Alerta Diário
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Stakeholder Listening
Terça-feira, 12 de maio de 2026
Proposição requer à ANVISA esclarecimentos sobre fiscalização de produtos de higiene, limpeza e saneantes enquanto evento empresarial pauta contrabando e falsificação
- 28 manifestações em 12/05, com PT à frente (32%), Rio de Janeiro como estado mais ativo (25%) e redes sociais como canal predominante (64%).
- Proposição questiona à ANVISA fiscalização de higiene, limpeza e saneantes, Maria do Socorro Neri (PP-AC) requer ao Ministro de Estado da Saúde informações sobre critérios técnicos, autonomia decisória, capacidade orçamentária e comunicação pública da agência na fiscalização de produtos de higiene, limpeza e saneantes; tema diretamente relacionado ao setor.
- Evento empresarial pauta contrabando e falsificação com 3 aliados do setor, Edson Vismona (Fórum Nacional Contra a Pirataria) denuncia fortalecimento do mercado ilegal de cosméticos, bebidas e cigarros pela alta carga tributária e por falhas de fiscalização; presidente do INPI anuncia parcerias com Receita Federal, Polícia Federal e Casa da Moeda para rastrear produtos falsificados e ampliar selos de origem; representante da indústria de dispositivos médicos alerta para concorrência desleal de importados ilegais.
- Jornada concentrou 24 das 28 manifestações, com PT e PSOL liderando a defesa do fim da escala 6x1 em redes sociais; José Leonardo Monteiro (PT-MG) protocola requerimentos para seminários públicos em Governador Valadares e Montes Claros para debater impactos da redução da jornada nas regiões; ministra Esther Dweck e ministro Camilo Santana reforçam o alinhamento do Executivo à proposta.
- 23 manifestações de alto risco, lideradas por PT e PSOL, sustentam o fim da escala 6x1 com argumentos sobre saúde do trabalhador, produtividade e equidade de gênero; vereador Ricardo Azevedo (PSOL-RJ) responde por parcela relevante das postagens no Rio de Janeiro.
- 4 manifestações de aliados, três representantes setoriais em evento empresarial defendem fiscalização mais rigorosa, modernização dos controles antipirataria e redução da concorrência desleal de produtos ilegais sobre a indústria nacional; no Legislativo, Luiz Lima (NOVO-RJ) reforça o discurso contra a redução da escala 6x1.
VISÃO GERAL
Total
28
-74%
Ontem: 109
Alto risco
23
-77%
Ontem: 98
Aliados
4
0%
Ontem: 4
Base de apoio
1
—
Ontem: 0
Baixo risco
0
-100%
Ontem: 2
Neutros
0
-100%
Ontem: 5
CLASSIFICAÇÃO POR TEMA
Jornada (24)
Contrabando e Falsificação (3)
Limpeza e Cosméticos (1)
AliadoAlto riscoBase de apoio
TEMAS EM DEBATE
Aliado 1
Alto risco 23
Base de apoio 0
Baixo risco 0
Neutro 0
24 manifestações sobre a PEC 221/2019, com volume menor após o pico das audiências da Comissão Especial. PT e PSOL seguem liderando a defesa do fim da escala 6x1 em redes sociais; José Leonardo Monteiro (PT-MG) protocola requerimentos para realização de Seminários Públicos em Governador Valadares e Montes Claros, ampliando o debate regional. Ministros do Executivo (Esther Dweck e Camilo Santana) reforçam alinhamento à proposta. Concentração no Rio de Janeiro mantém vereador Ricardo Azevedo (PSOL-RJ) como voz mais ativa no Legislativo Local.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📱 Rede social
18 · 75%
📰 Notícia
3 · 12%
📄 Proposição
2 · 8%
🎤 Discurso
1 · 4%
PERFIL
Partido ›
PT
9
PSOL
8
PSD
2
REPUBLICANOS
2
PL
1
NOVO
1
PCdoB
1
Estado ›
Rio de Janeiro
7
Pernambuco
3
Minas Gerais
2
Rio Grande do Sul
2
Distrito Federal
1
Belém
1
Bahia
1
Pará
1
Paraíba
1
Santa Catarina
1
Sergipe
1
São Paulo
1
Esfera ›
Legislativo Federal
9
Legislativo Local
8
Legislativo Estadual
3
Executivo Estadual
2
Executivo Federal
2
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima
Deputado(a) Federal · NOVO · RJ
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Aliado
›
Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima
Deputado(a) Federal · NOVO · RJ
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🎤 Discurso
E numa decisão agora que parte do Poder Executivo, sem discussão, da redução da jornada, de 6 para 1, para 5 para 2, da redução de trabalho, do aumento da necessidade de contratar funcionários, justamente vão estar, no lucro de pequenos e médios empresários, padarias, restaurantes, pequenos comércios, que têm cinco, seis funcionários, e vão ser forçados a contratar mais dois, mais três. A informalidade vai aumentar, o desemprego vai aumentar. Ou a gente trabalha em conjunto com quem produz emprego neste País, que são os pequenos e médios comerciantes, ou, ao invés de terem 50 trabalhadores... Cinquenta por cento dos trabalhadores hoje estão devendo. Veja o Desenrola 2.0, veja o Desenrola 1, que já estava em 15 milhões, passou para 30, e, depois para 50, 30 milhões no Bolsa Família.
Carla Simara Luciana da Silva Salasário Ayres
Vereador(a) · PT · Florianópolis · SC
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Alto risco
›
Carla Simara Luciana da Silva Salasário Ayres
Vereador(a) · PT · Florianópolis · SC
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📱 Rede social
A esquerda defende:
Vacinação das crianças;
Preservação do meio ambiente;
Fim da escala 6x1;
Aumento real da renda dos trabalhadores.
A direita defende:
Boicote às Havaianas;
Usar detergente contaminado;
Trabalho infantil;
Fim do aumento real do salário mínimo;
Jornada 6x1.
Vacinação das crianças;
Preservação do meio ambiente;
Fim da escala 6x1;
Aumento real da renda dos trabalhadores.
A direita defende:
Boicote às Havaianas;
Usar detergente contaminado;
Trabalho infantil;
Fim do aumento real do salário mínimo;
Jornada 6x1.
Fernanda Melchionna E Silva
Deputado(a) Federal · PSOL · RS
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Alto risco
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Fernanda Melchionna E Silva
Deputado(a) Federal · PSOL · RS
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📱 Rede social
Seria cômico se não fosse trágico. Enquanto nós estamos lutando pelo fim da escala 6x1, o bolsonarismo está mais uma vez afundado em negacionismo. Depois da mamadeira de piroca, da cloroquina, há o caso de um homem bebendo detergente Ypê para defender a marca, que apoiou Bolsonaro nas eleições e foi recentemente autuada pela Anvisa. O bolsonarismo é perturbadoramente mentiroso e arrasta os seus seguidores não só para o ridículo, mas para uma ignorância extremamente nociva.
Gustavo Adolfo Victorino Grehs
Deputado(a) Estadual · REPUBLICANOS · RS
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Alto risco
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Gustavo Adolfo Victorino Grehs
Deputado(a) Estadual · REPUBLICANOS · RS
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A solução da escala 6x1.
Hugo Motta Wanderley da Nóbrega
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · PB
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Alto risco
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Hugo Motta Wanderley da Nóbrega
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · PB
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📰 Notícia
247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou neste domingo, Dia das Mães, que pretende aprovar ainda em maio a chamada PEC 6x1, proposta que reduz a jornada de trabalho e amplia o tempo de descanso dos trabalhadores brasileiros. Ao defender a medida, Motta classificou a proposta como uma pauta "humana" e de "defesa da família brasileira".
A declaração foi feita após o parlamentar compartilhar nas redes sociais o vídeo viral da jovem Maria Luísa, que emocionou milhões de brasileiros ao relatar a rotina exaustiva de sua mãe solo, que acorda às 5h da manhã para trabalhar em eventos e sustentar as filhas.
Ao comentar a repercussão do vídeo, Hugo Motta associou diretamente a realidade vivida por milhares de mães brasileiras à necessidade de mudanças nas regras da jornada de trabalho no país.
"As mães vão ter mais tempo para ficar com os filhos. É uma pauta de defesa da família brasileira", afirmou o presidente da Câmara.
A proposta da PEC 6x1 vem sendo impulsionada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem defendido medidas voltadas à melhoria das condições de vida dos trabalhadores brasileiros, ao fortalecimento da renda e à valorização do convívio familiar.
