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Três manifestações de vereadores em câmaras municipais. Allan Pierre Vasconcelos (MDB-AL) manifesta preocupação com a situação do aterro sanitário de Maceió e o risco real de retrocesso ao tempo dos lixões; Ezequias da Luz Silva (PSD-AP) apresenta projeto criando a Semana Municipal da Reciclagem em Macapá para conscientização ambiental nas escolas; Rafael Leandro Fleck (MDB-RS) lamenta a rejeição, na Câmara Municipal de Porto Alegre, da emenda que vedava o comércio de sucatas no 4º Distrito. Pauta com impacto alto e posicionamento favorável ao setor.
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Hoje manifesto minha preocupação com a situação do aterro sanitário de Maceió e com a possibilidade real de retrocedermos ao tempo dos lixões. Não podemos permitir que nossa capital enfrente novamente problemas ambientais, riscos à saúde pública e impactos diretos na qualidade de vida da população. Precisamos de planejamento, responsabilidade e diálogo entre os órgãos competentes para garantir uma solução definitiva, sustentável e que respeite tanto o meio ambiente quanto os maceioenses. Nosso mandato seguirá atento, cobrando providências e defendendo o futuro da nossa cidade.
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Hoje em plenário, apresentamos dois importantes projetos de lei voltados ao fortalecimento da educação, da cultura e da consciência cidadã em nosso município. O primeiro propõe a criação da Semana Municipal da Reciclagem, a ser desenvolvida nas escolas públicas e privadas de Macapá, incentivando desde cedo a conscientização ambiental, a preservação dos recursos naturais e a formação de uma geração mais responsável com o futuro da nossa cidade. Também foi apresentado o projeto que institui o Dia Municipal do Cosplay, reconhecendo e valorizando a cultura pop, a expressão artística e o potencial da economia criativa local, abrindo espaço para que talentos, empreendedores e artistas de Macapá tenham ainda mais visibilidade. Seguimos trabalhando com iniciativas que unem educação, sustentabilidade, cultura e oportunidades para a nossa população. Compromisso com ideias que geram impacto positivo e constroem uma cidade mais moderna, inclusiva e consciente.
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Infelizmente a Câmara Municipal não aprovou a minha emenda que vedava o comércio de sucatas no 4º Distrito. Fiz a minha parte, atendendo ao pedido de moradores e empresários que não suportam mais a epidemia de furtos na região central da cidade. Não se trata de perseguir quem trabalha corretamente, sejam catadores ou donos de ferros-velhos. Trata-se de combater receptadores que alimentam crimes que deixam famílias e empresas sem energia, geram prejuízos constantes e colocam pessoas em risco. Eu seguirei fazendo a minha parte. E que a população saiba reconhecer quem realmente está ao lado de quem trabalha honestamente para viver. #PortoAlegre #4Distrito #SegurançaPública #CombateAoFurto #PortoAlegreRS Fiscalização CidadeSegura RafaelFleckPoa
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Três manifestações com impacto crítico. Manoel Messias Donato Bezerra (UNIÃO-ES) apresenta o PL 2395/2026, dispondo sobre obrigatoriedade, prazos e abrangência da divulgação detalhada de decisões e laudos laboratoriais de natureza sanitária, zoosanitária e fitossanitária pelos órgãos da Administração Pública. Em paralelo, Carlos Zarattini (PT-SP) defende a atuação da ANVISA no caso Ypê e compara o ataque à decisão sanitária ao negacionismo da pandemia. Maria Joselita Pereira Cavalcanti (PSOL-PE) cita criança internada após contato com detergente Ypê para reforçar a relevância da medida da agência. Tema em continuidade direta ao caso ANVISA-Ypê de 13/05.
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📄 Proposição · PL 2395/2026
Dispõe sobre a obrigatoriedade, os prazos e a abrangência da divulgação detalhada de decisões e laudos laboratoriais de natureza sanitária, zoosanitária e fitossanitária pelos órgãos da Administração Pública direta e indireta, e dá outras providências.
