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Dois movimentos paralelos no período. Nilto Tatto (PT-SP) protocola o PL 2330/2026 instituindo a Política Nacional de Cidadania Socioambiental com diretrizes para incentivo, rastreabilidade e corresponsabilidade na destinação correta de resíduos recicláveis (impacto alto). Vereador Felipe Sandri Schafer (PP-AC) anuncia audiência pública em Rio Branco para discutir o Decreto Municipal 3.418/2025, que regulamenta a gestão de resíduos sólidos dos "grandes geradores" no município, com impacto alto sobre logística reversa de embalagens da indústria.
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O descarte irregular de lixo e os desafios da gestão de resíduos sólidos em Rio Branco estarão no centro de um importante debate público nesta sexta-feira, 15 de maio. A audiência pública, promovida pelo vereador Felipe Tchê, irá discutir o Decreto nº 3.418/2025, que regulamenta a gestão de resíduos sólidos dos grandes geradores no município.
O encontro acontecerá às 9h, no auditório da OAB, e deve reunir representantes do poder público, empresários, trabalhadores do setor, ambientalistas e a população para discutir os impactos da nova regulamentação e os reflexos diretos na rotina da cidade.
A pauta tem gerado debates por envolver questões ambientais, urbanas e também econômicas, principalmente no que diz respeito à responsabilidade sobre a coleta, transporte e destinação correta dos resíduos produzidos por grandes geradores, como empresas e estabelecimentos comerciais.
Segundo Felipe Tchê, a proposta da audiência é ampliar o diálogo e garantir que a população participe da construção das decisões relacionadas ao tema.
"O descarte irregular de lixo impacta diretamente a cidade e a qualidade de vida das pessoas. Precisamos discutir soluções responsáveis, ouvindo quem vive essa realidade diariamente", destacou o vereador.
O objetivo da audiência pública é que contribua para esclarecer dúvidas, ouvir sugestões e construir caminhos mais eficientes para a aplicação da política de resíduos sólidos em Rio Branco.
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📄 Proposição · PL 2330/2026
Institui a Política Nacional de Cidadania Socioambiental e estabelece diretrizes para incentivo, rastreabilidade e corresponsabilidade na destinação correta de resíduos recicláveis.
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Eliéser Girão (PL-RN) faz dois discursos no plenário sobre o abastecimento nacional de diesel, alertando que o País importou 1,5 milhão de metros cúbicos em meses anteriores e a previsão para maio cai para 737 mil m³, e criticando a comunicação da Petrobras sobre possíveis aumentos. Posicionamento favorável a maior segurança no abastecimento; impacto baixo.
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🎤 Discurso
Veja que 30% do diesel consumido no Brasil é importado. O País importou 1,5 milhão de metros cúbicos de diesel, mas a previsão deste mês de maio é de apenas 737 mil metros cúbicos, isto é, menos da metade. A oferta já está caindo, o desabastecimento vai bater a porta. O desgoverno está perdido. Por quê? Em vez de estimular a redução do consumo, ele está taxando e liberando importação pelas empresas. Nenhuma medida tem foco no problema específico do desabastecimento. São medidas apenas eleitoreiras, artificiais.
