Alerta Diário · 11/05/2026 · Stakeholder Listening
Alerta Diário 4 min de leitura
Stakeholder Listening Segunda-feira, 11 de maio de 2026

Proposta sugere fim da "taxa das blusinhas" enquanto Ministério das Cidades reúne parceiros do programa Periferias Verdes Resilientes

  • 109 manifestações em 11/05, com PSOL à frente (39%), Rio de Janeiro como estado mais ativo (26%) e redes sociais como canal predominante (90%).
  • Hugo Motta (Republicanos-PB) confirma votação ainda em maio, presidente da Câmara afirmou em entrevista que o debate sobre o fim da escala 6x1 "se arrasta há longos anos" e que pretende pautar em maio propostas de redução de carga horária, escala 6x1 e modelos com menos dias de trabalho; ponto de atenção crítico para o setor pela proximidade do calendário.
  • Cúpula da Comissão Especial mira regra geral e abre espaço para setor produtivo, a articulação na Câmara sinaliza que especificidades como a do trabalhador rural ficarão para outros projetos de lei; REQ 92/2026 (Lucas Redecker, PSD-RS) e REQ 93/2026 (Geraldo Resende, União-MS) pedem audiência pública e a inclusão de representantes dos setores produtivos no debate.
  • Jornada concentrou 107 das 109 manifestações, com PSOL (43) e PT (38) liderando a defesa do fim da escala 6x1 em redes sociais; vereador Ricardo Azevedo (PSOL-RJ) responde por 19 das postagens com argumentos sobre saúde do trabalhador, produtividade e desigualdades de gênero e raça.
  • Alteração de Tributos com proposição contrária ao setor, Célio Studart (PSD-CE) apresenta INC 707/2026 sugerindo ao Executivo revogar a chamada "taxa das blusinhas" (tributação de 20% sobre remessas postais internacionais de até US$ 50), o que pode pressionar o varejo nacional frente à concorrência de plataformas estrangeiras.
  • Desenvolvimento Urbano com pauta executiva, Ministério das Cidades reúne organizações parceiras do programa Periferias Verdes Resilientes em Brasília, antecedendo o 3º Encontro Nacional do Cidades Verdes Resilientes.
  • 98 manifestações de alto risco, lideradas por PSOL e PT, sustentam o fim da escala 6x1 com argumentos de saúde do trabalhador, produtividade e equidade de gênero; concentração no Rio de Janeiro (28 manifestações) e no Legislativo Federal e Local sugere base sólida de apoio à PEC fora de São Paulo.
  • 4 manifestações de aliados, parlamentares de PL e Republicanos passam à ofensiva contra a PEC: Rogério Marinho (PL-RN), Julia Zanatta (PL-SC), Evair de Melo (Republicanos-ES) e Claudio Branchieri (PL-RS) enquadram a proposta como manobra eleitoral do governo e alertam para impactos sobre custo da mão de obra e produtividade.
VISÃO GERAL
Total
109
+65%
Ontem: 66
Alto risco
98
+96%
Ontem: 50
Aliados
4
+300%
Ontem: 1
Base de apoio
0
-100%
Ontem: 1
Baixo risco
2
+100%
Ontem: 1
Neutros
5
-62%
Ontem: 13
CLASSIFICAÇÃO POR TEMA
Jornada (107)
Alteração de Tributos (1)
Desenvolvimento Urbano (1)
AliadoAlto riscoBaixo riscoNeutro
TEMAS EM DEBATE
Aliado 4 Alto risco 98 Base de apoio 0 Baixo risco 0 Neutro 5
107 manifestações concentram-se na PEC 221/2019, com aceleração visível na articulação política. Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, declarou em entrevista que pretende pautar ainda em maio as propostas que mudam a jornada de trabalho, incluindo fim da escala 6x1, redução da carga horária e modelos com menos dias de trabalho. A cúpula da Comissão Especial sinaliza que a votação tratará de "regra geral", deixando especificidades de setores (como trabalhadores rurais) para outros projetos de lei. PSOL (43) e PT (38) lideram a defesa nas redes sociais, com forte concentração no Rio de Janeiro (28 manifestações); Ricardo Azevedo (PSOL-RJ) responde por 19 postagens. Do lado contrário, PL e Republicanos passam à ofensiva: Rogério Marinho (PL-RN), Julia Zanatta (PL-SC), Evair de Melo (Republicanos-ES) e Claudio Branchieri (PL-RS) enquadram a proposta como manobra eleitoral. REQ 92/2026 e REQ 93/2026 pedem inclusão dos setores produtivos no debate.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
107 manifest.
📱 Rede social 98 · 92%
📰 Notícia 7 · 7%
📄 Proposição 2 · 2%
PERFIL
Partido
PSOL
43
PT
38
PCdoB
9
REPUBLICANOS
7
PL
3
PV
2
PSB
2
PSD
1
UNIÃO
1
Estado
Rio de Janeiro
28
Minas Gerais
14
São Paulo
14
Rio Grande do Sul
11
Pernambuco
6
Bahia
6
Santa Catarina
3
Paraíba
3
Rio Grande do Norte
3
Distrito Federal
2
Espirito Santo
2
Sergipe
2
Alagoas
1
Amazonas
1
Paraná
1
Ceará
1
Mato Grosso do Sul
1
Maranhão
1
Goiás
1
Esfera
Legislativo Federal
41
Legislativo Local
36
Legislativo Estadual
23
Executivo Federal
6
Executivo Estadual
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Claudio Maximiliano Branchieri Deputado(a) Estadual · PL · RS
Perfil Prysmo ↗
Aliado
📱 Rede social
O governo criou um carrossel de posts comparando a escala 6x1 a tomar sopa de garfo. É isso. Esse é o nível. Um país sério sendo governado por um sujeito com síndrome de Peter Pan que trata o trabalhador brasileiro como idiota.

O que esgota e adoece o trabalhador não é o garfo na sopa. É inflação alta, salário baixo, transporte humilhante, juro do cartão que parece tortura medieval e imposto em absolutamente tudo. Gente trabalhando em dupla jornada só para ficar pobre.

Não faz sentido o Brasil produzir alimento para o mundo e o trabalhador não conseguir comprar carne. Não faz sentido corrupto solto e a Débora do batom presa. Não faz sentido Lula e Janja vivendo como sultões enquanto o povo parcela a comida no cartão.
Evair Vieira de Melo Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS
Perfil Prysmo ↗
Aliado
📱 Rede social
Trabalhar menos sem perder renda… Será?

Está mais do que claro: a PEC do fim da escala 6×1 é uma jogada para distrair a população dos problemas econômicos e das derrotas do governo no Congresso — uma tentativa de comprar votos às vésperas das eleições.

O governo não cuida das contas, gera descontrole nas finanças do país — e ainda quer ser "sócio" da sua produtividade. O resultado aparece no seu bolso: inflação corroendo o salário e renda real encolhendo mês a mês.

Nossa luta é por renda para quem trabalha!
Nossa pauta é liberdade econômica: remunerar justamente a hora trabalhada, reduzir o peso dos impostos, gerar oportunidades e valorizar quem produz.

Vai vendo Brasil 🇧🇷

Assista na íntegra no https://t.co/QuysxfmhxM
Julia Pedroso Zanatta Deputado(a) Federal · PL · SC
Perfil Prysmo ↗
Aliado
📱 Rede social
É a turma do amor que jura defender mulher, quer aprovar o PL da Misoginia e o fim da escala 6x1 em ano eleitoral sem demonstrar os impactos que isso vai gerar para os mais pobres.

Cada vez mais certa das minhas convicções! E se eu “folgasse 292 dias” a esquerda estaria feliz, né? Mas eu trabalho, eu incomodo e bastante! Seguiremos! Essas mensagens do “Jackson” são só uma pequena amostra do que recebo todos os dias.

Mas estou aqui por vocês! Já notaram que eles sempre batem nos mesmos? Alguns outros deputados são invisíveis aos olhos deles porque não têm a coragem que eu tenho. É a coragem, a personalidade e o trabalho que incomodam.
Rogério Simonetti Marinho Senador(a) · PL · RN
Perfil Prysmo ↗
Aliado
📰 Notícia
O secretário nacional do Partido Liberal, (PL), senador Rogério Marinho, avaliou os recentes acontecimentos em Brasília, que resultaram em derrotas para o presidente Lula no Congresso Nacional, e que a todo custo tenta resgatar a popularidade e diminuir o desgaste político.

Para o senador do Rio Grande do Norte, o presidente Lula reage com "rancor" e "ressentimento", e criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), classificando como "rasa" e "eleitoreira" a discussão sobre o fim da escala 6x1 no país.

Ao comentar o cenário político nacional, Rogério Marinho afirmou, na quinta-feira (7), ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News Natal (93,5 FM), que o terceiro mandato de Lula repete problemas de governos anteriores do PT. "O Lula 3 já começou velho, ultrapassado, com as mesmas ideias, com os mesmos métodos. Certamente os resultados não serão diferentes", declarou.

Segundo ele, o governo enfrenta dificuldades de governabilidade e desgaste junto à população. "Há uma cristalização dessa rejeição do Lula. Por mais que ele se esforce para tentar voltar a ter conexão com a sociedade, na minha opinião, desde o início do governo já havia essa desconexão", disse.

O senador também criticou a política econômica do governo federal e relacionou o aumento da inflação ao crescimento de gastos públicos. "A inflação é o imposto mais perverso para os mais humildes. O pobre não tem como se proteger. O que ele ganha, no primeiro momento, já vai para comprar comida", afirmou. Para ele, o presidente estaria tentando recuperar popularidade com medidas populistas. "Lula está desesperado para retomar sua conexão com a sociedade", declarou.

Ao falar sobre a postura do presidente em relação às discussões envolvendo a PL da Dosimetria, em que teve o veto derrubado, Rogério Marinho afirmou que Lula demonstra ressentimento político. "O presidente Lula não é um líder estadista. Ele demonstra praticamente todos os dias. Esse ato dele é mais uma demonstração da maneira como ele se comporta. É alguém que tem rancor, que tem ressentimento", afirmou.