Nos bastidores políticos, a sinalização de Hugo Motta em favor da proposta é vista como um gesto importante de aproximação com o Palácio do Planalto. O presidente da Câmara disputa a reeleição para mais um mandato de deputado federal e busca ampliar seu diálogo com o governo Lula em torno de pautas de forte apelo social.
A defesa pública da PEC também ocorre em um momento em que o governo intensifica sua agenda voltada ao trabalho, à proteção social e à recuperação do poder de compra das famílias brasileiras.
A proposta conhecida como PEC 6x1 tem ganhado apoio crescente nas redes sociais e no Congresso Nacional. O texto busca alterar o modelo tradicional de jornada de trabalho, reduzindo a carga semanal e garantindo mais dias de descanso aos trabalhadores.
O debate se intensificou nos últimos meses diante do aumento das discussões sobre saúde mental, qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e convivência familiar.
Ao prometer colocar a proposta em votação ainda em maio, Hugo Motta sinaliza que a Câmara pretende acelerar a tramitação de uma das pautas trabalhistas mais populares do momento.
O vídeo compartilhado por Hugo Motta se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais durante o fim de semana do Dia das Mães. Nele, Maria Luísa relata a rotina sacrificante da mãe, que trabalha diariamente em eventos para garantir o sustento das filhas.
O depoimento provocou forte comoção nacional e reacendeu o debate sobre as condições de trabalho enfrentadas por milhões de brasileiros, especialmente mulheres e mães solo.
A publicação de Motta utilizou o episódio como exemplo concreto da necessidade de mudanças estruturais no mercado de trabalho brasileiro, conectando a emoção gerada pelo relato à discussão política sobre a PEC.
Nos últimos anos, experiências internacionais de redução da jornada de trabalho têm sido acompanhadas de perto por especialistas e parlamentares brasileiros. Defensores da PEC afirmam que a medida pode aumentar a produtividade, reduzir o adoecimento mental e fortalecer os vínculos familiares.
Críticos, por outro lado, argumentam que mudanças abruptas podem gerar impacto econômico para empresas e setores produtivos.
Mesmo diante das divergências, a pauta tem conquistado amplo apoio popular nas redes sociais, sobretudo entre trabalhadores que defendem melhores condições de vida e mais tempo de convivência familiar.
Com a declaração de Hugo Motta, o tema deve ganhar ainda mais protagonismo político nas próximas semanas na Câmara dos Deputados.
A declaração foi feita após o parlamentar compartilhar nas redes sociais o vídeo viral da jovem Maria Luísa, que emocionou milhões de brasileiros ao relatar a rotina exaustiva de sua mãe solo, que acorda às 5h da manhã para trabalhar em eventos e sustentar as filhas.
Ao comentar a repercussão do vídeo, Hugo Motta associou diretamente a realidade vivida por milhares de mães brasileiras à necessidade de mudanças nas regras da jornada de trabalho no país.
"As mães vão ter mais tempo para ficar com os filhos. É uma pauta de defesa da família brasileira", afirmou o presidente da Câmara.
A proposta da PEC 6x1 vem sendo impulsionada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem defendido medidas voltadas à melhoria das condições de vida dos trabalhadores brasileiros, ao fortalecimento da renda e à valorização do convívio familiar.
Nos bastidores políticos, a sinalização de Hugo Motta em favor da proposta é vista como um gesto importante de aproximação com o Palácio do Planalto. O presidente da Câmara disputa a reeleição para mais um mandato de deputado federal e busca ampliar seu diálogo com o governo Lula em torno de pautas de forte apelo social.
A defesa pública da PEC também ocorre em um momento em que o governo intensifica sua agenda voltada ao trabalho, à proteção social e à recuperação do poder de compra das famílias brasileiras.
A proposta conhecida como PEC 6x1 tem ganhado apoio crescente nas redes sociais e no Congresso Nacional. O texto busca alterar o modelo tradicional de jornada de trabalho, reduzindo a carga semanal e garantindo mais dias de descanso aos trabalhadores.
O debate se intensificou nos últimos meses diante do aumento das discussões sobre saúde mental, qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e convivência familiar.
Ao prometer colocar a proposta em votação ainda em maio, Hugo Motta sinaliza que a Câmara pretende acelerar a tramitação de uma das pautas trabalhistas mais populares do momento.
O vídeo compartilhado por Hugo Motta se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais durante o fim de semana do Dia das Mães. Nele, Maria Luísa relata a rotina sacrificante da mãe, que trabalha diariamente em eventos para garantir o sustento das filhas.
O depoimento provocou forte comoção nacional e reacendeu o debate sobre as condições de trabalho enfrentadas por milhões de brasileiros, especialmente mulheres e mães solo.
A publicação de Motta utilizou o episódio como exemplo concreto da necessidade de mudanças estruturais no mercado de trabalho brasileiro, conectando a emoção gerada pelo relato à discussão política sobre a PEC.
Nos últimos anos, experiências internacionais de redução da jornada de trabalho têm sido acompanhadas de perto por especialistas e parlamentares brasileiros. Defensores da PEC afirmam que a medida pode aumentar a produtividade, reduzir o adoecimento mental e fortalecer os vínculos familiares.
Críticos, por outro lado, argumentam que mudanças abruptas podem gerar impacto econômico para empresas e setores produtivos.
Mesmo diante das divergências, a pauta tem conquistado amplo apoio popular nas redes sociais, sobretudo entre trabalhadores que defendem melhores condições de vida e mais tempo de convivência familiar.
Com a declaração de Hugo Motta, o tema deve ganhar ainda mais protagonismo político nas próximas semanas na Câmara dos Deputados.
Jaques Wagner
Senador(a) · PT · BA
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Jaques Wagner
Senador(a) · PT · BA
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Sabe o que esse L significa? Significa imposto de renda zero no seu contracheque, menor taxa de desemprego da história e, muito em breve, o fim da escala 6x1 para você ter mais tempo para a sua família. Como dizem por aí, fazer o L é gostoso demais! Boa semana, moçada!
📸 Paula Fróes
📸 Paula Fróes
Joaquim Passarinho Pinto de Souza Porto
Deputado(a) Federal · PL · PA
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Joaquim Passarinho Pinto de Souza Porto
Deputado(a) Federal · PL · PA
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📰 Notícia
Hugo Motta classifica a proposta como uma "reforma da vida das pessoas" e sinaliza disposição para levar adiante a votação - (crédito: AFP)
A discussão sobre o fim da escala 6x1 deve ganhar novos rumos nesta semana. Com início marcado para amanhã, série de audiências públicas da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a redução da jornada de trabalho ocorre em um momento em que o tema se consolida como uma das pautas de maior interesse para o governo federal, que tenta capitalizar a possível aprovação da pauta mirando outubro. O debate também ganha impulso com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que classificou a proposta como uma "reforma da vida das pessoas" e sinalizou disposição para levar adiante a votação, desde que sejam consideradas as particularidades de setores econômicos que operam sob jornadas contínuas.
A audiência pública da comissão especial da Câmara dos Deputados desta terça-feira (12/5), destinada a discutir os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho, deve se transformar em um dos momentos mais decisivos da tramitação da proposta que pretende reformular o modelo de trabalho no país. Depois de abrir espaço para debates sobre saúde do trabalhador, qualidade de vida e reorganização das relações laborais, o colegiado entra agora no terreno mais sensível da discussão: o custo da mudança para empresas, cadeias produtivas e setores que operam sob escalas contínuas.
À frente da relatoria, Leo Prates (Republicanos-BA) tem reiterado que pretende conduzir a discussão por meio de uma construção pactuada, ouvindo trabalhadores, empregadores, governo e especialistas, numa tentativa de reduzir resistências e construir um texto capaz de avançar politicamente na Casa.
O Correio Braziliense ouviu representantes da indústria, especialistas em direito do trabalho e economia pública, além de parlamentares diretamente envolvidos nas negociações, para mapear quais argumentos devem dominar a mesa na próxima semana. O diagnóstico é convergente: o setor produtivo chega organizado, municiado por estudos técnicos e disposto a pressionar por exceções setoriais, transição gradual, compensações tributárias e preservação da negociação coletiva como instrumento central para modular a proposta.
Entre as vozes mais enfáticas está a da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam). Em entrevista ao Correio, o presidente da entidade, Antonio Silva, afirmou que o debate precisa considerar a "realidade matemática" da produção nacional. Segundo ele, uma redução abrupta da jornada sem contrapartidas econômicas ou ganhos prévios de produtividade tende a elevar custos operacionais de forma insustentável, especialmente em cadeias industriais que operam em ritmo contínuo.