Carlos Alberto Rolim Zarattini
Deputado(a) Federal · PT · SP
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A polêmica envolvendo a Ypê mostra que o bolsonarismo não aprendeu nada com a pandemia. Transformar uma medida sanitária da Anvisa em disputa ideológica é irresponsável e perigoso. Foi esse negacionismo contra órgãos técnicos, ciência e proteção sanitária que ajudou a produzir tantas mortes na Covid-19.
Maria Joselita Pereira Cavalcanti
Vereador(a) · PSOL · Recife · PE
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Enquanto bolsonaristas inventavam pânico e transformavam um alerta sanitário em guerra política, uma criança de 10 anos acabou internada após contato com o detergente Ypê, suspenso pela Anvisa. Saúde pública não pode virar palco de fake news pra fazer disputa política. Isso é grave!
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Influenciadora digital Isadora Nogueira publica conteúdo contestando a comunicação do setor de bebidas: alerta que o ácido fosfórico presente em refrigerantes (inclusive os "zero") está associado a impactos negativos à saúde, e que o problema não se resume ao açúcar. Impacto crítico em redes sociais por difundir informação contrária à comunicação tradicional do setor.
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Não caia no marketing do refrigerante.
“Mas eu tomo refrigerante zero…”
Como se o problema fosse só o açúcar.
Um dos ingredientes mais ignorados dos refrigerantes é o ácido fosfórico aditivo químico usado para dar sabor ácido e aumentar a conservação da bebida.
Estudos mostram que o consumo frequente de bebidas com ácido fosfórico está associado à redução da densidade mineral óssea e maior risco de osteopenia e osteoporose, principalmente em mulheres.
Isso acontece porque o excesso de fósforo vindo de aditivos químicos pode desregular a relação cálcio:fósforo no organismo, prejudicando o metabolismo ósseo.
Além disso, níveis elevados de fósforo podem interferir na ativação da vitamina D, já que o corpo tenta compensar esse desequilíbrio mineral através de alterações hormonais envolvendo PTH (paratormônio) e vitamina D ativa.
E os problemas não param aí.
Estudos publicados no BMJ e no JAMA associam o consumo frequente de ultraprocessados incluindo refrigerantes zero com:
• maior risco cardiovascular
• resistência à insulina
• obesidade
• inflamação crônica
• alterações da microbiota intestinal
• maior mortalidade precoce
Sem contar o impacto dos adoçantes artificiais na microbiota intestinal e na regulação do apetite, já demonstrado em estudos da Nature e Cell.
Ou seja:
trocar refrigerante normal pelo zero não transforma um ultraprocessado em alimento saudável.
Seu corpo continua recebendo acidulantes, adoçantes artificiais, aromatizantes e compostos químicos diariamente.
E saúde não é só “não ter açúcar”.
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Não caia no marketing do refrigerante. “Mas eu tomo refrigerante zero…” Como se o problema fosse só o açúcar. Um dos ingredientes mais ignorados dos refrigerantes é o ácido fosfórico aditivo químico usado para dar sabor ácido e aumentar a conservação da bebida. Estudos mostram que o consumo frequente de bebidas com ácido fosfórico está associado à redução da densidade mineral óssea e maior risco de osteopenia e osteoporose, principalmente em mulheres. Isso acontece porque o excesso de fósforo vindo de aditivos químicos pode desregular a relação cálcio:fósforo no organismo, prejudicando o metabolismo ósseo. Além disso, níveis elevados de fósforo podem interferir na ativação da vitamina D, já que o corpo tenta compensar esse desequilíbrio mineral através de alterações hormonais envolvendo PTH (paratormônio) e vitamina D ativa. E os problemas não param aí. Estudos publicados no BMJ e no JAMA associam o consumo frequente de ultraprocessados incluindo refrigerantes zero com: • maior risco cardiovascular • resistência à insulina • obesidade • inflamação crônica • alterações da microbiota intestinal • maior mortalidade precoce Sem contar o impacto dos adoçantes artificiais na microbiota intestinal e na regulação do apetite, já demonstrado em estudos da Nature e Cell. Ou seja: trocar refrigerante normal pelo zero não transforma um ultraprocessado em alimento saudável. Seu corpo continua recebendo acidulantes, adoçantes artificiais, aromatizantes e compostos químicos diariamente. E saúde não é só “não ter açúcar”.