Escala 6x1

Durante a entrevista, o senador também comentou o debate nacional sobre o possível fim da escala 6x1. Rogério classificou a discussão como simplificada e afirmou que o tema vem sendo tratado sem considerar os impactos econômicos.

"Hoje nós temos uma discussão rasa, emergencial e eleitoreira, que infelizmente não está tendo o cuidado necessário de ser apurada para evitar consequências ruins para a sociedade", declarou.

Segundo ele, a proposta pode provocar fechamento de pequenos negócios e aumento de preços caso não haja compensações econômicas. "Se isso acontecer e ao mesmo tempo diminuir empregos? Se aumentar o preço dos produtos e serviços? Se pequenos empresários, que representam 70% dos empregos gerados no país, fecharem as suas portas porque vão ter dificuldade fechar suas contas?", questionou.

O senador defendeu que eventuais mudanças sejam construídas de forma gradual e negociada. "Ao longo do tempo vem caindo a carga horária de trabalho, mas fruto da negociação entre as partes", afirmou. Rogério também citou diferenças entre categorias profissionais para criticar uma eventual regra única. "É impossível encararmos a complexidade da nossa economia e afirmarmos que todo trabalhador tem a mesma realidade", disse.

Críticas ao STF e ao nome de Jorge Messias

Rogério Marinho afirmou que existe uma crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal e criticou o que chamou de "intervenção" da Corte sobre os demais poderes. "O Supremo Tribunal Federal, ao longo dos anos, tem sido marcado por uma intervenção muito profunda em relação aos outros poderes da República", declarou.

O senador relacionou esse cenário à rejeição ao nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, em votação no Senado. Para ele, houve um recado político do Congresso ao governo federal. "Ministros com este perfil de alinhamento político com o presidente da República, que não tenham isenção e postura de magistrados, certamente terão dificuldades ao serem avaliados dentro do plenário", afirmou.

Rogério disse ainda acreditar que uma eventual nova indicação do governo Lula ao STF enfrentaria resistência semelhante no Senado. "Um novo nome apresentado hoje ao Senado provavelmente teria o mesmo destino", declarou.

Mandato para ministros e críticas a Flávio Dino

Durante a entrevista, Rogério voltou a defender mandato para ministros do STF e afirmou que magistrados passam tempo demais na Corte. "Alguém que passa 30 anos no Supremo perde completamente a conexão com a sociedade", afirmou.

Segundo Rogério, ministros da Corte estariam ultrapassando limites institucionais. "Está faltando institucionalidade. Perderam-se as medidas e as pessoas acham isso normal", declarou.

Eleições de 2026

Na entrevista, Rogério também falou sobre o cenário eleitoral de 2026 e afirmou que o PL trabalha para ampliar presença no Nordeste. Segundo ele, o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro tem fortalecido alianças regionais.

O senador elogiou o senador Flávio Bolsonaro e afirmou que ele representa continuidade do bolsonarismo. "Ele tem os mesmos conceitos e valores do pai, com uma visão conservadora da sociedade e liberal do ponto de vista econômico", declarou.

Rogério afirmou ainda que o partido busca estruturar palanques estaduais e alianças regionais para o próximo pleito presidencial.
Alencar Santana Braga Deputado(a) Federal · PT · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📰 Notícia
Cúpula da comissão na Câmara dos Deputados pretende deixar "especificidades" de setores para outros projetos de lei

Não é de hoje que a escala semanal de seis dias de trabalho para um de descanso é uma imposição para boa parte dos trabalhadores rurais no Brasil. A partir de dados do governo federal e entrevistas com camponeses, a organização Oxfam Brasil aponta que, em 2025, 45% dos trabalhadores assalariados no campo cumpriam mais de 40 horas semanais de trabalho e que a chamada escala 6×1 ainda é a mais recorrente longe dos centros urbanos.

Mas a realidade do trabalhador rural não esteve presente no início das atividades da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre o fim da escala 6×1 no Brasil, como acompanhado pela Agência Pública no Congresso Nacional.

Segundo apurado pela reportagem, a comissão deve elaborar apenas uma "regra geral" para reduzir a jornada no país, deixando para depois, por meio de outros projetos de lei, a definição dos termos do fim da escala 6×1 para diferentes setores, incluindo o trabalho rural e agrícola.

"Nós vamos regular uma 'regra geral' e as especificidades [de cada setor trabalhista] nós jogaremos para outros PLs [Projetos de Lei]", disse à Pública o relator da comissão, deputado Léo Prates (Republicanos-BA).

Ainda segundo o relator, a elaboração de uma regra geral será discutida com o presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), e com o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).

"Se eu abordar todas as especificidades das profissões que já apareceram, como o setor de saúde e muitos outros, vou acabar escrevendo uma nova Constituição... e aí a gente enfraquece a Constituição, né?", complementou Prates.

Ainda segundo a apuração da Pública, a comissão planeja debater os impactos do fim da escala 6×1 no trabalho rural na segunda quinzena do mês, possivelmente no dia 25 de maio. Grupos ligados ao agronegócio, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), já pressionam membros da comissão para serem incluídos nas discussões.

Em fevereiro, o presidente da CNA, João Martins, declarou em entrevista ao portal CNN que a redução da jornada não pode ser uma "imposição". Já a bancada ruralista no Congresso tem atuado para que haja compensações ao setor, alegando que o fim da 6×1 teria um "impacto maior" no campo.

Por outro lado, o estudo "Entre o tempo de trabalho e o tempo de vida", da Oxfam Brasil, aponta que a sobrecarga do trabalhador no campo é uma realidade apesar do que a legislação trabalhista em vigor no país determina.

A pesquisa aponta que a intensidade do trabalho no campo, a exposição a condições ambientais adversas, os longos tempos de deslocamento da residência até as lavouras e a elevada presença de vínculos informais criam um cenário de "desgaste acentuado, frequentemente invisibilizado nas análises sobre o mercado de trabalho".

Com base em dados da PNAD Contínua, do IBGE, a pesquisa aponta que, entre os trabalhadores rurais assalariados que trabalham mais de 40 horas semanais, 23% realizavam jornadas superiores a 44 horas - ultrapassando o limite definido em lei.

Além disso, os dados do governo revelam que 26% dos trabalhadores rurais não têm carteira assinada. A pesquisa da Oxfam também destaca o impacto do excesso de trabalho sobre as mulheres trabalhadoras rurais.

"As tarefas de cuidado de crianças, idosos e demais dependentes, assim como o trabalho doméstico, recaem de maneira desproporcional sobre as mulheres, sobretudo sobre as mulheres negras, que frequentemente enfrentam dupla ou tripla jornada", aponta o estudo.

O estudo foi apresentado na Câmara na última quarta-feira, 6 de maio, em um encontro pelo fim da escala 6×1 e pelo "enfrentamento à precarização do trabalho e a defesa de direitos básicos". O ato foi realizado pela Ação Cidadania, pela OXFAM Brasil e pelo Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades.

Além dos dados sobre o trabalho no campo, a Ação Cidadania também levantou a questão dos trabalhadores de aplicativos. Segundo a organização, em 2025, 32% das famílias dos motoristas e entregadores de aplicativos conviviam com algum grau de insegurança alimentar e 41,3% dos entregadores já sofreram acidentes durante o trabalho.

"A relação [entre trabalhadores da cidade e do campo] está na exigência de dignidade e proteção social para todos os trabalhadores. Independentemente da forma de trabalho, a exigência de direitos é a mesma: direito à alimentação, a condições dignas, à saúde etc. Em suma, à vida", afirmou à Pública Mariana Macário, diretora de Advocacy e Políticas Públicas da Ação da Cidadania.

Ela acrescentou que o esforço da Ação Cidadania na pauta sobre o fim da escala 6×1 "é que tanto trabalhadores de carteira assinada quanto não celetistas sejam tratados com justiça e dignidade. A forma de contratação não pode prescindir da garantia de direitos. Nesse sentido, nossa luta é ampla", concluiu.

À Pública, o presidente da comissão especial apontou predisposição para ouvir organizações trabalhistas rurais e também grupos empresariais ligados ao agronegócio. Para o deputado Alencar Santana, o fim da escala 6×1 no trabalho rural não deveria preocupar o setor agrícola.

"Não creio que será um problema para o grande setor do agro, que isso vá abalar o agro brasileiro - até porque ele tem crescido e lucrado no governo Lula, contando com subsídios e apoio do governo federal", disse o deputado.

Questionado sobre o lobby de outros setores rurais, em especial os mais conservadores ligados ao bolsonarismo, que têm criticado eventuais impactos negativos com a redução da jornada de trabalho, Santana reconheceu o problema, mas minimizou riscos de eventuais retrocessos.

"Haverá pressão de parte do agro, sim, mas nós vamos demonstrar a realidade do trabalhador atualmente. O trabalhador brasileiro está doente, exausto física e mentalmente, seja na cidade, seja no campo, e nós temos de melhorar a vida dele", afirmou o presidente da comissão.

À Pública, o presidente da comissão especial alertou para o avanço de lobistas de diversos setores empresariais, para tentar influenciar os termos do fim da escala 6×1 em benefício próprio.

"O clima está favorável para o fim da [escala] 6×1, mas já existe pressão e lobby para que alguns setores não sejam afetados e, se forem, para que haja grandes compensações. Não podemos entrar nessa cantilena, a mesma que foi usada em 1888, quando as elites resistiram ao fim da escravidão. Não dá para se repetir agora... estamos preocupados, mas seguimos atentos", disse à reportagem.

