Stakeholder Listening · Flash de Redes
Flash de redes sociais · 26 a 29 jun
A repercussão da publicidade de apostas na Copa do Mundo e o caso CazéTV

A Copa ligou o alerta. A conversa virou proibir a propaganda de bets

Duas leituras de uma mesma pressão

Duas narrativas sobre a publicidade de bets na Copa

O Prysmo já vinha sinalizando, há duas semanas, que a restrição à publicidade era uma das narrativas mais amplificadas entre os stakeholders. Na última sexta-feira, essa narrativa virou ação regulatória do governo. É o padrão que o monitoramento captura de forma recorrente: a narrativa antecipa a regulação. Quando um tema ganha tração entre parlamentares e formadores de opinião, a movimentação institucional costuma vir em seguida, e acompanhar essa curva dá ao setor tempo de reação antes de a regra ser escrita.

A forma como as casas de apostas anunciavam na Copa, sobretudo na CazéTV, virou alvo do poder público: a Senacon abriu investigação, o Conar recomendou a suspensão de três peças e o Ministério da Fazenda estuda uma Medida Provisória para restringir a propaganda ainda durante o torneio.

Soltamos uma edição do flash de redes sociais entre 26 e 29 de junho, para ajudar a identificar as repercussões dos anúncios da Senacon e do Ministério da Fazenda. Foram 27 manifestações de 20 stakeholders únicos, organizadas em duas narrativas. A primeira, e maior, é a cobrança por proibir ou restringir a publicidade, puxada pela base governista e pela centro-esquerda. A segunda é o contra-ataque da oposição, que não defende as bets, mas acusa os críticos de hipocrisia e defende a CazéTV diante da ação de Conar e Senacon.

N1
Copa sem bets
A maior frente da semana usa a saturação de anúncios na Copa, sobretudo o caso CazéTV, para pedir o fim ou a forte restrição da publicidade de apostas.
18
manifestações
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A leitura

É a narrativa dominante em volume e a que dá o tom do debate. O gatilho concreto é a investigação da Senacon e a recomendação do Conar contra os anúncios de bets na CazéTV durante a Copa do Mundo. Parlamentares do PT, PSB, PSD e PSOL convergem para a palavra de ordem “a Copa é do futebol, não das bets”, e a maior parte das falas pede proibição ou restrição da publicidade, uma cobrança que recai sobre o mercado regulado. Vários nomes anexam projetos de lei à conversa, transformando a indignação de rede em pauta legislativa.

Quem falou

Predomina a base governista e a centro-esquerda: PT à frente, com apoio de PSB, PSD e PSOL. Os projetos vêm de Tabata Amaral (PSB-SP), com o pacote Brasil Contra Bets, e de deputados do PT e do PSD. A maioria é de deputados federais, concentrados em São Paulo e Rio de Janeiro.

Ponto de atenção

O gatilho foi um caso de publicidade abusiva, ligado ao modo de anunciar, mas grande parte das falas migra para a defesa da proibição da publicidade como um todo, e algumas chegam a pedir o fim da própria modalidade. O alvo declarado deixa de ser o excesso e passa a ser o setor autorizado inteiro.

