Alerta Diário
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Stakeholder Listening
Terça-feira, 23 de junho de 2026
Deputado e pesquisadores defendem incluir ultraprocessados e adoçantes na rotulagem frontal de alimentos e bebidas
- 8 manifestações em 23/06, com predominância de redes sociais (5 das 8 ocorrências). Entre os partidos identificados, PSD e PCdoB aparecem à frente, e Bahia e Ceará concentram a maior parte das manifestações por estado.
- PL 2.599/26 propõe identificar ultraprocessados e adoçantes na rotulagem frontal de alimentos e bebidas. Luiz Paulo Teixeira Ferreira (PT/SP) defende que a medida amplia a transparência ao consumidor além dos alertas nutricionais já existentes ↗; Diogo Rosenthal Coutinho, conselheiro do Idec, reforça em artigo com pesquisadores da USP que a identificação de ultraprocessados e adoçantes incorporaria à regulação evidências sobre obesidade e diabetes, classificando a proposta como iniciativa a ser apoiada ↗. Impacto crítico para o setor.
- Segurança alimentar concentrou 4 das 9 manifestações temáticas, com agenda governamental de combate à fome e controle da inflação de alimentos: Valéria Torres Amaral Burity (Secretaria de Combate à Pobreza e à Fome do MDS) e Osmar Ribeiro de Almeida Júnior (Secretário-Executivo do MDS) defenderam, em conferência Brasil-México, instrumentos públicos de abastecimento ↗ ↗; Yury Bruno Alencar Araújo (MDB/CE) reforçou a defesa dos Restaurantes Populares ↗.
- Recursos hídricos, resíduos e orçamento completam o dia. Charles Fernandes Silveira Santana (PSD/BA) cobrou providências para o vazamento na Barragem de Ceraíma, em Guanambi ↗; Augusto Sergio Vasconcelos de Oliveira (PCdoB/BA) divulgou ação de apoio a catadores que prevê a coleta de mais de 100 toneladas de latinhas, plástico e papelão nos festejos juninos ↗; Domingos Gomes de Aguiar Neto (PSD/CE) requereu audiência pública sobre o orçamento das políticas ambientais ↗.
- 2 manifestações de alto risco, ambas em torno da rotulagem do PL 2.599/26: Luiz Paulo Teixeira Ferreira (PT/SP), autor da defesa pública da proposta, e Diogo Rosenthal Coutinho (Idec), que articula apoio acadêmico à inclusão de adoçantes no rótulo frontal. Impacto crítico.
- 5 manifestações de aliados: Charles Fernandes (segurança hídrica), Augusto Sergio (logística reversa de embalagens), Yury Bruno, Valéria Burity e Osmar Ribeiro (combate à fome e abastecimento alimentar).
Visão Geral
8
Total
2
Alto risco
5
Aliados
0
Base de apoio
0
Baixo risco
1
Neutros
Classificação por Tema
Alto riscoAliadoBase de apoioBaixo riscoNeutro
Segurança Alimentar e Nutricional (4)
Advertências e Informações (2)
Recursos Hídricos (1)
Orçamento (1)
Resíduos Sólidos e Reciclagem (1)
Um mesmo agente pode aparecer em mais de um tema; a soma por tema pode exceder o total de manifestações únicas do dia.