Segundo o presidente da comissão, o governo já definiu os pontos "inegociáveis" no debate do fim da 6×1. "Primeiro de tudo, queremos o fim da jornada 6×1, com a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e sem nenhuma redução salarial, com dois dias consecutivos de descanso, para que haja qualidade [de vida] para o trabalhador", afirmou Santana.
Alencar Santana Braga Deputado(a) Federal · PT · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A pequena Sarah, 11 anos, explica de forma muito didática por que a escala 6x1 TEM QUE ACABAR. Sim, acabar com a escala 6x1 é DEFENDER a família e uma melhor formação para as nossas crianças.
Essa verdadeira aula da Sarinha foi na Cidade Soberana, em Guarulhos, onde ela joga capoeira junto com outras crianças da região.
Obrigado pelo convite e parabéns pela atividade e pelo belo trabalho, vereador Marcelo @Seminaldo ✊🏼✌🏼👏🏼👏🏼
Alfredo Alves Cavalcante Deputado(a) Federal · PT · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A criança acorda, a mãe já saiu. À noite, a exaustão da escala 6x1 engole o tempo de qualidade e a conversa. O fim dessa escala cruel não é só por descanso, é pelo direito de ser mãe presente. É devolver a convivência e a dignidade às nossas famílias. https://t.co/lbosc5nW8c
Andréia de Jesus Silva Deputado(a) Estadual · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A escala 6x1 rouba tempo, presença e infância. Milhões de crianças crescem vendo os pais exaustos, sem conseguir participar da própria vida porque estão presos ao trabalho. O peso é ainda maior para as mais de 11 milhões de mães solo, que carregam sozinhas a criação dos filhos enquanto tentam sobreviver.
Angela Alves Machado Vereador(a) · PSOL · Curitiba · PR
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
☀️ PELO DIREITO AO LAZER | Esse é o retrato das crianças que são filhas da classe trabalhadora, que está atravessada pela jornada 6x1, pela pejotização e precarização do trabalho.

Na semana do Dia das Mães, a mãe de Maria Luísa não pode estar presente na atividade da escola justamente por precisar trabalhar pra sustentar as duas filhas que cria sozinha.

📊 Mas nós sabemos que esse não é um caso isolado: o Brasil tem mais de 11 milhões de famílias chefiadas por mães solo. São as mulheres quem enfrentam múltiplas jornadas, sustentam famílias inteiras e ainda carregam o peso do cuidado dentro de casa.

✊ Nesse dia das mães, a nossa luta também é para que as mães possam ter tempo para viver, descansar e estar com quem amam!
Augusto Sergio Vasconcelos de Oliveira Secretário(a) Estadual · PCdoB · BA
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Em defesa das famílias, precisamos acabar com a escala 6x1. Por uma Vida além do Trabalho, sobretudo para as mulheres brasileiras.

#FelizDiaDasMães
Brisa Silva Bracchi Vereador(a) · PT · Natal · RN
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Defender o fim da escala 6x1 também é defender a família!

São as mães trabalhadoras as mais afetadas pela sobrecarga, tentando dar conta do emprego, da casa e do cuidado quase sempre sozinhas.

Reduzir a jornada é garantir mais dignidade. Tempo com a família também é direito. https://t.co/kGpQ6TSMAu
Camila Costa Valadão Deputado(a) Estadual · PSOL
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A mãe da Maria Luiza representa a realidade de milhares de mulheres no Brasil: mais de 45% das mães criam seus filhos sozinhas.

O choro dessa menininha escancarou o que muitas famílias brasileiras sentem todos os dias. As mães vivem jornadas duplas, triplas e sempre exaustivas. Além da escala 6x1, muitas somam mais de 65 horas semanais entre trabalho remunerado e doméstico não remunerado.

Defender o fim da escala 6x1 é defender o direito ao abraço, ao lazer e à vida! Mães pelo fim da escala 6x1! ✊🏾
Carlos Alberto Rolim Zarattini Deputado(a) Federal · PT · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O relato dessa criança é o retrato da realidade de milhões de famílias brasileiras. Em muitos lares, são as mães que carregam a responsabilidade pelo sustento da casa e, muitas vezes, trabalham na escala 6x1, privadas de participar de momentos com os filhos.
Por isso, lutamos pelo fim da escala 6x1, para que as pessoas tenham tempo de qualidade com a família e para que as mães possam participar da vida escolar dos filhos. Quem defende a família de verdade também defende o fim da escala 6x1.
Celso Luis Giannasi Vereador(a) · PSOL · São Paulo · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Quem defende a família de verdade defende o fim da escala 6x1!
Cleiton Gontijo de Azevedo Senador(a) · REPUBLICANOS · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Olha o relato dessa criança sobre a ausência da sua mãe, que precisa trabalhar pra levar o ganha pão para dentro de casa. Por esses motivos que eu apoio o fim da escala 6x1. Feliz dias das mães! https://t.co/U1V48mAubo
Daiana Silva dos Santos Deputado(a) Federal · PCdoB · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Serão as mães as maiores beneficiadas com o fim da escala 6x1.

O Brasil tem cerca de 11 milhões de mães solo chefes de família. Pôr fim à escala 6x1 é garantir mais dignidade, qualidade de vida e TEMPO para viver.

Seguimos na luta para que, no próximo ano, possamos celebrar a implementação da escala 5x2, com 40 horas semanais e sem redução de salário.

Um feliz dia das mães!
Daiana Silva dos Santos Deputado(a) Federal · PCdoB · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
“Trabalhadora, mãe solo, cuida de mim e da minha irmã. Minha mãe é muito guerreira.”

O emocionante relato dessa menina representa o sentimento da maioria dos filhos das quase 12 milhões de mães solo do Brasil.

São mulheres que sustentam suas casas, cuidam dos filhos e ainda enfrentam jornadas de trabalho exaustivas.

Por isso, aprovar o nosso PL 68/25 e instituir a escala 5x2 é também garantir mais dignidade, descanso e qualidade de vida para milhões de mulheres brasileiras.
Dandara Tonantzin Silva Castro Deputado(a) Federal · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Só quem precisa se desdobrar em muitas e enfrentar até tripla jornada de trabalho sabe como será decisivo o fim da escala 6x1 para a vida das mulheres. Reduzir a jornada sem reduzir o salário é cuidar de quem cuida, é garantir tempo livre para elas estarem com a família e verem os filhos crescerem!
Danieli Christovão Balbi Deputado(a) Estadual · PCdoB · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Se até criança já entendeu que 6x1 destrói família...

A escala 6x1 rouba convivência, descanso e qualidade de vida.

Falta quem defende essa escala admitir que não está do lado das famílias trabalhadoras!
Danieli Christovão Balbi Deputado(a) Estadual · PCdoB · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
@g1 Se até criança já entendeu que 6x1 destrói família, falta quem defende admitir que não é sobre as famílias trabalhadoras!
Danielle Gondim Portela Deputado(a) Estadual · PT · PE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O Dia das Mães está chegando e esse vídeo deveria ser exibido sempre que alguém defender a escala 6x1.
A luta pelo fim dessa jornada exaustiva é também para garantir que nenhuma criança cresça sem a presença dos pais. https://t.co/HtYKkiYVC9
Denise da Silva Pessôa Deputado(a) Federal · PT · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A escala 6x1 tira tempo, saúde e convivência de milhões de trabalhadoras com a família.

A luta pelo fim dessa jornada também é para que nenhuma criança cresça sem a presença das mães porque elas vivem presas no trabalho.
Duda Salabert Rosa Deputado(a) Federal · PSOL · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
No dia das mães , lembremos :

A jornada das mães é 7x0

Que todas as mães tenham direito ao descanso.

Acabar com a escala 6x1 é também cuidar de quem cuida . https://t.co/CxxZjxvctW
Ediane Maria do Nascimento Deputado(a) Estadual · PSOL · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Com a escala 6x1 ou 7x0, quantas são as mães que estão celebrando o dia de hoje?
Ediane Maria do Nascimento Deputado(a) Estadual · PSOL · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
“Minha mãe é muito guerreira ”. Meritocracia? Existe pra quem quer justificar privilégios. Se você não é contra o fim da escala 6x1, tem algo muito errado te acontecendo. https://t.co/j3KcgFOt62
Eduardo Matarazzo Suplicy Deputado(a) Estadual · PT · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Debati no campus Pirituba do IFSP a Renda Básica Universal e o fim da escala 6x1 com mais de 150 alunos.

Saio esperançoso ao ver uma juventude crítica e comprometida com a redução das desigualdades e a construção de um mundo mais justo. https://t.co/J7vCFCQhV5
Erick Dênil Machado Pimentel Vereador(a) · PCdoB · Porto Alegre · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Fim da Escala 6x1! Mais tempo para viver!
Erick Dênil Machado Pimentel Vereador(a) · PCdoB · Porto Alegre · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
73% da população brasileira quer o fim da escala de trabalho 6x1 🙌🏼

Mobilizamos a população tapa pressionar o congresso nacional pela aprovação da jornada de trabalho 5x2, é preciso ter mais tempo para viver, nosso bem mais precioso é o tempo!

#fimdaescala6x1já #trabalho #trabalhadores
Erika Santos Silva Deputado(a) Federal · PSOL · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Maria Luiza, filha de Daniele, uma mãe solo, emocionou o Brasil ao explicar o porquê sua mãe não viu sua homenagem de Dia das Mães.

E essa é a realidade em milhões de lares no Brasil.

Mães precisam trabalhar exaustivamente para criar seus filhos. Muitas vezes, na escala 6x1.

Mães precisam deixar de ver seus filhos crescerem para que seus filhos tenham as condições para crescer. Para que tenham comida na mesa e um teto sobre sua cabeça.

E a escala semanal de trabalho dessas mães, na verdade, não é nem a 6x1. É 14x0, é 21x0.

Essas mães fazem caber dois, três dias de trabalho, onde só há horas para um. Trabalham fora a semana toda pelo salário, e trabalham dentro de casa ininterruptamente nas funções de cuidado.

Quando finalmente chega o dia da "folga", não há tempo pra folga. Só há tempo para lavar a roupa, para fazer as compras, para pagar as contas, para cozinhar as marmitas e ajeitar tudo que podem para que, por mais uma semana, elas sobrevivam e seus filhos cresçam.

Isso é, sim, um elogio à força, à resiliência e aos milagres que as mães solo do nosso país operam todos os dias. Mas não podemos romantizar essa exaustão e aplaudir essa exploração.

São mulheres que estão trabalhando o dobro, o triplo, sem descanso algum enquanto exercem a maternidade. Enquanto tornam possível a própria continuidade da humanidade.

E a luta pelo fim da escala 6x1 é, também, para que as mães solo tenham mais tempo com seus filhos e os filhos tenham mais tempo com as suas mães.

Mas também é para que as mães solo do Brasil tenham mais tempo para si. Para que as mães solo do Brasil tenham tempo pro lazer, pra cultura, pra educação, pra sua religiosidade, pro ócio, pro descanso ou prum date.

