ALERTA DIÁRIO
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Stakeholder Listening
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Decisão da Receita Federal sobre a Zona Franca de Manaus reacende disputa tributária enquanto projeto sobre ultraprocessados pressiona por rotulagem de aditivos
- 23 manifestações em 02/07, com o PP à frente entre os partidos identificados (6 registros), São Paulo, Amazonas e Bahia empatados na origem (3 cada) e as redes sociais como principal canal (9 registros), seguidas por proposições e notícias (7 cada).
- Decisão da Receita Federal sobre a Zona Franca de Manaus mobiliza a bancada amazonense: Amom Mandel (Republicanos-AM) classifica a medida como aumento do custo de produzir no Amazonas ↗, Carlos Eduardo Braga (MDB-AM) diz ter acionado o Ministério da Fazenda para reverter o entendimento ↗ e Serafim Corrêa (PSB-AM) destaca, no conselho da Suframa, R$ 3,18 bilhões em novos projetos industriais para o Polo Industrial de Manaus, com efeito direto sobre a cadeia de produção instalada no polo ↗.
- Projeto sobre ultraprocessados mira rotulagem de aditivos: Luiz Paulo Teixeira (PT-SP) defende que o consumidor saiba o que consome e afirma que muitos produtos escondem aditivos químicos, aromatizantes, corantes e emulsificantes, com impacto crítico para bebidas e alimentos processados ↗.
- Resíduos Sólidos e Reciclagem concentrou 7 das 24 manifestações: Manoel Alves apresentou em Camaçari projetos de transparência e monitoramento ambiental de resíduos ↗, Ricardo Carneiro avaliou o decreto de logística reversa de Mato Grosso como oportunidade para a economia circular ↗ e Juliana dos Anjos celebrou, em Porto Alegre, acordo para não perseguir catadores ↗.
- 2 manifestações de alto risco: Luiz Paulo Teixeira avança projeto que exige rotulagem de aditivos em ultraprocessados, com impacto crítico e menção direta ao setor ↗; a segunda diverge da posição do setor no debate de crédito rural, sem relação direta com bebidas.
- 18 manifestações de aliados: parlamentares e gestores que convergem com a pauta do setor, entre eles Serafim Corrêa na defesa do Polo Industrial de Manaus ↗ e Roberto Rocha, da Ancat, no Fórum Nacional Zero Waste em São Paulo ↗.
Visão Geral
23
Total
2
Alto risco
18
Aliados
2
Base de apoio
0
Baixo risco
1
Neutros
Classificação por Tema
Resíduos Sólidos e Reciclagem (7)
Tributação e Financiamento (5)
Produção Nacional (3)
Funcionalismo Público (2)
Desenvolvimento Sustentável (2)
Recursos Hídricos (2)
Segurança Alimentar e Nutricional (1)
Inteligência Artificial (1)
Pesquisa e Desenvolvimento (1)
Alto riscoAliadoBase de apoioBaixo riscoNeutro
As cores indicam a classificação estratégica de cada manifestação, não o tema. Uma mesma manifestação pode aparecer em mais de um tema, o que faz o total por tema (24) superar o total de manifestações únicas (23).
Temas em Debate
Alto risco 0Aliado 7Base de apoio 0Baixo risco 0Neutro 0
Tema mais citado do dia. Vereador Manoel Alves (PP-BA) apresentou em Camaçari projetos de transparência e monitoramento ambiental de resíduos; o professor Ricardo Carneiro (Unicamp) e gestores de Mato Grosso avaliaram o decreto de logística reversa como oportunidade para a economia circular; e a vereadora Juliana dos Anjos (PT-RS) celebrou, em Porto Alegre, acordo para não perseguir catadores.