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Tabata Amaralredes sociais
Deputada Federal (PSB-SP) · Câmara dos Deputados
“Muito importante a decisão da CazéTV de adotar uma política mais rigorosa de publicidade de bets após a onda de críticas que tomou as redes. Agora é necessário ir além: Globo e SBT, que tal fazer mudanças também? Enquanto a lei não muda, as empresas precisam dar o exemplo. Melhor: deputados e senadores, vamos sentar e discutir o projeto Brasil Contra Bets? Não é à toa que tem muita gente falando sobre isso agora. Estamos lidando com uma dor real, um vício, que aflige milhões de famílias. O poder público precisa dar uma resposta a elas e proibir de vez a publicidade de bets no país.”
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Tabata Amaralredes sociais
Deputada Federal (PSB-SP) · Câmara dos Deputados
“Minha luta é para que nenhuma possa. Eu sou contra publicidade de BET em qualquer lugar do Brasil. A nossa missão é realista: enquanto não for ilegal, as BETs vão patrocinar muita coisa, do São João ao futebol, porque é muito dinheiro em jogo. Por isso lidero no congresso um pacote de projetos sobre o assunto e nossa mobilização é para acabar com qualquer publicidade de BETs, inclusive os outdoors e os patrocínios culturais e esportivos.”
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Tabata Amaralredes sociais
Deputada Federal (PSB-SP) · Câmara dos Deputados
“Essa proposta existe e se chama Brasil Contra Bets. Eu sou uma das 100 deputadas e senadores que apoiam o projeto.”
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Pedro Pauloredes sociais
Deputado Federal (PSD-RJ) · Câmara dos Deputados
“Em época de Copa do Mundo, milhões de brasileiros, inclusive crianças e adolescentes, acompanham o futebol. E o esporte virou vitrine para uma exposição massiva às BETS, em praticamente todos os canais. O editorial do Estadão de hoje acerta: isso precisa acabar. Foi por isso que apresentei a Lei de Responsabilidade dos Jogos.”
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Pedro Pauloredes sociais
Deputado Federal (PSD-RJ) · Câmara dos Deputados
“Foi para enfrentar essa realidade que apresentei a Lei de Responsabilidade dos Jogos (PL 3790/2024). Na prática, o projeto endurece as regras de publicidade das bets, amplia a proteção de crianças e adolescentes, fortalece a prevenção ao endividamento e garante mais transparência ao consumidor. Regular não é proibir. É colocar limites onde o impacto social exige.”
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Pedro Pauloredes sociais
Deputado Federal (PSD-RJ) · Câmara dos Deputados
“Como diz o editorial, é preciso coragem para enfrentar o lobby das bets. O desafio não é impedir uma atividade econômica, mas evitar que ela seja promovida sem freios, às custas do endividamento das famílias e da saúde mental de milhares de brasileiros. Esse é um debate que o Congresso não pode mais adiar.”
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Pedro Uczairedes sociais
Deputado Federal (PT-SC) · Câmara dos Deputados
“Eu e o colega deputado Alencar Braga acionamos o Judiciário para impedir que os jogos de futebol e os eventos esportivos sejam transformados em um ambiente permanente de indução à aposta. Chega de anúncios agressivos, odds piscando na tela, QR Codes, cupons e narradores agindo como corretores de apostas em tempo real! As bets invadiram a linguagem do esporte. A nossa preocupação é gigante com transmissões digitais de massa como a CazéTV no YouTube, que vai transmitir a Copa de 2026 de graça e tem apelo enorme com jovens e crianças. Pedimos liminar urgente para proibir essa publicidade predatória durante as transmissões ao vivo. O futebol é paixão e cultura, não um cassino em tempo real.”
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Carlos Zarattiniredes sociais
Deputado Federal (PT-SP) · Câmara dos Deputados
“COPA SEM BETS: não caia na armadilha das propagandas de apostas.”
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Reimontredes sociais
Deputado Federal (PT-RJ) · Câmara dos Deputados
“A Copa é do futebol. Não das bets. O esporte inspira, une e transforma vidas. As apostas têm destruído muitas delas. O alerta de Felipe Luís merece ser ouvido. Pessoas acima do lucro.”