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🎤 Discurso
Hoje, Sr. Presidente, nós estamos vendo a Presidente da Petrobras com cara de cachorro em caminhão de mudança, com aquele olhar esbugalhado, dizendo que é provável que o combustível tenha aumento nos próximos dias. Até agora, o Governo tentou tapar o sol com a peneira. E, ao tapar o sol com a peneira, a gente sabe como o Brasil vai acabar. Nenhuma dessas medidas busca reduzir a demanda. Pelo contrário, estão mantendo os preços artificialmente por meio de subvenções. As empresas são obrigadas a vender o diesel por um determinado preço e depois, sem prazo definido, vão receber a subvenção. Isto é, o Governo está prometendo aquilo que não pode fazer. Nesta semana, no dia de ontem, Deputado Cabo Gilberto Silva e Deputado Sargento Fahur, o Governo prometeu 11 bilhões para a segurança pública. Vai tirar esse dinheiro de onde? Descobriram, no fim do arco-íris, um baú cheio de tesouro? Só pode ser, porque o Tesouro Público não tem dinheiro. O Governo meteu a mão, e a dívida pública já passou de 1 trilhão. O maior agente econômico do setor de óleo e gás do Brasil é a Petrobras, que, por decisão própria, parou de importar diesel, pois, se importar, terá que elevar o preço na bomba. O Governo, então, está assumindo o risco de deixar o País desabastecido. É querer fugir da realidade. Em vez de enfrentar o problema, está incentivando a demanda com subvenções e colocando a conta para as empresas privadas, que são obrigadas a importar diesel para continuarem vendendo combustível e manterem os postos funcionando. O Governo está taxando as exportações de petróleo em 12% para pagar a despesa das subvenções. Mas ele vai ficar com esse dinheiro na mão? A gente sabe disto: não vai! São 52 bilhões a mais arrecadados quando ele taxa essa exportação de petróleo. Cabe lembrar que a natureza desse imposto é extrafiscal. Esses 52 bilhões não podem ser usados, Deputado Cabo Gilberto Silva, para reforçar o orçamento. Isto é, se o usarem, vai ser para quê? Para aquele famoso lance da bicicleta: pedalada fiscal. Eu quero ver o Governo ter coragem de fazer isso, porque nós vamos cobrar isso rigorosamente. Não podemos aceitar essa maquiagem que estão querendo fazer. O imposto de exportação reduz a base de cálculo dos royalties dos Estados produtores de petróleo; com isso, reduz-se a arrecadação. Vejam o exemplo do meu Rio Grande do Norte. Atenção, moradores do Rio Grande do Norte: o Governo do Presidente descondenado está querendo acabar com o nosso Estado, está querendo acabar com os Municípios, reduzindo o que vocês recebem de royalties. Eu estou aqui defendendo vocês que têm uma terrinha de onde sai petróleo. Vocês não estão recebendo o valor correspondente porque que a Petrobras não está pagando. Aliás, o que o Governo está fazendo é só agravar a situação. Desabastecimento significa menos alimento nas prateleiras, mais inflação e uma coisa importantíssima que está sendo esquecida por todos. Eu não vi nenhum daqueles que defendem o Governo falar sobre isso, ninguém do Ministério da Defesa.
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Influenciadora digital Isadora Nogueira publica conteúdo em rede social contestando consensos sobre relação entre consumo de gordura e doença hepática gordurosa. Manifestação com impacto crítico por difundir informação que diverge de orientações oficiais de saúde pública e pode afetar percepção sobre produtos alimentares.
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📱 Rede social
Comer gordura NÃO CAUSA gordura no fígado.
A maioria das pessoas ainda acredita que “comer gordura” é o que faz o fígado ficar gorduroso. Mas a ciência mostra que, na maioria dos casos, o principal responsável é o EXCESSO de açúcar e carboidratos ultraprocessados.
O fígado transforma excesso de glicose e frutose em gordura através de um processo chamado lipogênese de novo. Ou seja: o corpo literalmente fabrica gordura dentro do fígado quando existe excesso de açúcar circulando.
E não… não é só “doce”.
Pão francês, farinha refinada, bolachas, refrigerantes, sucos industrializados, bebidas alcoólicas e produtos ultraprocessados causam picos constantes de insulina e sobrecarregam o fígado diariamente.
A frutose em excesso merece atenção especial: diferente da glicose, ela é metabolizada principalmente no fígado. Quando consumida em excesso especialmente em xaropes, sucos, refrigerantes, doces e ultraprocessados favorece diretamente o acúmulo de gordura hepática.
Enquanto isso, gorduras naturais de verdade, consumidas dentro de uma alimentação equilibrada, não são as grandes vilãs que te ensinaram. O problema não é o ovo, o abacate ou a gordura carne. O problema é o padrão alimentar moderno baseado em açúcar, farinha e produtos industrializados.
Hoje, a esteatose hepática (gordura no fígado) já atinge até adolescentes e crianças.
E isso não aconteceu porque as pessoas começaram a comer mais manteiga.
Aconteceu porque passaram a viver à base de ultraprocessados.