Fontes das Manifestações
📱 Rede social 4
📄 Proposição 2
📰 Notícia 1
Perfil
›Partido
PT2
PP2
›Estado
RS2
BA2
DF1
SP1
›Esfera
Legislativo Local4
Academia1
Manifestações por Stakeholder
Eduardo Rocha Dias Santos
Diretor(a) · DF · Perfil PrysmoAliado›
📱 Rede social
🇧🇷 Hoje, a Fundação Ellen MacArthur e a Prefeitura da Cidade do Recife, com o apoio da Clean Rivers, anunciaram uma parceria pioneira para transformar os sistemas de coleta e reciclagem em toda a cidade. A cidade do Recife abriga 1,5 milhão de pessoas e está situada na confluência de três grandes rios, rodeada por manguezais. Ela está particularmente bem posicionada para demonstrar os benefícios de um sistema mais robusto para as pessoas, para os rios e para os ecossistemas costeiros. Recife tem alicerces concretos sobre os quais construir: iniciativas pioneiras, uma equipe técnica qualificada e um governo com apoio político. Juntos, esses fatores fazem do Recife uma cidade pioneirapara uma transformação ambiciosa — e com o apoio do Ministério do Meio Ambiente do governo federal brasileiro. Com início previsto para 2027, este projeto tem como objetivo viabilizar até R$ 300 milhões em investimentos plurianuais, combinando colaboração corporativa e capital filantrópico. Conheça a visão aqui: https://lnkd.in/ggRPJ9cB Este trabalho coloca em prática a visão apresentada no white paper 'Fechando o Ciclo', publicado hoje pela Fundação e pela Clean Rivers, desenvolvido com um grupo consultivo de mais de 80 organizações. Prefeitura da Cidade do Recife Governo do Brasil ↗
🇧🇷 Hoje, a Fundação Ellen MacArthur e a Prefeitura da Cidade do Recife, com o apoio da Clean Rivers, anunciaram uma parceria pioneira para transformar os sistemas de coleta e reciclagem em toda a cidade. A cidade do Recife abriga 1,5 milhão de pessoas e está situada na confluência de três grandes rios, rodeada por manguezais. Ela está particularmente bem posicionada para demonstrar os benefícios de um sistema mais robusto para as pessoas, para os rios e para os ecossistemas costeiros. Recife tem alicerces concretos sobre os quais construir: iniciativas pioneiras, uma equipe técnica qualificada e um governo com apoio político. Juntos, esses fatores fazem do Recife uma cidade pioneirapara uma transformação ambiciosa — e com o apoio do Ministério do Meio Ambiente do governo federal brasileiro. Com início previsto para 2027, este projeto tem como objetivo viabilizar até R$ 300 milhões em investimentos plurianuais, combinando colaboração corporativa e capital filantrópico. Conheça a visão aqui: https://lnkd.in/ggRPJ9cB Este trabalho coloca em prática a visão apresentada no white paper 'Fechando o Ciclo', publicado hoje pela Fundação e pela Clean Rivers, desenvolvido com um grupo consultivo de mais de 80 organizações. Prefeitura da Cidade do Recife Governo do Brasil ↗
Juliana dos Anjos de Souza
Vereador(a) · PT · Porto Alegre · RS · Perfil PrysmoAliado›
📱 Rede social
Vitória dos catadores e catadoras! ♻️💪🏽 Após um projeto da extrema-direita que quer proibir e acabar com o trabalho daqueles que são agentes ambientais da nossa cidade, conseguimos garantir por meio da mobilização popular um compromisso de que a fiscalização municipal não perseguirá estes trabalhadores e trabalhadoras! A próxima vitória será no Plenário! ✊🏽 ↗
Vitória dos catadores e catadoras! ♻️💪🏽 Após um projeto da extrema-direita que quer proibir e acabar com o trabalho daqueles que são agentes ambientais da nossa cidade, conseguimos garantir por meio da mobilização popular um compromisso de que a fiscalização municipal não perseguirá estes trabalhadores e trabalhadoras! A próxima vitória será no Plenário! ✊🏽 ↗
Juliana dos Anjos de Souza
Vereador(a) · PT · Porto Alegre · RS · Perfil PrysmoAliado›
📱 Rede social
Lutar, criar, reciclagem popular! Viva os papeleiros! ♻️✊🏽 Hoje estivemos em caminhada ao lado dos catadores e catadoras nas ruas, até a Câmara Municipal, pra barrar a proibição da circulação e pelo direito ao trabalho! ↗
Lutar, criar, reciclagem popular! Viva os papeleiros! ♻️✊🏽 Hoje estivemos em caminhada ao lado dos catadores e catadoras nas ruas, até a Câmara Municipal, pra barrar a proibição da circulação e pelo direito ao trabalho! ↗
Manoel Alves de JesusCMCAMAÇARI PL 71/2026
Vereador(a) · PP · Camaçari · BA · Perfil PrysmoAliado›
📄 Proposição
Institui a Política Municipal de Transparência e Controle Legislativo da Gestão dos Resíduos Sólidos no Município de Camaçari ↗
Institui a Política Municipal de Transparência e Controle Legislativo da Gestão dos Resíduos Sólidos no Município de Camaçari ↗
Manoel Alves de JesusCMCAMAÇARI PL 73/2026
Vereador(a) · PP · Camaçari · BA · Perfil PrysmoAliado›
📄 Proposição
Institui o Programa Municipal de Monitoramento Ambiental dos Sistemas de Disposição Final de Resíduos Sólidos do município de Camaçari ↗
Institui o Programa Municipal de Monitoramento Ambiental dos Sistemas de Disposição Final de Resíduos Sólidos do município de Camaçari ↗
Ricardo de Medeiros Carneiro
Professor(a) · Perfil PrysmoAliado›
📰 Notícia