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Camila Jararedes sociais
Deputada Federal (PT-MS) · Câmara dos Deputados
“Saiu na Folha de hoje. O Governo Federal também agiu: a Secretaria Nacional do Consumidor e o Ministério da Justiça abriram uma investigação preliminar sobre a CazéTV para apurar a veiculação de publicidade abusiva de bets durante as transmissões da Copa do Mundo.”
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Saulo Pedrosoredes sociais
Deputado Federal (PSD-SP) · Câmara dos Deputados
“As apostas esportivas deixaram de ser apenas um anúncio durante o jogo. Hoje, elas fazem parte da transmissão, das redes sociais e da rotina de milhões de brasileiros. Por isso, defendo limites para a publicidade das bets e um debate sério sobre os impactos que esse mercado vem causando, especialmente entre os jovens e nas famílias brasileiras. No dia 8 de julho vamos realizar uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir esse tema.”
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Dandara Tonantzinredes sociais
Deputada Federal (PT-MG) · Câmara dos Deputados
“O Ministério da Fazenda vai obrigar as empresas de apostas a exibirem alertas sobre os riscos para a saúde e para o bolso dos competidores, como hoje acontece nas propagandas de tabaco. É o mínimo! Mas aviso de risco em propaganda não resolve publicidade predatória. O que vi na Cazé TV durante a Copa é inadmissível: manipulação disfarçada de jornalismo e entretenimento. É preciso ir além da regulamentação e proibir a publicidade das bets.”
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Gleisi Hoffmannredes sociais
Deputada Federal (PT-PR) · Câmara dos Deputados
“Danilo, lateral-direito da Seleção Brasileira, aderiu oficialmente à campanha ‘Block no Tigrinho’ e é, até o momento, o único representante da seleção a assumir uma postura pública contrária às casas de apostas online. Nesse mesmo sentido, apresentei um projeto de lei para proibir ações de publicidade, divulgação e propaganda de empresas e casas de apostas, e também de produtos ligados a jogos de azar, inclusive os previstos na Lei das Bets. A manifestação dos atletas é essencial para evidenciar os estragos sociais causados pela proliferação das bets, que resultam em endividamento, dependência e perdas financeiras para inúmeras famílias.”
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Carlos Bezerra Jr.redes sociais
Vereador (PSDB-SP) · Câmara Municipal de São Paulo
“Romário, Lincoln e a influência (ou não) das Bets. Precisamos falar sobre isso sem paixões.”
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Paulo Teixeiraredes sociais
Deputado Federal (PT-SP) · Câmara dos Deputados
“Essa Copa não pode ser das bets! Vocês devem estar vendo a quantidade de propagandas de sites de apostas nas transmissões do Brasil. Por isso, entrei na Câmara com um projeto para proibir beneficiários de programas sociais como o Bolsa Família, BPC, Auxílio-Gás e Pé-de-Meia de apostarem em bets.”
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Elvino Bohn Gassredes sociais
Deputado Federal (PT-RS) · Câmara dos Deputados
“Jogo pode viciar, endividar, causar ansiedade, depressão, falência. Pode levar a atitudes extremas. Por isso essa epidemia de propagandas de bets precisa ser contida. Não se pode oferecer drogas às pessoas e, de forma hipócrita, confiar que elas vão só se divertir.”
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Henrique Vieiraredes sociais
Deputado Federal (PSOL-RJ) · Câmara dos Deputados
“Jogadores da seleção da França, entre eles Mbappé, questionam a Federação Francesa de Futebol após terem suas imagens utilizadas em comercial de bets, sem terem sido previamente informados.”
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Rafael Ranalliredes sociais
Vereador (PL-MT) · Câmara Municipal de Cuiabá
“Conar recomenda suspensão de anúncios de bets na CazéTV. O que fazer numa situação dessas!?”
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N3
Hipocrisia e liberdade
A oposição vira a pauta contra os críticos: acusa Tabata e João Campos de hipocrisia, defende a CazéTV contra Conar e Senacon e denuncia a “indignação seletiva” que poupa as grandes emissoras.
9
manifestações
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A leitura