No caso do Polo Industrial de Manaus, o impacto seria ainda mais sensível. "A exigência de novas contratações emergenciais apenas para suprir lacunas nas escalas e manter as máquinas operando pressionará o fluxo de caixa das empresas e corroerá nossa competitividade", afirmou. Na avaliação da federação, o efeito pode ser perverso: aumento da inflação, retração de investimentos e crescimento da informalidade.
A preocupação ecoa em outras federações industriais do país. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) tem defendido por meio de nota, que qualquer mudança estrutural nas relações de trabalho seja acompanhada por um amplo debate sobre produtividade, desoneração da folha e segurança jurídica para empregadores.
No Sudeste, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também acompanha a tramitação com cautela e reforça a necessidade de que eventuais mudanças considerem impactos sobre competitividade, custo da produção e capacidade de adaptação dos setores intensivos em mão de obra. Segmentos ligados ao comércio e aos serviços sustentam avaliação semelhante e defendem uma transição calibrada para evitar repasses imediatos aos preços.
O alerta chegou a setores altamente regulados da economia. Durante teleconferência de resultados da Latam Airlines, o CEO Jerome Cadier apontou que o fim da escala 6x1, se aplicado sem exceções para categorias específicas, pode comprometer operações internacionais da companhia. Segundo ele, a dinâmica da aviação comercial depende de jornadas diferenciadas para aeronautas e tripulações, especialmente em voos de longa duração, frequentemente superiores a oito horas diárias. A declaração rapidamente passou a circular entre parlamentares como exemplo de setor que deverá pressionar por tratamento regulatório específico.
Para o doutor e mestre em filosofia do direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Roberto Beijato Junior, a maior pressão econômica recairá justamente sobre micro e pequenas empresas, segmento que concentra a maior parte dos empregos formais no país. Segundo ele, o encarecimento da mão de obra tenderá a ser repassado ao consumidor, pressionando preços e reduzindo poder de compra. Ao mesmo tempo, empresas sem capacidade de absorver o novo custo poderão reduzir quadros, ampliando informalidade e terceirizações precárias.
Na mesma linha, o mestre em direito e especialista em economia do setor público Alessandro Callil de Castro avalia que uma mudança abrupta, sem transição e sem mecanismos de compensação, tende a ampliar o chamado custo Brasil, elevar despesas operacionais e pressionar a inflação. "O debate não é apenas sobre horas trabalhadas, mas sobre como equilibrar proteção ao trabalhador, sustentabilidade empresarial e preservação dos empregos."
No Congresso, a reação do empresariado já se organiza institucionalmente. Presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, Joaquim Passarinho (PL-PA) afirmou à reportagem que o setor não pretende interditar a discussão, mas insiste na necessidade de uma escuta ampla. "Não se pode mexer em um tema tão sensível ouvindo apenas um lado. Quando se ouve empregadores e trabalhadores, é possível encontrar um denominador comum", disse. Nos bastidores, a frente já articula emendas para reforçar convenções coletivas, flexibilizar modelos de contratação e preservar escalas especiais em setores específicos, como saúde, comércio em feriados e atividades essenciais.
Enquanto isso, parlamentares favoráveis à mudança tentam construir pontes com o setor produtivo. Integrante da comissão especial, Saullo Vianna (MDB-AM) articulou a realização de uma audiência pública em Manaus, marcada para o próximo dia 22, reunindo mais de 70 instituições entre representantes da indústria, comércio, turismo, serviços e sindicatos. A proposta é justamente ouvir quem gera emprego e quem vive a rotina da escala 6x1, especialmente em uma economia fortemente sustentada pela atividade industrial da Zona Franca.
No fim da fila de pressões, mas ainda dentro do radar do colegiado, aparece também o setor público. Estudo divulgado na sexta-feira pela Confederação Nacional de Municípios calcula impacto anual de até R$ 48,4 bilhões sobre os cofres municipais, caso uma redução mais ampla da jornada avance nos moldes defendidos por parte dos parlamentares. O levantamento projeta necessidade de centenas de milhares de novas contratações para recompor escalas em serviços essenciais, ampliando a preocupação fiscal em estados e municípios.
Do lado do governo, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, sustenta que o Brasil já reúne condições econômicas para avançar na redução da jornada sem redução salarial, argumentando que os ganhos de produtividade acumulados nas últimas décadas, impulsionados por automação, mecanização e modernização produtiva, precisam ser revertidos em melhor qualidade de vida para o trabalhador.
A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim da escala 6x1 entra em uma semana decisiva de negociações com audiências públicas de integrantes do governo federal, especialistas e representantes de trabalhadores. O colegiado busca consolidar consensos em torno da proposta de redução da jornada de trabalho sem corte salarial, enquanto governo e oposição ainda divergem sobre regras de transição e possíveis compensações para empresas.
O primeiro a participar será o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que comparece à comissão amanhã, às 16h30. Ele deve apresentar estudos elaborados pela equipe econômica sobre os impactos da mudança para empresas, trabalhadores e contas públicas. Também foram convidados para a audiência a presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Luciana Mendes Servo, e o professor da Unicamp e diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), José Dari Krein.
Na quarta-feira (13), às 14h, será a vez do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, participar do debate. A expectativa é de que ele enfatize os impactos sociais da redução da jornada e defenda a construção de um acordo entre governo, empresários e trabalhadores. Também participarão da audiência o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho, Bob Evaristo Carvalho, e a diretora técnica do Dieese, Adriana Marcolino.
Entre os convidados da comissão também está Rick Azevedo, criador do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e uma das principais vozes em defesa do fim da escala 6x1. O grupo sustenta que o modelo atual compromete a qualidade de vida dos trabalhadores e dificulta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
As audiências ocorrem em meio ao avanço das negociações políticas em torno da proposta. Parlamentares da comissão já consolidaram três pontos de consenso: adoção da escala 5x2, redução da jornada para 40 horas semanais e manutenção dos salários. Apesar disso, dois temas seguem travando um acordo definitivo: o prazo de transição para implementação das novas regras e a possibilidade de incentivos fiscais para empresas afetadas pela mudança.
O governo federal defende uma implementação rápida da nova jornada. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que um período de adaptação de até seis meses seria suficiente para que empresas reorganizassem suas operações. Setores da oposição, no entanto, pressionam por uma transição mais longa, que pode chegar a 10 anos, sob o argumento de que a redução da jornada elevará custos trabalhistas e exigirá novas contratações.
Outro ponto de divergência é a criação de compensações tributárias para empresas. Parlamentares da oposição defendem incentivos fiscais para setores intensivos em mão de obra, que poderiam enfrentar dificuldades para absorver os custos da nova jornada. Integrantes do governo rejeitam a proposta. O presidente da comissão especial, Alencar Santana, e o relator do texto, Leo Prates, afirmam que os consensos já estabelecidos servirão de base para o parecer final, enquanto os pontos divergentes continuarão em negociação até a votação do relatório, prevista para 26 de maio.
Para destravar a tramitação da proposta, o Palácio do Planalto passou a defender uma divisão entre a proposta de emenda à Constituição e um projeto de lei complementar. A ideia é que a PEC trate apenas das regras gerais da redução da jornada, enquanto o projeto de lei regulamente temas específicos, como transição, acordos coletivos, incentivos e adaptações setoriais.
A estratégia ganhou força após a resistência inicial do presidente da Câmara, Hugo Motta, em pautar o projeto. Governistas avaliam agora que o texto será essencial para regulamentar categorias com escalas diferenciadas, como saúde e segurança pública. Atualmente, tramitam em conjunto duas propostas sobre o tema: uma apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes, em 2019; e outra protocolada pela deputada Erika Hilton, no ano passado. Para ser aprovada, a PEC precisará do apoio mínimo de 308 deputados em plenário, enquanto o projeto de lei dependerá apenas de maioria simples.
A discussão sobre o fim da escala 6x1 deve ganhar novos rumos nesta semana. Com início marcado para amanhã, série de audiências públicas da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a redução da jornada de trabalho ocorre em um momento em que o tema se consolida como uma das pautas de maior interesse para o governo federal, que tenta capitalizar a possível aprovação da pauta mirando outubro. O debate também ganha impulso com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que classificou a proposta como uma "reforma da vida das pessoas" e sinalizou disposição para levar adiante a votação, desde que sejam consideradas as particularidades de setores econômicos que operam sob jornadas contínuas.
A audiência pública da comissão especial da Câmara dos Deputados desta terça-feira (12/5), destinada a discutir os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho, deve se transformar em um dos momentos mais decisivos da tramitação da proposta que pretende reformular o modelo de trabalho no país. Depois de abrir espaço para debates sobre saúde do trabalhador, qualidade de vida e reorganização das relações laborais, o colegiado entra agora no terreno mais sensível da discussão: o custo da mudança para empresas, cadeias produtivas e setores que operam sob escalas contínuas.
