ALERTA DIÁRIO
diário
STAKEHOLDER LISTENING
Segunda-feira, 25 de maio de 2026
Agenda anti-ultraprocessados ganha tração em redes sociais e movimentos da sociedade civil, com crítica direta a refrigerantes e homenagens ao legado do Slow Food
- 12 manifestações em 25/05, com PT como partido dominante (33%), Pernambuco como estado de maior peso (17%) e concentração em redes sociais (83%).
- Crítica direta à indústria de refrigerantes em post da influenciadora digital Isadora Nogueira, que associa o consumo a destruição da saúde, açúcar, ultraprocessados e dependência de remédios; a publicação relata reações intensas nos comentários e amplifica o enquadramento de refrigerantes como “lixo” alimentar, sinal de risco reputacional alto para o setor de bebidas açucaradas.
- Movimento contra ultraprocessados ganha apoio institucional após a morte do italiano Carlo Petrini, criador do Slow Food: o deputado federal Luiz Paulo Teixeira (PT-SP) e o deputado estadual Marcos José de Abreu (PSOL-SC) elogiam o legado de oposição aos ultraprocessados e ao fast food, reforçando a narrativa de “comida de verdade”.
- Pacto contra a Fome consolida agenda legislativa “Da Política ao Prato”: a co-fundadora Geyze Diniz publica balanço de três anos da entidade, com destaque para o mapeamento de 1.915 propostas no Congresso, sete priorizadas com base em evidências e três já convertidas em lei em 34 dias; a iniciativa amplia a influência política da pauta de segurança alimentar e nutricional, com impacto indireto sobre a regulação de bebidas e ultraprocessados.
- Segurança Alimentar e Nutricional concentrou 6 das 12 manifestações, com destaque para o cruzamento entre crítica a ultraprocessados, açúcar, refrigerantes e a articulação de uma agenda regulatória ampla; o tema é o vetor mais relevante de risco reputacional e regulatório para o setor de bebidas açucaradas no recorte do dia.
- Recursos Hídricos somam 4 manifestações de aliados, com a governadora Raquel Lyra (PSD-PE) destacando R$ 6,1 bilhões em investimento no programa Águas de Pernambuco, o senador Jaques Wagner (PT-BA) reforçando histórico de obras hídricas e o deputado estadual Francisco Nogueira (PT-SE) celebrando ampliação de rede de água em Sergipe; pauta com convergência setorial pelo peso da água como insumo industrial.
- 4 manifestações de alto risco no dia: além da crítica direta de Isadora Nogueira a refrigerantes, três parlamentares (Bublitz, Teixeira e Abreu) associam alimentação saudável, agricultura familiar e oposição a ultraprocessados a movimentos políticos e simbólicos, sinalizando ambiente desfavorável ao discurso da indústria.
- 7 manifestações de aliados, lideradas por governadora e parlamentares com foco em recursos hídricos e infraestrutura de saneamento em Pernambuco, Bahia e Sergipe, além de articulação federal do Ministério da Fazenda em torno do Plano Nacional de Economia Circular para reciclagem de embalagens.
VISÃO GERAL
12
Total
4
Alto risco
7
Aliados
0
Base de apoio
0
Baixo risco
1
Neutros
CLASSIFICAÇÃO POR TEMA
Segurança Alimentar e Nutricional (6)
Recursos Hídricos (4)
Resíduos Sólidos e Reciclagem (1)
Desenvolvimento Sustentável (1)
TEMAS EM DEBATE
Alto risco: 4Aliado: 2Base de apoio: 0Baixo risco: 0Neutro: 0
Tema concentrou 6 manifestações e funciona como o vetor mais relevante de pressão simbólica e regulatória sobre o setor de bebidas açucaradas no dia. A influenciadora digital Isadora Nogueira faz crítica direta ao consumo de refrigerantes, associando o produto a açúcar, ultraprocessados e adoecimento. O deputado federal Luiz Paulo Teixeira (PT-SP) e o deputado estadual Marcos José de Abreu (PSOL-SC) homenageiam Carlo Petrini, criador do Slow Food, e reforçam a oposição a ultraprocessados e fast food. A co-fundadora Geyze Diniz, do Pacto contra a Fome, publica balanço de três anos da entidade com destaque para a Agenda Legislativa “Da Política ao Prato” e 1.915 propostas mapeadas no Congresso. O vereador Alexandre Bublitz (PT-RS) associa pré-candidatura petista a agricultura familiar e alimentação saudável.
FONTES DAS MANIFESTAÇÕES
6
manifest.