É a narrativa de contra-ataque e a mais agressiva em tom. Em vez de discutir o mérito da publicidade, desloca o foco para a incoerência dos críticos: vereadores de UNIÃO e deputados do PL e NOVO acusam Tabata Amaral de condenar bets na CazéTV enquanto a prefeitura do marido, João Campos, teria reduzido o imposto do setor no Recife. Em paralelo, defendem a CazéTV diante da ação do Conar e da Senacon, enquadrando-a como perseguição a um canal gratuito e popular, e cobram o mesmo rigor para Globo e SBT. Para o setor, é a frente que ataca a legitimidade das medidas, ainda que sem defender abertamente as apostas.

Quem falou

Concentra-se na oposição e na direita: UNIÃO, PL, NOVO e PSDB. Os nomes de maior volume são os vereadores Rubinho Nunes e Adrilles Jorge (UNIÃO-SP). Há ainda deputados federais do PL e do NOVO. Em cargos, vai de vereador a deputado federal.

Ponto de atenção

Esta frente não defende o setor de apostas: ataca a coerência dos críticos e o que chama de ‘perseguição’ à CazéTV.

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Rubinho Nunesredes sociais
Vereador (UNIÃO-SP) · Câmara Municipal de São Paulo
“Quando questionada sobre as bets, Tabata Amaral reagiu com grosseria em vez de transparência. Falou muito para tentar esconder a própria hipocrisia! Ela só esqueceu de contar que o marido reduziu o imposto do setor e liberou patrocínio de apostas em eventos no Recife.”
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Rubinho Nunesredes sociais
Vereador (UNIÃO-SP) · Câmara Municipal de São Paulo
“O governo que regularizou as bets agora vai fazer vigilância em quem faz a propaganda. O petismo é a expressão da hipocrisia.”
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Rubinho Nunesredes sociais
Vereador (UNIÃO-SP) · Câmara Municipal de São Paulo
“Alguns dos 270 milhões de motivos para a Globo nunca entrar na mira da indignação seletiva contra as bets.”
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Adrilles Jorgeredes sociais
Vereador (UNIÃO-SP) · Câmara Municipal de São Paulo
“TABATA AMARAL CONDENA BETS PARA O CAZÉ MAS APROVA PRO NAMORADINHO POLÍTICO. A indignação desaparece quando o mesmo dinheiro financia eventos da prefeitura administrada pelo marido, João Campos. E, diante da pergunta mais óbvia, ela não responde. Se irrita. Hipocrisia é o pior vício de todos, porque se traveste de virtude.”
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Adrilles Jorgeredes sociais
Vereador (UNIÃO-SP) · Câmara Municipal de São Paulo
“Tabata Amaral resolveu dar uma lição de moral à CazéTV por aceitar patrocínio de bets. Curiosamente, a indignação desaparece quando o mesmo dinheiro financia eventos da prefeitura administrada pelo marido, João Campos. E, diante da pergunta mais óbvia, ela não responde. Se irrita. Hipocrisia também é um vício.”
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Gilson Marquesredes sociais
Deputado Federal (NOVO-SC) · Câmara dos Deputados
“Você vai pagar para assistir aos jogos da próxima copa. É isso que querem Conar e Senacom do governo Lula, após nova ofensiva contra canal em que milhões de brasileiros assistem gratuitamente. Isso é a Aristocracia do Pistolão, quem tem a força manda. Se você tirar receita de grandes veículos de comunicação, todos patrocinados por bets, você não pode concorrer no Brasil.”
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Sostenes Cavalcanteredes sociais
Deputado Federal (PL-RJ) · Câmara dos Deputados
“Alô Ministério Público Federal!!! Pode isso em ano eleitoral? Muita gente preocupada com a intensiva propaganda das bets. Pra mim, o Descondenado não deveria ter legalizado! Acho muito mais assustador a quantidade absurda de propagandas envolvendo o GOVERNO FEDERAL em todos os canais de televisão. São milhões dos nossos impostos gastos para fazer propaganda do Descondenado?!”
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Leonardo Siqueiraredes sociais
Deputado Estadual (NOVO-SP) · Alesp
“Tabata Amaral foi criticar o excesso de bets. Mas ficou calada quando João Campos reduziu o imposto das bets em Recife em regime de urgência. Sem debate. Sem audiência pública. Hospital paga 5% de ISS em Recife. Bet, 2%. Não é convicção. É populismo.”
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Thiago Medinaredes sociais
Vereador (PL-PE) · Câmara Municipal de Recife
“No BBB da Globo era tranquilo ter BET?”
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A balança pende para a restrição à publicidade

Mapeamos os 20 stakeholders em dois campos e, dentro de cada um, pela mensagem que sustentam. De um lado, quem pressiona contra a publicidade, dividido entre proibir, restringir e proteger vulneráveis. De outro, quem questiona a cobrança, entre atacar os críticos e defender o mercado. Toque em cada pessoa para ver a leitura e as manifestações na íntegra.

Quem fala contra as bets

Stakeholders que pressionam por proibir ou restringir a publicidade, agrupados pela mensagem que cada um sustenta.

👈 Toque em uma pessoa para ver o perfil e as falas
Proibir a publicidadeDefendem o fim da propaganda de bets
Restringir e regularQuerem limites e regras mais duras, sem proibir
Proteger vulneráveisFocam o dano, o vício e os mais expostos

Quem questiona a cobrança

Stakeholders que não defendem as bets, mas contestam os críticos e a intervenção sobre a CazéTV, agrupados pela mensagem.

👈 Toque em uma pessoa para ver o perfil e as falas
Ataque aos críticosAcusam os críticos de hipocrisia e seletividade
Defesa do mercadoDefendem a CazéTV, a concorrência e a liberdade
Produzido pelo Prysmo · monitoramento de redes sociais para mais de 1.000 stakeholders