O que nós, que lutamos pelo FIM da escala 6x1, queremos é que as mães possam estar presentes na vida de seus filhos, e que elas não sejam obrigadas a deixar de lado o próprio presente em nome do futuro de todo o país.
Fabrício Silva Rosa Vereador(a) · PT · Goiânia · GO
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
E ontem que o FBC colou no Goiania Noise, pegou nossos adesivos pelo fim da escala 6x1 e ainda falou que vai espalhar em BH? Histórico.

A luta pelo fim da 6x1 já virou pauta nacional, das ruas aos palcos. E dia 27 de maio tem votação. Os fascistas de Goiás que lutem.

Obrigado demais ao Goiania Noise por esse momento absurdo.

Quem quiser fortalecer a campanha e pegar os materiais é só passar no Gabinete 33, na Câmara Municipal de Goiânia.
Fernanda Melchionna E Silva Deputado(a) Federal · PSOL · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Por isso, @samibomfim e eu apresentamos uma emenda ao projeto pelo fim da escala 6x1, reduzindo em 15% a jornada de trabalho das mães brasileiras.

São mulheres que enfrentam dupla e até tripla jornada, sustentam famílias inteiras e ainda carregam o peso do cuidado dentro de casa. Mãe também merece tempo para viver, descansar e estar com quem ama.
Fernanda Melchionna E Silva Deputado(a) Federal · PSOL · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O Dia das Mães está chegando. E quantas mães e filhas não vão poder passar essa data juntas por causa da escala 6x1?
Essa jornada rouba tempo, afasta famílias e transforma afeto em saudade. Tem gente abrindo mão de viver momentos que não voltam mais para conseguir colocar comida na mesa.
Pelo fim da escala 6x1.
Francisca Gomes Araújo Mota Deputado(a) Estadual · REPUBLICANOS · PB
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A Paraíba foi o primeiro estado do Brasil a receber o debate descentralizado sobre o FIM DA ESCALA 6X1. 🇧🇷

Um momento histórico que colocou no centro da discussão a voz dos trabalhadores e dos empregadores, construindo diálogo, equilíbrio e avanço social para o nosso país.

Obrigada ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, por honrar o solo paraibano e garantir que esse debate tão importante começasse pela nossa terra.

A Paraíba mostra, mais uma vez, sua força, protagonismo e compromisso com as grandes pautas nacionais. 👊🙌👏
Francisco Daniel Celeguim de Morais Deputado(a) Federal · PT · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A fala da pequena Maria Luiza emocionou o Brasil porque toca numa realidade que milhões de famílias vivem todos os dias. 🫂

Nesse Dia das Mães que se aproxima, o que a gente quer é ver mães com suas filhas, famílias reunidas e pessoas tendo tempo pra viver além do trabalho. Defender o fim da escala 6x1 também é defender afeto, convivência e dignidade pra quem acorda cedo e move esse país todos os dias. ✊🏻
Fábio Felix Silveira Deputado(a) Estadual · PSOL · DF
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Reduzir a jornada de trabalho é defender a família e permitir que mães possam estar presentes em momentos importantes para suas filhas e filhos. Pelo fim da escala 6x1 sem redução salarial, já! ✊🏾
Glauber de Medeiros Braga Deputado(a) Federal · PSOL · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Trabalhar seis dias seguidos para tentar viver tudo em apenas um. Descansar, limpar a casa, cuidar da família, resolver problemas, estudar, existir. Essa é a realidade de milhões de brasileiras e brasileiros submetidos à escala 6x1, uma rotina marcada pelo desgaste físico, mental e pela falta de tempo para viver com dignidade.

Além da exaustão, existe também a desigualdade salarial. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada mostra que trabalhadores(as) com jornada de 44 horas semanais recebem, em média, R$ 2,6 mil, enquanto quem trabalha até 40 horas ganha mais do que o dobro. Hoje, cerca de 37 milhões de brasileiros vivem presos à lógica da escala 6x1.

A própria estrutura dessa jornada ajuda a manter esse ciclo. Quem passa a maior parte da vida trabalhando não consegue ter tempo para estudar, se qualificar ou acessar melhores oportunidades. Não por acaso, a maioria dos trabalhadores submetidos às jornadas mais longas possui apenas o ensino médio completo.

O debate sobre o fim da escala 6x1 já chegou ao Congresso e cresce também nas ruas. Reduzir a jornada sem reduzir salários significa garantir tempo de descanso, convivência, estudo, lazer e saúde. Mais do que uma pauta trabalhista, é uma discussão sobre qualidade de vida e dignidade para a classe trabalhadora.

Pelo fim da escala 6x1, sem redução salarial, já!
Guilherme Castro Boulos Ministro(a) · PSOL
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Até o Financial Times, a bíblia do mercado financeiro, entendeu que já passou da hora de acabar com a escala 6x1. Só uma elite do atraso quer manter o trabalhador sem direito ao descanso. https://t.co/Tfrfy1dJEm
Hugo Motta Wanderley da Nóbrega Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · PB
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📰 Notícia
O presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Motta (Republicanos) disse que o debate sobre o fim da escala 6 x 1 já se arrasta por longos anos e que não foi criado e nem inventado porque há um processo eleitoral em curso.

O deputado esteve, nesta quinta-feira (07), em João Pessoa, participando de uma audiência pública realizada na Assembleia Legislativa para discutir com os parlamentares paraibanos sobre a Proposta de Emenda Constitucional.

Motta espera cumprir o cronograma de audiências para que até o final do mês de maio, mês do trabalhador, possa ter a aprovação da PEC, não só na Comissão Especial como também no Plenário da Câmara, para que dê tempo, justamente, de blindar a matéria da questão eleitoral.

Segundo ele, é pretensão ainda avançar para que o Senado Federal tenha tempo de votar antes do recesso e eles possam ir para o momento das eleições já com essa situação resolvida para que não haja vinculação, uma vez que todos vão disputar as eleições no segundo semestre.

"Eu penso que esse debate não terá um vencedor no campo eleitoral, teremos na verdade, a sociedade brasileira vencendo para o Brasil sair mais forte dessa discussão", avaliou.

O deputado explicou ainda que a matéria entrou na pauta de prioridades da Câmara e que em parceria com o Poder Executivo, liderou diversos temas em favor do povo brasileiro, a exemplo da isenção total do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, aprovado por unanimidade no Congresso Nacional, em 2025..

"Agora, a grande pauta nacional é a redução da jornada de trabalho e antes que o Executivo enviasse esse projeto de lei para a Câmara, nós já tínhamos o projeto da deputada Diana Santos (PCdoB-RS), autora da PL, que propõe o fim da escala de trabalho 6×1, substituindo-a pela escala 5×2, com redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial e nós decidimos a tramitação por proposta de emenda à Constituição para que esse debate pudesse ser feito de maneira muito responsável", defendeu.

Ele afirmou também que o mês de maio será intenso de audiências na Câmara e de audiências externas como a realizada em João Pessoa para que todos os setores possam falar. Motta espera que, ao final, seja elaborado um texto para tomar a decisão política de maneira mais equilibrada e eficiente possível.
Isabella Gonçalves Miranda Deputado(a) Estadual · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Por todas as mães trabalhadoras na escala 6x1 desejamos tempo de vida com os filhos. Tempo de ser mãe. O fim dessa escala desumana! https://t.co/Q9gMFqyFKr
Jandira Feghali Deputado(a) Federal · PCdoB · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Em artigo no @ICLNoticias, falo sobre como o melhor presente para as mulheres neste Dia das Mães seria o fim da escala 6 x 1. Relembro a origem feminista da data no Brasil e reafirmo o futuro que desejamos, com vida digna, tempo de qualidade com nossas famílias e o fim da desigualdade de gênero.

https://t.co/2X3T2an9wN
Jorge Jose Santos Pereira Solla Deputado(a) Federal · PT · BA
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
DIA DAS MÃES: FIM DA ESCALA 6x1

Essa semana, viralizou o choro de uma garotinha na escola porque a mãe não pode ir à homenagem devido ao trabalho. Por fim à escala 6x1 é proporcionar às famílias momentos memoráveis com seus filhos. É uma questão humanitária!

Feliz Dia das Mães! https://t.co/KGmyGp24Gq
Josemar Pinheiro de Carvalho Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Neste Dia das Mães, muitas mães não vão poder estar com seus filhos por conta da jornada exaustiva de trabalho. Já passou da hora de ACABAR COM A ESCALA 6X1, que afeta principalmente as mulheres e tira delas o direito de viver momentos com a família.

POR VIDA ALÉM DO TRABALHO! https://t.co/GdGaMBrdrN
José Nobre Guimarães Ministro(a) · PT
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Ser mãe já exige força, dedicação e renúncia todos os dias. Por isso, é inaceitável que tantas mulheres ainda sejam submetidas à escala 6x1, um modelo cruel que retira tempo de descanso, convivência e qualidade de vida.

Defender a manutenção dessa jornada é ignorar a realidade de milhares de mães que se desdobram entre o trabalho e o cuidado com a família.

Neste Dia das Mães, além da homenagem, fica a defesa de mais dignidade, mais tempo para viver e da superação de uma lógica de trabalho que sacrifica a vida em nome da exaustão.

Que essa data também fortaleça a luta por respeito, valorização e condições de trabalho mais humanas para todas. 💜🥰
José Nobre Guimarães Ministro(a) · PT
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Acabar com a escala 6x1 é dar mais tempo para a mãe “guerreira” da pequena Ana Luísa ficar com a família, ir na festinha do Dia das Mães na escola, cuidar dos seus. Há inúmeros argumentos econômicos para defender o fim da escala 6x1, mas o maior ganho não será medido com a produtividade do trabalhador. O maior ganho será o tempo a mais com os filhos e com aqueles que a gente ama. Quem defende a família defende o fim da escala 6x1. https://t.co/CkVkM1wzTp
José Nobre Guimarães Ministro(a) · PT
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Acabar com a escala 6x1 colocaria o Brasil em sintonia com o mundo desenvolvido. Quem afirma isso é o Financial Times, um dos jornais econômicos mais influentes do mundo, referência inclusive entre defensores do mercado. Isso mostra que o Brasil já está atrasado nesse debate.

