Stakeholder Listening · 25 mar 2026
Alerta
ConfidencialPEC da jornada avança na CCJ com pressão das centrais sindicais
7
Stakeholders
▲ +40% vs 5
6
Alto risco
▲ +20% vs 5
0
Baixo risco
= vs 24/03
0
Aliados
= vs 24/03
0
Base de apoio
= vs 24/03
1
Neutros
▲ novo vs 0
Estado que mais fala
Bahia + MG
2 stakeholders cada · todos alto risco
Fonte dominante
Redes sociais
70% das fontes · 7 de 10 registros
📊 Destaques do dia · 25/03 vs 23/03
Volume cai 65%: 7 stakeholders e 10 registros, contra 20 e 28 no pico de 23/03. O debate concentra mas não perde densidade — deputados federais e a CCJ centralizam a pauta.
100% dos registros no tema Jornada de Trabalho. A CCJ realizou audiência pública com representantes de empregadores e centrais sindicais sobre a PEC 8/2025 (Érika Hilton/PSOL) — redução da jornada para 40h e fim da escala 6x1.
Paulo Azi (UNIÃO/BA), relator da PEC na CCJ, articula equilíbrio entre qualidade de vida do trabalhador e viabilidade financeira das empresas. CNI (Alban) opõe-se à proposta como prioridade legislativa de 2026.
Glauber Braga (PSOL/RJ) conecta jornada à desigualdade de gênero: mulheres ganham 20,7% a menos e acumulam dupla jornada. Ricardo Azevedo (PSOL/RJ) conecta ao custo de alimentação: 46% do salário mínimo vai para comida.
🏛️ Cargos que mais falam
1º
Dep. Federal
5
71%
2º
Vereador(a)
1
14%
3º
Presidente (CNI)
1
14%
🏛️ Campo político
PT 3
PSOL 2
UNIÃO 1
CNI 1
PT e PSOL dominam com 5 dos 7 stakeholders, todos em alto risco. UNIÃO entra via Paulo Azi como relator — posição técnica de equilíbrio. CNI representa o único polo de resistência formal à PEC.
📍 Pautas em debate · 25 mar
PEC 8/2025 (Érika Hilton/PSOL): redução da jornada para 40h e fim da escala 6x1 — audiência pública na CCJ
Admissibilidade da PEC na CCJ: relatoria de Paulo Azi (UNIÃO) avalia constitucionalidade e impactos
Centrais sindicais na CCJ: apoio unânime à proposta — "Brasil inteiro já se manifestou"
CNI contra a PEC: redução da jornada aumenta custos e reduz competitividade, segundo entidade
Desigualdade salarial de gênero: mulheres ganham 20,7% menos e acumulam dupla jornada
Custo de vida: trabalhador de salário mínimo gastou 46% da renda com alimentação em fevereiro
Próximo passo: votação prevista para maio, segundo o presidente da Câmara Hugo Motta
🔴 Jornada 6x1 · CCJ 25/03 7 stakeholders 6 Alto risco 1 Neutro
CCJ — Audiência pública 25/03
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania realizou audiência pública sobre a PEC 8/2025. Deputados favoráveis ao fim da 6x1 (PT, PSOL, UNIÃO) e CNI oposta participaram do debate. Votação na CCJ esperada nas próximas semanas; plenário previsto para maio.
Reginaldo Lopes Alto risco Jornada
Na CCJ, evidenciou a unidade com as centrais sindicais. O povo já falou — 5 dias de trabalho por semana, 2 de descanso, redução de 44 para 40 horas sem redução salarial. Brasil maduro e capaz de fazer essa mudança.
Paulo Azi Relator PEC Alto risco
Relator da PEC na CCJ: a audiência busca equilibrar qualidade de vida do trabalhador e viabilidade financeira das empresas. A redução da jornada e o fim da 6x1 são temas históricos de grande relevância — o texto pode ser alterado ou graduado no processo.
Patrus Ananias Alto risco Jornada
Na CCJ, ao lado de líderes das centrais sindicais, destacou a redução da jornada para 40h e o fim da escala 6x1 como passo civilizatório. A mudança é justa e possível agora.
Zé Santana Neto Alto risco Jornada
Na Câmara, temos uma tarefa a cumprir com fidelidade ao povo — especialmente às trabalhadoras. O debate sobre o fim da escala 6x1 precisa avançar neste semestre. Os votos necessários foram construídos.
Glauber Braga Alto risco Jornada · Gênero
A desigualdade salarial entre homens e mulheres — 20,7% a menos em média — é agravada pela dupla jornada. Acabar com a 6x1 é também enfrentar o machismo estrutural que sobrecarrega as trabalhadoras.
Ricardo Azevedo Alto risco Jornada · Fome
Salário digno + fim da escala 6x1 é o ideal. Em fevereiro, o trabalhador de salário mínimo gastou 46% da renda só com alimentação. Mobilização na Central do Brasil pelo fim da 6x1 e por mobilidade digna.
Antonio Alban CNI Neutro
A CNI listou o fim da escala 6x1 como prioridade na agenda legislativa de 2026 — posição contrária. Argumenta que a redução da jornada aumenta custos para empregadores, que repassarão ao consumidor, reduzindo competitividade nacional.