À frente da relatoria, Leo Prates (Republicanos-BA) tem reiterado que pretende conduzir a discussão por meio de uma construção pactuada, ouvindo trabalhadores, empregadores, governo e especialistas, numa tentativa de reduzir resistências e construir um texto capaz de avançar politicamente na Casa.
O Correio Braziliense ouviu representantes da indústria, especialistas em direito do trabalho e economia pública, além de parlamentares diretamente envolvidos nas negociações, para mapear quais argumentos devem dominar a mesa na próxima semana. O diagnóstico é convergente: o setor produtivo chega organizado, municiado por estudos técnicos e disposto a pressionar por exceções setoriais, transição gradual, compensações tributárias e preservação da negociação coletiva como instrumento central para modular a proposta.
Entre as vozes mais enfáticas está a da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam). Em entrevista ao Correio, o presidente da entidade, Antonio Silva, afirmou que o debate precisa considerar a "realidade matemática" da produção nacional. Segundo ele, uma redução abrupta da jornada sem contrapartidas econômicas ou ganhos prévios de produtividade tende a elevar custos operacionais de forma insustentável, especialmente em cadeias industriais que operam em ritmo contínuo.
No caso do Polo Industrial de Manaus, o impacto seria ainda mais sensível. "A exigência de novas contratações emergenciais apenas para suprir lacunas nas escalas e manter as máquinas operando pressionará o fluxo de caixa das empresas e corroerá nossa competitividade", afirmou. Na avaliação da federação, o efeito pode ser perverso: aumento da inflação, retração de investimentos e crescimento da informalidade.
A preocupação ecoa em outras federações industriais do país. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) tem defendido por meio de nota, que qualquer mudança estrutural nas relações de trabalho seja acompanhada por um amplo debate sobre produtividade, desoneração da folha e segurança jurídica para empregadores.
No Sudeste, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também acompanha a tramitação com cautela e reforça a necessidade de que eventuais mudanças considerem impactos sobre competitividade, custo da produção e capacidade de adaptação dos setores intensivos em mão de obra. Segmentos ligados ao comércio e aos serviços sustentam avaliação semelhante e defendem uma transição calibrada para evitar repasses imediatos aos preços.
O alerta chegou a setores altamente regulados da economia. Durante teleconferência de resultados da Latam Airlines, o CEO Jerome Cadier apontou que o fim da escala 6x1, se aplicado sem exceções para categorias específicas, pode comprometer operações internacionais da companhia. Segundo ele, a dinâmica da aviação comercial depende de jornadas diferenciadas para aeronautas e tripulações, especialmente em voos de longa duração, frequentemente superiores a oito horas diárias. A declaração rapidamente passou a circular entre parlamentares como exemplo de setor que deverá pressionar por tratamento regulatório específico.
Para o doutor e mestre em filosofia do direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Roberto Beijato Junior, a maior pressão econômica recairá justamente sobre micro e pequenas empresas, segmento que concentra a maior parte dos empregos formais no país. Segundo ele, o encarecimento da mão de obra tenderá a ser repassado ao consumidor, pressionando preços e reduzindo poder de compra. Ao mesmo tempo, empresas sem capacidade de absorver o novo custo poderão reduzir quadros, ampliando informalidade e terceirizações precárias.
Na mesma linha, o mestre em direito e especialista em economia do setor público Alessandro Callil de Castro avalia que uma mudança abrupta, sem transição e sem mecanismos de compensação, tende a ampliar o chamado custo Brasil, elevar despesas operacionais e pressionar a inflação. "O debate não é apenas sobre horas trabalhadas, mas sobre como equilibrar proteção ao trabalhador, sustentabilidade empresarial e preservação dos empregos."
No Congresso, a reação do empresariado já se organiza institucionalmente. Presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, Joaquim Passarinho (PL-PA) afirmou à reportagem que o setor não pretende interditar a discussão, mas insiste na necessidade de uma escuta ampla. "Não se pode mexer em um tema tão sensível ouvindo apenas um lado. Quando se ouve empregadores e trabalhadores, é possível encontrar um denominador comum", disse. Nos bastidores, a frente já articula emendas para reforçar convenções coletivas, flexibilizar modelos de contratação e preservar escalas especiais em setores específicos, como saúde, comércio em feriados e atividades essenciais.
Enquanto isso, parlamentares favoráveis à mudança tentam construir pontes com o setor produtivo. Integrante da comissão especial, Saullo Vianna (MDB-AM) articulou a realização de uma audiência pública em Manaus, marcada para o próximo dia 22, reunindo mais de 70 instituições entre representantes da indústria, comércio, turismo, serviços e sindicatos. A proposta é justamente ouvir quem gera emprego e quem vive a rotina da escala 6x1, especialmente em uma economia fortemente sustentada pela atividade industrial da Zona Franca.
No fim da fila de pressões, mas ainda dentro do radar do colegiado, aparece também o setor público. Estudo divulgado na sexta-feira pela Confederação Nacional de Municípios calcula impacto anual de até R$ 48,4 bilhões sobre os cofres municipais, caso uma redução mais ampla da jornada avance nos moldes defendidos por parte dos parlamentares. O levantamento projeta necessidade de centenas de milhares de novas contratações para recompor escalas em serviços essenciais, ampliando a preocupação fiscal em estados e municípios.
Do lado do governo, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, sustenta que o Brasil já reúne condições econômicas para avançar na redução da jornada sem redução salarial, argumentando que os ganhos de produtividade acumulados nas últimas décadas, impulsionados por automação, mecanização e modernização produtiva, precisam ser revertidos em melhor qualidade de vida para o trabalhador.
A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim da escala 6x1 entra em uma semana decisiva de negociações com audiências públicas de integrantes do governo federal, especialistas e representantes de trabalhadores. O colegiado busca consolidar consensos em torno da proposta de redução da jornada de trabalho sem corte salarial, enquanto governo e oposição ainda divergem sobre regras de transição e possíveis compensações para empresas.
O primeiro a participar será o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que comparece à comissão amanhã, às 16h30. Ele deve apresentar estudos elaborados pela equipe econômica sobre os impactos da mudança para empresas, trabalhadores e contas públicas. Também foram convidados para a audiência a presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Luciana Mendes Servo, e o professor da Unicamp e diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), José Dari Krein.
Na quarta-feira (13), às 14h, será a vez do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, participar do debate. A expectativa é de que ele enfatize os impactos sociais da redução da jornada e defenda a construção de um acordo entre governo, empresários e trabalhadores. Também participarão da audiência o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho, Bob Evaristo Carvalho, e a diretora técnica do Dieese, Adriana Marcolino.
Entre os convidados da comissão também está Rick Azevedo, criador do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e uma das principais vozes em defesa do fim da escala 6x1. O grupo sustenta que o modelo atual compromete a qualidade de vida dos trabalhadores e dificulta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
As audiências ocorrem em meio ao avanço das negociações políticas em torno da proposta. Parlamentares da comissão já consolidaram três pontos de consenso: adoção da escala 5x2, redução da jornada para 40 horas semanais e manutenção dos salários. Apesar disso, dois temas seguem travando um acordo definitivo: o prazo de transição para implementação das novas regras e a possibilidade de incentivos fiscais para empresas afetadas pela mudança.
O governo federal defende uma implementação rápida da nova jornada. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que um período de adaptação de até seis meses seria suficiente para que empresas reorganizassem suas operações. Setores da oposição, no entanto, pressionam por uma transição mais longa, que pode chegar a 10 anos, sob o argumento de que a redução da jornada elevará custos trabalhistas e exigirá novas contratações.
Outro ponto de divergência é a criação de compensações tributárias para empresas. Parlamentares da oposição defendem incentivos fiscais para setores intensivos em mão de obra, que poderiam enfrentar dificuldades para absorver os custos da nova jornada. Integrantes do governo rejeitam a proposta. O presidente da comissão especial, Alencar Santana, e o relator do texto, Leo Prates, afirmam que os consensos já estabelecidos servirão de base para o parecer final, enquanto os pontos divergentes continuarão em negociação até a votação do relatório, prevista para 26 de maio.
Para destravar a tramitação da proposta, o Palácio do Planalto passou a defender uma divisão entre a proposta de emenda à Constituição e um projeto de lei complementar. A ideia é que a PEC trate apenas das regras gerais da redução da jornada, enquanto o projeto de lei regulamente temas específicos, como transição, acordos coletivos, incentivos e adaptações setoriais.