Enquanto países desenvolvidos discutem a redução da jornada para uma semana de quatro dias, aqui ainda há quem insista em defender a manutenção da escala 6x1, um modelo ultrapassado que penaliza os trabalhadores e freia o avanço social.
José Ricardo Wendling Vereador(a) · PT · Manaus · AM
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Além de prestar contas do mandato, fazendo a defesa do fim da Escala 6x1 de trabalho, e sem redução de salário.
O projeto foi enviado pelo Lula e o Congresso Nacional está analisando.
São dois dias de descanso, mais tempo com sua família que o trabalhador vai ter.
Valeu. https://t.co/S5JwrGU8JV
José Ronaldo Medeiros Deputado(a) Estadual · PT · AL
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A ESCALA 6XI TAMBÉM ROUBA O TEMPO DAS MÃES.

Depois de horas de trabalho, milhões de mulheres ainda enfrentam a dupla e a tripla jornada dentro de casa, quase sempre sem descanso e longe dos filhos.

Lutar pelo fim da escala 6xl é defender o direito de viver a maternidade com dignidade, e não apenas sobreviver.
Juhlia de Paula Andre Santos Vereador(a) · PSOL · Belo Horizonte · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O melhor argumento que você vai ver hoje pelo fim da escala 6x1:
Karen Morais dos Santos Vereador(a) · PSOL · Porto Alegre · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
🚨 URGENTE: Bolsonaristas querem legalizar o ASSÉDIO ELEITORAL dentro das empresas! Pelo projeto, os empresários poderiam fazer campanha de seus candidatos no horário de expediente, com panfletos, adesivos e etc!

Querem os trabalhadores na escala 6x1 e que sejam coagidos pelo patrão!
Laura Soares Sito Silveira Deputado(a) Estadual · PT · RS
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A fala da pequena Maria Luiza nos faz refletir sobre o impacto das longas jornadas de trabalho na vida de mães e filhos. Hoje, 52% dos lares tem mulheres como principais provedoras de renda, elas também são maioria na escala 6x1. Enquanto isso, os que dizem “defender a família” lutam para que cenas como essa continuem. Pelo fim da escala 6x1!
Leonardo Silva Prates Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · BA
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📰 Notícia
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira (07) que pretende colocar ainda em maio para votação propostas que mudam a jornada de trabalho no Brasil. Entre as medidas em discussão estão o fim da escala 6x1, a redução da carga horária semanal e modelos com menos dias de trabalho, como a semana de quatro dias.

A declaração foi feita durante entrevista coletiva em João Pessoa, na Paraíba, durante o evento "Câmara pelo Brasil". Segundo Motta (Republicanos), a intenção é votar o tema "no mês do trabalhador" e há um "ambiente favorável" para aprovação das mudanças.

Segundo Motta (Republicanos), o assunto passou a ser prioridade no Congresso e existe um cenário favorável para analisar as propostas. Ele afirmou que o debate deve incluir trabalhadores, empresários e diferentes setores da economia.

"Não votar essa matéria não está em questão, vamos votar." Hugo Motta (Republicanos), presidente da Câmara dos Deputados

Durante a coletiva, o presidente da Câmara afirmou ainda que a discussão sobre o fim da escala 6x1 interessa "a 70% da população" e lembrou que o debate sobre redução da jornada de trabalho acontece há décadas no país. Segundo ele, a tramitação será conduzida "de forma responsável", levando em conta as particularidades de cada setor econômico.

Governo defende modelo 5x2

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou do evento ao lado de Motta (Republicanos). Segundo ele, a escala 6x1 é uma das mais pesadas para os trabalhadores, principalmente para as mulheres, por deixar pouco tempo para descanso e vida pessoal.

Segundo o ministro, empresas que passaram a usar o modelo 5x2 tiveram menos faltas de funcionários e mais facilidade para contratar trabalhadores.

"A escala 6x1 tem criado custos não visíveis para as empresas, como adoecimento, faltas e acidentes." Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego

A comissão especial criada para discutir o tema vai analisar duas propostas de mudança na Constituição. A primeira é a PEC 221/19, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT), que prevê reduzir a jornada semanal de 44 para 36 horas de forma gradual, ao longo de dez anos.

A segunda é a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (PSOL), que propõe uma semana de quatro dias de trabalho, também com limite de 36 horas semanais.

O relator da comissão, deputado Leo Prates (Republicanos), afirmou que a proposta de Reginaldo Lopes (PT) deve servir como base inicial das discussões, mas disse que outras sugestões também serão avaliadas.

O governo federal defende uma redução menor da jornada, passando de 44 para 40 horas semanais, sem redução nos salários e mantendo duas folgas por semana no modelo 5x2.

Cronograma prevê votação até 27 de maio

A comissão especial deve realizar cinco audiências públicas entre os dias 06 e 19 de maio para discutir os impactos econômicos e sociais das mudanças. Também estão previstos encontros em João Pessoa, Belo Horizonte e São Paulo.

Segundo Leo Prates (Republicanos), a expectativa é concluir a votação da proposta no plenário da Câmara até 27 de maio.

"A minha luta vai ser sempre a de construir consensos, com cronograma ágil para atender a votação esperada por essa Casa e pelo Brasil no dia 27 de maio." Leo Prates (Republicanos), deputado

O presidente da comissão especial, deputado Alencar Santana (PT), disse que o debate contará com participação de diferentes setores da sociedade.

Já o deputado Da Vitoria (PP), coordenador do programa "Câmara pelo Brasil", afirmou que a proposta do projeto é aproximar o Congresso das discussões feitas nos estados e municípios.
Leonel David Jesus Camasão Vereador(a) · PSOL · Florianópolis · SC
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Hoje eu me somo à menina Maria Luiza, que só quer ter a oportunidade de estar mais com a mãe. Quando falamos emvida além do trabalho e fim da 6x1, estamos falando de várias mães, várias filhas e vários filhos que poderiam ter mais tempo de qualidade juntos. Feliz dia das mães! https://t.co/z1qS6h1goY
Leonel Querino da Silva Neto Vereador(a) · PT · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Outro dia a Folha entrevistou um dono de restaurante que "adotou" a escala 5 X 2 — aumentando a carga horária, o que desfigura completamente a proposta

É claro que o sujeito reclamou que não deu certo

A Folha tomou tanto chapisco que agora deve estar tentando compensar
Liana Cristina da Costa Cirne Lins Vereador(a) · PT · Recife · PE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Sou mãe de um jovem autista. Conheço de perto o preconceito, o isolamento, o medo, a exaustão e a falta de políticas públicas que atravessam tantas famílias, as quais acompanho de perto através do mandato de vereadora.

Quando penso na comemoração do dia de amanhã, penso na mãe que sai cedo para trabalhar e precisa deixar o filho com a avó porque a escala não permite outra escolha e a rede de ensino pública não garante a vaga. Penso na mãe de uma criança neurodivergente, que luta todos os dias para que seu filho seja acolhido e respeitado. Penso na mãe que sofre ao ver um filho se perder nos vícios, mas continua acolhendo, amando e tentando salvar. Penso na mãe solo, que cria sem amparo, sem rede, muitas vezes sem sequer o nome do pai no registro. E penso também na mãe que se emociona ao ver o filho estudar, crescer e abrir para a família a esperança de um futuro melhor.

Minha homenagem é para todas as mães que sustentam o mundo com amor. Mas minha homenagem também é luta: por mais qualidade de tempo, direitos, cuidado e políticas públicas. Por isso, defender as mães trabalhadoras é exigir, imediatamente, o fim da escala 6x1.
Liana Cristina da Costa Cirne Lins Vereador(a) · PT · Recife · PE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Defender a escala 6x1 é ignorar o impacto que ela causa dentro de casa. A discussão sobre o fim dessa jornada também é sobre presença, família e qualidade de vida.
Linda Brasil Azevedo Santos Deputado(a) Estadual · PSOL · SE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
É isso o que a escala 6×1 faz com as famílias brasileiras, sobretudo com as mães solo.

#fimdaescala6x1já
Lohanna Souza França Moreira de Oliveira Deputado(a) Estadual · PV · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Quantas mães não estão com seus filhos hoje porque passam o Dia das Mães trabalhando em uma escala 6x1?

Lutar pelo fim dessa escala também é lutar para que elas tenham tempo de viver a infância dos seus filhos.

Feliz dia a todas as mães!
Luiz Marinho Ministro(a) · PT
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📰 Notícia
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira (07) que pretende colocar ainda em maio para votação propostas que mudam a jornada de trabalho no Brasil. Entre as medidas em discussão estão o fim da escala 6x1, a redução da carga horária semanal e modelos com menos dias de trabalho, como a semana de quatro dias.

A declaração foi feita durante entrevista coletiva em João Pessoa, na Paraíba, durante o evento "Câmara pelo Brasil". Segundo Motta (Republicanos), a intenção é votar o tema "no mês do trabalhador" e há um "ambiente favorável" para aprovação das mudanças.

Segundo Motta (Republicanos), o assunto passou a ser prioridade no Congresso e existe um cenário favorável para analisar as propostas. Ele afirmou que o debate deve incluir trabalhadores, empresários e diferentes setores da economia.

"Não votar essa matéria não está em questão, vamos votar." Hugo Motta (Republicanos), presidente da Câmara dos Deputados

Durante a coletiva, o presidente da Câmara afirmou ainda que a discussão sobre o fim da escala 6x1 interessa "a 70% da população" e lembrou que o debate sobre redução da jornada de trabalho acontece há décadas no país. Segundo ele, a tramitação será conduzida "de forma responsável", levando em conta as particularidades de cada setor econômico.

Governo defende modelo 5x2

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou do evento ao lado de Motta (Republicanos). Segundo ele, a escala 6x1 é uma das mais pesadas para os trabalhadores, principalmente para as mulheres, por deixar pouco tempo para descanso e vida pessoal.

Segundo o ministro, empresas que passaram a usar o modelo 5x2 tiveram menos faltas de funcionários e mais facilidade para contratar trabalhadores.