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Vereador Alexandre Bublitz (PT-RS) destaca a detecção de bactéria super-resistente a antibióticos no rio Guaíba, relacionando o achado ao uso indiscriminado de antimicrobianos. Impacto alto sobre a agenda ambiental do setor; posicionamento favorável.
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🚨 Uma bactéria super-resistente a antibióticos foi encontrada no Guaíba 🚨 E o que isso significa? Que é uma bactéria oportunista, e se teu sistema imunológico está funcionando bem, a chance de infecção é muito baixa. O que preocupa de verdade é o que esse caso revela: precisamos falar sério sobre saneamento e sobre a poluição crescente das nossas águas. Higiene e prevenção salvam vidas. A preservação do Guaíba também preserva a nossa saúde. 📌 Gostou? Compartilha esse vídeo pra que outras pessoas tenham essas informações!
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Senador Eduardo Braga (MDB-AM) defende a Zona Franca de Manaus contra críticas, destacando o papel do Polo Industrial na geração de empregos formais e na movimentação da economia brasileira. Posicionamento favorável à manutenção do regime tributário diferenciado da região.
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Tem gente que critica a Zona Franca de Manaus sem conhecer o Amazonas, nossa gente e a importância do Polo Industrial para o Brasil. Aqui existem trabalhadores honestos, pais e mães de família que ajudam a mover a economia brasileira e merecem respeito. https://t.co/rwP9LuwqlA
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Influenciadora digital Isadora Nogueira contrasta a oferta de produtos saudáveis nos Estados Unidos e no Brasil, afirmando que nos EUA seria mais fácil encontrar farinhas sem glúten, produtos sem adoçantes artificiais, alimentos com rotulagem clara e opções menos processadas. Impacto crítico sobre a comunicação do setor alimentício, com potencial efeito sobre percepção de marca.
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Tem gente que acha que os Estados Unidos são o “país do fast food”… mas a verdade é que, quando você começa a olhar os rótulos, percebe uma coisa: em muitos aspectos, é MUITO mais fácil encontrar opções saudáveis lá do que no Brasil. Nos EUA você encontra com facilidade: • farinhas realmente sem glúten • produtos sem açúcar adicionado • alimentos com listas curtas de ingredientes • iogurtes sem 30 componentes químicos • bacon sem açúcar, sem maltodextrina e sem óleo vegetal • snacks feitos só com carne, frutas ou castanhas • produtos sem corantes artificiais proibidos em outros países Enquanto isso, no Brasil, muitos produtos vendidos como “fit”, “integral” ou “saudável” continuam carregados de açúcar, farinha refinada, óleos vegetais ultraprocessados, aromatizantes e conservantes. E isso não é opinião. Estudos publicados no BMJ associam o consumo elevado de ultraprocessados ao aumento de obesidade, diabetes tipo 2, síndrome metabólica, depressão e mortalidade precoce. Outro ponto importante: vários ingredientes utilizados em alimentos nos EUA já sofreram restrições ou reformulações por pressão científica e regulatória. O brominated vegetable oil (BVO), por exemplo, foi banido recentemente pela FDA após preocupações toxicológicas. Já o dióxido de titânio foi considerado inseguro para consumo alimentar pela EFSA. Claro que existe MUITA besteira nos Estados Unidos. Mas existe também liberdade de escolha e um mercado enorme de produtos voltados para pessoas que querem comer comida de verdade. O problema é que muita gente olha só para o fast food… e ignora a facilidade de encontrar alimentos com ingredientes simples, proteínas de qualidade e versões sem glúten e sem açúcar que ainda são raras no Brasil. Saúde começa no que você coloca no carrinho. E o rótulo conta uma história que quase ninguém lê.