A estratégia ganhou força após a resistência inicial do presidente da Câmara, Hugo Motta, em pautar o projeto. Governistas avaliam agora que o texto será essencial para regulamentar categorias com escalas diferenciadas, como saúde e segurança pública. Atualmente, tramitam em conjunto duas propostas sobre o tema: uma apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes, em 2019; e outra protocolada pela deputada Erika Hilton, no ano passado. Para ser aprovada, a PEC precisará do apoio mínimo de 308 deputados em plenário, enquanto o projeto de lei dependerá apenas de maioria simples.
José Leonardo Costa Monteiro
Deputado(a) Federal · PT · MG
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José Leonardo Costa Monteiro
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📄 Proposição
Requer a realização de Seminário Público na cidade de Governador Valadares (MG) para debater a PEC nº 221/2019 e apensada, fortalecendo o debate quanto à redução da jornada de trabalho para debater os impactos da redução da jornada de trabalho.
José Leonardo Costa Monteiro
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José Leonardo Costa Monteiro
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📄 Proposição
Requer a realização de Seminário Público na cidade de Montes Claros (MG) para debater a PEC nº 221/2019 e apensada, fortalecendo o debate quanto à redução da jornada de trabalho para debater os impactos da redução da jornada de trabalho.
José Nobre Guimarães
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José Nobre Guimarães
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Defender o fim da escala 6x1 é defender dignidade, saúde mental e qualidade de vida para milhões de trabalhadores e trabalhadoras. Ninguém deveria viver apenas para trabalhar, sem tempo para descansar, conviver com a família, estudar ou simplesmente viver.
Um país que quer crescer de forma justa precisa colocar o bem-estar das pessoas no centro. O fim da escala 6x1 é um passo necessário para construir relações de trabalho mais humanas, equilibradas e compatíveis com a vida real.
Um país que quer crescer de forma justa precisa colocar o bem-estar das pessoas no centro. O fim da escala 6x1 é um passo necessário para construir relações de trabalho mais humanas, equilibradas e compatíveis com a vida real.
Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE
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Liana Cristina da Costa Cirne Lins
Vereador(a) · PT · Recife · PE
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Minha solidariedade a Dom Limacedo, Bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, diante dos ataques da extrema-direita. Defender a democracia, os direitos do povo trabalhador e o fim da escala 6x1 não é se afastar da missão pastoral: é afirmar, com coragem, o compromisso com a vida, com a justiça social e com a dignidade das famílias brasileiras.
Linda Brasil Azevedo Santos
Deputado(a) Estadual · PSOL · SE
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Linda Brasil Azevedo Santos
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A direita não disse que quem trabalha mais ganha mais?
Não é o que diz a nota técnica do IPEA, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que revelou que 7 em cada 10 profissionais CLT da jornada 6×1, que cumprem 44 horas semanais de trabalho, recebem, em média, cerca de R$ 3,5 mil a menos do que os que trabalham na escala 5×2, 40h por semana.
Chega de falácias e distorção da realidade! Estudos como esse mostram que o trabalhador não aguenta mais essa escala exploratória, que não traz renda nem qualidade de vida. Queremos o fim da escala 6×1 sem redução salarial!
Querem distorcer a narrativa do importante avanço que é acabar com a escala 6×1, para negociar direitos da classe trabalhadora e pressionar para que se tornem “PJ”, tendo seus direitos retirados e mantendo a mesma lógica de exploração. #fimdaescala6x1já
https://t.co/J5gaqNdFft
Não é o que diz a nota técnica do IPEA, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que revelou que 7 em cada 10 profissionais CLT da jornada 6×1, que cumprem 44 horas semanais de trabalho, recebem, em média, cerca de R$ 3,5 mil a menos do que os que trabalham na escala 5×2, 40h por semana.
Chega de falácias e distorção da realidade! Estudos como esse mostram que o trabalhador não aguenta mais essa escala exploratória, que não traz renda nem qualidade de vida. Queremos o fim da escala 6×1 sem redução salarial!
Querem distorcer a narrativa do importante avanço que é acabar com a escala 6×1, para negociar direitos da classe trabalhadora e pressionar para que se tornem “PJ”, tendo seus direitos retirados e mantendo a mesma lógica de exploração. #fimdaescala6x1já
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Luiz Fernando Teixeira Ferreira
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Quando alguém falar que o fim da escala 6x1 é desnecessária, mostre o vídeo dessa pequena garota, que está crescendo sem companhia da mãe por conta de uma jornada de trabalho absurda.
A escala 6x1 é desumana e cruel! https://t.co/uuzBxlYV80
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Luiz Marinho
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Luiz Marinho
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📰 Notícia
Hugo Motta classifica a proposta como uma "reforma da vida das pessoas" e sinaliza disposição para levar adiante a votação - (crédito: AFP)
A discussão sobre o fim da escala 6x1 deve ganhar novos rumos nesta semana. Com início marcado para amanhã, série de audiências públicas da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a redução da jornada de trabalho ocorre em um momento em que o tema se consolida como uma das pautas de maior interesse para o governo federal, que tenta capitalizar a possível aprovação da pauta mirando outubro. O debate também ganha impulso com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que classificou a proposta como uma "reforma da vida das pessoas" e sinalizou disposição para levar adiante a votação, desde que sejam consideradas as particularidades de setores econômicos que operam sob jornadas contínuas.
A audiência pública da comissão especial da Câmara dos Deputados desta terça-feira (12/5), destinada a discutir os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho, deve se transformar em um dos momentos mais decisivos da tramitação da proposta que pretende reformular o modelo de trabalho no país. Depois de abrir espaço para debates sobre saúde do trabalhador, qualidade de vida e reorganização das relações laborais, o colegiado entra agora no terreno mais sensível da discussão: o custo da mudança para empresas, cadeias produtivas e setores que operam sob escalas contínuas.
À frente da relatoria, Leo Prates (Republicanos-BA) tem reiterado que pretende conduzir a discussão por meio de uma construção pactuada, ouvindo trabalhadores, empregadores, governo e especialistas, numa tentativa de reduzir resistências e construir um texto capaz de avançar politicamente na Casa.
O Correio Braziliense ouviu representantes da indústria, especialistas em direito do trabalho e economia pública, além de parlamentares diretamente envolvidos nas negociações, para mapear quais argumentos devem dominar a mesa na próxima semana. O diagnóstico é convergente: o setor produtivo chega organizado, municiado por estudos técnicos e disposto a pressionar por exceções setoriais, transição gradual, compensações tributárias e preservação da negociação coletiva como instrumento central para modular a proposta.
Entre as vozes mais enfáticas está a da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam). Em entrevista ao Correio, o presidente da entidade, Antonio Silva, afirmou que o debate precisa considerar a "realidade matemática" da produção nacional. Segundo ele, uma redução abrupta da jornada sem contrapartidas econômicas ou ganhos prévios de produtividade tende a elevar custos operacionais de forma insustentável, especialmente em cadeias industriais que operam em ritmo contínuo.
No caso do Polo Industrial de Manaus, o impacto seria ainda mais sensível. "A exigência de novas contratações emergenciais apenas para suprir lacunas nas escalas e manter as máquinas operando pressionará o fluxo de caixa das empresas e corroerá nossa competitividade", afirmou. Na avaliação da federação, o efeito pode ser perverso: aumento da inflação, retração de investimentos e crescimento da informalidade.
A preocupação ecoa em outras federações industriais do país. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) tem defendido por meio de nota, que qualquer mudança estrutural nas relações de trabalho seja acompanhada por um amplo debate sobre produtividade, desoneração da folha e segurança jurídica para empregadores.
No Sudeste, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também acompanha a tramitação com cautela e reforça a necessidade de que eventuais mudanças considerem impactos sobre competitividade, custo da produção e capacidade de adaptação dos setores intensivos em mão de obra. Segmentos ligados ao comércio e aos serviços sustentam avaliação semelhante e defendem uma transição calibrada para evitar repasses imediatos aos preços.
O alerta chegou a setores altamente regulados da economia. Durante teleconferência de resultados da Latam Airlines, o CEO Jerome Cadier apontou que o fim da escala 6x1, se aplicado sem exceções para categorias específicas, pode comprometer operações internacionais da companhia. Segundo ele, a dinâmica da aviação comercial depende de jornadas diferenciadas para aeronautas e tripulações, especialmente em voos de longa duração, frequentemente superiores a oito horas diárias. A declaração rapidamente passou a circular entre parlamentares como exemplo de setor que deverá pressionar por tratamento regulatório específico.