Nova norma estabelece metas, amplia exigências para empresas e é vista pelo setor como oportunidade para fortalecer a economia circular e atrair investimentos A regulamentação da logística reversa em Mato Grosso ganhou um novo marco com a publicação do Decreto nº 2.156/2026, que estabelece regras para a implementação, operação e monitoramento dos sistemas de recolhimento e destinação de resíduos pós-consumo. A medida foi recebida de forma positiva pelo setor produtivo, que vê na nova legislação uma oportunidade para fortalecer a indústria da reciclagem, ampliar investimentos e consolidar a economia circular no estado. O decreto disciplina a logística reversa de diversos produtos, entre eles pneus, pilhas, baterias, equipamentos eletroeletrônicos, lâmpadas, medicamentos, óleos lubrificantes, embalagens de agrotóxicos e embalagens em geral, definindo responsabilidades para fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Reciclagem de Resíduos Industriais, Domésticos e de Pneus de Mato Grosso (Sindirecicle-MT), Rafael Real, a regulamentação representa um avanço ao criar condições para que o retorno dos resíduos ao processo produtivo seja economicamente sustentável. "Não adianta apenas ter a vontade de ver os resíduos retornando à cadeia produtiva. É preciso que isso seja economicamente viável. O decreto caminha positivamente nessa direção, incentivando investimentos e fortalecendo a cadeia da reciclagem", afirmou. Segundo o coordenador de Serviços e Gestão de Resíduos Sólidos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Ricardo Carneiro, a nova regulamentação vai além do cumprimento de obrigações ambientais e abre espaço para o desenvolvimento de novos negócios ligados à reciclagem. "Esse foi um primeiro passo muito bem elaborado porque não foi unilateral. Tivemos a participação da Fiemt e de diversos setores. Além disso, estamos falando de uma oportunidade de negócio para Mato Grosso, uma possibilidade de fortalecer o setor industrial voltado para a reciclagem", destacou. De acordo com a Sema, um dos principais objetivos da nova regulamentação é ampliar o conhecimento sobre o fluxo de materiais e resíduos gerados no estado, permitindo que governo e iniciativa privada tenham informações mais precisas para orientar investimentos, políticas públicas e a expansão da infraestrutura de reciclagem. "A partir do momento em que conseguimos mensurar os materiais que entram e retornam ao ciclo produtivo, passamos a ter respostas mais concretas para o Estado e para toda a cadeia", explicou Ricardo Carneiro. O Decreto nº 2.156/2026 também estabelece metas quantitativas e geográficas para diferentes cadeias produtivas e determina que empresas apresentem Planos de Logística Reversa e Relatórios Anuais de Resultados à Sema-MT. Além disso, a norma fortalece os mecanismos de rastreabilidade e monitoramento da destinação ambientalmente adequada dos resíduos, exigindo maior comprovação sobre o cumprimento das metas estabelecidas. Outro ponto previsto na regulamentação é o incentivo à participação de cooperativas de reciclagem, associações de catadores e demais integrantes da cadeia da economia circular, ampliando a integração entre os diversos agentes responsáveis pelo reaproveitamento de materiais. Na avaliação do setor, a regulamentação cria um ambiente mais seguro para investimentos e tende a estimular o crescimento da indústria da reciclagem em Mato Grosso, ao mesmo tempo em que fortalece a gestão ambiental e promove o uso mais eficiente dos recursos naturais. ↗
Nova norma estabelece metas, amplia exigências para empresas e é vista pelo setor como oportunidade para fortalecer a economia circular e atrair investimentos A regulamentação da logística reversa em Mato Grosso ganhou um novo marco com a publicação do Decreto nº 2.156/2026, que estabelece regras para a implementação, operação e monitoramento dos sistemas de recolhimento e destinação de resíduos pós-consumo. A medida foi recebida de forma positiva pelo setor produtivo, que vê na nova legislação uma oportunidade para fortalecer a indústria da reciclagem, ampliar investimentos e consolidar a economia circular no estado. O decreto disciplina a logística reversa de diversos produtos, entre eles pneus, pilhas, baterias, equipamentos eletroeletrônicos, lâmpadas, medicamentos, óleos lubrificantes, embalagens de agrotóxicos e embalagens em geral, definindo responsabilidades para fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Reciclagem de Resíduos Industriais, Domésticos e de Pneus de Mato Grosso (Sindirecicle-MT), Rafael Real, a regulamentação representa um avanço ao criar condições para que o retorno dos resíduos ao processo produtivo seja economicamente sustentável. "Não adianta apenas ter a vontade de ver os resíduos retornando à cadeia produtiva. É preciso que isso seja economicamente viável. O decreto caminha positivamente nessa direção, incentivando investimentos e fortalecendo a cadeia da reciclagem", afirmou. Segundo o coordenador de Serviços e Gestão de Resíduos