Temas em Debate
Alto risco · 1Aliado · 3Base de apoio · 0Baixo risco · 0Neutro · 0
O tema concentra a maior parte do dia e mistura ângulos opostos para o setor. Os secretários do MDS Valéria Burity (DF) e Osmar Ribeiro (PCdoB) defenderam, em conferência Brasil-México, que o combate à fome passa pelo controle da inflação dos alimentos e por instrumentos públicos de abastecimento; o deputado Yury Bruno (MDB/CE) reforçou a defesa dos Restaurantes Populares. No sentido contrário, o conselheiro do Idec Diogo Rosenthal Coutinho usa o debate de segurança alimentar para sustentar a regulação de ultraprocessados e adoçantes.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
📱 Rede social · 2📰 Notícia · 2
PERFIL
› PARTIDO
MDB (1)
PCdoB (1)
› ESTADO
CE (1)
DF (1)
› ESFERA
Executivo Federal (2)
Legislativo Federal (1)
Sociedade Civil (1)
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Yury Bruno Alencar AraújoDeputado(a) Federal · MDB · CEPerfil PrysmoAliado›
📱 Rede social
Sou um grande defensor dos Restaurantes Populares. Eles cumprem uma missão fundamental: garantir alimentação de qualidade para quem mais precisa. Todo cidadão tem direito a uma refeição digna. Um país verdadeiramente desenvolvido é aquele que combate a fome e cuida das pessoas.🤝🏼 ↗
Valéria Torres Amaral BuritySecretário(a) · DFPerfil PrysmoAliado›
📰 Notícia
As políticas públicas de abastecimento alimentar e as estratégias para enfrentar a inflação dos alimentos foram tema da Conferência Brasil-México, realizada nesta segunda-feira (22.06), na Universidade de Brasília (UnB), na capital federal, no âmbito da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza. Osmar Júnior, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), participou da cerimônia de abertura e defendeu que o combate à fome é condição para o desenvolvimento sustentável. "O abastecimento alimentar é responsabilidade pública. Um país não pode permanecer inteiramente subordinado às dinâmicas globais de oferta e demanda sem instrumentos públicos que protejam o seu mercado interno", pontuou. Ainda para o secretário-executivo, a conferência entre Brasil e México é uma excelente oportunidade para avaliar este cenário alimentar. "A agenda conjunta Brasil-México para redução do preço de alimentos com pontos focais definidos é um intercâmbio técnico, uma verdadeira cooperação entre nações soberanas e onde cada país contribui com o melhor de suas experiências", explicou. A reitora da UNB, Rozana Naves, defende que a pauta compartilhada entre a Universidade, o MDS, os representantes do México e do Brasil, é propícia para fortalecer o debate da segurança alimentar. "Este evento é um espaço de diálogo entre a universidade, os governos, os organismos internacionais e os movimentos sociais. Trata-se sobretudo da alimentação como direito humano fundamental. Vamos falar da inflação dos alimentos, e de como esse aspecto se relaciona e muitas vezes condiciona a segurança alimentar e nutricional", defendeu Naves. A conferência também reforçou o papel da academia na produção de conhecimento para o aprimoramento das políticas públicas de combate à fome e à pobreza, segundo o coordenador do Grupo de Trabalho de Cooperação Acadêmica em prol da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza do MDS, João Paulo de Faria Santos. "Hoje, a nossa ideia é colocar esses aprendizados para a comunidade acadêmica, para que a gente possa frutificar isso na sociedade civil do Brasil. Somos um GT de cooperação acadêmica, que tenta recolocar na agenda do mundo, sob o comando do presidente Lula, a ideia de ter um projeto real de superação da fome e da pobreza", avaliou Santos. Combate à fome em pauta na Conferência A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e a Fome do MDS, Valéria Burity, participou do painel que avaliou os desafios do Brasil no que se refere a combater a inflação dos alimentos. "Quando o governo se compromete a colocar a segurança alimentar no centro da sua agenda política, ele está também se comprometendo a ter um controle da inflação de alimentos. A gente viu que o Brasil tem infraestrutura política social, e isso é fundamental também para que a gente consiga garantir acesso à alimentação", defendeu. Burity também destacou os avanços do país no combate à fome e a conquista ao sair do Mapa da Fome pela segunda vez. "Os dados que revelam a melhoria da segurança alimentar no Brasil explicam que o controle da inflação, o crescimento da atividade econômica e, as políticas econômicas sociais aliadas, são muito importantes para que a gente consiga garantir acesso à alimentação", completou. Assessoria de Comunicação - MDS ↗
Osmar Ribeiro de Almeida JúniorSecretário(a)-Executivo(a) · PCdoBPerfil PrysmoAliado›
📰 Notícia