📱 Rede social: 6
PERFIL
› PARTIDO
PT
2
PSOL
1
› ESTADO
Rio Grande do Sul
1
São Paulo
1
Santa Catarina
1
› ESFERA
Sociedade Civil
3
Legislativo Local
1
Legislativo Federal
1
Legislativo Estadual
1
MANIFESTAÇÕES POR STAKEHOLDER
Aliado ›
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Hoje o Pacto Contra a Fome completa 3 anos. O Pacto nasceu de uma convicção simples: em um país que produz alimento em abundância, ninguém deveria passar fome. Nestes três anos, vimos essa convicção se transformar em ação. Levamos a segurança alimentar para o centro do debate de forma estruturante. Mas quando penso no Pacto, penso principalmente nas pessoas. Nas lideranças, organizações, parceiros, apoiadores e em todos que decidiram caminhar juntos por uma causa maior do que todos nós. E principalmente em todos os brasileiros impactados com esse movimento. O Pacto ocupa um lugar muito especial na minha vida porque me lembra diariamente que a fome não é inevitável. Ela pode ser enfrentada quando compromisso, conhecimento e colaboração caminham na mesma direção. Seguimos. Com esperança, responsabilidade, fé e a certeza de que um Brasil sem fome é uma construção coletiva. Fotos 1. Inauguração da nova Sede do Pacto Contra a Fome 2. Onde tudo começou … workshop com os co-fundadores 3. Lançamento do Pacto Contra a Fome no Teatro Santander em maio de 2023 4. Lançamento da Agenda Legislativa “Da Politica ao Prato” em Brasilia em agosto de 2025 5. Time reunido no lançamento da Agenda Legislativa 6. Apresentação do Projeto Ceasas Desperdício Zero no Evento do Prêmio Pacto Contra a Fome em dezembro de 2025 7. Entidades vencedoras da 3 Ediçao do Premio Pacto Contra a Fome em dezembro de 2025
Aliado ›
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Três anos do Pacto Contra a Fome . O Pacto nasceu de uma convicção simples e urgente: nenhum brasileiro deveria passar fome. E que acabar com essa realidade é uma escolha que exige que todos se movam juntos. Nesses três anos, nos movemos. Lançamos o Boletim da Inflação dos Alimentos, porque a fome não é só ausência de comida, é também incapacidade de comprar. Monitorar mês a mês o impacto dos preços na cesta básica é transformar dado em argumento, e argumento em política pública. Desenvolvemos o Ceasas Desperdício Zero: 16 das 44 centrais de abastecimento do Brasil aderiram à Carta Compromisso da iniciativa. No país que mais desperdiça alimentos da América Latina, esse trabalho mostra que é possível transformar o que seria descarte em acesso, em produtividade e em escala. No Pará e no Maranhão, fortalecemos o SISAN. Quando um município adere ao sistema, passa a ter mais governança, planejamento e acesso a programas essenciais. Hoje, mais de 80% dos municípios dos dois estados fazem parte, uma expansão de mais de 200% no Maranhão e 300% no Pará. Com a Agenda Legislativa Da Política ao Prato, mapeamos 1.915 propostas no Congresso, priorizamos sete com base em evidências e em apenas 34 dias, três viraram lei, fortalecendo a agricultura familiar, o SISAN e a resposta a emergências climáticas. Inauguramos nossa nova sede: uma casa aberta ao ecossistema, construída para o trabalho coletivo que, no fim, é o único capaz de mudar estruturas. E realizamos a terceira edição do Prêmio Pacto Contra a Fome porque transformação estrutural também passa por reconhecer e fortalecer quem já está fazendo. Em três edições, premiamos 18 iniciativas, distribuímos R$ 1,8 milhão e construímos uma rede viva de soluções que alimenta, inspira e replica. Nada disso seria possível sem um time extraordinário, apoiadores e parceiros que acreditam na causa. O meu agradecimento a cada pessoa que carregou essa missão junto com a gente. O caminho é longo. Mas três anos nos provam que é possível. Seguimos com força, fé e com a certeza de que um Brasil sem fome até 2030 não é utopia. É escolha. Fotos 1. Inauguração da nova Sede do Pacto Contra a Fome 2. Onde tudo começou … workshop com os co-fundadores 3. Lançamento do Pacto Contra a Fome no Teatro Santander em maio de 2023 4. Lançamento da Agenda Legislativa “Da Politica ao Prato” em Brasilia em agosto de 2025 5. Time reunido no lançamento da Agenda Legislativa 6. Apresentação do Projeto Ceasas Desperdício Zero no Evento do Prêmio Pacto Contra a Fome em dezembro de 2025 7. Entidades vencedoras da 3 Ediçao do Premio Pacto Contra a Fome em dezembro de 2025
Alto risco ›
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ESTARÁ NO LANÇAMENTO DA PRÉ-CANDIDATURA 💙✨ Edegar Pretto é nosso pré-candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul. Ex-deputado estadual, já presidiu a Conab e tem uma trajetória marcada pela defesa da agricultura familiar, da soberania alimentar e do acesso à alimentação saudável para o povo brasileiro. 🌾✊🏽 Com diálogo, compromisso social e luta ao lado de quem mais precisa, Edegar soma forças nessa caminhada por um Rio Grande mais justo e com oportunidades para todos. Marca aqui quem vai contigo nesse grande encontro! ❤️ LANÇAMENTO DA PRÉ-CANDIDATURA: 📅 31 de maio ⏰ 18h 📍 Bar Ocidente – Porto Alegre 🎟️ Garanta seu ingresso no Sympla!