"A escala 6x1 tem criado custos não visíveis para as empresas, como adoecimento, faltas e acidentes." Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego

A comissão especial criada para discutir o tema vai analisar duas propostas de mudança na Constituição. A primeira é a PEC 221/19, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT), que prevê reduzir a jornada semanal de 44 para 36 horas de forma gradual, ao longo de dez anos.

A segunda é a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (PSOL), que propõe uma semana de quatro dias de trabalho, também com limite de 36 horas semanais.

O relator da comissão, deputado Leo Prates (Republicanos), afirmou que a proposta de Reginaldo Lopes (PT) deve servir como base inicial das discussões, mas disse que outras sugestões também serão avaliadas.

O governo federal defende uma redução menor da jornada, passando de 44 para 40 horas semanais, sem redução nos salários e mantendo duas folgas por semana no modelo 5x2.

Cronograma prevê votação até 27 de maio

A comissão especial deve realizar cinco audiências públicas entre os dias 06 e 19 de maio para discutir os impactos econômicos e sociais das mudanças. Também estão previstos encontros em João Pessoa, Belo Horizonte e São Paulo.

Segundo Leo Prates (Republicanos), a expectativa é concluir a votação da proposta no plenário da Câmara até 27 de maio.

"A minha luta vai ser sempre a de construir consensos, com cronograma ágil para atender a votação esperada por essa Casa e pelo Brasil no dia 27 de maio." Leo Prates (Republicanos), deputado

O presidente da comissão especial, deputado Alencar Santana (PT), disse que o debate contará com participação de diferentes setores da sociedade.

Já o deputado Da Vitoria (PP), coordenador do programa "Câmara pelo Brasil", afirmou que a proposta do projeto é aproximar o Congresso das discussões feitas nos estados e municípios.
Luiz Paulo Teixeira Ferreira Deputado(a) Federal · PT · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Neste Dia das Mães, um relato emocionante que nos faz refletir: o fim da escala 6x1 é essencial para que mães e filhos tenham mais tempo juntos. Esse é o compromisso do governo do presidente @LulaOficial. https://t.co/S16Rx0RzcJ
Marcos José de Abreu Deputado(a) Estadual · PSOL · SC
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
"Ela trabalha muito. Fico querendo estar com ela também no dia a dia."

A mãe da Maria Luiza é mãe solo, cria duas filhas e trabalha desde as 5h até as 3h da manhã. No Dia das Mães, a filha falou por ela na TV porque ela não pôde assistir. A escala 6x1 rouba tempo que não volta mais!
Maria Divaneide Basílio Deputado(a) Estadual · PT · RN
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Quantas mães vão perder a apresentação dos filhos por não terem o direito de acompanhar a homenagem?Quantas saem cedo para trabalhar, como Dan Alves, mãe de MaLu, que expôs essa realidade em um telejornal? É impossível não relacionar isso à escala 6x1.
Maria Joselita Pereira Cavalcanti Vereador(a) · PSOL · Recife · PE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Me emocionei hoje com Maria Luísa, chorando porque a mãe não vai conseguir assistir sua apresentação de Dia das Mães por estar trabalhando. E é justamente por histórias como essa que a luta contra a escala 6x1 também é uma pauta da família.

Quando a gente defende vida além do trabalho, é sobre o direito de estar presente!
Mariana Vieira Lacerda Vereador(a) · PT · Fortaleza · CE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O relato emocionado da pequena Maria Luiza deve nos mobilizar para que as mães do Brasil tenham direito a ver seus filhos crescerem. Fim da Escala 6x1 e Políticas de Cuidado são compromissos inadiáveis com as mães e com as famílias brasileiras!
#DiaDasMães https://t.co/6zhmFfC05Z
Orlando Silva de Jesus Junior Deputado(a) Federal · PCdoB · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O depoimento emocionante da pequena Maria Luiza retrata a vida de milhões de mães que trabalham na exaustiva escala 6 X 1. Mães e pais trabalhadores que perdem momentos de convívio familiar para levar o pão para casa. A vida não pode ser só trabalho. FIM DA ESCALA 6 X 1 JÁ! https://t.co/aI72U0lAgm
Paula Nunes dos Santos Deputado(a) Estadual · PSOL · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Bom dia com o recado da Maria Luiza que emociona e deixa nítido o porque é necessário acabar com a escala 6x1 no Brasil.
Para que mães como a Daniele possam viver além do trabalho. https://t.co/bqhGKtidj3
Pedro Henrique de Andrade Lima Carneiro Campos Deputado(a) Federal · PSB · PE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A fala da pequena Maria Luiza, que emocionou o Brasil, nos faz refletir sobre o impacto das longas jornadas de trabalho na vida de mães e filhos.

Hoje, 52% dos lares no Brasil tem mulheres como principais provedoras de renda, elas também são maioria na escala 6x1 e ainda fazem mais de 21 horas de trabalho doméstico semanal, mais do que o dobro dos homens.

O fim da escala 6x1 e a redução da jornada para 40 horas semanais são fundamentais para garantir mais tempos para as mulheres! E ações como a ampliação das vagas de creche e a ampliação da licença-paternidade são importantes para dividir com mais igualdade o trabalho de cuidado.
Pedro Henrique de Andrade Lima Carneiro Campos Deputado(a) Federal · PSB · PE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Infelizmente, a escala 6 por 1 vai impedir que mães e filhos celebrem esse dia tão especial. É pelas famílias que estamos na luta pela escala 5 por 2! ✊🏻❤️ https://t.co/c3cst3tkxI
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes Deputado(a) Federal · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Isso aqui fortalece ainda mais o nosso debate sobre a redução da jornada de trabalho. 🔴

Porque prova, na prática, que valorizar o trabalhador não quebra empresa. Pelo contrário: fortalece a equipe, aumenta a produtividade e cria um ambiente mais humano.

Quando as empresas começam a fazer isso espontaneamente, é porque a sociedade já mudou. Agora, falta a lei acompanhar a vida real do povo brasileiro.

Por isso, eu defendo: escala 5x2, máximo de 40 horas semanais, sem redução salarial. Vou continuar defendendo, no Congresso, uma escala mais justa, porque descanso não é luxo. É direito de quem acorda cedo todos os dias para fazer este país acontecer.
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes Deputado(a) Federal · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Hoje eu quero falar com você, mãe.
Com você que acorda cedo, trabalha, cuida da casa, dos filhos, resolve mil coisas ao mesmo tempo e ainda sente que não fez o suficiente.
Eu quero te dizer: não é culpa sua. O que falta, quase sempre, é tempo.

Por isso, criei a PEC para acabar com a escala 6x1. Porque nenhuma mãe deveria precisar escolher entre garantir o sustento da família e estar presente na vida dos filhos.

A proposta garante 2 dias de descanso, 5 dias de trabalho, no máximo 40 horas semanais, sem redução de salário.

Falar do fim do 6x1 também é falar de maternidade. É falar de mais equilíbrio, mais saúde e mais tempo para viver a família.

Neste Dia das Mães, a nossa homenagem também precisa ser compromisso: pelo direito ao descanso,
por uma jornada mais justa e por mais tempo para as mamães viverem ao lado de quem mais amam!

Feliz dia das mães.
Um beijo! 💜
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes Deputado(a) Federal · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Hoje é 6x1
Com Reginaldo Lopes e Lula é 5x2
Hoje é 1 dia de descanso
Agora serão 2

5x2, eu quero viver
5x2, pra eu e você
5x2, eu quero viver
A escala 6x1 só faz sofrer https://t.co/fwrUNM0FFn
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes Deputado(a) Federal · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Hoje é Dia das Mães. E eu quero falar sobre algo que nenhuma homenagem resolve: o tempo. O tempo que as mães não têm.

Os dados do IBGE mostram que as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais ao trabalho doméstico e ao cuidado de pessoas. Os homens dedicam 11,7 horas. Quase o dobro. E isso sem contar a jornada formal.

As mulheres representam 50% e 61,5% da mão de obra nos setores de comércio e serviços, que são justamente os que mais operam na escala 6x1. Ou seja, as mães são as que mais trabalham nesse regime e as que mais sofrem com ele.

O que sobra pra essas mulheres? Sobra cansaço. Sobra a falta de tempo para estudar, descansar, cuidar da saúde e participar da vida pública.

Acabar com a escala 6x1 não é só uma pauta trabalhista. É uma pauta de justiça para as mães desse país.

É por isso que apresentei a PEC 221 ainda em 2019, e sigo lutando por ela até hoje.

💜 Feliz Dia das Mães para todas que merecem muito mais do que um dia de homenagem. Merecem tempo.
Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes Deputado(a) Federal · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O século 21 ainda não começou para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. E não vai começar enquanto a escala 6x1 existir.

Desde 2019 eu apresentei a PEC que acaba com esse modelo. Não é à toa que essa pauta mobilizou o Brasil inteiro: porque ela toca em algo muito maior do que horas de trabalho. Ela fala de tempo com a família, de saúde, de dignidade, de uma sociedade mais equilibrada.

Reduzir a jornada não é só sobre direitos, é sobre modernizar a economia e construir um país diferente.

Vamos juntos 💜
Renata da Silva Souza Deputado(a) Estadual · PSOL · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Dia das Mães está chegando e é impossível não reconhecer a força das mulheres , e principalmente as mães solos. São elas que trabalham, cuidam, educam, acolhem e sustentam seus lares sem descanso. E são justamente elas que mais precisam do fim da escala 6x1 e de políticas que garantam dignidade, apoio e tempo de descanso.
Ricardo Augusto da Costa Campos Deputado(a) Estadual · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
#Dia das Mães, parabéns a todas as mães dessas Minas e dos Gerais! ❤️

Mas nem todas as mães podem passar esse dia ao lado dos seus filhos... Muitas acordaram cedo, enfrentaram jornadas exaustivas e vivem uma rotina em que sobra apenas um único dia na semana para estar com a própria família.

Por trás da escala 6x1 existem mães que quase não vêem seus filhos crescerem. Os abraços ficam adiados, enquanto o cansaço é acumulado.

Por isso que defender o Fim da Escala 6x1 não é uma questão política, é uma questão humana. É defender o direito de viver, descansar e estar perto de quem se ama.