Para o doutor e mestre em filosofia do direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Roberto Beijato Junior, a maior pressão econômica recairá justamente sobre micro e pequenas empresas -- segmento que concentra a maior parte dos empregos formais no país. Segundo ele, o encarecimento da mão de obra tenderá a ser repassado ao consumidor, pressionando preços e reduzindo poder de compra. Ao mesmo tempo, empresas sem capacidade de absorver o novo custo poderão reduzir quadros, ampliando informalidade e terceirizações precárias.
Na mesma linha, o mestre em direito e especialista em economia do setor público Alessandro Callil de Castro avalia que uma mudança abrupta, sem transição e sem mecanismos de compensação, tende a ampliar o chamado custo Brasil, elevar despesas operacionais e pressionar a inflação. "O debate não é apenas sobre horas trabalhadas, mas sobre como equilibrar proteção ao trabalhador, sustentabilidade empresarial e preservação dos empregos."
No Congresso, a reação do empresariado já se organiza institucionalmente. Presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, Joaquim Passarinho (PL-PA) afirmou à reportagem que o setor não pretende interditar a discussão, mas insiste na necessidade de uma escuta ampla. "Não se pode mexer em um tema tão sensível ouvindo apenas um lado. Quando se ouve empregadores e trabalhadores, é possível encontrar um denominador comum", disse. Nos bastidores, a frente já articula emendas para reforçar convenções coletivas, flexibilizar modelos de contratação e preservar escalas especiais em setores específicos, como saúde, comércio em feriados e atividades essenciais.
Enquanto isso, parlamentares favoráveis à mudança tentam construir pontes com o setor produtivo. Integrante da comissão especial, Saullo Vianna (MDB-AM) articulou a realização de uma audiência pública em Manaus, marcada para o próximo dia 22, reunindo mais de 70 instituições entre representantes da indústria, comércio, turismo, serviços e sindicatos. A proposta é justamente ouvir quem gera emprego e quem vive a rotina da escala 6x1, especialmente em uma economia fortemente sustentada pela atividade industrial da Zona Franca.
No fim da fila de pressões -- mas ainda dentro do radar do colegiado -- aparece também o setor público. Estudo divulgado na sexta-feira pela Confederação Nacional de Municípios calcula impacto anual de até R$ 48,4 bilhões sobre os cofres municipais, caso uma redução mais ampla da jornada avance nos moldes defendidos por parte dos parlamentares. O levantamento projeta necessidade de centenas de milhares de novas contratações para recompor escalas em serviços essenciais, ampliando a preocupação fiscal em estados e municípios.
Do lado do governo, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, sustenta que o Brasil já reúne condições econômicas para avançar na redução da jornada sem redução salarial, argumentando que os ganhos de produtividade acumulados nas últimas décadas -- impulsionados por automação, mecanização e modernização produtiva -- precisam ser revertidos em melhor qualidade de vida para o trabalhador.
A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim da escala 6x1 entra em uma semana decisiva de negociações com audiências públicas de integrantes do governo federal, especialistas e representantes de trabalhadores. O colegiado busca consolidar consensos em torno da proposta de redução da jornada de trabalho sem corte salarial, enquanto governo e oposição ainda divergem sobre regras de transição e possíveis compensações para empresas.
O primeiro a participar será o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que comparece à comissão amanhã, às 16h30. Ele deve apresentar estudos elaborados pela equipe econômica sobre os impactos da mudança para empresas, trabalhadores e contas públicas. Também foram convidados para a audiência a presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Luciana Mendes Servo, e o professor da Unicamp e diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), José Dari Krein.
Na quarta-feira (13), às 14h, será a vez do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, participar do debate. A expectativa é de que ele enfatize os impactos sociais da redução da jornada e defenda a construção de um acordo entre governo, empresários e trabalhadores. Também participarão da audiência o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho, Bob Evaristo Carvalho, e a diretora técnica do Dieese, Adriana Marcolino.
Entre os convidados da comissão também está Rick Azevedo, criador do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e uma das principais vozes em defesa do fim da escala 6x1. O grupo sustenta que o modelo atual compromete a qualidade de vida dos trabalhadores e dificulta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
As audiências ocorrem em meio ao avanço das negociações políticas em torno da proposta. Parlamentares da comissão já consolidaram três pontos de consenso: adoção da escala 5x2, redução da jornada para 40 horas semanais e manutenção dos salários. Apesar disso, dois temas seguem travando um acordo definitivo: o prazo de transição para implementação das novas regras e a possibilidade de incentivos fiscais para empresas afetadas pela mudança.
O governo federal defende uma implementação rápida da nova jornada. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que um período de adaptação de até seis meses seria suficiente para que empresas reorganizassem suas operações. Setores da oposição, no entanto, pressionam por uma transição mais longa -- que pode chegar a 10 anos -- sob o argumento de que a redução da jornada elevará custos trabalhistas e exigirá novas contratações.
Outro ponto de divergência é a criação de compensações tributárias para empresas. Parlamentares da oposição defendem incentivos fiscais para setores intensivos em mão de obra, que poderiam enfrentar dificuldades para absorver os custos da nova jornada. Integrantes do governo rejeitam a proposta. O presidente da comissão especial, Alencar Santana, e o relator do texto, Leo Prates, afirmam que os consensos já estabelecidos servirão de base para o parecer final, enquanto os pontos divergentes continuarão em negociação até a votação do relatório, prevista para 26 de maio.
Para destravar a tramitação da proposta, o Palácio do Planalto passou a defender uma divisão entre a proposta de emenda à Constituição e um projeto de lei complementar. A ideia é que a PEC trate apenas das regras gerais da redução da jornada, enquanto o projeto de lei regulamente temas específicos, como transição, acordos coletivos, incentivos e adaptações setoriais.
A estratégia ganhou força após a resistência inicial do presidente da Câmara, Hugo Motta, em pautar o projeto. Governistas avaliam agora que o texto será essencial para regulamentar categorias com escalas diferenciadas, como saúde e segurança pública. Atualmente, tramitam em conjunto duas propostas sobre o tema: uma apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes, em 2019; e outra protocolada pela deputada Erika Hilton, no ano passado. Para ser aprovada, a PEC precisará do apoio mínimo de 308 deputados em plenário, enquanto o projeto de lei dependerá apenas de maioria simples.
A discussão sobre o fim da escala 6x1 deve ganhar novos rumos nesta semana. Com início marcado para amanhã, série de audiências públicas da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a redução da jornada de trabalho ocorre em um momento em que o tema se consolida como uma das pautas de maior interesse para o governo federal, que tenta capitalizar a possível aprovação da pauta mirando outubro. O debate também ganha impulso com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que classificou a proposta como uma "reforma da vida das pessoas" e sinalizou disposição para levar adiante a votação, desde que sejam consideradas as particularidades de setores econômicos que operam sob jornadas contínuas.
A audiência pública da comissão especial da Câmara dos Deputados desta terça-feira (12/5), destinada a discutir os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho, deve se transformar em um dos momentos mais decisivos da tramitação da proposta que pretende reformular o modelo de trabalho no país. Depois de abrir espaço para debates sobre saúde do trabalhador, qualidade de vida e reorganização das relações laborais, o colegiado entra agora no terreno mais sensível da discussão: o custo da mudança para empresas, cadeias produtivas e setores que operam sob escalas contínuas.
À frente da relatoria, Leo Prates (Republicanos-BA) tem reiterado que pretende conduzir a discussão por meio de uma construção pactuada, ouvindo trabalhadores, empregadores, governo e especialistas, numa tentativa de reduzir resistências e construir um texto capaz de avançar politicamente na Casa.
O Correio Braziliense ouviu representantes da indústria, especialistas em direito do trabalho e economia pública, além de parlamentares diretamente envolvidos nas negociações, para mapear quais argumentos devem dominar a mesa na próxima semana. O diagnóstico é convergente: o setor produtivo chega organizado, municiado por estudos técnicos e disposto a pressionar por exceções setoriais, transição gradual, compensações tributárias e preservação da negociação coletiva como instrumento central para modular a proposta.
Entre as vozes mais enfáticas está a da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam). Em entrevista ao Correio, o presidente da entidade, Antonio Silva, afirmou que o debate precisa considerar a "realidade matemática" da produção nacional. Segundo ele, uma redução abrupta da jornada sem contrapartidas econômicas ou ganhos prévios de produtividade tende a elevar custos operacionais de forma insustentável, especialmente em cadeias industriais que operam em ritmo contínuo.
