para determinados setores e categorias, além da revisão dos limites de enquadramento do Simples Nacional.
A entidade argumenta que um aumento do custo do trabalho sem ganho de produtividade não seria sustentável. Por isso, defende que a Constituição preveja que eventuais reduções de jornada sejam definidas por negociação coletiva, permitindo considerar as particularidades e os níveis de produtividade de cada setor.
Já a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) quer manter a possibilidade de manutenção do sexto dia de trabalho, sem o limite atual de oito horas ao dia. A ANR defende que o tempo trabalhado acima de 8h seja remunerado como hora extra e que o sexto dia de trabalho seja negociado entre contratante e empregado.
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Miguel Soldatelli RossettoPerfil Prysmo ↗
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Porto Alegre pelo fim da escala 6x1!
Redução da jornada é mais qualidade de vida, mais tempo com a família e mais dignidade para quem trabalha. 40 horas semanais e dois dias de descanso já! https://t.co/pDnwVcFQZp
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Reginaldo Lázaro de Oliveira LopesPerfil Prysmo ↗
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Reginaldo Lázaro de Oliveira LopesPerfil Prysmo ↗
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Na próxima quinta-feira, 21 de maio, às 10h, a luta pelo fim da escala 6x1 chega à Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
Vamos realizar uma audiência pública para debater a PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante a escala 5x2 e mantém o salário integral.
Essa é uma proposta que eu defendo desde 2019, porque acredito que o trabalhador brasileiro merece mais do que sobreviver ao trabalho. Merece descansar, estudar, cuidar da família e ter tempo para viver.
O Brasil precisa avançar para uma jornada mais justa, moderna e equilibrada. E esse debate precisa ser feito ouvindo quem vive essa realidade todos os dias.
Estarão presentes o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, parlamentares, sindicatos, especialistas e representantes do mundo do trabalho.
Se você trabalha na escala 6x1, essa audiência é sobre a sua vida, o seu tempo e o seu direito ao descanso.
➡️ Se inscreva: https://t.co/kCD091UB1l
Vamos realizar uma audiência pública para debater a PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante a escala 5x2 e mantém o salário integral.
Essa é uma proposta que eu defendo desde 2019, porque acredito que o trabalhador brasileiro merece mais do que sobreviver ao trabalho. Merece descansar, estudar, cuidar da família e ter tempo para viver.
O Brasil precisa avançar para uma jornada mais justa, moderna e equilibrada. E esse debate precisa ser feito ouvindo quem vive essa realidade todos os dias.
Estarão presentes o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, parlamentares, sindicatos, especialistas e representantes do mundo do trabalho.
Se você trabalha na escala 6x1, essa audiência é sobre a sua vida, o seu tempo e o seu direito ao descanso.
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Alfredo Alves CavalcantePerfil Prysmo ↗
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Alfredo Alves CavalcantePerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PT · SP
REQ 105/2026 PEC22119📄 Proposição
Requer a realização de Audiência Pública, no âmbito da Comissão Especial sobre a redução de jornada de trabalho (PEC Nº 221/2019), em Salvador no Estado da Bahia.
Alfredo Alves CavalcantePerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PT · SP
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Alfredo Alves CavalcantePerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PT · SP
REQ 106/2026 PEC22119📄 Proposição
Requer a realização de Audiência Pública, no âmbito da Comissão Especial sobre a redução de jornada de trabalho (PEC Nº 221/2019), em Vitória da Conquista no Estado da Bahia.
Alfredo Alves CavalcantePerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PT · SP
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Alfredo Alves CavalcantePerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PT · SP
REQ 107/2026 PEC22119📄 Proposição
Requer a inclusão do DIESAT na Audiência Pública que debaterá os impactos da redução de jornada sobre a saúde de quem trabalha.
Domingos Sávio Campos ResendePerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PL · MG
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Domingos Sávio Campos ResendePerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PL · MG
REQ 104/2026 PEC22119📄 Proposição
Requer a inclusão de convidados em audiência pública, no dia 18 de maio de 2026 às 16h, para debater sobre “os impactos da PEC 221/2019, o emprego formal e a informalidade no mercado de trabalho brasileiro ”, no âmbito desta Comissão relativo a PEC 221/2019.
Julia Pedroso ZanattaPerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PL · SC
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Julia Pedroso ZanattaPerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PL · SC
REQ 100/2026 PEC22119📄 Proposição
Requer, a realização de audiência pública no âmbito desta Comissão Especial destinada à apreciação da PEC nº 221/2019, com o objetivo de debater os impactos das propostas de alteração da jornada de trabalho sobre o setor produtivo nacional.
Julia Pedroso ZanattaPerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PL · SC
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Julia Pedroso ZanattaPerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PL · SC
REQ 101/2026 PEC22119📄 Proposição
Requer estudos ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada acerca dos impactos econômicos e sociais das propostas de alteração da jornada de trabalho.
Julia Pedroso ZanattaPerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PL · SC
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Julia Pedroso ZanattaPerfil Prysmo ↗
Deputado(a) Federal · PL · SC
REQ 103/2026 PEC22119📄 Proposição
Requer o encaminhamento de solicitação de informações ao Ministério do Planejamento por meio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística acerca de dados estatísticos sobre jornada de trabalho e estrutura ocupacional no Brasil.
Como foi este alerta?
Obrigado pelo retorno!