Sólidos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Ricardo Carneiro, a nova regulamentação vai além do cumprimento de obrigações ambientais e abre espaço para o desenvolvimento de novos negócios ligados à reciclagem. "Esse foi um primeiro passo muito bem elaborado porque não foi unilateral. Tivemos a participação da Fiemt e de diversos setores. Além disso, estamos falando de uma oportunidade de negócio para Mato Grosso, uma possibilidade de fortalecer o setor industrial voltado para a reciclagem", destacou. De acordo com a Sema, um dos principais objetivos da nova regulamentação é ampliar o conhecimento sobre o fluxo de materiais e resíduos gerados no estado, permitindo que governo e iniciativa privada tenham informações mais precisas para orientar investimentos, políticas públicas e a expansão da infraestrutura de reciclagem. "A partir do momento em que conseguimos mensurar os materiais que entram e retornam ao ciclo produtivo, passamos a ter respostas mais concretas para o Estado e para toda a cadeia", explicou Ricardo Carneiro. O Decreto nº 2.156/2026 também estabelece metas quantitativas e geográficas para diferentes cadeias produtivas e determina que empresas apresentem Planos de Logística Reversa e Relatórios Anuais de Resultados à Sema-MT. Além disso, a norma fortalece os mecanismos de rastreabilidade e monitoramento da destinação ambientalmente adequada dos resíduos, exigindo maior comprovação sobre o cumprimento das metas estabelecidas. Outro ponto previsto na regulamentação é o incentivo à participação de cooperativas de reciclagem, associações de catadores e demais integrantes da cadeia da economia circular, ampliando a integração entre os diversos agentes responsáveis pelo reaproveitamento de materiais. Na avaliação do setor, a regulamentação cria um ambiente mais seguro para investimentos e tende a estimular o crescimento da indústria da reciclagem em Mato Grosso, ao mesmo tempo em que fortalece a gestão ambiental e promove o uso mais eficiente dos recursos naturais. ↗
Roberto Rocha
Presidente · SP · Perfil PrysmoAliado›
📱 Rede social
Eu tive a satisfação de representar a Ancat no 1º Fórum Nacional da Rede Global Zero Waste, realizado nesta quarta-feira, 1º de julho, em São Paulo. Foi um espaço de diálogo sobre gestão de resíduos, economia circular e os desafios para construir um modelo mais sustentável no Brasil. Foi uma honra compartilhar esse momento com Carlos RV Silva Filho, profissional que há muitos anos atua na agenda internacional de resíduos e sustentabilidade, e com Mateus Peçanha, referência na promoção de sistemas Lixo Zero e economia circular. Encontros como esse fortalecem a troca de experiências e ampliam a construção de soluções conjuntas. O que mais me marcou foi ver os Catadores ocupando uma mesa ao lado do setor privado, especialistas e representantes de diferentes instituições. Esse é o lugar que a nossa categoria precisa ocupar, participando das decisões e contribuindo com quem conhece, na prática, a gestão de resíduos e a recuperação de materiais recicláveis. Também foi uma alegria reencontrar amigos que ajudam a construir a história da logística reversa no Brasil, como Renato Paquet, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento dessa agenda ao longo dos anos. Seguimos defendendo que os Catadores e Catadoras estejam cada vez mais no centro dessa agenda. Afinal, quem garante que toneladas de materiais retornem à cadeia produtiva todos os dias merece reconhecimento, valorização e participação ativa na construção da economia circular. ↗
Eu tive a satisfação de representar a Ancat no 1º Fórum Nacional da Rede Global Zero Waste, realizado nesta quarta-feira, 1º de julho, em São Paulo. Foi um espaço de diálogo sobre gestão de resíduos, economia circular e os desafios para construir um modelo mais sustentável no Brasil. Foi uma honra compartilhar esse momento com Carlos RV Silva Filho, profissional que há muitos anos atua na agenda internacional de resíduos e sustentabilidade, e com Mateus Peçanha, referência na promoção de sistemas Lixo Zero e economia circular. Encontros como esse fortalecem a troca de experiências e ampliam a construção de soluções conjuntas. O que mais me marcou foi ver os Catadores ocupando uma mesa ao lado do setor privado, especialistas e representantes de diferentes instituições. Esse é o lugar que a nossa categoria precisa ocupar, participando das decisões e contribuindo com quem conhece, na prática, a gestão de resíduos e a recuperação de materiais recicláveis. Também foi uma alegria reencontrar amigos que ajudam a construir a história da logística reversa no Brasil, como Renato Paquet, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento dessa agenda ao longo dos anos. Seguimos defendendo que os Catadores e Catadoras estejam cada vez mais no centro dessa agenda. Afinal, quem garante que toneladas de materiais retornem à cadeia produtiva todos os dias merece reconhecimento, valorização e participação ativa na construção da economia circular. ↗
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