No caso do Polo Industrial de Manaus, o impacto seria ainda mais sensível. "A exigência de novas contratações emergenciais apenas para suprir lacunas nas escalas e manter as máquinas operando pressionará o fluxo de caixa das empresas e corroerá nossa competitividade", afirmou. Na avaliação da federação, o efeito pode ser perverso: aumento da inflação, retração de investimentos e crescimento da informalidade.
A preocupação ecoa em outras federações industriais do país. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) tem defendido por meio de nota, que qualquer mudança estrutural nas relações de trabalho seja acompanhada por um amplo debate sobre produtividade, desoneração da folha e segurança jurídica para empregadores.
No Sudeste, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também acompanha a tramitação com cautela e reforça a necessidade de que eventuais mudanças considerem impactos sobre competitividade, custo da produção e capacidade de adaptação dos setores intensivos em mão de obra. Segmentos ligados ao comércio e aos serviços sustentam avaliação semelhante e defendem uma transição calibrada para evitar repasses imediatos aos preços.
O alerta chegou a setores altamente regulados da economia. Durante teleconferência de resultados da Latam Airlines, o CEO Jerome Cadier apontou que o fim da escala 6x1, se aplicado sem exceções para categorias específicas, pode comprometer operações internacionais da companhia. Segundo ele, a dinâmica da aviação comercial depende de jornadas diferenciadas para aeronautas e tripulações, especialmente em voos de longa duração, frequentemente superiores a oito horas diárias. A declaração rapidamente passou a circular entre parlamentares como exemplo de setor que deverá pressionar por tratamento regulatório específico.
Para o doutor e mestre em filosofia do direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Roberto Beijato Junior, a maior pressão econômica recairá justamente sobre micro e pequenas empresas -- segmento que concentra a maior parte dos empregos formais no país. Segundo ele, o encarecimento da mão de obra tenderá a ser repassado ao consumidor, pressionando preços e reduzindo poder de compra. Ao mesmo tempo, empresas sem capacidade de absorver o novo custo poderão reduzir quadros, ampliando informalidade e terceirizações precárias.
Na mesma linha, o mestre em direito e especialista em economia do setor público Alessandro Callil de Castro avalia que uma mudança abrupta, sem transição e sem mecanismos de compensação, tende a ampliar o chamado custo Brasil, elevar despesas operacionais e pressionar a inflação. "O debate não é apenas sobre horas trabalhadas, mas sobre como equilibrar proteção ao trabalhador, sustentabilidade empresarial e preservação dos empregos."
No Congresso, a reação do empresariado já se organiza institucionalmente. Presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, Joaquim Passarinho (PL-PA) afirmou à reportagem que o setor não pretende interditar a discussão, mas insiste na necessidade de uma escuta ampla. "Não se pode mexer em um tema tão sensível ouvindo apenas um lado. Quando se ouve empregadores e trabalhadores, é possível encontrar um denominador comum", disse. Nos bastidores, a frente já articula emendas para reforçar convenções coletivas, flexibilizar modelos de contratação e preservar escalas especiais em setores específicos, como saúde, comércio em feriados e atividades essenciais.
Enquanto isso, parlamentares favoráveis à mudança tentam construir pontes com o setor produtivo. Integrante da comissão especial, Saullo Vianna (MDB-AM) articulou a realização de uma audiência pública em Manaus, marcada para o próximo dia 22, reunindo mais de 70 instituições entre representantes da indústria, comércio, turismo, serviços e sindicatos. A proposta é justamente ouvir quem gera emprego e quem vive a rotina da escala 6x1, especialmente em uma economia fortemente sustentada pela atividade industrial da Zona Franca.
No fim da fila de pressões -- mas ainda dentro do radar do colegiado -- aparece também o setor público. Estudo divulgado na sexta-feira pela Confederação Nacional de Municípios calcula impacto anual de até R$ 48,4 bilhões sobre os cofres municipais, caso uma redução mais ampla da jornada avance nos moldes defendidos por parte dos parlamentares. O levantamento projeta necessidade de centenas de milhares de novas contratações para recompor escalas em serviços essenciais, ampliando a preocupação fiscal em estados e municípios.
Do lado do governo, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, sustenta que o Brasil já reúne condições econômicas para avançar na redução da jornada sem redução salarial, argumentando que os ganhos de produtividade acumulados nas últimas décadas -- impulsionados por automação, mecanização e modernização produtiva -- precisam ser revertidos em melhor qualidade de vida para o trabalhador.
A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim da escala 6x1 entra em uma semana decisiva de negociações com audiências públicas de integrantes do governo federal, especialistas e representantes de trabalhadores. O colegiado busca consolidar consensos em torno da proposta de redução da jornada de trabalho sem corte salarial, enquanto governo e oposição ainda divergem sobre regras de transição e possíveis compensações para empresas.
O primeiro a participar será o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que comparece à comissão amanhã, às 16h30. Ele deve apresentar estudos elaborados pela equipe econômica sobre os impactos da mudança para empresas, trabalhadores e contas públicas. Também foram convidados para a audiência a presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Luciana Mendes Servo, e o professor da Unicamp e diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), José Dari Krein.
Na quarta-feira (13), às 14h, será a vez do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, participar do debate. A expectativa é de que ele enfatize os impactos sociais da redução da jornada e defenda a construção de um acordo entre governo, empresários e trabalhadores. Também participarão da audiência o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho, Bob Evaristo Carvalho, e a diretora técnica do Dieese, Adriana Marcolino.
Entre os convidados da comissão também está Rick Azevedo, criador do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e uma das principais vozes em defesa do fim da escala 6x1. O grupo sustenta que o modelo atual compromete a qualidade de vida dos trabalhadores e dificulta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
As audiências ocorrem em meio ao avanço das negociações políticas em torno da proposta. Parlamentares da comissão já consolidaram três pontos de consenso: adoção da escala 5x2, redução da jornada para 40 horas semanais e manutenção dos salários. Apesar disso, dois temas seguem travando um acordo definitivo: o prazo de transição para implementação das novas regras e a possibilidade de incentivos fiscais para empresas afetadas pela mudança.
O governo federal defende uma implementação rápida da nova jornada. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que um período de adaptação de até seis meses seria suficiente para que empresas reorganizassem suas operações. Setores da oposição, no entanto, pressionam por uma transição mais longa -- que pode chegar a 10 anos -- sob o argumento de que a redução da jornada elevará custos trabalhistas e exigirá novas contratações.
Outro ponto de divergência é a criação de compensações tributárias para empresas. Parlamentares da oposição defendem incentivos fiscais para setores intensivos em mão de obra, que poderiam enfrentar dificuldades para absorver os custos da nova jornada. Integrantes do governo rejeitam a proposta. O presidente da comissão especial, Alencar Santana, e o relator do texto, Leo Prates, afirmam que os consensos já estabelecidos servirão de base para o parecer final, enquanto os pontos divergentes continuarão em negociação até a votação do relatório, prevista para 26 de maio.
Para destravar a tramitação da proposta, o Palácio do Planalto passou a defender uma divisão entre a proposta de emenda à Constituição e um projeto de lei complementar. A ideia é que a PEC trate apenas das regras gerais da redução da jornada, enquanto o projeto de lei regulamente temas específicos, como transição, acordos coletivos, incentivos e adaptações setoriais.
A estratégia ganhou força após a resistência inicial do presidente da Câmara, Hugo Motta, em pautar o projeto. Governistas avaliam agora que o texto será essencial para regulamentar categorias com escalas diferenciadas, como saúde e segurança pública. Atualmente, tramitam em conjunto duas propostas sobre o tema: uma apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes, em 2019; e outra protocolada pela deputada Erika Hilton, no ano passado. Para ser aprovada, a PEC precisará do apoio mínimo de 308 deputados em plenário, enquanto o projeto de lei dependerá apenas de maioria simples.
Raquel Teixeira Lyra Lucena
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Permitir que um pai, uma mãe fique mais um dia em casa com sua família, isso não tem discussão. A redução da jornada de trabalho é uma luta importante para todos os trabalhadores de Pernambuco e do Brasil.
Vamos em frente! 💜🚀 https://t.co/Lq7rJnEyIN
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Raquel Teixeira Lyra Lucena
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Vamos em frente! 💜🚀 https://t.co/WzEswsCoGo
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Ricardo Cardoso Azevedo
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Ricardo Cardoso Azevedo
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OLHA O GOLPE: Davi Alcolumbre estaria articulando para a PEC do fim da 6x1 só chegar ao Senado em junho, mês da Copa, sabendo que terão poucas sessões. A ideia é jogar a votação pra depois das eleições. Não sabem que estamos DE OLHO. Inimigo do trabalhador não vai ser eleito. https://t.co/geJvuq3c8w
Ricardo Cardoso Azevedo
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Ricardo Cardoso Azevedo
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O que realmente vai quebrar o Brasil?