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O vídeo onde eu falei que refrigerante não faz bem virou um surto coletivo nos comentários.
E isso explica exatamente por que essas indústrias continuam faturando bilhões sem esforço.
As pessoas defendem refrigerante com mais emoção do que defendem a própria saúde.
Teve comentário de gente falando:
“Estou assistindo isso tomando refrigerante logo cedo.”
Como se destruir o próprio corpo fosse motivo de orgulho.
E depois vem a clássica:
“Ah, mas todo mundo morre um dia.”
Esse tipo de comentário revela uma coisa muito mais profunda:
A sociedade desaprendeu a gostar de viver bem.
Hoje, qualquer pessoa que tenta melhorar os hábitos vira alvo de deboche.
Se você começa a cuidar da alimentação, incomoda.
Se para de consumir lixo, incomoda.
Se emagrece, incomoda.
Se tem disciplina, incomoda mais ainda.
Porque sua evolução obriga o outro a encarar a própria negligência.
E aí surge a necessidade desesperada de normalizar o caos:
cansaço constante,
inflamação,
vícios,
falta de energia,
dependência de remédio…
como se isso fosse “aproveitar a vida”.
Mas aproveitar a vida não é destruir o corpo até ele pedir socorro.
Aproveitar a vida é ter disposição.
É acordar bem.
É conseguir viver sem viver dopado de açúcar, ultraprocessado e estimulante.
A verdade é que muita gente já desistiu da própria saúde…
e tenta fazer os outros desistirem também pra não se sentir sozinha no fundo do poço.
Então tome cuidado com quais vozes você escolhe ouvir.
Porque nem todo mundo que ri da sua mudança está feliz.
Às vezes a pessoa só está irritada por ver alguém fazendo o que ela não teve coragem de fazer.
E isso explica exatamente por que essas indústrias continuam faturando bilhões sem esforço.
As pessoas defendem refrigerante com mais emoção do que defendem a própria saúde.
Teve comentário de gente falando:
“Estou assistindo isso tomando refrigerante logo cedo.”
Como se destruir o próprio corpo fosse motivo de orgulho.
E depois vem a clássica:
“Ah, mas todo mundo morre um dia.”
Esse tipo de comentário revela uma coisa muito mais profunda:
A sociedade desaprendeu a gostar de viver bem.
Hoje, qualquer pessoa que tenta melhorar os hábitos vira alvo de deboche.
Se você começa a cuidar da alimentação, incomoda.
Se para de consumir lixo, incomoda.
Se emagrece, incomoda.
Se tem disciplina, incomoda mais ainda.
Porque sua evolução obriga o outro a encarar a própria negligência.
E aí surge a necessidade desesperada de normalizar o caos:
cansaço constante,
inflamação,
vícios,
falta de energia,
dependência de remédio…
como se isso fosse “aproveitar a vida”.
Mas aproveitar a vida não é destruir o corpo até ele pedir socorro.
Aproveitar a vida é ter disposição.
É acordar bem.
É conseguir viver sem viver dopado de açúcar, ultraprocessado e estimulante.
A verdade é que muita gente já desistiu da própria saúde…
e tenta fazer os outros desistirem também pra não se sentir sozinha no fundo do poço.
Então tome cuidado com quais vozes você escolhe ouvir.
Porque nem todo mundo que ri da sua mudança está feliz.
Às vezes a pessoa só está irritada por ver alguém fazendo o que ela não teve coragem de fazer.
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O italiano Carlo Petrini, que faleceu hoje aos 76 anos, criou o movimento “Slow Food”, que valorizou a comida orgânica, a agricultura familiar e a produção local de alimentos contra os ultraprocessados e o fast food. Embora alguns confundam com elitismo, slow food é sobre o que nós brasileiros chamamos de “comida de verdade” e sobre as pessoas terem tempo para viverem, pela qual lutamos quando queremos o fim da escala 6X1. O movimento e ideias de Petroni seguirão influenciando o mundo. Meus sentimentos aos seus familiares, amigos e os que foram influenciados por suas ideias em todo o planeta.
Alto risco ›
📱 Rede social
Carlo Petrini dedicou a vida a defender que comer bem é um direito, não um privilégio, e que a comida conecta pessoas, culturas e territórios. Em 2017 ele esteve na Alesc num seminário que ajudamos a organizar, quando eu ainda era vereador. Sua história segue viva em tudo que plantou 🙏
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