Segundo estudos publicados no JAMA e no BMJ, o alto consumo de ultraprocessados está associado a maior risco de doenças metabólicas, resistência à insulina e acúmulo de gordura no fígado.
Seu fígado não foi feito para viver filtrando excesso de açúcar o dia inteiro.
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Fernanda Melchionna (PSOL-RS) protocola a Indicação INC 701/2026, dirigida ao Poder Executivo Federal, solicitando a suspensão preventiva de contratos, convênios, repasses e benefícios fiscais firmados com as 59 empresas investigadas pelo CADE por formação de cartel no mercado de trabalho. Entre as empresas citadas estão SPAL/Coca-Cola e PepsiCo, atingindo diretamente o setor de bebidas. Impacto crítico por afetar diretamente as relações comerciais e fiscais dessas empresas com a União.
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Fernanda Melchionna E Silva
Deputado(a) Federal · PSOL · RS
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📄 Proposição · INC 701/2026
Indica ao Poder Executivo Federal a adoção de medidas cautelares de suspensão preventiva de contratos, convênios, repasses e benefícios fiscais firmados com as 59 empresas investigadas pelo CADE por formação de cartel no mercado de trabalho, até o encerramento definitivo das investigações, nos termos que especifica.
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Carlos Henrique Amorim (UNIÃO-TO) apresenta o PLP 133/2026, alterando o § 2º do art. 170 da Lei Complementar 214/2025 para redefinir os percentuais utilizados no cálculo dos créditos presumidos do IBS e da CBS nas aquisições de resíduos e materiais destinados à reciclagem, reutilização ou logística reversa. Impacto alto e posicionamento alinhado ao setor.
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📄 Proposição · PLP 133/2026
Altera o § 2º do art. 170 da Lei Complementar nº 214, de 16 de janeiro de 2025, para redefinir os percentuais utilizados no cálculo dos créditos presumidos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nas aquisições de resíduos e demais materiais destinados à reciclagem, reutilização ou logística reversa.
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Amom Mandel Lins Filho (Republicanos-AM) apresenta o INC 724/2026, sugerindo ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos a incorporação de critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) nas contratações públicas federais, com ênfase na valorização de empresas que adotem práticas sustentáveis e políticas de impacto social positivo. Impacto médio com posicionamento favorável a empresas com agendas ESG consolidadas.
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Amom Mandel Lins Filho
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · AM
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📄 Proposição · INC 724/2026
Sugere ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos a incorporação de critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) nas contratações públicas federais, com ênfase na valorização de empresas que adotem práticas sustentáveis e políticas de impacto social positivo.
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Amom Mandel Lins Filho (Republicanos-AM) apresenta o INC 725/2026, sugerindo ao Ministério da Fazenda medidas para aprimorar a padronização, a transparência e a divulgação de informações relacionadas a práticas ESG por empresas atuantes no mercado brasileiro. Apesar do tom favorável do autor, a proposição é classificada como contrária à posição do setor por ampliar exigências de divulgação corporativa; impacto médio.
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Amom Mandel Lins Filho
Deputado(a) Federal · REPUBLICANOS · AM
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📄 Proposição · INC 725/2026
Sugere ao Ministério da Fazenda a adoção de medidas para aprimorar a padronização, a transparência e a divulgação de informações relacionadas a práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) por empresas atuantes no mercado brasileiro, com vistas ao fortalecimento da confiança dos investidores e à promoção de maior integridade no ambiente econômico.
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Felipe Carreras (PSB-PE) apresenta o PL 2339/2026 incluindo a disciplina de Educação Alimentar e Nutricional como componente curricular obrigatório na educação básica, nas redes pública e privada. Apesar do tom favorável do autor, a proposição é classificada como contrária à posição do setor por potencialmente afetar comunicação e marketing de produtos alimentares; impacto alto.
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Felipe Augusto Lyra Carreras
Deputado(a) Federal · PSB · PE
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📄 Proposição · PL 2339/2026
Inclui a disciplina de Educação Alimentar e Nutricional como componente curricular obrigatório na educação básica, nas redes pública e privada de ensino, e dá outras providências.