Os empresários juram que o fim da escala 6x1 vai arrasar a economia, mas sonegam. É mais fácil colocar o trabalhador como culpado pelos problemas do Brasil, enquanto enriquecem cada vez mais às custas do suor do povo. https://t.co/X6LRXxosQX
Os empresários juram que o fim da escala 6x1 vai arrasar a economia, mas sonegam. É mais fácil colocar o trabalhador como culpado pelos problemas do Brasil, enquanto enriquecem cada vez mais às custas do suor do povo. https://t.co/X6LRXxosQX
Ricardo Cardoso Azevedo
Vereador(a) · PSOL · Rio de Janeiro · RJ
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Ricardo Cardoso Azevedo
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Político bolsonarista pra defender fim da escala 6x1 / Político bolsonarista pra defender detergente contaminado https://t.co/knAoI2WFkJ
Ricardo Cardoso Azevedo
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De tanto a gente falar que os deputados contra o fim da escala 6x1 não sabem o dia a dia do povo, um deles resolveu pegar o metrô pra experimentar. Parabéns pela atitude!
Rodrigo Ferreira de Moraes
Vereador(a) · PCdoB · Belém
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Rodrigo Ferreira de Moraes
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Precisamos da esquerda em Brasília!
Parte dos deputados federais do Pará vota contra o povo!
Pelo fim da escala 6 x 1 !!
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Pelo fim da escala 6 x 1 !!
Talíria Petrone Soares
Deputado(a) Federal · PSOL · RJ
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Talíria Petrone Soares
Deputado(a) Federal · PSOL · RJ
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ONTEM FOI DIA DAS MÃES. SABE ONDE ESTAVA BOA PARTE DAS MÃES BRASILEIRAS TRABALHADORAS? Trabalhando, porque a extrema-direita no Congresso Nacional está travando a derrubada da escala 6x1.
Quer mais? Os bolsonaristas querem votar de novo o PEC da Anistia, aquele mesmo que levou o Brasil às ruas no ano passado. Querem soltar todos os golpistas do 8 de janeiro.
Em outubro, precisamos acabar com o Congresso Inimigo do Povo, fazer um Congresso Popular e reeleger Lula!
Quer mais? Os bolsonaristas querem votar de novo o PEC da Anistia, aquele mesmo que levou o Brasil às ruas no ano passado. Querem soltar todos os golpistas do 8 de janeiro.
Em outubro, precisamos acabar com o Congresso Inimigo do Povo, fazer um Congresso Popular e reeleger Lula!
William Carlos Brum Bispo
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William Carlos Brum Bispo
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Dignidade é um direito humano! Todo trabalhador merece respeito!
Não podemos normalizar essa lógica capitalista de moer gente! A escala 6x1 é cruel e precisa acabar.
É mais tempo com a família, para lazer, cultura e descanso. Seguimos na luta ao lado de cada trabalhador e trabalhadora!
Não podemos normalizar essa lógica capitalista de moer gente! A escala 6x1 é cruel e precisa acabar.
É mais tempo com a família, para lazer, cultura e descanso. Seguimos na luta ao lado de cada trabalhador e trabalhadora!
Érika Jucá Kokay
Deputado(a) Federal · PT · DF
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O Domingo das Mães está acabando. Amanhã, milhões de mães voltam para a escala 6x1.
Se ser mãe é tão valorizado no discurso, nas redes sociais, precisa ser valorizado na prática. Mães seguem sem tempo de viver momentos que nunca voltam ao lado dos filhos.
Fim da escala 6x1, já! https://t.co/siu652RHjy
Se ser mãe é tão valorizado no discurso, nas redes sociais, precisa ser valorizado na prática. Mães seguem sem tempo de viver momentos que nunca voltam ao lado dos filhos.
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3 manifestações em evento empresarial alinhadas com a posição do setor produtivo formal. Edson Vismona, presidente do Fórum Nacional Contra a Pirataria, sustenta que o mercado ilegal se fortalece pela alta carga tributária, falhas regulatórias e falta de fiscalização, atingindo segmentos como cigarros, bebidas, cosméticos e cigarros eletrônicos, e cobra atuação efetiva da Anvisa. Julio Reis Moreira, presidente do INPI, anuncia ampliação da atuação do órgão em parceria com Receita Federal, Polícia Federal e Casa da Moeda, com bancos de dados, sistemas de inteligência e selos de origem controlada para rastrear produtos falsificados. Marco Nicolau, representante da indústria de dispositivos médicos, alerta para a pressão sobre a indústria nacional pela concorrência desleal de importados ilegais.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
🎪 Evento
3 · 100%
PERFIL
Esfera ›
Sociedade Civil
2
Executivo Federal
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Edson Vismona
Diretor(a) Presidente
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Edson Vismona
Diretor(a) Presidente
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🎪 Evento
Argumentou que o mercado ilegal se fortalece no Brasil em razão do aumento da carga tributária, da falta de fiscalização e de falhas regulatórias, beneficiando diretamente o crime organizado. Afirmou que o setor produtivo formal cumpre regras sanitárias e tributárias enquanto o mercado ilegal opera sem controle, especialmente em segmentos como cigarros, bebidas, cosméticos e cigarros eletrônicos. Por fim, alertou que a ausência de fiscalização efetiva da Anvisa e de outros órgãos reguladores favorece a expansão desses mercados clandestinos.
Julio César Castelo Branco Reis Moreira
Presidente
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Aliado
›
Julio César Castelo Branco Reis Moreira
Presidente
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🎪 Evento
Afirmou que o INPI vem buscando ampliar sua atuação além da simples concessão de direitos, passando também a atuar em parceria com Receita Federal, Polícia Federal e outras entidades para desenvolver bancos de dados e sistemas de inteligência capazes de rastrear produtos falsificados desde a entrada no país.
Também anunciou parcerias com a Casa da Moeda para criação de selos de origem controlada para indicações geográficas e que pretendem expandi-lo para áreas de marcos. Por fim, destacou que o INPI está incorporando inteligência artificial em seus sistemas de análise e rastreamento, buscando aumentar a capacidade de identificação de produtos originais e piratas.
Também anunciou parcerias com a Casa da Moeda para criação de selos de origem controlada para indicações geográficas e que pretendem expandi-lo para áreas de marcos. Por fim, destacou que o INPI está incorporando inteligência artificial em seus sistemas de análise e rastreamento, buscando aumentar a capacidade de identificação de produtos originais e piratas.
Marco Roberto Nicolau
Representante
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Aliado
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Marco Roberto Nicolau
Representante
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🎪 Evento
Afirmou que a indústria nacional de dispositivos médicos vem sendo pressionada pela elevada carga tributária, pelos altos custos regulatórios e pela concorrência desleal de produtos ilegais e importados sem controle adequado. Destacou que o setor é submetido à fiscalização de diversos órgãos reguladores e defendeu a manutenção de exigências sanitárias rigorosas para garantir segurança ao consumidor.
Para Nicolau, o problema está na entrada de produtos ilegais e na redução de barreiras para importados, o que prejudica a competitividade da indústria brasileira e reduz empregos. Também defendeu maior acesso das associações setoriais a dados governamentais para auxiliar no combate à pirataria e às importações irregulares.
Para Nicolau, o problema está na entrada de produtos ilegais e na redução de barreiras para importados, o que prejudica a competitividade da indústria brasileira e reduz empregos. Também defendeu maior acesso das associações setoriais a dados governamentais para auxiliar no combate à pirataria e às importações irregulares.
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Maria do Socorro Neri (PP-AC) protocola requerimento de informações ao Ministro de Estado da Saúde sobre os critérios técnicos, a autonomia decisória, a capacidade orçamentária e a comunicação pública da ANVISA na fiscalização de produtos de higiene, limpeza e saneantes. Pauta diretamente relacionada à atuação do setor; impacto médio com posicionamento favorável à transparência da regulação.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📄 Proposição
1 · 100%
PERFIL
Partido ›
PP
1
Estado ›
Acre
1
Esfera ›
Legislativo Federal
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Maria do Socorro Neri Medeiros de Souza
Deputado(a) Federal · PP · AC
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Base de apoio
›
Maria do Socorro Neri Medeiros de Souza
Deputado(a) Federal · PP · AC
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📄 Proposição
Requer informações ao Ministro de Estado da Saúde sobre os critérios técnicos, a autonomia decisória, a capacidade orçamentária e a comunicação pública da ANVISA na fiscalização de produtos de higiene, limpeza e saneantes.
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