As políticas públicas de abastecimento alimentar e as estratégias para enfrentar a inflação dos alimentos foram tema da Conferência Brasil-México, realizada nesta segunda-feira (22.06), na Universidade de Brasília (UnB), na capital federal, no âmbito da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza. Osmar Júnior, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), participou da cerimônia de abertura e defendeu que o combate à fome é condição para o desenvolvimento sustentável. "O abastecimento alimentar é responsabilidade pública. Um país não pode permanecer inteiramente subordinado às dinâmicas globais de oferta e demanda sem instrumentos públicos que protejam o seu mercado interno", pontuou. Ainda para o secretário-executivo, a conferência entre Brasil e México é uma excelente oportunidade para avaliar este cenário alimentar. "A agenda conjunta Brasil-México para redução do preço de alimentos com pontos focais definidos é um intercâmbio técnico, uma verdadeira cooperação entre nações soberanas e onde cada país contribui com o melhor de suas experiências", explicou. A reitora da UNB, Rozana Naves, defende que a pauta compartilhada entre a Universidade, o MDS, os representantes do México e do Brasil, é propícia para fortalecer o debate da segurança alimentar. "Este evento é um espaço de diálogo entre a universidade, os governos, os organismos internacionais e os movimentos sociais. Trata-se sobretudo da alimentação como direito humano fundamental. Vamos falar da inflação dos alimentos, e de como esse aspecto se relaciona e muitas vezes condiciona a segurança alimentar e nutricional", defendeu Naves. A conferência também reforçou o papel da academia na produção de conhecimento para o aprimoramento das políticas públicas de combate à fome e à pobreza, segundo o coordenador do Grupo de Trabalho de Cooperação Acadêmica em prol da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza do MDS, João Paulo de Faria Santos. "Hoje, a nossa ideia é colocar esses aprendizados para a comunidade acadêmica, para que a gente possa frutificar isso na sociedade civil do Brasil. Somos um GT de cooperação acadêmica, que tenta recolocar na agenda do mundo, sob o comando do presidente Lula, a ideia de ter um projeto real de superação da fome e da pobreza", avaliou Santos. Combate à fome em pauta na Conferência A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e a Fome do MDS, Valéria Burity, participou do painel que avaliou os desafios do Brasil no que se refere a combater a inflação dos alimentos. "Quando o governo se compromete a colocar a segurança alimentar no centro da sua agenda política, ele está também se comprometendo a ter um controle da inflação de alimentos. A gente viu que o Brasil tem infraestrutura política social, e isso é fundamental também para que a gente consiga garantir acesso à alimentação", defendeu. Burity também destacou os avanços do país no combate à fome e a conquista ao sair do Mapa da Fome pela segunda vez. "Os dados que revelam a melhoria da segurança alimentar no Brasil explicam que o controle da inflação, o crescimento da atividade econômica e, as políticas econômicas sociais aliadas, são muito importantes para que a gente consiga garantir acesso à alimentação", completou. Assessoria de Comunicação - MDS ↗
Diogo Rosenthal CoutinhoConselheiro(a)Perfil PrysmoAlto risco›
📱 Rede social
🍕 Em artigo publicado hoje na Folha de S.Paulo, Ana Paula Bortoletto Martins (Nupens/USP e GDPP/USP), Diogo Rosenthal Coutinho (GDPP/USP), Mariana Levy (INCT Superar a Triplice Monotonia do Sistema Agroalimentar/ USP e GDPP/USP) e Patricia Jaime (Nupens USP) abordam o Projeto de Lei nº 2.599/2026, que propõe incluir a indicação de ultraprocessados e adoçantes na rotulagem frontal dos alimentos comercializados no país. 🔎 Os pesquisadores apontam que a rotulagem frontal no formato lupa trouxe avanços importantes para o direito à informação dos consumidores, mas comunica apenas parte dos riscos associados aos produtos alimentícios. ⚠️ A identificação de ultraprocessados permitiria incorporar ao sistema regulatório evidências científicas que relacionam o consumo desses produtos ao aumento do risco de obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, depressão e mortalidade precoce. 'Regular os ultraprocessados não é um preciosismo acadêmico, tampouco uma manobra semântica. Trata-se de incorporar ao ordenamento jurídico descobertas científicas brasileiras, garantindo que o reconhecimento internacional da Classificação Nova desdobre-se em inovações legislativas e regulatórias capazes de proteger e fomentar o direito à alimentação e nutrição adequadas, assim como o direito à saúde da população. Por isso, o Projeto de Lei nº 2.599/26 se traduz em uma iniciativa bem-vinda, a ser apoiada por quem luta pela saúde no Brasil' 🔗 Leia o texto completo: https://lnkd.in/dQPxAsTV ↗
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