E é por tudo isso que estamos lutando por um Dia das Mães mais humano...
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O mundo discutindo escala 4X3 pra sexta-feira ser incluída como final de semana. E a gente no Brasil numa humilhação infinita pra provar que escala 6X1 não deve existir. Cansativo lidar com tanta gente ruim.
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Nesse Dia das Mães, precisamos lembrar que o fim da escala 6x1 é uma pauta de defesa da família. Reduzir a jornada de trabalho é devolver às mães aos filhos. É valorizar o que temos de mais importante em nossas vidas. https://t.co/FlydnUymRG
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Júlia Zanatta (PL) se declara CONTRA o fim da escala 6x1 por acreditar que o trabalhador pode fazer o contrato da maneira que achar melhor. Uau, como ninguém tinha pensado nisso? Então é só o funcionário chegar no chefe e pedir escala 3x4 igual à da Júlia? Será que dá certo? https://t.co/6bxBSCc5OO
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O Véio da Havan adora se portar como o bastião do trabalho honesto, mas a realidade parece outra… Luciano Hang é investigado por sonegação de impostos, acusado de desviar milhões à economia… mas, segundo o próprio, é o fim da escala 6x1 que vai quebrar o país. HIPÓCRITA! https://t.co/DPmE2p5jHM
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
DEFENDER O FIM DA 6X1 É DEFENDER A FAMÍLIA! Quantas mães ainda terão que perder momentos importantes nas vidas dos filhos por causa das jornadas exaustivas de trabalho? Reduzir a carga horária é devolver o direito da mãe ser mãe! https://t.co/JKGVCqjzgR
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Agosto já vindo sem escala 6X1 é o mínimo do mínimo para começar a conversa.
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Pois é, folha. Vamos acabar com a 6X1 aí no quadro de funcionários de vocês?
Tão modernos, não podem negar a tendencia mundial 🙂
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Caralho dê transição. Escala 6X1 desde 1943 e vem com essa das empresas se adaptarem. Eu hein.
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A matemática da política me deixa intrigado... Uma pequena minoria de deputados mantendo escala 6X1 enquanto quase 80% dos brasileiros querem o fim dessa escala desumana. Sim, se chama correlação de força. Mas quem elege esses ratos? Fique de olho no seu voto trabalhador.
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O CEO da LATAM achou que estava fazendo um grande mousse ao declarar que o fim da escala 6x1 iria acabar com os voos internacionais no Brasil. Em países com escalas menores, as pessoas têm voado de carroça? É muita vontade de botar terror no povo. https://t.co/zRwEYxWaZA
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Hoje tem mãe que acordou cedo, vestiu o uniforme e foi trabalhar. Que não vai conseguir abraçar os filhos o dia inteiro, com o coração longe. Que no próximo Dia das Mães a escala 6x1 esteja no lixo da história e as famílias reunidas no domingo como deve ser. https://t.co/84nGcJt2uX
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Hoje é Dia das Mães. E milhões de mulheres passaram a vida inteira sendo obrigadas a escolher entre trabalhar exaustas ou perder momentos que nunca voltam com os próprios filhos.

A escala 6x1 rouba aniversários, almoços de domingo, apresentações da escola, descanso, saúde e tempo. Principalmente das mães pobres, que saem de casa antes do sol nascer e voltam quando os filhos já estão dormindo.

Defender o #fimdaescala6x1 também é defender maternidade digna. Porque nenhuma mãe deveria precisar sacrificar a própria vida para conseguir sobreviver.
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A escala 6x1 rouba os momentos com quem você ama. No Dia das Mães, a gente questiona: por que mães trabalhadoras precisam escolher entre cumprir seu turno ou estar presentes? Por que um domingo em família é um luxo pra algumas? https://t.co/4muWR6MHSZ
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
De emocionar o relato dessa menina sobre a mãe, que não conseguiu assistir à homenagem do Dia das Mães na escola por conta do trabalho. “Defender a família” é discutir redução de jornada. Perder o crescimento dos filhos não pode ser normalizado. https://t.co/l3bscUXbVe
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
@folha A cara de pau.
Escala 5X2 com 50h semanais? Aí realmente um abraço.
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Escala 5X2 e 40h semanais será o primeiro passo para nos fortalecer. O objetivo mesmo é escala 4X3 e 36h semanais. O ideal é isso.
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
E lembrando que não adianta flores se você está contra as mães terem uma escala de trabalho mais equilibrada. Bom dia!
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Enquanto lutamos pelo fim da escala 6x1 e por condições mais dignas de trabalho, temos pessoas influentes como Romeu Zema e Leda Nagle romantizando o trabalho infantil, uma chaga que até hoje aflige o Brasil. Se dependêssemos da elite, nunca teríamos abolido a escravidão. https://t.co/mV3e80zgDF
Ricardo Cardoso Azevedo Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
@g1 As longas jornadas de trabalho e a escala 6x1 tiram o direito das mães serem mães. Enquanto isso, os que dizem “defender a família” lutam para que cenas como essa continuem.
Rogério Correia de Moura Baptista Deputado(a) Federal · PT · MG
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
No meu pensamento só passa em como acabar com a escala 6x1 sem redução de salário 💭 https://t.co/0cEj3ij7Rv
Rubens Pereira E Silva Junior Deputado(a) Federal · PT · MA
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O Dia das Mães é data de homenagear mulheres incríveis, mas também de refletir. Dói ver vídeos de mães e filhos que não podem estar juntos nas apresentações escolares por causa da escala 6x1. É desumano uma mãe ver mais o chefe do que o próprio filho.
Estamos lutando na Comissão Especial e no Plenário para que a jornada 6x1 acabe.
Maio é o mês das mães e o mês de garantir o direito ao tempo e ao afeto. Queremos que, no próximo ano, todas possam estar presentes na vida de seus filhos.
Rômulo Cesar Fernandes Deputado(a) Estadual · PT · SP
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Hoje celebro minha mãe, a mulher com quem aprendi a lutar! ❤️

O exemplo de mulher trabalhadora, que cuidava da casa, dos filhos e ia à luta, como tantas mulheres que vivem uma rotina marcada pela jornada dupla, com muita força e dedicação. ✊🏽

A realidade de muitas mães ainda é pesada, principalmente com jornadas exaustivas como a escala 6x1. Por isso, valorizar as mães também é lutar para que elas tenham mais dignidade, apoio e descanso.

Foi com a dona Celcina que aprendi tudo isso e também a garra para seguir na luta por um mundo melhor.

Feliz Dia das Mães! ✨
Sidônio Cardoso Palmeira Ministro(a)
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Essa é a proposta: menos trabalho, mesmo salário, mais vida. E ela já foi enviada pelo Governo do Brasil ao Congresso. Se for aprovada, mais de 14 milhões de brasileiros deixarão de trabalhar na escala 6x1. Fim da escala 6x1 é tempo pra sair e viajar. #FimDaEscala6x1 #GovernoDoBrasil
Sonia Meire Santos Azevedo de Jesus Vereador(a) · PSOL · Aracaju · SE
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
O Congresso inimigo do povo derrubou o veto de Lula ao PL da Dosimetria! Enquanto o povo luta por direitos e fim da escala 6x1, o Congresso atua p/ livrar Bolsonaro e criminosos dos atos golpistas de 8 de janeiro da prisão, além de reduzir penas p/ outros crimes graves. Vergonha!
Talíria Petrone Soares Deputado(a) Federal · PSOL · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
A escala 6x1 não consome apenas horas; ela rouba a infância dos filhos e a sanidade das mulheres que sustentam este país sozinhas. Manter essa jornada é manter um ciclo de abandono forçado pela lógica do lucro.

O fim da escala 6x1 é, acima de tudo, uma urgência materna. https://t.co/kBSPyWMjko
Thais de Souza Ferreira Rosa Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Essa menina, com a voz embargada, contando que a mãe não vai à apresentação de Dia das Mães dela porque precisa trabalhar pra sustentar sozinha ela e a irmã. 🥺

A gente fala da 6x1 com dado, com lei, com PEC. Mas ela é isso aqui: uma criança descobrindo cedo demais que mãe trabalhadora nesse país mal tem o direito de ver seus filhos crescerem.
Descanso materno é direito. Tempo com os filhos é direito.

Pelo fim da 6x1.
Waldenor Alves Pereira Filho Deputado(a) Federal · PT · BA
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Às vésperas do Dia das Mães, nos deparamos com o relato emocionante da pequena Maria Luísa. Essa é a realidade de milhões de mães do Brasil, que se sacrificam em jornadas exaustivas de trabalho.

A vida dos brasileiros não cabe nessa jornada. Pelo fim da escala 6x1! ✊🏽 https://t.co/a8WKLbYevx
Érika Jucá Kokay Deputado(a) Federal · PT · DF
Perfil Prysmo ↗
Alto risco
📱 Rede social
Mães merecem mais do que chegar em casa exaustas. Mães merecem viver a infância dos seus filhos e filhas.

A escala 6x1 rouba momentos que nunca voltam. 💔

Fim da escala 6x1 para as mães, já! https://t.co/1QP6KSWn8e
Geraldo Resende Pereira Deputado(a) Federal · UNIÃO · MS
Perfil Prysmo ↗
Neutro
📄 Proposição · REQ 93/2026 PEC22119
Requer aditamento ao Requerimento (10/2026), para incluir participante como convidada na Reunião de Audiência Pública na Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6x1 (PEC 221/19), com a participação de representantes dos setores produtivos.
Hugo Motta Wanderley da Nóbrega Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · PB
Perfil Prysmo ↗
Neutro
📰 Notícia
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira (07) que pretende colocar ainda em maio para votação propostas que mudam a jornada de trabalho no Brasil. Entre as medidas em discussão estão o fim da escala 6x1, a redução da carga horária semanal e modelos com menos dias de trabalho, como a semana de quatro dias.

A declaração foi feita durante entrevista coletiva em João Pessoa, na Paraíba, durante o evento "Câmara pelo Brasil". Segundo Motta (Republicanos), a intenção é votar o tema "no mês do trabalhador" e há um "ambiente favorável" para aprovação das mudanças.

Segundo Motta (Republicanos), o assunto passou a ser prioridade no Congresso e existe um cenário favorável para analisar as propostas. Ele afirmou que o debate deve incluir trabalhadores, empresários e diferentes setores da economia.

"Não votar essa matéria não está em questão, vamos votar." Hugo Motta (Republicanos), presidente da Câmara dos Deputados

Durante a coletiva, o presidente da Câmara afirmou ainda que a discussão sobre o fim da escala 6x1 interessa "a 70% da população" e lembrou que o debate sobre redução da jornada de trabalho acontece há décadas no país. Segundo ele, a tramitação será conduzida "de forma responsável", levando em conta as particularidades de cada setor econômico.

Governo defende modelo 5x2

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou do evento ao lado de Motta (Republicanos). Segundo ele, a escala 6x1 é uma das mais pesadas para os trabalhadores, principalmente para as mulheres, por deixar pouco tempo para descanso e vida pessoal.

Segundo o ministro, empresas que passaram a usar o modelo 5x2 tiveram menos faltas de funcionários e mais facilidade para contratar trabalhadores.

"A escala 6x1 tem criado custos não visíveis para as empresas, como adoecimento, faltas e acidentes." Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego

A comissão especial criada para discutir o tema vai analisar duas propostas de mudança na Constituição. A primeira é a PEC 221/19, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT), que prevê reduzir a jornada semanal de 44 para 36 horas de forma gradual, ao longo de dez anos.

A segunda é a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (PSOL), que propõe uma semana de quatro dias de trabalho, também com limite de 36 horas semanais.

O relator da comissão, deputado Leo Prates (Republicanos), afirmou que a proposta de Reginaldo Lopes (PT) deve servir como base inicial das discussões, mas disse que outras sugestões também serão avaliadas.

O governo federal defende uma redução menor da jornada, passando de 44 para 40 horas semanais, sem redução nos salários e mantendo duas folgas por semana no modelo 5x2.

Cronograma prevê votação até 27 de maio

A comissão especial deve realizar cinco audiências públicas entre os dias 06 e 19 de maio para discutir os impactos econômicos e sociais das mudanças. Também estão previstos encontros em João Pessoa, Belo Horizonte e São Paulo.

Segundo Leo Prates (Republicanos), a expectativa é concluir a votação da proposta no plenário da Câmara até 27 de maio.

"A minha luta vai ser sempre a de construir consensos, com cronograma ágil para atender a votação esperada por essa Casa e pelo Brasil no dia 27 de maio." Leo Prates (Republicanos), deputado

O presidente da comissão especial, deputado Alencar Santana (PT), disse que o debate contará com participação de diferentes setores da sociedade.

Já o deputado Da Vitoria (PP), coordenador do programa "Câmara pelo Brasil", afirmou que a proposta do projeto é aproximar o Congresso das discussões feitas nos estados e municípios.
João Carlos Bacelar Batista Deputado(a) Federal · PV · BA
Perfil Prysmo ↗
Neutro
📱 Rede social
Fim da escala 6x1 colocaria Brasil 'em linha com grande parte do mundo ocidental', diz Financial Times https://t.co/hbRHXea75h
Leonardo Silva Prates Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · BA
Perfil Prysmo ↗
Neutro
📰 Notícia
Cúpula da comissão na Câmara dos Deputados pretende deixar "especificidades" de setores para outros projetos de lei

Não é de hoje que a escala semanal de seis dias de trabalho para um de descanso é uma imposição para boa parte dos trabalhadores rurais no Brasil. A partir de dados do governo federal e entrevistas com camponeses, a organização Oxfam Brasil aponta que, em 2025, 45% dos trabalhadores assalariados no campo cumpriam mais de 40 horas semanais de trabalho e que a chamada escala 6×1 ainda é a mais recorrente longe dos centros urbanos.

Mas a realidade do trabalhador rural não esteve presente no início das atividades da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre o fim da escala 6×1 no Brasil, como acompanhado pela Agência Pública no Congresso Nacional.

Segundo apurado pela reportagem, a comissão deve elaborar apenas uma "regra geral" para reduzir a jornada no país, deixando para depois, por meio de outros projetos de lei, a definição dos termos do fim da escala 6×1 para diferentes setores, incluindo o trabalho rural e agrícola.

"Nós vamos regular uma 'regra geral' e as especificidades [de cada setor trabalhista] nós jogaremos para outros PLs [Projetos de Lei]", disse à Pública o relator da comissão, deputado Léo Prates (Republicanos-BA).

Ainda segundo o relator, a elaboração de uma regra geral será discutida com o presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), e com o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).

"Se eu abordar todas as especificidades das profissões que já apareceram, como o setor de saúde e muitos outros, vou acabar escrevendo uma nova Constituição... e aí a gente enfraquece a Constituição, né?", complementou Prates.

Ainda segundo a apuração da Pública, a comissão planeja debater os impactos do fim da escala 6×1 no trabalho rural na segunda quinzena do mês, possivelmente no dia 25 de maio. Grupos ligados ao agronegócio, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), já pressionam membros da comissão para serem incluídos nas discussões.

Em fevereiro, o presidente da CNA, João Martins, declarou em entrevista ao portal CNN que a redução da jornada não pode ser uma "imposição". Já a bancada ruralista no Congresso tem atuado para que haja compensações ao setor, alegando que o fim da 6×1 teria um "impacto maior" no campo.

Por outro lado, o estudo "Entre o tempo de trabalho e o tempo de vida", da Oxfam Brasil, aponta que a sobrecarga do trabalhador no campo é uma realidade apesar do que a legislação trabalhista em vigor no país determina.

A pesquisa aponta que a intensidade do trabalho no campo, a exposição a condições ambientais adversas, os longos tempos de deslocamento da residência até as lavouras e a elevada presença de vínculos informais criam um cenário de "desgaste acentuado, frequentemente invisibilizado nas análises sobre o mercado de trabalho".

Com base em dados da PNAD Contínua, do IBGE, a pesquisa aponta que, entre os trabalhadores rurais assalariados que trabalham mais de 40 horas semanais, 23% realizavam jornadas superiores a 44 horas - ultrapassando o limite definido em lei.

Além disso, os dados do governo revelam que 26% dos trabalhadores rurais não têm carteira assinada. A pesquisa da Oxfam também destaca o impacto do excesso de trabalho sobre as mulheres trabalhadoras rurais.

"As tarefas de cuidado de crianças, idosos e demais dependentes, assim como o trabalho doméstico, recaem de maneira desproporcional sobre as mulheres, sobretudo sobre as mulheres negras, que frequentemente enfrentam dupla ou tripla jornada", aponta o estudo.

O estudo foi apresentado na Câmara na última quarta-feira, 6 de maio, em um encontro pelo fim da escala 6×1 e pelo "enfrentamento à precarização do trabalho e a defesa de direitos básicos". O ato foi realizado pela Ação Cidadania, pela OXFAM Brasil e pelo Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades.

Além dos dados sobre o trabalho no campo, a Ação Cidadania também levantou a questão dos trabalhadores de aplicativos. Segundo a organização, em 2025, 32% das famílias dos motoristas e entregadores de aplicativos conviviam com algum grau de insegurança alimentar e 41,3% dos entregadores já sofreram acidentes durante o trabalho.

"A relação [entre trabalhadores da cidade e do campo] está na exigência de dignidade e proteção social para todos os trabalhadores. Independentemente da forma de trabalho, a exigência de direitos é a mesma: direito à alimentação, a condições dignas, à saúde etc. Em suma, à vida", afirmou à Pública Mariana Macário, diretora de Advocacy e Políticas Públicas da Ação da Cidadania.

Ela acrescentou que o esforço da Ação Cidadania na pauta sobre o fim da escala 6×1 "é que tanto trabalhadores de carteira assinada quanto não celetistas sejam tratados com justiça e dignidade. A forma de contratação não pode prescindir da garantia de direitos. Nesse sentido, nossa luta é ampla", concluiu.

À Pública, o presidente da comissão especial apontou predisposição para ouvir organizações trabalhistas rurais e também grupos empresariais ligados ao agronegócio. Para o deputado Alencar Santana, o fim da escala 6×1 no trabalho rural não deveria preocupar o setor agrícola.

"Não creio que será um problema para o grande setor do agro, que isso vá abalar o agro brasileiro - até porque ele tem crescido e lucrado no governo Lula, contando com subsídios e apoio do governo federal", disse o deputado.

Questionado sobre o lobby de outros setores rurais, em especial os mais conservadores ligados ao bolsonarismo, que têm criticado eventuais impactos negativos com a redução da jornada de trabalho, Santana reconheceu o problema, mas minimizou riscos de eventuais retrocessos.

"Haverá pressão de parte do agro, sim, mas nós vamos demonstrar a realidade do trabalhador atualmente. O trabalhador brasileiro está doente, exausto física e mentalmente, seja na cidade, seja no campo, e nós temos de melhorar a vida dele", afirmou o presidente da comissão.

À Pública, o presidente da comissão especial alertou para o avanço de lobistas de diversos setores empresariais, para tentar influenciar os termos do fim da escala 6×1 em benefício próprio.

"O clima está favorável para o fim da [escala] 6×1, mas já existe pressão e lobby para que alguns setores não sejam afetados e, se forem, para que haja grandes compensações. Não podemos entrar nessa cantilena, a mesma que foi usada em 1888, quando as elites resistiram ao fim da escravidão. Não dá para se repetir agora... estamos preocupados, mas seguimos atentos", disse à reportagem.

Segundo o presidente da comissão, o governo já definiu os pontos "inegociáveis" no debate do fim da 6×1. "Primeiro de tudo, queremos o fim da jornada 6×1, com a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e sem nenhuma redução salarial, com dois dias consecutivos de descanso, para que haja qualidade [de vida] para o trabalhador", afirmou Santana.
Lucas Bello Redecker Deputado(a) Federal · PSD · RS
Perfil Prysmo ↗
Neutro
📄 Proposição · REQ 92/2026 PEC22119
Requer a realização de audiência pública para debater a proposta de redução da jornada de trabalho no Brasil, com foco na análise de seus impactos sociais e econômicos, bem como nas consequências de sua aplicação nos diversos setores produtivos do País.

Prysmo by Prospectiva · Stakeholder Listening